4 de junho de 2026

O relato de FHC sobre a viagem dos ex-presidentes

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Do Valor

As 20 horas em que os presidentes voaram juntos, no relato de FHC

Por Cristian Klein

Foi uma viagem “alegre”, “amável”, com uma presidente Dilma Rousseff muito à vontade, falante, contadora de causos – longe da imagem de “rabugenta” que é apresentada ao público. Foi também uma viagem mais bem organizada do que a primeira, que levou ex-presidentes ao funeral do papa João Paulo II, em 2005. “[Naquela] o clima foi menos descontraído. Porque não eram só os ex-presidentes. Entrava gente. Conhece o estilo do Lula, né? Ministros e mesmo assessores, enfim… Enquanto desta vez – a Dilma é mais formal – éramos só nós, que ficamos juntos o tempo todo”, afirma Fernando Henrique Cardoso, que relatou ao Valor PRO, serviço em tempo real do Valor, como foram as 20 horas de “conversas, de brincadeira, de contar causo, de se lembrar de coisas, observações sobre terceiras pessoas, terceiros países”, durante os voos de ida e volta da África do Sul, onde ele, Dilma, Lula, José Sarney e Fernando Collor presenciaram, na terça-feira, o funeral de Nelson Mandela, líder da luta contra o apartheid no país.

O ex-presidente tucano conta que as conversas entre os pares se davam na cabine presidencial com duas mesas com quatro poltronas em cada. Dilma, de vez em quando, se retirava para os seus aposentos, onde havia uma cama. Entre os ex-presidentes, ninguém dormiu. Só na volta. Mesmo assim, “uma soneca”, sentados mesmos. Collor era o mais formal. Lula e FHC, afirma o tucano, formavam a dupla que tinha mais “memória em comum”. Perguntaram sobre o destino de antigos colegas e “das coisas de São Bernardo de Campo”, das quais “eu participei muito e Lula, lá, era o líder”.

Na volta para São Paulo, quando ficaram só os dois, houve uma conversa mais íntima, porém sem cobranças por eventuais críticas feitas um contra o outro. No funeral, FHC conta que lhe chamou atenção o clima festivo, com música, e a impopularidade do presidente sul-africano, Jacob Zuma, a todo momento vaiado quando sua imagem aparecia no telão do estádio Soccer City.

Sobre as eleições de 2014, FHC afirma que não se preocupa com a possibilidade de que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ofereça palanque duplo e apoie tanto o pré-candidato do PSDB à Presidência, o senador Aécio Neves, quanto o adversário do tucano, o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). “O eleitor não vai ver se o palanque é duplo ou não. Na televisão, está com quem? É isso que vai contar. Porque a lei é clara: você, sendo de um partido, não pode apoiar pessoa, na televisão, de outro partido”, diz. A seguir, trechos da entrevista concedida ontem ao Valor:

Valor: O senhor gostou da viagem?

Fernando Henrique Cardoso: Gostei, foi boa, porque foi amável, foi alegre. E é até importante destacar que a despeito de tanto antagonismo é possível manter um diálogo positivo, com respeito. Foi bom. A Dilma comigo foi muito atenciosa, e eu, naturalmente, com ela também. Claro que evitamos entrar em qualquer assunto que pudesse levar a discórdias maiores.

Valor: Foi Lula que chegou a pedir que se evitassem polêmicas?

FHC: Não, não falou, não. E todos estavam muito bem dispostos. A Dilma estava muito solta e alegre, e o Lula também. Mas não houve. Procuramos falar sobre as coisas em comum. Todos demonstraram preocupação com vários acontecimentos.

Valor: Por exemplo.

FHC: A questão da reforma partidária, da reforma política, essa questão do financiamento de campanha, todo mundo percebe que está na hora de dar outro rumo, mas ninguém quis aprofundar nada porque não estávamos ali nessa função. Mas acho que foi positivo, foi mantido um contato cordial. Lembramos de muita coisa do passado, coisas de São Bernardo [do Campo], das quais eu participei muito e Lula lá era o líder. Perguntávamos muito sobre pessoas daquela época, o que estão fazendo… E dali dos presentes os que tinham mais memória em comum éramos nós dois.

Valor: O senhor e o Lula sentaram-se juntos para conversar?

FHC: Sentamos todos juntos. Só os presidentes ficaram ali, naquela cabine presidencial, para almoçar, para jantar.

“Não podemos levar a relação política a estado de beligerância. Foi um momento de distensão, tendo em vista as posições ali”

Valor: Ninguém dormiu?

FHC: Não, foi todo mundo no embalo. Na volta é que tiramos uma soneca, porque cansou, né? Mas não de dormir, sentado mesmo. A Dilma é que, de vez em quando, ia para os aposentos dela, para a cama. Nesse avião, a cabine tem duas mesas com quatro poltronas em cada. E lá atrás é que tem várias cadeiras, poltronas, para o resto da comitiva. E na frente, também, para o pessoal técnico, militar. Se fossem oito, os oito poderiam participar da conversa, porque não há separação maior. E fomos alternando as posições de cada um. Não é por nada, mas porque cansa.

Valor: E o Collor, único que foi afastado da Presidência, ficou à vontade?

FHC: Talvez ele tenha menos intimidade com os outros ali. Comigo [tem] um pouco mais porque eu era senador e ele, deputado, e na campanha dele para governador [de Alagoas, em 1986], o [ex-governador de São Paulo] Mário] Covas e eu o apoiamos. Até me surpreendi, porque ele está agora com 64 anos, e parece mais moço. Mas é uma pessoa educada. Ele é mais formal, digamos, do que os outros.

Valor: Mais que a Dilma?

FHC: A Dilma não é formal no contato assim. Ela é agradável. Toda imagem que existe dela – como a vi só neste tipo de ocasião, nunca trabalhei com ela – nunca vi a Dilma que é apresentada ao público, rabugenta e tal. Comigo, não.

Valor: Ela puxou papo?

FHC: Ah, sim, ela contava causo, puxou papo, claro, muito à vontade.

Valor: Alguma conversa que achou marcante?

FHC: Que eu me recorde não, mas acho que foi um momento de distensão, tendo em vista as posições ali, e as trajetórias. Mas aí tem um dado também. Por razões várias, todos aqueles personagens em momentos distintos, se encontraram. Primeiro, na questão da redemocratização. Todos ali presentes ficaram do mesmo lado. O Sarney rompeu lá [com o regime militar], para fazer a Frente Liberal. Anteriormente a isso, tanto o Lula quanto eu tínhamos muito trabalho em comum, fizemos muitas coisas juntos. Depois eu vim sozinho com o Lula para São Paulo.

Valor: E como foi o voo?

FHC: Aí foi mais íntimo, nós dois temos mais história em comum, foi mais fácil. Conversamos como duas pessoas maduras, sem guardar reserva e procurando ser ao mesmo tempo cordato e franco. Passamos em revista o que vivemos.

“[Em 2005] não eram só ex-presidentes. Entrava gente. Ministros, assessores. Conhece o estilo do Lula, né?”

Valor: Não houve cobrança em relação a críticas mais fortes feitas pelo outro?

FHC: Cobrança não houve não.

Valor: E como foi o clima no funeral do Mandela?

FHC: Era uma coisa festiva, porque a África é festiva. Então tinha muita música. O que mais me chamou a atenção é que o [Jacob] Zuma, o presidente [sul-africano], mal ele aparecia no telão, a vaia era generalizada. Isso era constante. Era um estádio enorme, bonito, e organizado. Agora, no lugar em que nós estávamos, o lounge dos VIP, estava todo mundo ali. Foi bom porque encontrei colegas, os “Elders” [grupo que reúne líderes e ex-presidentes de diversos países]: o arcebispo [sul-africano e Nobel da Paz de 1984 Desmond] Tutu, o [ex-secretário-geral da ONU] Kofi Annan, a [ex-presidente da Irlanda] Mary Robinson, além disso estavam lá [os ex-primeiros-ministros britânicos] Tony Blair e Gordon Brown. Na saída, cruzamos com o [presidente da França François] Hollande e o [antecessor dele Nicolas] Sarkozy.

Valor: E sua relação com o Mandela, como foi?

FHC: Conheci muito o Mandela. Na primeira vez, ele veio ao Brasil, como presidente, e eu fui à África, também como presidente. Mas depois disso estive muitas vezes na África e fora da África e, como ele criou os Elders – somos dez, ele me colocou neste grupo -, tive uma maior intimidade com ele. E sobretudo com a mulher dele, a Graça [Machel], que é moçambicana. E a Graça era amiga da Ruth [Cardoso, mulher de FHC, morta em 2008] antes de se casar com o Mandela. A Graça veio ao Brasil para inaugurar o Centro Ruth Cardoso, fez um discurso, muito bonito, e mencionou um fato que nem eu sabia. Que antes de casar com o Mandela, conversou com a Ruth sobre o casamento. Enfim, a relação nossa era muito boa. No final, nos últimos dois anos, ele estava praticamente fora do ar. Na última vez em que jantei com ele, em Johannesburgo, com os Elders, ele já tinha alguma dificuldade em manter a conversa.

Valor: Qual foi a diferença entre essa viagem de ex-presidentes e a anterior, para o funeral do papa João Paulo II?

FHC: O Itamar [Franco] era embaixador [em Roma] e eu e o Sarney fomos com o Lula. Primeiro, que eu não voltei com o Lula, pois fui para outro país em seguida. E depois, o clima foi menos descontraído que desta vez. Porque não eram só os ex-presidentes. Entrava gente. Conhece o estilo do Lula, né? Ministros e mesmo assessores, enfim… Enquanto desta vez – a Dilma é mais formal – éramos só nós, que ficamos juntos o tempo todo. Isso produz obviamente depois de… conversamos 20 horas.

Valor: Agora foi formal, porém facilitou mais a conversa, é isso?

FHC: Não foi mais formal, não. Foi mais organizado, digamos. E facilitou. Foi bom, achei positivo. Foram 20 horas de conversas, de brincadeira, de contar causo, de se lembrar de coisas, observações sobre terceiras pessoas, terceiros países. Eu achei positivo – e até disse isso lá – porque não podemos levar nunca a relação política numa democracia a estado de beligerância. Há uma tendência natural. Mas é responsabilidade dos líderes não deixar.

Valor: O senhor se preocupa com a possibilidade de Aécio dividir palanque com Campos em São Paulo?

FHC: Mesmo que o palanque seja duplo o número de propaganda não é duplo. O tempo é do partido. É o 45, no caso do PSDB. O que conta é a TV. O palanque duplo é uma maneira de acomodar uma situação política, mas o efeito eleitoral é pequeno.

Valor: Como assim?

FHC: O eleitor não vai ver se o palanque é duplo ou não. Na televisão, está com quem? É isso que vai contar. Porque a lei é clara: você, sendo de um partido, não pode apoiar pessoa, na televisão, de outro partido.

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38 Comentários
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  1. João Bosco Rocha

    13 de dezembro de 2013 6:20 pm

    A Simpatia de FHC

    Que pessoa afável e simpática é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, não é mesm?. Nem parece capaz de tantas conhecidas vilanias.

    1. Ivan de Union

      13 de dezembro de 2013 9:29 pm

      Mais “afavel e simpatico”

      Mais “afavel e simpatico” MESMO eh o fato de 5 prez/ex-prez terem ido pra uma viagem e o PIG somente entrevistar FHC a respeito do assunto.

      Quato aa lista de convidados que ele desfila, alguem quer apostar que um dos brancos vai dizer em muitos anos que FHC soltou bomba apos bomba sobre o Brasil nessa viagem?

  2. morallis

    13 de dezembro de 2013 6:30 pm

    Poxa mas, nada prá

    Poxa mas, nada prá beber..nada prá “fumar? Só papo?

     

     

    Obs. Me adiantando aos trolls.

    1. Maria Luisa

      13 de dezembro de 2013 6:35 pm

      Sera que tragaram ?

      Se preocupa, Fernado Henrique não esqueceu do baseado para a turma dar um relax nos ares e assim vieram os causos. Afinal, fumar uma la em cima, em terra de ninguém, não é passivel de delito, infração…

      1. morallis

        13 de dezembro de 2013 6:44 pm

        Collor não fuma, não seja

        Collor não fuma, não seja injusta, tanto que era o mais formol..digo formal.

         

  3. C. Acácio

    13 de dezembro de 2013 6:33 pm

    O charme e a simpatia de um

    O charme e a simpatia de um sociopata…

  4. Lucinei

    13 de dezembro de 2013 6:34 pm

    “Eu achei positivo – e até

    “Eu achei positivo – e até disse isso lá – porque não podemos levar nunca a relação política numa democracia a estado de beligerância. Há uma tendência natural. Mas é responsabilidade dos líderes não deixar.”

    Boa entrevista. FHC tem esse estilo pessoal afável mesmo quando está observando e se autoobservando (“tem um dado”).

    Agora, por que o jornal não entrevistou os outros? Estão na lista negra? Queriam alguma fofoca pra beneficiar a oposição?´É a tal “tendência natural” de “sangrar” o pt e o lula?

     

  5. Mauro Segundo 2

    13 de dezembro de 2013 6:36 pm

    O príncipe ter ido tem

    O príncipe ter ido tem vantagens e desvantagens:

    *Vantagem: nao estamos vendo críticas na imprensa a viagem. Nenhum jornal está publicando quanto se gastou de combustível, quanto ganha o piloto, quantas tomografias no Serra poderiam ser feitas  com esse dinheiro, etc, etc,.

    * Desvantagem: Lula e Dilma confiaram nesse pessoal, com conversas “descontraídas” (como relata o príncipe) e não é de se admirar se, quando conveniente, o príncipe declare que Lula falou mal da áfrica, dos homosexuais, confessou que comprou parlamentares, falou que quer ficar 30 anos no poder, custe o que custar, declarou que vai pegar todo mundo que tem apartamentos de 3 quartos e não ocupa todos, e vai colocar sem teto para molar lá…e isso ser publicado e replicado por um mes no PIG.

     

    Todo cuidado é pouco com essa gente!!!

  6. Zanchetta

    13 de dezembro de 2013 6:51 pm

    KKKKK… enquanto isso, aqui

    KKKKK… enquanto isso, aqui em baixo, o ódio come solto…

  7. Juliano Santos

    13 de dezembro de 2013 6:58 pm

    O Lula não se sentiu

    O Lula não se sentiu constrangido pelas críticas que o FHC tem feito a ele no pig. Claro, Lula não lê o pig, e mesmo que lesse, “o que vem debaixo não me atinge”. Tudo na paz

  8. Atila

    13 de dezembro de 2013 6:59 pm

    Todo cuidado é pouco…

    Com essa mania de vender bens públicos é possível que tenha oferecido o avião presidencial a preço de um P.56 (Paulistinha). 

  9. Álvaro Noites

    13 de dezembro de 2013 7:18 pm

    Que gracinha!
    Um doce.

    1. Gerson Pompeu

      13 de dezembro de 2013 9:50 pm

      De jiló.

      De jiló.

  10. Walter o primeiro

    13 de dezembro de 2013 7:19 pm

    Seria bom se houvessem

    Seria bom se houvessem reuniões periodicas de ex-presidentes

  11. Preto Velho

    13 de dezembro de 2013 7:20 pm

    Que gracinha…

    como diria a Hebe.

  12. cesarT

    13 de dezembro de 2013 7:36 pm

    aff, realmente, FHC é o

    aff, realmente, FHC é o principe do Brasil. 

  13. Luiz C. Benevides

    13 de dezembro de 2013 8:42 pm

    Sinceramente? A quem pode

    Sinceramente? A quem pode interessar o que o FHC pensa,escreve ou diz?

  14. morallis

    13 de dezembro de 2013 9:04 pm

    Deve ter sido estranho

    Deve ter sido estranho estarem juntos em um avião, onde   muitos , por motivos diferentes

    sonhavam com a queda , e  parte maior ainda torcendo para que apenas  um  sobrevivesse.

    1. Aliança Libertadora Nacional

      14 de dezembro de 2013 4:22 am

      Muitos quantos? E qual tem torcida pra sobreviver?

      Os muitos são a minoria e o sobrevivente….hum posso chutar o cara da minoria?

      1. morallis

        14 de dezembro de 2013 3:16 pm

        Mas que merda de réplica.

        Mas que merda de réplica. mano?

        buuuuu!

  15. Antonio Nonato

    13 de dezembro de 2013 9:55 pm

    Eles não entrevistam o Lula

    Eles não entrevistam o Lula porque sabem que, a cada meia palavra, subiria uns 3 pontos percentuais os governos do PT e da Dilma. 

  16. Antonio Carlos Silva - RJ

    13 de dezembro de 2013 10:15 pm

     
    Este avião presidencial

     

    Este avião presidencial possui algum dedector de qualquer objeto radioativo que possa ser utilizado para um envenenamento ?

     

    1. Antonio Carlos Silva - RJ

      13 de dezembro de 2013 10:17 pm

       
      O Arafat, o hugo Chaves

       

      O Arafat, o hugo Chaves etc… foram envenenados por pessoas próximas e cordiais .

  17. Gilson AS

    13 de dezembro de 2013 10:26 pm

    Quanto tempo vai durar ?

    Quero ver quanto tempo vai durar essa amabilidade do FHC com Lula/Dilma ?

    Quero ver quando os podres do trensalão começarem vir à tona, se FHC vai se comportar como um “príncipe”.

     

  18. zanuja castelo branco

    13 de dezembro de 2013 11:01 pm

    Gastar tinta pra essa múmia

    Gastar tinta pra essa múmia paralítica contar sobre a viagem é demais.

  19. Vânia

    14 de dezembro de 2013 12:00 am

    Numa palavra: Deslumbrado

    O FHC é, antes de tudo, um deslumbrado, Deve ter achado o máximo estar no tal avião. O que de certa forma mostra que ele muuuuito mais admira (ou inveja) do que odeia (ou despreza) o Lula.

     

    1. Malú

      14 de dezembro de 2013 12:40 am

      Você achou a palavra certa

      Você achou a palavra certa para definir o FHC: deslumbrado. Além de deslumbrado, esnobe. Viu como ele achou uma brecha para criticar o Lula da outra vez que ele foi no aerolula para o funeral do Papa? Com o Lula estava tudo muito… misturado. Sabe que tenho até dó de um sujeito tão pregado a perfumarias, tão… narcisista.

  20. Carlo Zardinni

    14 de dezembro de 2013 12:01 am

    Tem futuro o rapaz

    De tanto escrever bobagens e futilidades thc se qualifica para ser repórter do pig. Daria um bom colunista para o padrão de futilidades da Revista Fuças.

    O sujeito é tão pretencioso e vaidoso, que, não soubesse eu ser a Presidenta Dilma a nossa Chefe de Estado, pensaria ser uma descrição de uma das viagens dele levando de favor alguns penetras no avião presidencial.

    Deve ter babado de inveja ao viajar num avião decente e condizente com um Chefe de Estado Brasileiro, bastante diferente do sucatão da FAB que ele se utilizava e que nos submetia ao vexame internacional de existirem países onde seu pouso já estava proibido por razões de segurança aérea.

    BHC, nunca mais!

  21. evandro condé de lima

    14 de dezembro de 2013 1:27 am

    Caras – todos- até parece que

    Caras – todos- até parece que o FHC não pode agir, nem falar como um pobre mortal. Tudo tem de ter um significado além do que está dito. Tudo tem de ser criticado no que diz ou faz. Você são assim com quem se relacionam? Vade retro.

    1. emerson57

      14 de dezembro de 2013 11:46 am

      imortal

      sr. Condé,

      fegacê não é pobre e muito menos é imortal. ocupa uma cadeira de imortal na ABL (só ai R$ 30 mil por mes).

      fegacê m-e-r-e-c-e apanhar. segundo mestre Falcão, todo castigo para corno é pouco:[video:http://www.youtube.com/watch?v=hAuHcqUGEmo%5D

      1. evandro condé de lima

        14 de dezembro de 2013 3:02 pm

        Eu ainda acredito que o ser

        Eu ainda acredito que o ser humano não é sempre a casca. Bem ou mal há o conteúdo de banalidades que nos permite viver “banalmente”. Não acredito que Mozart- para citar um exemplo distante- era u músico genial 100% do tempo. Havia a vida diária que tinha de ser vivida. O velho barbudo alemão que o diga.

  22. Antonio C.

    14 de dezembro de 2013 3:47 am

    Comentário.

    Foi esse carinha aí que tripudiou a obra do Ruy Mauro Marini?

    Quando ficar velho, prefiro jogar dominó na praça.

  23. Aliança Libertadora Nacional

    14 de dezembro de 2013 4:28 am

    Questão de estilo…

    “Conhece o estilo do Lula, né? Ministros e mesmo assessores, enfim…”

    Se misturava huh! Credo! Tipo curtiço sabe? Entrava gente!

  24. Jorge Fernandes

    14 de dezembro de 2013 5:25 pm

    FHC falou estas banalidades

    FHC falou estas banalidades por dois motivos:

    Foi servido no coquetel de boas-vindas o famoso “Amansa Corno” e no bolsão da poltrona, disponivel para leitura estavam, “A Privataria Tucana” e “O Principe da Privataria”.

  25. armando botelho

    14 de dezembro de 2013 6:29 pm

    Temos que aplaudir o espírito

    Temos que aplaudir o espírito cívico destes ex presidentes que mostram ao público que é possivel uma convivencia pácifíca  e democrática e isso deveria ser uma regra dentro deste mundo em que as agressões nos embates nos remetem ao homen primitivo .

    Portanto que entre os debatedores este clima de respeito a diversidade de opiniões seja uma marca a se considerar mantendo assim o alto nível entre todos por maiores que sejam as diferenças no entendimento das questões.

    Um abraço a todos do Botelho.

  26. LCLbotelho

    15 de dezembro de 2013 9:08 pm

    Prezado Nassif
    Pura

    Prezado Nassif

    Pura Hipocrisia ! .A famosa afabilidade do Tuti (all) Capone carioca Paulistano !!.

  27. LCLbotelho

    15 de dezembro de 2013 9:13 pm

    Prezado Nassif
    Eis o ponto da

    Prezado Nassif

    Eis o ponto da desgraça política brasileira :O esquecimento da Bandalha Financeira Global tupiniquim  !.Até hoje , desgracadamente o Brasil  sofre a perda lesa pátria e possivelmente intencional  de 100 bilhões de dólares da Reserva Brasileira , para a triste re-eleição de um medíocre e intelectual farsante , em minha opnião de cidadão assalariado contribuinte brasileiro .

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Desvaloriza%C3%A7%C3%A3o_do_real_em_1999

  28. Kimati

    17 de dezembro de 2013 7:41 pm

    Acho que o FHC quis dizer

    Acho que o FHC quis dizer apenas que o Lula é um cara mais aberto, mais sociável, enquanto a Dilma é mais reservada, mas ao mesmo tempo afável…como disse o amigo Evandro Condé de Lima, pessoal vê uma conspiração por trás de tudo…lamentável

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