O ministro interino do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Ricardo Cappelli, tem questionado o “desaparecimento” de generais ligados ao bolsonarismo, em especial o ex-secretário da pasta, general Augusto Heleno.
“Ele desapareceu. Acho que quem se esconde teme a verdade, essa é minha opinião. O general Heleno está escondido. Onde? Quem consegue falar com ele? Todo dia recebo jornalistas que dizem que ele não recebe ninguém, não fala com ninguém. Por que o general Heleno se escondeu? Cadê a valentia dele?”, questionou. “Acho que o desparecimento dele fala por si”.
Em entrevista ao site Congresso em Foco, Cappelli ampliou seus comentários aos outros militares à frente da política bolsonarista: Walter Braga Netto, que foi vice na chapa derrotada; e Luiz Eduardo Ramos, que ocupou os cargos de secretário-geral da Presidência da República, secretário de governo e ministro da Casa Civil.
De acordo com o ministro interino, o papel do GSI nas investigações relacionadas ao 08 de janeiro envolve o repasse de informações para os órgãos responsáveis e “cuidar da sindicância que apura especificamente a ação dos servidores do GSI”.
Cappelli destacou ainda que o principal pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi de “renovar, oxigenar” a estrutura do GSI, que atualmente possui cerca de 900 militares e 100 civis.
Edgar lima filho
23 de abril de 2023 2:17 pmCappelli é o interventor que não intervém,o interino que desenha, aquele que muda sem sair do lugar: teve que ser intimado pelo Xandão para mostrar os vídeos sigilosos do gsi; quer que o exército e população se unam..? Justamente o que reclamam os golpistas de 08/01…