Gesto eleitoral de Bolsonaro em dia de casamento de Lula foi sancionar Auxílio Brasil permanente

Jair Bolsonaro sancionou, na noite desta quarta (18), o auxílio brasil de R$ 400 de forma permanente, com vistas às eleições

Bolsonaro assina Auxílio Brasil permanente – Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na noite desta quarta (18), o auxílio brasil de R$ 400 de forma permanente.

O projeto de lei, de grande caráter político-eleitoral, foi assinado durante um evento pelo mandatário, junto ao ministro da Cidadania, Ronaldo Bento.

Coincidentemente no mesmo dia do casamento de Lula e Janja, o governo Bolsonaro afirmou que este era “o maior programa de transferência de renda da nossa história”.

Sem adotar uma política de trocas -em educação e trabalho- para as famílias beneficiadas do programa e tampouco sem articulação junto aos Estados e municípios, o Auxílio Brasil foi a aposta do governo Bolsonaro para acabar com o Bolsa Família e atingir a população de baixa renda em seu nicho eleitoral.

“Garantimos de forma permanente uma renda mínima para as pessoas que mais necessitam, pelo maior programa de transferência de renda da nossa história”, disse o ministro Ronaldo Bento.

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1 Comentário

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ed.

- 2022-05-19 13:23:32

Sim, sim, mais uma "verba eleitoral" infinita de dinheiro público que muito provavelmente não comprometerá o orçamento dele, mas apenas o do seu sucessor. "Nunca neste país" se gastou tanto de bondades com dinheiro público em ano eleitoral para uma re-eleição quanto nesta. Precatórios, orçamento secreto, aumentos para os parças, FGTS, vales e reduções de impostos alheios, etc. etc. E ainda não acabou" O buraco fiscal para o próximo mandato será enorme, mas fo..., digo dane-se. Ainda que ele se reelegesse, pois não tem nenhum compromisso com o país, apenas com ele, seu klan zero à esquerda, seu salário, benefícios, palácio e cartão corporativo com 100 anos de sigilo. Se esse vergonhoso despresidente adolinquente não for devidamente processado e preso por apenas um de seus inúmeros crimes contra os brasileiros, continuaremos a ser, fora alguns espasmos, um país de bananas que não chega a ser nação. Há séculos.

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