5 de junho de 2026

Ministério Público de Santa Catarina conclui que bolsonaristas não fizeram gesto nazista

Grupo de bolsonaristas golpistas fizeram saudação de caráter aparentemente nazista, em São Miguel do Oeste, Santa Catarina
Foto: Reprodução Redes

Após o grupo de bolsonaristas golpistas fazer saudação de caráter aparentemente nazista, em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, o Ministério Público estadual afirmou que não identificou a apologia ao nazismo.

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Em nota divulgada nesta quinta (03), o MPSC disse que fez uma apuração preliminar com o vídeo divulgado nas redes sociais e disse que “não identificou intenção de apologia ao nazismo pelos manifestantes no extremo oeste catarinense”.

Fazer apologia ao nazismo é crime, de acordo com a Lei nº 9.459/97, que prevê uma pena de 2 a 5 anos de prisão e multa. Segundo o órgão, promotores conversaram com alguns dos manifestantes identificados e concluiram que não houve “intenção”.

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O Grupo Regional São Miguel do Oeste do Ministério Público estadual atuou “de forma célere e prioritária” diante “da extrema gravidade do fato noticiado” e “avaliou que não houve intenção, aparentemente, de fazer apologia ao nazismo, não havendo evidências de prática de crime”.

As imagens que circularam nas redes sociais são claras: dezenas de manifestantes bolsonaristas, em ato golpista, na cidade catarinense, repetiram os sinais nazistas, elevando o braço direito ao cantar o hino nacional.

Segundo o órgão catarinense, uma das justificativas para concluir que não houve “verossimilhança à narrativa” de “gesto nazista” porque os manifestantes realizaram atos religiosos e o locutor do ato, um empresário, havia solicitado aos presentes que estendessem as mãos para “emanar energias positivas”.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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2 Comentários
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  1. Rui

    3 de novembro de 2022 5:24 pm

    O Ministério Público de Santa Catarina é um dos Gaúchos que dormia no Hotel

    Gaúchos no Hotel

    Dois gaúchos num hotel dormindo no mesmo quarto. De madrugada, um deles arriscou:
    — Preciso dar uma transadinha, senão não durmo.
    — É mesmo… eu também!
    Então eles fizeram um acordo:
    — Eu te faço uma pergunta. Se tu errares, te como. Se acertares, me comes.
    — Pode mandar, tchê…
    — O que é peludo, anda no telhado e faz miau?
    — Jacaré!
    — Acertou, acertou, acertou!

  2. José Carlos

    8 de janeiro de 2023 11:47 pm

    Sem dúvida. Capaz! Está mais para uma imposição de mãos. Interessante é o MP ser credor desta barbaridade. Nazistas!

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