Jornal GGN – Maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal concorda com a manutenção do inquérito sobre as fake News, nas mãos de Alexandre de Moraes. Em videoconferências ocorridas, sete deles concordam em continuar a investigação.
Na quarta, dia 27, a Polícia Federal cumpriu 29 mandados de busca e apreensão. Foram empresários e apoiadores de Jair Bolsonaro os contemplados com a visita da Polícia Federal. A grita foi grande. Luciano Hang, o dono da Havan, Roberto Jefferson, ex-deputado federal, e influenciadores como Sara Winter foram alvo da ação.
Jair Bolsonaro, na saída do Palácio do Planalto, no famoso cercadinho, disse, bravo, Basta! Jogou a bola para a perseguição à mídia que o apoio e que o argumento era mentiroso. Notícia falsa é um falso argumento, segundo sua declaração.
O presidente disse ainda que ‘temos que botar limites’, e que tem em suas mãos as ‘armas da democracia’.
Está nas mãos de Dias Toffoli, presidente do STF, determinar data para o julgamento do caso e Fachin pediu preferência na análise da matéria.
Com informações da Folha.
peregrino
28 de maio de 2020 9:00 pmTemos que botar limites sim, mas é nas falas de Bolsonaro, cujos únicos objetivos sejam a formação de sentido de desforra ou vingança…
que as vozes dominantes voltem a ser a de fontes oficiais, como as de um Presidente, não como as de um provocador de rua da pior espécie
Desnecessário dizer que todo brasileiro contribuinte tem o direito de querer um Presidente e não um provocador ou um formador de sentidos que não têm nada a ver com Democracia nem com o cargo que ocupa às nossas custas
Claudia Correa
28 de maio de 2020 9:39 pmAs minhas custas, não! Não morro disso!
peregrino
29 de maio de 2020 9:43 ambom dia…
custo a acreditar que você não existe como pagadora de impostos, incluindo aí os indiretos e os que são desviados dos seus direitos básicos à saúde e à educação gratuitas
mas se você existe assim, por favor, me conta como é que se faz para não precisar custear políticos bandidos ou milicianos ou terroristas da Democracia
Anônimo
28 de maio de 2020 11:35 pmSó sete?! É pouco porque sinaliza para os Bolsonaros um tribunal dividido, mesmo quando esta claramente sendo alvo de uma operação orquestrada no submundo para destrui-lo naquilo que é mais fundamental: a garantia da absoluta independência para julgar. Lembremos que Bolsonaro indicara nomes para duas vagas na corte, isso se nenhuma baixa inesperada ocorrer na casa.
jcordeiro
29 de maio de 2020 11:10 amNassif: nessa Corte, que tem se mostrado um balcão de negócios tanto quanto o Legislativo, entre a apresentação do tema e sua efetiva votação muita água passa por baixo da ponte. Isto sem falar da pressão maior, os VerdeSauvas. Um dos líderes da QuerênciaDeCruzAlta manobrava (assessorava) o BonecoDeVentríluco, lembra? Portanto, os sete votos nada dizem. Enquanto não publicados são apenas fatores especulativos, alguns em busca de benesses tipo “se não me der te ferro”. A matemática jurídica é complexa, inquestionável e rasteira — sete, novesfora, menos quatro. Bingo!