“Apesar de vivermos a ofensiva da extrema-direita, deixamos marcas importantes”, diz Manuela D’Ávila. Assista

Ao GGN, Manu fala do machismo na política e como a maternidade a tornou uma feminista mais "convicta e radical"; rebate as críticas da esquerda às pautas identitárias e relembra sua experiência na eleição de 2018. Assista ao vídeo

Jornal GGN – Este vídeo acima é um recorte da entrevista completa que Manuela D’Ávila (PCdoB) concedeu ao programa Cai Na Roda, feito pelas jornalista do GGN no Youtube. No vídeo, Manu conta como enfrentou a violência política de gênero e se tornou uma feminista mais “convicta e radical” a partir da maternidade; relata, da perspectiva de uma mulher há 15 anos na política, a experiência de ter sido candidatada à vice-presidência da República em 2018 sob uma chuva de fake news e ataques à honra, e rebate também as críticas às chamadas “pautas identitárias”.

Para Manu, apesar da derrota eleitoral e do avanço da extrema-direita no Brasil, o campo progressista deixou “marcas importantes”. No campo do feminismo também, porque hoje é “impensável” que uma mulher eleita seja tratada com o mesmo machismo que ela sofreu 10 anos atrás.

Essa mudança ocorreu, em sua visão, porque houve uma maior tomada de consciência a respeito dos direitos das mulheres e outras “minorias” nos últimos anos.

Também por isso, Manu cultiva hoje sentimentos “contraditórios” sobre a eleição de 2018. Aquela foi sua sétima disputa eleitoral, mas a primeira em que sentiu um “alívio” porque uma parcela da sociedade já conseguia enxergar o machismo e misoginia nos ataques desferidos contra ela. Um exemplo marcante é a entrevista ao programa Roda Viva. Ali as pessoas perceberam o tipo de estratégia que faz com que muitas mulheres sejam vistas como “incapazes”.

CAI NA RODA – Com novos episódios todos os sábados, às 20h, o “Cai Na Roda” é um programa semanal de entrevistas realizado pelas jornalistas do GGN, com o intuito de dar voz e vez a outras mulheres de diversas áreas de conhecimento. Já recebemos Ana Estela Haddad, Gleisi Hoffmann, Esther Solano, Letícia Sallorenzo, Laerte Coutinho, Tata Amaral, Paula Nunes, Cilene Victor, Eliara Santana e a ativista Paula Nunes.

O próximo episódio, com estreia no sábado (26), será com a jornalista Hildegard Angel. Inscreva-se no canal para receber a notificação.

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Assista a entrevista na íntegra com Manuela logo abaixo:

 

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1 comentário

  1. Deixaram uma marca de tratados e acordos com os piores setores da direita brasileira, destruíram a idéia de uma esquerda combativa e classista. Em suma, uma ex-querda indentitaria e neoliberal.

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