Os ataques bolsonaristas de vandalismo na noite de ontem, em Brasília, geraram a repercussão de lideranças. Os presidentes da Câmara e do Senado se manifestaram, repudiando a depredação e atos golpistas, após a diplomação de Lula.
“Repudio veementemente a desordem, a violência e o risco à integridade física ou de patrimônio público e privado”, disse o deputado federal Arthur Lira (PP), presidente da Câmara.
Lira ressalta que Brasília vem recebendo atos de agressão e violência bolsonaristas “há mais de um mês”. E apelou ao governo do Distrito Federal para “redobrar os cuidados com a segurança”. “Nossa tradição democrática passa pela ordem e pela paz”, completou.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), também manifestou repúdio: “Absurdos os atos de vandalismo registrados nesta noite, em Brasília, feitos por uma minoria raivosa.”
Pacheco fez referência aos atos golpistas como uma manifestação de “parte da campanha eleitoral” de Jair Bolsonaro, que foi “impregnada” pela “intolerância”.
“A depredação de bens públicos e privados, assim como o bloqueio de vias, só servem para acirrar o cenário de intolerância que impregnou parte da campanha eleitoral que se encerrou.”
E também pediu reação: “As forças públicas de segurança devem agir para reprimir a violência injustificada com intuito de restabelecer a ordem e a tranquilidade de que todos nós precisamos para levar o país adiante.”
Diversos parlamentares e lideranças políticas também se manifestaram, como a senadora Simone Tebet (MDB), que chamou os bolsonaristas de “criminosos que causaram caos em Brasília”, pedindo a sua punição rigorosa.
“Absurdo. Violência, depredação e vandalismo NÃO vão intimidar a democracia brasileira. Os criminosos que causaram caos em Brasília nesta segunda-feira têm de ser rigorosamente punidos.”
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Fábio de Oliveira Ribeiro
13 de dezembro de 2022 11:18 amEsses dois vagabundos embarcaram na aventura bolsonarista e protegeram o capitão terrorista durante 4 anos, inclusive e principalmente impedindo que ele fosse julgado por diversos crimes de responsabilidade e aprovando o orçamento secreto para garantir a reeleição dele. Ambos são tão incendiários quanto Bolsonaro. E eles devem devem ser responsabilizados pelas ecolhas que fizeram e que agora incendeiam o país.