Hacker no TSE: Ataque roubou dados de 2020, mas foi antes de 1 de setembro

Segundo as informações, o ataque partiu de Portugal e a PF apura se faz parte de uma ação coordenada para desacreditar o processo eleitoral.

Jornal GGN – A invasão de hacker nos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acessou dados de servidores do ano de 2020, e não anos anteriores como se supunha. A Polícia Federal (PF), com colaboração do TSE, conduziu uma investigação que apontava que os dados eram antigos, entre 2001 e 2010. No entanto, no desenrolar da investigação, descobriu-se que acessaram dados referentes a este ano. Mas a investigação indica que a invasão deve ter ocorrido antes de 1 de setembro.

As informações foram expostas no dia da eleição, 15, com primeiro turno em andamento. O TSE, de pronto, informou que o ataque tinha ocorrido com certeza antes de 23 de outubro e provavelmente era mais antigo, já que havia exposto dados de funcionários antigos e ex-ministros.

Segundo as informações, o ataque partiu de Portugal e a PF apura se faz parte de uma ação coordenada para desacreditar o processo eleitoral. No próprio domingo de primeiro turno, uma outra tentativa de ataque teve por objetivo derrubar o site do TSE, mas sem sucesso. Este segundo ataque partiu do Brasil, Estados Unidos e Nova Zelândia.

O ministro Luis Roberto Barroso, presidente do TSE, deu entrevista coletiva na segunda, 16, e reclamou das ‘milícias digitais’. Disse que, ao mesmo tempo em que ocorria o ataque, as milícias digitais entravam em ação. “Há suspeita de articulação de grupos extremistas que se empenham em desacreditar as eleições, clamam pela volta da ditadura e muitos deles são investigados pelo STF”, afirmou o ministro.

Com informações de O Globo.

1 Comentário

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alfredo machado

- 2020-11-19 16:31:42

Este país mais pare uma criança ainda no peito. Tudo o que acontece no governo, usa tem conhecimento, por aqui são os lesa-pátria a grampear uma presidente, será que aprimorar a segurança é algo terminantemente proibido? O governo gasta $$ à vontade, ou seja, as prioridades do governo federal estão de cabeça prá baixo. Nesta área ainda temos a urna mágica, que não pode ser violada, mas apenas no patropi. Recomendo o documentário Urnas Eletrônicas - Mnipulação e Guerra Cibernética, com o craque Harri Hurst não deixando pedra sobre pedra, mostrando a peneira que é a contagem dos votos.

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