O Código “Jerk” e a Eucaristia do Capital:
O caso do “canibalismo” de Epstein: o poço parece não ter fim
por Thiago Gama (UFRJ)
A desclassificação de três milhões de páginas pelo Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) em fevereiro de 2026 não apenas removeu a poeira das teorias de gabinete, mas expôs a materialidade de um cerco estruturado contra o Trono de São Pedro, artigo já tratado por mim com exclusividade para o GGN.
O experiente jornalista Álvaro Borba, o Arvro (por quem tenho imenso respeito intelectual) “subiu um vídeo há três dias no seu canal do YouTube (referenciado no final deste texto), com mais revelações chocantes que somam esforços para entender esta figura bizarra chamada Jeffrey Epstein e o que os documentos revelam é a transição de uma influência política para uma predação biológica sofisticada.
O que Borba trouxe à tona com sua argúcia e incansável pesquisa foi mais uma violência epistemológica e real que se soma ao currículo do sujeito Epstein. Agora nos deparamos com o termo “jerk” — a carne seca processada para as massas — Borba conseguiu traçar contornos de uma necropolítica de alta fidelidade que o olhar do historiador identificou imediatamente como extremamente relevante para os leitores do GGN, e para a minha própria pesquisa conduzida na UFRJ.

Jeffrey Epstein (Financeirização do capital = fortunas incalculáveis = mentes ociosas fabulando crimes inomináveis). Montagem: “The New Yorker Magazine”.

“Jerk” pequenos pedaços de carne seca que serão processados para consumo humano nos EUA. Imagem: Divulgação.
Não se trata apenas de lanches industriais, carne industrializada em saquinhos prontas para comer vendidas em pegue-pagues nos EUA; as comunicações revelam uma logística térmica rigorosa, com remessas guardadas em freezers específicos e análises nutricionais encomendadas a laboratórios em Paris, sugerindo uma obsessão técnica pela pureza do que é consumido nos círculos de Jeffrey Epstein.
Esta “eucaristia do mal” rima com a denúncia de Francisco sobre a “economia que mata”, mas agora sob uma nova gestão: o atual Patriarca da Itália parece inclinar-se a uma assepsia diplomática que ignora o sangue no freezer para focar no pragmatismo das potências.
Estamos insistindo que o silêncio do Bispo que se veste de Branco em Roma é uma violência em si sobre estes fatos, porque o que os arquivos de Epstein mostram tráfico humano de mulheres, alta sociedade e hedonismo, política, tráfico de influência, dinheiro, sistema de justiça corrupto ou, no mínimo, comprometido e pedofilia.

Príncipe Andrew com Virgina Roberts Giuffre em 2001/ Ghislaine Maxwell stands on the right. Photograph: Rex/Shutterstock (The Guardian).
Enquanto o mundo se perde no ruído planejado de acusações escandalosas — como o envolvimento de ex-presidentes norte-americanos em ritos de canibalismo, como Borba mostra em seu vídeo, uma provável “pílula de veneno” jurídica desenhada para invalidar os arquivos sob o padrão de “malícia real” da lei americana —, a engenharia política real opera à luz do dia. Estamos falando de George Bush Sênior, nos arquivos revelados do DoJ, envolvido, por Epstein, em trocas de e-mails, em rituais de canibalismo. Se você, leitor, acreditar nisso, me desculpe, você validará justamente o que Epstein desejou em vida – desviar a sua atenção.

Esta é a tal “Pílula do Veneno” Envolver George Bush Sênior no suposto ritual de canibalismo com a presença do próprio Epstein em e-mails maliciosos. Imagem: White House.
“Follow The Money” (A infalível máxima jornalística de William Goldman, o roteirista que cunhou a frase no filme “Todos os Homens do Presidente – 1976”)
A confirmação de que a Santa Sé recebeu um convite formal para integrar o Board of Peace de Donald Trump, mediante uma taxa de adesão de US$ 1 bilhão para um assento permanente, marca o fim da era das “periferias”.
Onde ficará a Opção preferencial pelos pobres da Igreja? Somente no discurso do varejo? Voltamos para o discurso que limpa a consciência do indivíduo, mas mantém a estrutura intacta?
Sob o sucessor de Francisco, a autoridade moral de Roma é convidada a tornar-se um acessório de luxo em uma soberania paralela que atropela o multilateralismo. O silêncio do atual Bispo de Roma sobre a entrega do Nobel de María Corina Machado a Trump em janeiro de 2026 é o sintoma agudo de que o “Hospital de Campanha” foi recolhido para os mármores de Washington.
Estamos diante da consumação de um projeto de realinhamento onde a Governança Pastoral deu lugar ao cálculo frio do algoritmo e do mercado.

O Cardeal Chefe de Estado Pietro Parolin com POTUS Donald Trump em maio de 2017. (Credit: CNS photo/Paul Haring.)
O problema não é o convite de Trump ter ido parar na mesa de Pietro Parolin, ou seja lá quem for do Palácio Apostólico. Se Trump enviasse uma missiva com timbre da Casa Branca convidando o Papa para um banho de piscina em Mar-a-Lago (em se tratando de Trump, isto é uma possibilidade real) não teria problema algum. Sabemos quem é Trump, sua capacidade para a piada involuntária é inesgotável.
O que dói em católicos progressistas é o silêncio da Sé Apostólica. Este Papa desconhece o valor daquilo que Francisco falou no Vídeo de Intenção de Oração (Agosto de 2024): em sua mensagem da Rede Mundial de Oração do Papa, ele convidou a rezar por líderes políticos para que trabalhem pelo bem comum, definindo a “POLÍTICA” com maiúsculas, ao serviço dos pobres.

Papa Francisco (sem data definida). Vatican Media via Vatican Pool/Getty Images.
Francisco foi um pontífice reativo e combativo. Ele não tinha medo do embate político quando necessário. O atual Sucessor do Príncipe dos Apóstolos prefere habitar o silêncio inefável da oração – retardando as respostas que o mundo contemporâneo precisa. Santo Padre, com todo o respeito: Não é só Pneuma é Paresia!
A sua Encíclica precisa sair do Palácio Apostólico o mais rápido possível para que o mundo contemple a sua CARTA DE INTENÇÕES. Se o seu Predecessor, Leão XIII, a quem o Sr. pegou o nome de sucessão apostólico de empréstimo, levou quase 12 meses para redigir a Rerum Novarum, em 1891, Sua Santidade não pode se dar ao luxo de imitar o gesto em 2026.
Tornemos a Epstein: a arquitetura do “Dossiê Epstein” não foi desenhada para a revelação, mas para a contenção através do excesso (e aqui está a inteligência maligna daquele homem). Ao inserir acusações que desafiam a verossimilhança biográfica — como os relatos de ritos diabólicos envolvendo o ex-presidente George Bush Sênior [Video, 00:06:05] — conferir bibliografia final (ARVRO), o intuito oculto de Epstein era: se isto aqui vazar, tudo será invalidado, porque, obviamente, ninguém sério iniciará um processo de canibalismo contra o ex-presidente dos EUA – Arvro chega à mesma conclusão em seu vídeo no YouTube.
Epstein operou o que juristas chamam de “Pílula de Veneno”; trata-se de uma técnica de lawfare preventivo: ao contaminar o poço informacional com o “escandaloso e imaterial”, garante-se que o sistema judiciário americano acione a Regra Federal 12 para expurgar documentos inteiros do registro público sob o pretexto de impertinência.
Sob o escudo da doutrina da “Malícia Real” (Actual Malice), qualquer alegação sem prova física contra figuras de alto escalão permite que o Departamento de Justiça invalide a investigação sistêmica em nome da decência processual. Bingo! Epstein não ganha o jogo de xadrez, ele derruba o tabuleiro com as peças no chão.
É o que se pode definir como o “Estado de Exceção” jurídico: cria-se um vácuo de verdade onde a lei é usada para suspender a própria eficácia da lei, protegendo as identidades que permanecem sob os retângulos pretos do DoJ enquanto o público é induzido ao ceticismo pelo absurdo.
Este historiador tem 45 anos, já viu muita coisa na vida. Mas creio que morrerei sem vir uma trama com tantas idas e voltas e contornos como estas que envolvem Epstein.
Essa manipulação da atenção nos conduz à vigilância do capitalismo tardio: a conversão da indignação moral em dados de engajamento que blindam os verdadeiros arquitetos da nova ordem.
Enquanto a Procuradora-Geral Pam Bondi enfrenta questionamentos sobre “erros técnicos” que expuseram vítimas e preservaram abusadores, a infraestrutura de inteligência financiada por essa rede operava a “Vatican Op” com precisão matemática.

Procuradora Geral dos EUA Pam Bondi. Official portrait of Pam Bondi, the United States Attorney General (2025).
Observamos aqui a transição terminal da Governança Pastoral — aquela voltada para a vulnerabilidade do indivíduo — para uma Governança Algorítmica (venho trabalhando nesta tese há tempos) e estatística.
O sucessor de Francisco, ao flertar com a lógica de um Board of Peace cujos assentos permanentes são negociados como ativos financeiros, valida a substituição do direito internacional pelo pragmatismo de uma corte imperial.

Sua Santidade o Papa Leão XIV – Imagem Vatican Media.
A asfixia do Sul Global deixa de ser apenas econômica para tornar-se uma operação de assepsia técnica, onde o silêncio de Roma sobre a entrega da medalha de Machado a Trump é o selo de aprovação de um mundo onde o sagrado foi devolvido aos seus donos geopolíticos.
Ponho-me a refletir profundamente num Francisco com saúde plena, ocupando o Trono de Pedro, num sequestro articulado de um Presidente Latino-americano (Maduro); como aquele Papa não teria reagido? Com este sorriso que não mostra os dentes?
O que não teria feito, falado, para quais autoridades no mundo não teria telefonado? Francisco era o fogo de um Vaticano voltado para a Justiça dos povos que poucas vezes teremos o prazer de ver outra vez, se é que veremos.
Esta é a “Vatican Op” em sua fase terminal: a substituição definitiva da Governança Pastoral pelo Capitalismo de Vigilância de Shoshana Zuboff. Aqui, a fé é convertida em variável de mercado, e o silêncio do atual Bispo de Roma funciona como a “Bula de autorização” para este novo sacrifício ritualístico sob a luz do Sol de Davos (aliás, há Sol em Davos?). Não me refiro ao Astro, mas a metáfora que queima consciências!
O sucessor de Francisco, ao aceitar a lógica de um conselho (sem ao menos denunciá-lo) onde o acesso à paz custa um bilhão de dólares, sinaliza que a Igreja foi devolvida aos seus donos originais.
O silêncio sobre a entrega da medalha Nobel a Trump por Corina não é apenas diplomacia; é o recolhimento estratégico do “Hospital de Campanha” diante do bombardeio da soberania popular.
Estamos sendo conduzidos para uma assepsia técnica onde a dor humana é apenas um ruído a ser filtrado pelo próximo algoritmo de Washington, enquanto o sagrado se torna o espólio final de uma paz que não conhece a justiça.

A Igreja como “Hospital de Campanha” / Imagem: Divulgação.
O clímax desta operação não reside na queda de um homem, mas na mutação ontológica da autoridade. O que os documentos do DoJ revelam — e o que o silêncio obsequioso do atual Patriarca da Itália confirma — é a capitulação final da Governança Pastoral foucaultiana diante do império da métrica.
Se Francisco personificava o pastor que buscava o “cheiro das ovelhas”, o sucessor de Prevost inaugura a era do “cheiro do servidor”. Não adianta levar à honra dos altares, Santidade, um menino da Internet como Carlo Acutis, enquanto o Sr. não peitar o reinado do Silício, como tentou Francisco.
Estamos diante de um Estado de Exceção agambeniano tornado regra: a suspensão da moralidade evangélica em favor de uma legitimidade técnica que opera na mesma frequência de Wall Street.
O convite para integrar o Board of Peace de Donald Trump, condicionado a um aporte de US$ 1 bilhão, não é uma proposta diplomática; é um ultimato de despejo para os pobres da terra. A Igreja, sob este novo comando, deixa de ser o “Hospital de Campanha” para se tornar o laboratório de assepsia geopolítica onde a força bruta é batizada como realismo necessário.

Donald Trump em seu habitat natural – o dinheiro/ Imagem gerada por I.A.
Com que carinho e urgência Francisco não deve ter operado este termo poético e exato para nossos tempos: “Hospital de Campanha”. Gaza não é, ela inteira, um Hospital de Campanha? A Favela da Maré, não é, ela inteira, um “Hospital de Campanha?”, A Ucrânia, a Venezuela, o Sudão etc. O mundo dos pobres de Deus é um “Hospital de Campanha”!
Epstein nos engana depois de morto
A “Pílula de Veneno” contra Bush Sênior (Case ID 31E-NY-3027571) foi o golpe de mestre desta engenharia: contaminar a verdade com o grotesco para que a lei americana não atuasse.
É tentador, sob a luz dos acontecimentos e da pressão que os EUA vivem hoje, não pensar: Será que o DoJ não fez tudo isso para tirar o foco da ebulição política que já tomava conta dos EUA sob Donald Trump?
Sob o pretexto de combater a “malícia real”, pudesse purgar os arquivos de qualquer acusação material contra o sistema (todo ele) e, por tabela, contra si mesmo (Trump). Enquanto o leitor é distraído pelo choque do canibalismo e do jerk, a soberania do Sul Global é asfixiada em plena luz do dia, com a bênção tácita de Roma.
Ligando os Pontos — A Indústria do Abismo e a Queda das Máscaras
Chegamos ao ponto de inflexão onde a assepsia técnica não pode mais ocultar o odor da decomposição. Ao ligarmos o “cerco” denunciado em 2019 — quando Steve Bannon emitiu a ordem cirúrgica “Derribaremos a Francisco” — à realidade bruta de 2026, percebemos que não estamos diante de uma sucessão administrativa, mas de uma expropriação da esperança.
O fio que une o capital de Jeffrey Epstein ao silêncio do Metropolita de Roma é tecido com a mesma fibra óptica que hoje transmite o convite de US$ 1 bilhão para o Board of Peace.
É preciso dizer ao leitor, com a paresia que o momento exige: a “Vatican Op” (já tratada no GGN) foi bem-sucedida porque transformou a profecia em mercadoria e o mistério da fé em uma variável de engajamento algorítmico.
Para compreender a densidade dramática desta traição, peço que me acompanhe em um mergulho no cânone de Fiódor Dostoiévski. O cenário que habitamos é uma reedição de Os Irmãos Karamazov e O Idiota, onde os personagens não são mais ficção, mas ocupantes de tronos e celas.

Fiódor Dostoiévski, em 1877 • Universal History Archive/Universal Images Group via Getty Images
O Papa Francisco é o Príncipe Michkin (da obra “O Idiota”): Francisco é a “alma bela” que o mundo cínico do capital não pôde tolerar. Como Michkin, ele foi o “idiota” no sentido evangélico: aquele cuja pureza e insistência na dignidade dos humilhados e ofendidos foram lidas como loucura ou inabilidade política.
Ele “morreu” politicamente isolado, cercado por uma Cúria que, como a aristocracia russa, assistiu ao seu desgaste com um sorriso de escárnio, esperando o momento de devolver a Igreja à assepsia do mármore.
Jeffrey Epstein é Smerdiakov (da obra “Os Irmãos Karamazov”): Epstein é a encarnação do lodo, o servo ressentido e vil que executa o trabalho sujo para os seus mestres invisíveis. Como Smerdiakov, ele conhecia todos os segredos das alcovas do poder e utilizou esse conhecimento para “assassinar” a reputação de seus adversários. Sua morte “conveniente” em 2019 é o eco do suicídio de Smerdiakov: um silenciamento necessário para que a “Pílula de Veneno” jurídica continuasse a proteger o sistema que o criou.
O Atual Bispo de Roma (Leão XIV) é Ivan Karamazov: Ele não é o vilão manifesto, mas o intelectual omisso que, através de sua “teoria”, autoriza o horror. Leão XIV é o autor do poema do Grande Inquisidor: aquele que prefere a “paz” da ordem e do pão (o Board of Peace de US$ 1 bilhão) à liberdade perigosa e revolucionária do Espírito que Francisco tentou soprar.
Seu silêncio sobre a medalha dada a Trump por Corina Machado e o “jerk” processado em Paris é a omissão calculada de quem acredita que a Igreja deve ser uma instituição de estabilidade, mesmo que para isso precise sacrificar a verdade no altar do realismo geopolítico.
Ligando os pontos, vemos que o “laboratório de Paris” e a análise nutricional do jerk são a versão moderna do “lanchinho” que o Grande Inquisidor oferece às massas para que elas esqueçam a liberdade [Video, 00:18:20].
A engenharia de Bannon e o dinheiro de Epstein não “mudaram” apenas o Papa (por desgaste, que fique claro ao leitor); eles tentaram mudar a natureza do que entendemos por Sagrado, substituindo a Governança Pastoral por uma hierarquia que opera na lógica do mercado e do bombardeio. O “trunfo” que agora desvelamos é que esta restauração é, no fundo, um vazio pneumático.

Um laboratório parisiense. Por que Paris? Imagem: Divulgação.
A autópsia intelectual que tentamos realizar não é um ponto final, mas um chamado à vigília. Ao “escovar a história a contrapelo”, como nos ordenou com urgência Benjamin, percebemos que a assepsia diplomática do sucessor de Francisco e o pragmatismo de um conselho de paz de um bilhão de dólares não são acidentais; são o resultado de uma engenharia que utilizou o capital de Epstein e a estratégia de Bannon para substituir o mistério da fé pela lógica do algoritmo – que foi ao limite do que o dinheiro poderia comprar, e quando nem o que o dinheiro poderia comprar de material pôde satisfazer, a corrupção humana total tomou o lugar: a Ética, a moral, a decência, ou qualquer coisa parecida com HUMANIDADE foi posta no lixo.

A captura do Humano pelo código – Imagem: Divulgação.
O inventário dos escombros revela uma liquidação sistêmica: a soberania do Sul Global; os pobres da terra, outrora o centro do projeto de Francisco, os corpos das mulheres sem nome e invisibilizadas – a taxa de US$ 1 bilhão que define a nova hierarquia de acesso ao poder global.
A indignação final reside no fato de que o sucessor romano (porque não esperamos mais nada de bom da Casa Branca), operando como o Ivan Karamazov da modernidade, devolveu o bilhete de entrada no Reino dos Céus por um assento permanente na corte imperial de Washington (insistiremos nisso até uma mudança de postura clara)! Não há assepsia que limpe o sangue deste realinhamento; há apenas o rigor ético de quem se recusa a ser processado como o próximo lote de “jerk” do sistema.
Este artigo é dedicado à memória do Papa Francisco! Saudades, Jorge!

Papa Francisco em sua primeira aparição pública como Papa em 2013. Imagem: Divulgação.
Este texto também é dedicado ao trabalho primoroso de investigação jornalística do companheiro Álvaro Borba, seu trabalho pode ser encontrado no YouTube, e está aqui devidamente referenciado nas Fontes, tornando-se material essencial para o texto.
Thiago Gama é Doutorando em História Comparada da Igreja Católica
pela UFRJ.
Fontes:
- ARVRO CANIBALISMO NOS ARQUIVOS EPSTEIN. 2026. Acessado em 12 de fevereiro de 2026 (Vídeo YouTube).
- AL JAZEERA. Pope Francis and the clash of the conclaves. 2025. Acessado em 9 de fevereiro de 2026.
- AMERICA MAGAZINE. Is the Vatican considering Trump’s ‘Board of Peace’ invitation? 2026. Acessado em 10 de fevereiro de 2026.
- DEPARTMENT OF JUSTICE (DOJ). Federal Justice Department Archive: Epstein Records 2026. 2026. Acessado em 10 de fevereiro de 2026.
- DIÁRIO DE NOTÍCIAS (DN.PT). Papa é convidado para integrar o “Conselho da Paz” de Trump. 2026. Acessado em 12 de fevereiro de 2026.
- EL PAÍS. Steve Bannon a Epstein: “Derribaremos al papa Francisco”. 2026. Acessado em 12 de fevereiro de 2026.
- PÁGINA 12. Epstein y Bannon planearon financiar una ofensiva para derrocar al papa Francisco. 2026. Acessado em 12 de fevereiro de 2026.
- SWISSINFO/EFE. Bannon, Epstein y sus conspiraciones “vaticanas”: “Derribaremos a Francisco”. 2026. Acessado em 12 de fevereiro de 2026.
- THE GUARDIAN. Epstein files shed more light on Steve Bannon’s efforts. 2026. Acessado em 12 de fevereiro de 2026.
Bibliografia:
- AGAMBEN, Giorgio. Estado de Exceção. Tradução de Iraci D. Poleti. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2004.
- FOUCAULT, Michel. Segurança, Território, População: curso no Collège de France (1977-1978). Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
- ZUBOFF, Shoshana. A Era do Capitalismo de Vigilância: a luta por um futuro humano na nova fronteira do poder. Tradução de George Schlesinger. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2021.
DOCUMENTOS PONTIFÍCIOS:
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM» DO SUMO PONTÍFICE PAPA LEÃO XIII. Acessada no dia 12 de fevereiro de 2026: https://www.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_15051891_rerum-novarum.html.
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