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A liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto tem feito com que os partidos de base do presidente Jair Bolsonaro (PL) adotem uma estratégia mais cautelosa quanto à sua proximidade com o atual mandatário.
Reportagem do portal UOL destaca que tal visão tem sido vista em especial entre a bancada ruralista e o Partido Progressista, sigla do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.
Um dos parlamentares que já deixou o barco bolsonarista foi o deputado federal Neri Geller (PP). Ex-ministro no governo Dilma, ele é candidato ao Senado Federal por Mato Grosso com apoio do PT – tal parceria foi fechada em visita do ex-presidente Lula a Brasília no mês de julho.
Parlamentares do PP no Piauí chegaram a entrar com ação junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para tentar proibir a circulação de imagens de seus candidatos ao lado de Bolsonaro.
Além disso, diversas entidades ligadas ao agronegócio assinaram o manifesto em defesa da democracia e do sistema eleitoral, lida na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo na semana passada, e que Bolsonaro tem chamado de “cartinha”.
Apesar de tais manobras, os congressistas devem continuar votando com o governo federal contando com o pagamento de emendas do chamado “orçamento secreto” após as eleições.
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