TV GGN: o besteirol em nome do empreendedorismo

O empreendedorismo é essencial nas sociedades modernas. O Brasil ficou tão ridículo que, hoje em dia, é utilizado para justificar ganhos indevidos do servidor e infidelidade partidária.

 

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11 comentários

  1. O país está cheio de empreendedores. Nos sinais de trânsito, nos ônibus e nos trens, milhares de brasileiros abraçam a livre iniciativa investindo no ramo dos alimentos açucarados, vendendo balas e doces para os passageiros. Agora a economia deslancha.

  2. Comentário feito no canal de streaming:

    “Por que os vídeos têm terminado durante o desenvolvimento de uma idéia? Ou melhora a edição ou deixa o Nassif falar até alguém ligar para ele mudar de assunto, rs. O problema não é o empreendedorismo mas sua utilização como desculpa para um vale-tudo nas relações sociais e de trabalho. Sobre a Tatibitabata, não sei o que essa garota tem – nunca vi um discurso seu, apenas um frisson em torno dela como se dela dependesse a esquerda ou o país… pelo amor de Deus, não aprenderam nada com carinhas bonitas como passaporte para o estrelato midiático?, mas suas atitudes midiáticas (um dia, discursa “forte” em prol da educação e atrai blogues “de esquerda” incautos e sensacionalistas; inoculado o veneno, ganha plataforma para transformar a privatização da previdência pública na mais importante (sic) discussão (sic) das esquerdas (sic) brasileiras (sic) em redes sociais (sic)… socorro, é o mundo paralelo que está matando o país de raiva e de fome) e a repercussão desproporcional que recebem são um sintoma claro de nossa deriva social e política “à esquerda”… O Lemman acertou ao escolhê-la como a cara carism(idi)ática de seu movimento de confusão política e de terceira via… “Gente, essa coisa de esquerda e direita é coisa do passado, como direitos, ideais, utopias e comida na mesa. O negócio agora é encher a barriga de sopa de likes e achar um mecenas para bancar sua carreira (antes era arrumar marido, agora, gente moderna arruma bilionário para bancar sua escolarização VIP em troca de sua boca de aluguel em defesa de suas ideias antipopulares)… Se a estupidez e a ignorância pretensiosa fossem coisa só dos bolsominions… mas a falsa esquerda e o falso progressismo são nosso real problema sem o qual os bolsominions já teriam voltado ao esgoto. Nassif, essa Tatibitabata é como os outros que amolecem seu coração… e depois traem sua confiança, rs: o procurador “bom moço”, a PGR dupla face, o Barroso, o Janot… Brasil, ô lugar para gostar de ser enganado… é quase patológico.

    Sampa/SP, 14/07/2019 – 17:33 ”

    Alguns adendos

    1 – Nunca vi seus discursos mas li sobre eles e sua repercussão, e o que me parece é que o que faz alguns se enganarem com ela é o que caracteriza estelionatários e demagogos: a lábia. Desde quando representar a esquerda significa ser bom de lábia e de discurso e não alguém com ideias e comportamentos coerentes e claros em defesa de uma plataforma de erradicação das desigualdades? Essa garota ser considerada de esquerda ou progressista é ridículo e demonstra o quanto esse campo de ação e reflexão política se tornou midiático, sensacionalista, fácil, superficial, oportunista, desligado de qualquer compromisso com as causas que pretende representar, um engodo.
    2 – Ninguém parece ter se dado conta de que ela comete um ato falho ao se defender alegando que tem formação acadêmica que lhe garante o emprego que quiser quando precisar: 1 – será essa a razão para não se preocupar com a dificuldade alheia em conseguir emprego e em ter uma renda quando a velhice o/a impedir de trabalhar? Foi por isso que ela votou a favor da privatização da previdência pública? Sim, quem tem tio Lemman como padrinho não precisa se preocupar em receber migalhas individuais, mas em saber se apropriar do conjunto delas na forma de um banquete para abutres financeiristas; 2 – para ela a política é um emprego? Não se trata de representar uma plataforma com a qual se está comprometido? Não se trata de vocação para a vida pública? Parece que a política para ela é o que é para as bancadas do boi, da bíblia e da bala, todas boas de bico, um meio de fazer lobby para suas plataformas corporativas setoriais – a dela é da educação, tanto quanto a Globélica, rs, uma bela forma de cooptar uma ideia revolucionária para torná-la inofensiva, um instrumento para adestramento de gente ingênua em favor da defesa do capitalismo: qual a novidade? alguém acha que o banco laranja é progressista só porque se aproveita de bandeiras sociais “politicamente corretas”? A estratégia dessa fulana é tão velha quanto andar para a frente, construir uma persona pública customizada para ser inspiradora e motivacional e através dela enfraquecer e desviar o debate público em assunto que é crucial para o país, mas as ditas esquerdas, crescentemente midiáticas e superficiais, ainda caem nesse golpe – o fato de ser uma mulher jovem e de boa aparência certamente joga o seu papel na sedução intelectual, rs, como jogaria se fosse um homem jovem e de boa aparência, ops, já vimos isso com Collor e outros antes? E isso comprova que David Harvey (repito porque acho que é uma ideia verdadeira e explicativa do que vivemos) está certo ao dizer que o problema das esquerdas mundiais é terem se neoliberalizado: por isso, entre outros motivos, se sentem atraídos por Tatibitabatas e similares. Enquanto isso, Jean Wyllis no exílio, ativistas por moradia presas por serem “de verdade” em suas lutas, e a discussão que ocupa as mentes vazias é uma garota meritocrática bancada pelo bilionário que quer destruir o Estado Brasileiro. Bem, para quem por tanto tempo discutia Damares e suas “contradições”… Rs, a Tatibitabata é a Damares “das esquerdas”?
    Qual a formação dessa fulana? Vai, como o falso pastor, bater o escanteio no cargo público bem remunerado – para defender interesses corporativos pessoais e da tchurminha – e correr para cabecear em direção ao gol da independência financeira abrindo uma consultoria para fundos de pensão ROUBAREM (a segunda volta da mais valia) pela segunda vez (a primeira vez é na subvalorização do trabalho) o tempo e o trabalho alheio?

    E o pior de tudo: quem é tatibitabata para merecer tanta atenção dos machos e fêmeas alfafa da imprensa dita progressista? Sério mesmo que essa é a figura e a discussão mais importantes dos progressistas e das esquerdas na privatização da previdência? Se a tatibitabata tivesse votado contra, o que mudaria? Esse é o nível do desespero das ditas esquerdas e dos ditos progressistas?
    Brasil, um retrato na parede e boas lembranças na memória.
    Novas Esquerdas brasileiras, zumbis, melhor que morressem de uma vez para que ao menos não ocupassem um espaço que não merecem. E pensar que um desgoverno de milícias e um sistema de justiça de falsários e larápios não é o que temos de pior mas a total falta de qualidade do debate público e das alternativas de poder. Depois da VazaJato, que deveria ser o momento de choque de realidade, contrariamente, LulaLivre se tornou apenas um slogan, todas as ameaças de ação das esquerdas são mero blefe, ninguém leva mais a sério.
    Como disse Renato Russo em uma de suas canções proféticas: “tem gente que está do mesmo lado que você mas deveria estar do lado de lá.”

    E quando se olha para o que se está discutindo no Reino Unido e resto do mundo minimamente civilizado… Bem, como o Brasil nunca foi pioneiro em revoluções políticas e sociais, é um alento que de onde elas vieram estejam crescendo movimentos como o Extinction Rebellion e o Fridays for Future. Um dia, bem longe, chegarão aqui. Se ainda houver país.

    Dr Rupert Read – The Uncertain Situation We Are In | Extinction Rebellion
    https://www.youtube.com/watch?v=P4uckj3dbUU

    How Can We Practice Regenerative Action? | Extinction Rebellion
    https://www.youtube.com/watch?v=0XajMVJi8gU

    Why the coal industry is dividing Germany | ITV News
    https://www.youtube.com/watch?v=7_UaZva8R0A

    Tips on – Political Transition And Sortition
    https://www.youtube.com/watch?v=qjuNJbO9TGA

    Sampa/SP, 14/07/2019 – 19:10

  3. Esta falação modernosa e enganadora sobre forçosamente se tornar empreendedor, fez com que o tema em Portugal fosse tratado pelos sociólogos Adriano Campos e José Soeiro (deputado nacional pelo Bloco de Esquerda) em seu o livro “A Falácia do Empreendedorismo” – Ed. Bertrand/PT 2016. Só não esperavam que o combatente Jovem Conservador De Direita refutasse brilhantemente a obra. Vale pelo riso trazido.

    https://www.youtube.com/watch?v=6LdGcR_Vnbg

  4. Essa deputada está sendo criticada justamente…..escolheu o lados dos ricos……só falta agora o povo nem poder reclamar…..
    O que está errado é que não foi a única…..e os outros traidores???

  5. Genial este vídeo. O sujeito vira funcionário público de uma casta superior ou seja, ele não é servidor da justiça, mas membro. Recebe uma fortuna de dinheiro, mais vantagens e se aventura, como empresário na ânsia de ganhar “muito dinheiro”.
    O certo é pedir demissão e ir advogar. Mas isso ai vai fazer como o Janot, mas só depois de aposentado com salário gorducho. Aja teta pra tanta sede.

  6. Exato, caro Nassif! Muito bem colocado, na minha desimportante opinião, especialmente quando você trata do funcionário público. Eis a palavra que todo mundo preferia que continuasse escondida: quem pretende ficar rico não deve ir para o serviço público.

    Sim, eu sei que todo mundo está, nessa altura do campeonato, tão doutrinado pela propaganda capitalista que é quase impossível pensar-se um profissional que trabalhe por outra razão que não ficar milionário. E para completar, tão introjetado do que Guy Debord chama de “sociedade de espetáculos” que, além de rica, a pessoa para se considerar minimamente vitoriosa, tem que ser um astro, um herói… “Complexo de épico”, diria o Tom Zé. E dá-lhe BBBs, “O Aprendiz”, “Top Chef”, “Master Chef” e muitas outras formas de enganar trouxas com pura baboseira, pura artificialidade marqueteira… se não abrirmos daqui a pouco ganhamos até dos EUA no quesito “sociedade baseada em simulações, aparências, réplicas e outros simulacros da realidade”. Super ultra hiper realismo… plus.

    E como cereja do bolo, pessoas solitárias, ensimesmadas, assumindo que o mundo todo as deseja destruí-las – já que competir não é mais vencer os próprios limites e sim dar um jeito de fazer o outro perder. Individualismo tão imposto que até acabaram com a geral do Maracanã… sinal do tempos.

    Mas observe bem: nenhum desses saberes vem como manifestação espontânea, popular. Todas essas obrigações – ser rico, famoso e ególatra – são impostas de cima para baixo, por uma martelação saturante das firmas privadas de comunicação em massa. E como urdidas em laboratórios de comportamento humano através de artifícios, não creio afastar-me da realidade ao considerar toda essa josta como meras artificialidades, coisa que não aconteceriam “naturalmente”. E isso se dá porque essas artificialidades vão no sentido oposto dos que é o fundamento da Humanidade: encontro, cooperação, cuidado com a coletividade acima aquele com a individualidade, PERTENCIMENTO!

    E haja Rivotril, e haja Venflaxin e Porzacs prá se manter sob tanta hipocrisia.

  7. Nassif aponta o ridiculo, o besteirol em nome do empreendedorismo; o papo dos dellagnois e das tábatas. Tábata na entrevista do The Intercept disse: «Eu admiro o Lemann. A gente tem uma das maiores empresas do mundo que tem brasileiros no poder. É aí que a esquerda erra. Qual é o problema disso?» O entrevistador assinala «Em um artigo sobre a interferência da Fundação Lemann no ensino público, pesquisador afirmou que as escolas vêm servindo apenas para fornecer “mão de obra” que atenda às necessidades da economia. “Para esse fim, as empresas passam a intervir diretamente nas questões pedagógicas, na elaboração dos conteúdos e na formação docente incorporando nas instituições escolares a lógica do mercado”, escreveu. Outra pesquisadora disse que a atuação de grupos privados no ensino público faz parte de uma “crescente incorporação da educação pública a uma lógica empresarial contemporânea”.»

    Nesse contexto o papo-búzines-bosta é dominante. O Thomas Klikauer publicou em março desse ano um artigo no Counterpunch (Papo-bosta-empresarial / Papo- búzines-bosta Corporate Bullshit & Business Bullshit). Achei-o do interesse dos leitores desse post. Proponho alguns trechos do texto distribuido pelo glorioso coletivo de tradutores, VilaVudu.

    ———

    Papo-búzines-bosta é a linguagem sem sentido que se cultiva e reproduz-se em escolas, bancos, empresas de consultoria, na política e na mídia-empresa.

    Essa linguagem controla milhares de escolas de búzines. É a linguagem na qual os Masters of Búzines Administration, MBAs, são alfabetizados. A alfabetização capacita os MBAs a difundir o vocabulário buzz-bosta, de que é feito o papo-búzines-bosta.

    Quando acadêmicos do gerencialismo pró-búzines, autores gerencialistas, empregados-executivos-em-chefe (em inglês, itálicos e maiúsculas, CEOs), e outros gerentões de nível dito superior inventam linguagem-bosta, fabricam algo a ser enfiado no caminho dos búzines.

    […]

    Ser viciado em Managerialism-gerencialismo frequentemente significa ser viciado na precarização sistêmica e estrutural da força de trabalho, vício frequentemente camuflado como “participar no management-gerência estratégica e como “ser flexível”. Além disso, o vício em Managerialism-gerencialismo legitima a gerência-management superior, porque ali se organiza todo o processo de recrutamento e seleção, desde analisar os serviços requeridos, posicionar as descrições dos serviços requeridos e fazer publicidade da posição, criando listas curtas e conduzindo entrevistas de trabalho reais. 

Muito frequentemente, muitas dessas atividades são feitas para alimentar a máquina do management-gerência.

Muitos no topo da pirâmide managerial-gerencial que creem firmemente no fundamentalismo do management-gerência veem os que estão no baixo escalão da cadeia de comando de Henry Fayol (1916) do seguinte modo: você é uma folha de papel. Essa folha de papel pode dar a impressão de ser papo-búzines-bosta.

    Mas o management-gerência gosta de condensar toda a vida laboral e as contribuições dos trabalhadores numa folha de papel chamada cartão de notas ponderadas-balancedscorecard.

    Se os empregados são desqualificados até serem reduzidos a recurso humano ao qual é atribuído um número-lucro-individual, num cartão de notas ponderadas-balancedscorecard, às vezes nem tão ponderadas assim, ou num arquivo Excel para fins de management-gerência de desempenho, os empregados são forçados a andar na linha. E a linha é inventada e fornecida pelo management-gerência de cima.

    Praticamente sempre, a coisa acontece de modo faço-do-meu-jeito ou pela abordagem conversão-para-entrar-na-rodovia.

    […]

    Já não há cursos de democracia industrial nas universidades.

    Na universidade managerialised-gerencializada, ensino e pesquisa foram substituídos pelo brasão clássico do Managerialism-Gerência.

    Agora é só tabelas de ligas universitárias, concursos de beleza, rankings e o supramencionado fetichismo-do-fator-impacto/impact-factor-fetishism – o rei coroado da realização acadêmica.

    O que conta nas universidades e na própria búzines-escola são aqueles exercícios rotineiros para construir-a-marca/brand-building e revitalizar-a-marca/brand-refreshing, cada vez que há troca de reitores ou se contrata nova leva de consultores de management-gerência. É atividade sempre apimentada com a escada-rolante eternamente em ascensão, conhecida como búzines-restructuring/restruturação do búzines.

Em qualquer apparatus de universidade inflado por Managerialism-Gerencialismo, o número de gerentes aumentou rapidamente, e o número de acadêmicos permanecer relativamente estável. Quando a universidade vende aos alunos que menos é mais, ela o faz com mais managers-gerentes e menos acadêmicos.

    O trabalho aí deixa de ser pesquisar e ensinar e outras coisas que se espera que universidades façam. Na verdade, o trabalho real passou a ser negociar bosta para dar às universidades melhor aparência de búzines.

    Alan Turing, por exemplo, excêntrico e gênio da Matemática, pode ter até declarado a verdade. Mas na universidade que há hoje, a reputação desse pessoal que disse a verdade está sob suspeita – e também o emprego de quem disse a verdade.

    Hoje, o management-gerência da universidade fará gerência de desempenho p’ra cima de você, até arrancá-lo de seu trabalho, se você não obedecer. O caso de Stefan Grimm e do London’s Imperial College mostrou isso. Papo-búzines-bosta na forma de Managerialism-Gerencialismo tem muitas outras consequências mais sérias, que vão bem além da maledicência e do diz-que-diz. 

Boa parte disso está lindamente explicada em O Caminho do Rato: Guia de Sobrevivência na Política de Escritório-Gabinete / The Way of the Rat: A Survival Guide to Office Politics, de Schrijvers.

Interessante que termos papo-búzines-bosta tipo “responsabilidade social da empresa” / corporate social responsibility (CSR) e Búzines & Ética são em parte bosta de management-gerência.

    Papo-búzines-bosta tem a ver com poder, capitalismo, Managerialism-Gerencialismo e a ideologia que empresta legitimidade ao management-gestão [palavra preferida em alguns círculos, para “gerência”].

  8. Não achei onde colocar para ter a devida atenção:
    Indígenas do Equador vencem em sua Suprema Corte decisão do seu desgoverno – do traidor Lenin Moreno – de vender suas terras para indústria petrolífera. E de onde vem a notícia de nossos vizinhos: do essencial Democracy Now!

    Sobre a notícia, me chamou a atenção a liderança feminina e a demonstração de algo muito importante em um mundo que envelhece e em que a convivência intergeracional precisa ser tema de conversa: a líder Nemonte Nenquimo é uma mulher jovem e vem segurando a mão de uma mulher mais velha, e no seu discurso fala das novas gerações, das crianças, uma lição dos povos originários sobre o que real e benéfico significado da tradição e do respeito entre as diferentes gerações, sem protagonismos vaidosos e sem disputas por hierarquias, que se estabelecem segundo critérios de responsabilidade entre os indivíduos e com a coletividade; que tapa na cara da meritocracia individual-capitalista que está matando o planeta, o sinal ético da diferença entre as filosofias e civilizações que primaziam a Natureza ou seu rapto e pirataria.
    Lição sobre a relação entre os gêneros, as gerações, o mundo humano e a Natureza, isso sim é iluminismo.

    Democracy Now! Top U S World Headlines July 15 2019 [vitória indígena na Amazônia equatoriana]
    https://www.youtube.com/watch?v=yJghHLRPQSQ

    (e não é que tem boa música brasileira para embalar o assunto?, rs)

    Um índio – Caetano Veloso
    https://www.youtube.com/watch?v=dPdfwzYuOsw

    Rita Lee – Baila comigo (RAI TV 1984)
    https://www.youtube.com/watch?v=-G3pcQRXmQM

    Canal TV Boitempo – David Harvey: A loucura da razão econômica e as cidades | Conferência completa COM TRADUÇÃO (do lançamento do seu livro de mesmo nome, em 2018; a disponibilização do vídeo é de hoje)
    https://www.youtube.com/watch?v=2Sr7beJ7Fas

    Sampa/SP, 15/07/2019 – 15:52

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