Pela primeira vez, um milhão de alunos nas universidades federais

Apenas em 2013, salto de 23% sobre o total
de matriculas do ano anterior
Apesar da abordagem negativa dada pela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira (5), acerca das obras que ainda se encontram inacabadas em algumas universidades federais brasileiras, o volume crescente de matrículas registradas a partir do ano de 2003, mostra o sucesso da política adotada pelo governo federal na última década, com a priorização da expansão da oferta de vagas no ensino superior.
As universidades federais ultrapassaram neste ano, pela primeira vez, a marca de um milhão de matrículas. Dados preliminares do Censo da Educação Superior de 2012 mostram salto de 23% nas matrículas em comparação a 2012.
As matrículas de 2013 somam vagas presenciais e também na modalidade a distância, responsável por 11% do total. “Ter um milhão de matrículas é uma meta que vínhamos perseguindo”, afirmou o ministro da Educação, Henrique Paim.
O total de alunos do ensino superior, segundo o censo anterior, de 2012, era de sete milhões – 73% em universidades particulares. De acordo com o Ministério da Educação, o número de vagas nas federais chegou a 337.356 em 2013. O ano de 2013 foi o primeiro também em que a marca de 100 mil concluintes na rede federal foi ultrapassada, chegando a 103 mil formandos.
A expansão da rede federal teve forte avanço a partir de 2007, quando o governo federal criou o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Quase 20 universidades foram criadas, chegando a 63 neste ano, e mais de 170 novos campus foram abertos – muitos em cidades do interior.
Márico Resende dos Santos
17 de maio de 2014 1:51 pmE vai melhorar ainda mais
Com os recursos dos royalties do pré-sal ai que a coisa vai melhorar, quanto a tucanos, MG é um dos Estados que paga piores salários a professores, SP tmbm, nem pensar no retorno dessas ratazanas
aliancaliberal
17 de maio de 2014 2:05 pmE facíl detectar a
E facíl detectar a desonestidade num texto, quando se usa expressões como esta ” a partir do ano de 2003″, como se o numero de vags não fosse sempre crescente, dai em diante é melhor nem perder tempo lendo propaganda.
Mario Alexandre Teixeira
17 de maio de 2014 2:23 pmMuito simples, é só o senhor,
Muito simples, é só o senhor, que só critica sempre, mas jamais (nunca vi) embasa suas críticas, publicar os gráficos.
Marco St.
17 de maio de 2014 2:35 pm1) Progressão
1) Progressão aritmética
Definição
Progressão aritmética é uma sequência de números reais cuja diferença entre um termo e seu antecedente, a partir do segundo, é uma constante.
Propriedades
2) Progressão geométrica DefiniçãoProgressão geométrica é uma sequência de números reais não nulos cujo quociente entre um termo e seu antecedente, a partir do segundo, é uma constante.
Propriedades
Assis Ribeiro
17 de maio de 2014 2:36 pmAl, você anda muito nervoso ultimamente
Calma, as noticias boas que são escondidas na grande imprensa você lerá por aqui.
Como você não quis peder tempo lendo a matéria, deixou de saber que:
“A expansão da rede federal teve forte avanço a partir de 2007, quando o governo federal criou o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Quase 20 universidades foram criadas, chegando a 63 neste ano, e mais de 170 novos campus foram abertos – muitos em cidades do interior.”
aliancaliberal
17 de maio de 2014 3:59 pmAl, você anda muito nervoso
Al, você anda muito nervoso ultimamente, longe disso , quem não deve não teme.
lenita
17 de maio de 2014 6:12 pmSabe como vou chamá-lo daqui
Sabe como vou chamá-lo daqui prá frente:/ O Ney Matogrosso do Blog. Aquele que não lê nada e ainda palpita.
Fernando Russo Jr
18 de maio de 2014 10:03 pmAmigo,
Aposto que você esta
Amigo,
Aposto que você esta torcendo para a criação do “BOLSA Exame de Vista e óculos gratuito” Acredito que só você enxergou a expressão: “a partir do ano de 2003” até dei um Ctrl+F para pesquisar melhor e não encontrei no texto.
Sucesso no seu exame de vista!
chico da dilma
17 de maio de 2014 3:10 pmChupa tucanalha!!
Chupa tucanalha!!
lenita
17 de maio de 2014 6:14 pmCHUPA Ney Matogrosso !
CHUPA Ney Matogrosso !
José Renato Guimarães
17 de maio de 2014 8:44 pmTá aí uma coisa que sou
Tá aí uma coisa que sou contra, Universidade “gratuita”. A maioria desses 1 milhão, poderia está pagando mensalidades, ou seja, Universidade Pública é para as elites brasileiras.
Sobre essas expansões são ridículas, outro dia fui visitar a UFES, não tem nem papel higiênico nos banheiros
antoniocaetano
18 de maio de 2014 10:53 pmConhece APENAS uma
Conhece APENAS uma universidade federal e faz uma generalização ridícula.
Motta Araujo
17 de maio de 2014 8:52 pmA tragédia brasileira é o
A tragédia brasileira é o completo desxaso pela EDUCAÇÃO BASICA, cada vez pior, o Brasil nas mais baixas situações em todos os rankings sobre conhecimento de leitura e matematica. Essa situação nasce de um conceito errado que vem
da era FHC, “é preciso univeralizar o ensino, todos precisam estar na escola”, o conceito é manco se não se criam as estruturas para que todos recebem ensino e foi isso exatamente o que aconteceu, a partir da “vitoria pelas estatisticas” que marcou a gestão Paulo Renato no Ministerio da Educação de FHC. Rapidmente o Brasil atingiu otimos indices de universalização, TODO MUNDO NA ESCOLA, mas que escola era essa? Era péssima e ainda é.
Nesse quadro pavoroso, deslocar imensos recursos publicos para criar universidades federais improvisadas, verdadeiros puxadinhos, sem laboratorios, bibiliotecas, bons professores só pode sair da demagogia.
O Brasil NÃO NECESSITA de mais universidades e mais diplomados em ensino superior. Já temos sobrando e não há emprego para todos. Porque o Estado dve dar educação superior gratuita? Não é obrigação do Estado, especialmente quando há outras graves carencias em educação basica, saude, infra estrutura.
A obrigação é dar a educação básica, a secundaria e a profissional. Ensino superior é caro e pago em todo mundo civilizado. Se tomo mundo for universitario, quem vai trabalhar nas tarefas médias? Canudo sózinho não gera renda.
Há todavia um outro e perigoso elemento nessa expansão das universidades federais. Elas são um porjeto esquerdizante e hostil à economia de mercado. Conheci alguns professores da Federal do ABC, são todos marxistas e não escondem isso, parece que a visão deles e ideologica e isso vai ser evidentemente transmitido no ensino. Será de proposito ou é coincidencia? Era só o que faltava, “”madrassas” de formação socialista para criar manifestantes e incendiarios de onibus, porque emprego para eles não será facil. Que projeto desastroso, entre tantos que saem dessa usina de ideias tortas.
lenita
17 de maio de 2014 9:52 pmJamais irei entender os
Jamais irei entender os americanólogos. Tempos atrás, era um grito só, pq no Brasil não haviam profissionais de nível superior, até espanhóis e portugueses iriam ser contratados. Não existiam médicos em quantidade suficiente, engenheiros de todas as categorias, professores com gráu universitário p/ lecionar no 2º grau, etc, etc. Agora, depois da investida em novas Universidades, vem um sr. Motta dizendo que temos demais e desempregados. Acredito que temos sim, pois as “pagou-passou” criadas em grande maioria pelo sr. Ministro da Educação do FHC, o Paulo Renato, não contribuiram em nada p/ melhorar o nível dos formandos, daí o desemprego ou mudança de ramo de atuação entre eles. Não conheço a Universidade do ABC, mas pelo que o doutor sabe-tudo disse, deve ser bem superior que as Objetivos , São Marcos, Unips da vida.
zuleica jorgensen
17 de maio de 2014 9:34 pmEu acho que esse avanço no
Eu acho que esse avanço no ensino superior é algo que vai demorar a dar frutos.
Tenho lido muita coisa sobre a pouca qualidade de muitas universidades criadas. É claro que nas matérias havia sempre um conteúdo negativo, o típico “desce o pau porque foi o PT que criou”. Mas é fato que não vemos universidades de ponta nesses números. Aliás, o país jamais teve universidades de excelência. Mas é comprensível, temos 500 anos de existência e nosso desenvolvimento ainda é precário.
Mas é preciso entender, também, que expandir o ensino universitário é sempre uma boa medida, especialmente se conseguimos também, elevar o número de matriculados em cursos médios e profissionalizantes. A tendência é esses alunos, depois de formados, quererem ingressar na universidade, o que fará melhorar o nível das graduações.
Precisamos muito melhorar o ensino básico, a cargo das prefeituras. A escola de primeiro grau é ruim, os alunos não alcançam o rendimento necessário, muitos o terminam sem saber ler e compreender um texto. Há propostas de federalização do ensino básico, mas vejo poucos estudos a respeito e não sei se seria bom criar mais esse encargo para o Governo Federal.
Espero muito que, num segundo governo Dilma, teremos ênfase total sobre educação e saúde. Precisamos acelerar nosso desenvolvimento nessas questões, para podermos dar o desejado salto em qualidade de vida e cidadania no país. Mas receio muito que, num eventual governo PSDB, possamos voltar ao passado. FHC detonou o ensino universitário e fez coisas inimagináveis com o ensino médio, técnico e profissionalizante, tudo em favor do ensino privado. Deus nos acuda se isso vier a acontecer.
lenita
17 de maio de 2014 10:41 pmZuleica, hoje mesmo no Jornal
Zuleica, hoje mesmo no Jornal Hoje (se não me engano), mostraram um belo trabalho que a Universidade do ABC ven fazendo na área de saúde, em convênio com outra universidade mais conceituada. Nenhuma universidade se torna “De ponta” em poucos anos. É preciso muito trabalho e bons professores e principalmente reitores comprometidos.
salete
17 de maio de 2014 10:07 pmO al deve ser indiano. Por
O al deve ser indiano. Por aqui, no Brasil, nunca se viu tantos da classe média e pobre, ter acesso às faculdades públicas e privadas. Diferentemente do seu país, índia, que por lá só come bem, só mora bem, só tem direito, quem tiver grana. O pobre, no país do al, vale menos que uma vaca, um macaco. Lá, as doenças transmitidas pelo alimento, e muito nas escolas (merenda escolar) são desviadas, sabotadas, matam. Isso é bem normal para quem defende o capitalismo que se avalia a pessoa pelo que ela de tem de material acumulado e não pelo lado humano. Essa é a democracia desejada pelos liberais, coxinhas, direitosos do país. Em outras palavras, o pobre tem que ser eternamente pobre e sem direitos, sempre a disposição dos escravocatas que, até hoje, oferecem trabalho escravo e, nossa justiciaria, apoia e liberta esses senhores de engenho “modernos”. Me desculpa, AL, mas o teu ódio te cega e te insemsibiliza..
lenita
17 de maio de 2014 10:44 pmEle possui o famoso complexo
Ele possui o famoso complexo que o Nelson Rodrigues tão bem nomeou. Só o que se faz no exterior é bom.