6 de junho de 2026

Simone Tebet aceitou convite de Lula para ser ministra do Planejamento, confirma Padilha

Tebet recebeu convite na última sexta-feira, acompanhado do organograma com a estrutura proposta para o Ministério
Simone Tebet ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à presidência do Brasil, em São Paulo/SP. Foto: Divulgação/Simone Tebet
Simone Tebet ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à presidência do Brasil, em São Paulo/SP. Foto: Divulgação/Simone Tebet

O futuro ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), confirmou no final da manhã desta terça-feira que a senadora Simone Tebet (MDB) deve assumir o Ministério do Planejamento do governo Lula.

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De acordo com Padilha, a agenda de Lula deve ser ajustava para viabilizar um encontro com a emedebista ainda hoje. Ainda não há previsão para o anúncio oficial.

Padilha disse que Lula fez o convite a Tebet na última sexta-feira e a senadora, após conversar com lideranças do MDB, respondeu com “sinalização positiva” ao presidente eleito.

Ele ressaltou que o Ministério do Planejamento é “finalístico” e “decisivo na Esplanada”. A futura ministra participará do comitê gestor subordinado à Casa Civil que monitora de perto a execução dos programas considerados prioritários para o governo.

“O presidente Lula considerou que para o Ministério do Planejamento – pela importância que tem, pelo papel de acompanhamento de ações do governo, de participar do comitê gestor coordenado pela Casa Civil – que a senadora Simone Tebet é o nome adequado para isso. Fez o convite e já recebemos a sinalização positiva por parte dela”, declarou Padilha.

Tebet recebeu convite com estrutura do Ministério desenhada

Ainda segundo o futuro ministro, o convite à Simone Tebet foi acompanhado da apresentação de um organograma com as secretarias que fazem parte da “estrutura do Planejamento”, desenhada pela coordenação da equipe de transição. Nessa estrutura, IBGE e IPEA farão parte da Pasta.

Padilha ainda disse que o Planejamento foi pensado para Tebet desde o começo. A senadora ficou em terceiro lugar na corrida presidencial e apoio Lula no segundo turno contra Bolsonaro.

Lula está em Brasília desde o começo desta semana e trabalha para concluir o time ministerial até quinta-feira (29). Ainda falta fechar mais de uma dezena de ministérios, entre eles, o que será assumido pela deputada eleita Marina Silva, que também ajudou na reeleição.

Sobre o futuro de Marina, Padilha sinalizou que ela deve assumir o Ministério do Meio Ambiente. “A proposta que ela tem, de [criar uma] autoridade climática, não tinha status ministerial. Ela é deputada, só poderia assumir pasta com status ministerial.”

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. Moacir Rodrigues de Pontes

    27 de dezembro de 2022 6:42 pm

    Simone Tebet ganhou projeção nacional e conseguiu o terceiro lugar no primeiro turno. Fez uma escolha sábia ao apoiar Lula contra Bolsonaro no segundo turno, embora a maioria de seus eleitores fossem anti-petistas e tenham votado em Bolsonaro. Ela conhece muito bem tanto o centrão quanto os petistas e sabia onde teria melhor acomodação.

  2. +almeida

    27 de dezembro de 2022 10:04 pm

    Penso que Simone Tebet por ser uma pessoa inteligente, experiente e detentora de um bom trânsito político, nos faz parecer entender que ela sendo ministra do planejamento, do governo Lula, terá tudo para ser vitoriosa e enriquecer ainda mais o seu já valoroso e admirado currículo. Porém, eu avalio que não devemos esquecer do fantasma tenebroso, inconfiável e traiçoeiro da grande mídia corporativa, a qual, eu julgo, que jamais irá se alinhar ou exaltar qualquer governo esquerdista. Ao contrário, eu imagino que talvez por ser uma das poucas figuras do próximo governo, que não conviveu com o pensamento e o real ambiente esquerdista, ela já deve estar na alça de mira de toda oposição, principalmente da tradicional, e a mesma de sempre, grande mídia brasileira.
    Avalio que uma nova coligação, com os mesmos de sempre e talvez mais alguns, de tudo farão para criar casos, escândalos, intrigas e etc, entre ela e membros do governo e dos partidos. Não é impossível supor que a fábrica de destruir reputações estará à pleno vapor até as eleições de 2026.

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