O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, deixou a prisão domiciliar neste domingo (14) para a retirada cirúrgica de lesões cutâneas.
De acordo com o boletim médico, o procedimento transcorreu sem intercorrências, tanto que o presidente já recebeu alta.
Além das lesões na pele, Bolsonaro foi diagnosticado ainda com anemia e pneumonia recente por broncoaspiração. Consequentemente, recebeu ferro por via endovenosa.
Em prisão domiciliar, o ex-presidente foi orientado a seguir com o tratamento da hipertensão arterial, do refluxo gastro-esofágico e medidas preventivas de broncoaspiração.
Além de autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente precisou de acompanhamento de um compoio de policiais para ir e voltar do hospital.
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+almeida
14 de setembro de 2025 5:28 pmEu avalio que não se deveria relaxar na segurança de réus considerados perigosos, mesmo que estejam condenados, presos ou não. Sendo Bolsonaro um useiro e vezeiro usuário de hospitais e visitas médicas, eu penso que a bem da segurança e da precaução, a equipe de segurança deveria fazer uma vistoria eletrônica geral no suposto paciente, para testar de não foi implantado nenhum chip, ou outro qualquer aparelho eletrônico que possa burlar as normas restritivas.
Os médicos que me desculpem, mas a contaminação de malfeitos se multiplicam por todos os segmentos, juntamente com o avanço tecnológico da eletrônica, que atualmente participa ativamente em serviço da criminalidade, pelos malfeitores.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
15 de setembro de 2025 8:00 amAs lesões cutâneas podem ser removidas cirurgicamente, quanto as lesões morais, elas são incuráveis.
Carlos
16 de setembro de 2025 2:17 amComo poderão ser removidas não simples lesões, mas as fraturas profundas e cheias de ódio que este rato é seu séquito deixaram no Brasil?