A tragicomédia do nosso pós-redemocratização começou quando o PSDB deixou a social-democracia na saudade. Com FHC, o partido passou a ser social-democrata no papel, social-liberal no discurso e conservador na prática.
Engraçado foi essa tentativa dos tucanos de emular Reagan e Thatcher. Lá no Hemisfério Norte, existia ou um Welfare State ou um sistema de proteção social vindo dos tempos do New Deal, um ambiente de presença constante do Estado na vida do cidadão, onde os neo-liberais exploraram alguns excessos para atacar todo o modelo.
O mantra, correto ou não, era oferecer maior liberdade econômica para uma população que já tinha padrão de vida altíssimo, colorindo-o com alguns toques de xenofobia/racismo (“vamos desmantelar o Welfare e acabar com a leniência dos imigrantes/negros/latinos”).
Era óbvio o suicídio programático dos tucanos, ao importar estas teses para um país em que milhões figuravam abaixo da linha da pobreza, e cuja maior necessidade era a implementação do Estado Social da Constituição de 88, e não o seu desmantelamento.
Parece que não aprenderam a lição com os liberais clássicos do período pré-Crash de 29/2ª Guerra Mundial, condenados por décadas ao ostracismo político e intelectual, depois do advento das políticas keynesianas. Será que que foi leitura demasiada do “Fim da História” de Fukuyama?
Assim, com o slogan social-democrata em aberto, o PT conseguiu espaço para se re-orientar, e empunhar a bandeira da inclusão sem precisar defender a ruptura necessária com o establishment, já que o cenário em que o PSDB comandava a centro-esquerda deixou de existir com o governo FHC.
Ora, com a consolidação da bandeira inclusiva, era óbvio que o PSDB precisava fazer um recuo tático em seu avanço à direita, reconhecer as conquistas sociais, abraçar alguns conceitos e apostar no bipartidarismo, igual fez o Partido Republicano dos EEUU nas décadas em que se seguiram ao New Deal.
Mostra disso é a eleição de um Eisenhower mais à esquerda, no plano interno, do que o mais esquerdista dos Democratas de hoje, fazendo uma sucessão segura em que preservava o legado de Roosevelt. É como se Aécio sucedesse Dilma, sem melindrar os “lulistas” e com votos de vários deles. Dá pra imaginar?
Essa campanha insossa do ex-governador de MG agora em 2014, insistindo na herança de FHC e calcada no discurso liberal da eficiência, é o hara-kiri final do partido como opção nacional.
O discurso liberal puro só adquirirá proeminância na eventualidade de o país consolidar um Estado de Bem-Estar, época em que novos atores já terão tomado o protagonismo dos tucanos. Insistir em menos Estado um ano depois de jovens irem às ruas pedindo mais educação e mais saúde, mostra bem o porque o mineiro só consegue votos entre o antipetismo mais fanático.
Símbolo deste mastodonte que virou o PSDB é a diferença gritante que existe entre o sociólogo FHC – um grande quadro intelectual, a primeira personalidade de peso a prever que a “nova” classe média é que decidiria as atuais eleições -, e o lider partidário FHC, que assistiu e assiste inerte Marina Silva seduzir esta parcela do eleitorado, postar-se como favorita, e enterrar de vez as pretensões nacionais de seu partido.

Motta Araujo
28 de agosto de 2014 12:44 pmAnalise tosca. FHC foi
Analise tosca. FHC foi neoliberal timido, nada do Estado maximo brasileiro foi desmontado de verdade, venderam-se algumas estatais, mas foi mantida a universidade publica gratuita, que não exuste nos EUA, o Sistema Publico de Saude,
a aposentadoria rural para quem nada contribuiu, que este ano vai cusrar aos contribuintes 72 bilhões de Reais de prejuizo, aposentadorias precoces e integrais para o funcionalismo e pensões até o fim dos tempos para descendentes, algo que não existe em nenhum lugar do mundo, o Estado brasileiro custa a quem produz 40% do PIB, uma das taxas mais altas do planeta, neoliberalismo onde?
Ricardo JC
28 de agosto de 2014 1:43 pmO texto não tem nada de
O texto não tem nada de tosco. O processo de desmonte foi interrompido com a eleição de Lula, isto é óbvio. O desmonte das universidades públicas já estava em curso, com a precarização das condições de trabalho, o achatamento de salários e a falta de reposição do quadro docente. Estava pronta para ser entregue ao primeiro aventureiro que passasse com uns trocados. As privatizações certamemte avançariam à continuidade de um governo tucano, certamente com a privatização da Petrobras e do BB. Outro aspecto que não se pode deixar de considerar são as reformas previdenciárias que foram feitas e não retiraram (ou retiraram muito pouco) direitos de servidores públicos, mas lascaram os aposentados do INSS. Não havia dúvidas, à época, do aprofundamento deste processo, que aliás se deu, ainda que de modo mais tímido, com Lula. Amigo, o que aconteceu é que não houve tempo para completar o serviço. Ele foi abortado no momento em que estava decolando.
Motta Araujo
28 de agosto de 2014 4:17 pmAs universidades publicas
As universidades publicas estão sendo liquidadas não pelo neoliberalismo e sim pelo estatismo, a USP, outrara padrão de nivel internacional, está FALIDA porque tem 7.800 funcionarios para 1.600 professores, 5 x 1, em Tale é 2 professores por funcionario, um démico do que tem na USP e ainda na USP tem outro tanto de terceirizados, é muita INEFICIENCIA, INCOMPETENCIA, EMPREGUISMO, o contrario do neoliberalismo, ja na Federal do Ceará existem os maiores salarios de professores universitarios do mundo, 45 mil reais por mês, por força de decisões judiciais, isonomias, mutretas, etc.
As universidades estaduais paulistas gastam com a FOLHA mais de 100% da sua imensa receita, 10% de todo o ICN de São Paulo é vinculado para a universidades, foram QUEBRADAS pelo empreguismo, isso é o contrario do neoliberalismo.
Ed Döer
28 de agosto de 2014 5:17 pmInteressante esses números da
Interessante esses números da USP, Motta. Mas como não tenho acesso e tempo para buscar dados americanos ou europeus, fui olhar as principais federais do Sul (UFRGS, UFSC e UFPR) por curiosidade e comparar …(se tivesse tempo faria um levantamento geral das principais federais do país). E realmente parece (minha amostra é limitada) ser algo fora do padrão que existe no pais.
Na UFRGS é praticamente 1:1 no geral. E se pegar cada unidade acadêmica, pode ter alguma variação na proporção. Na Escola de Administração, por exemplo, seria 1 funcionário para 2-3 professores.
Já na UFSC é aproximadamente 1,7 funcionários para 1 professor. Obs.: Dados de 2010
E na UFPR fica em 1,6 funcionários para 1 professor. Obs.: Dados de 2009
lenita
28 de agosto de 2014 5:24 pmNão só empreguismo, a
Não só empreguismo, a corrupção dos Tucanos é tão alta que nunca sobra dinheiro para as universidades e a saúde. Os repasses são feitos em quantidade inadequada, visando a torná- las deficitárias, facilitando assim a privatização.
Motta Araujo
28 de agosto de 2014 5:41 pmO repasse do percentual do
O repasse do percentual do ICMS vinculado para as tres universidade estaduais paulistas, 9.67% de todo ICMS arrecadado, o repasse é AUTOMATICO, é um valor gigantesco mas a folha está consumindo 107% desse valor, portanto é má gestão da Universidade, o governador não tem como interferir porque a universidade tem autonomia administrativa.
A culpa exclusiva dessa situação é a ELEIÇÃO DO REITOR PELOS FUNCIONARIOS, PROFESSORES E ALUNOS, uma aberração total.
Paulo F.
28 de agosto de 2014 11:00 pmLedo engano
Eleição é por LISTA TRÍPLICE referendada pelo GOVERNADOR DO ESTADO, entonces nos últimos 20 anos todos indiferentemente tem DNA tucano ou prototucano! Na USP!
O Rodas (Cruz Credo) nem o primeiro da lista era… Agora esta livre leve e solto para cometer suas maldades na FAPESP!
O desmonte do ensino superior público e gratuito faz sim parte do diktat do IMF & outros pregadores da doutrina de Chicago! Vi pessoalmente o Urias defender o desmonte , secundado pelos irmãos Mendonça de Barros e do FHC (já ex-presidente) em um evento em São Paulo patrocinado pelo Instituto FHC , onde o capitão deste blog, o Nassif estava presente(chegou ligeramente tarde e foi gentilmente convidado pelo mais novo dos Mendonça de Barros a sentar próximo a mesa) bem como o Aleluia como reṕresentante do PFL ( atual DEM).
A situação atual da USP é o retrato acabado do que é sistema de gestão modelo PSDB. E é bem ao sabor do que a Troika aprecia!
Jorge Luis
28 de agosto de 2014 1:57 pmNão deu tempo (ainda bem).
Não deu tempo (ainda bem). Depois de um segundo mandato desastroso, FHC não tinha nenhum capital político, o que não quer dizer que não tivesse vontade.
PS: Creio que o maior déficit da previdência decorre das aposentadorias integrais para o funcionalismo público. Eu considero que isso é algo que precisa ser revisto de alguma forma.
Motta Araujo
28 de agosto de 2014 2:06 pmAgradeço seu comentario. Os
Agradeço seu comentario. Os partidos tem ciclos e trajetorias em todos os paises, não há partido que eternamente ESTÁ EM ALTA , a vida politica tem altos e baixos historicamente, então a expressão “ocaso” é inapropriada, o PSDB está fora do poder central há 12 anos, isso não é ocaso, é circunstancia, o PSDB representa parcela ponderavel da sociedade brasileira, tanto que governa hoje São Paulo, Paraná e Minas Gerais, há partidos na America latina muito mais antigos e que estiveram no poder e fora dele por um seculo, como a União Civica Radical argentina, o PRI mexicano, os Socialistas no Chile, os Liberais na Colombia, a palavra “ocaso” ai no post significa fora do poder, o que acontece com todos os partidos, estarão os Republicanos nos EUA em ocaso?
lenita
28 de agosto de 2014 5:14 pmSou aposentada do serviço
Sou aposentada do serviço público que todos adoram malhar. O que não sabem ou não procuram saber é que a nossa aposentadoria vai diminuindo ano após ano, como acontece nas do INSS. E não dizem tb que aposentei da mesma forma que entrei, isto é, não recebi uma agulha de presente e fundo de garantia não existe. Alguns poucos privilegiados são funcionários de autarquias, nunca do serviço direto, a grande maioria.
walter araujo
28 de agosto de 2014 2:21 pmE porque teria que existir
E porque teria que existir nos EUA?
Essa mania de depreciar análises alheias
é que tornam as suas tão frugais quanto
um copo de refresco de groselha.
José Antonio Ramos
28 de agosto de 2014 2:24 pmResposta à “Análise Tosca”
Há algumas diferenças muito grandes em relação às aposentadorias rurais e as do funcionalismo público.
Vamos a este último. A aposentadoria integral foi um benefício oferecido pelo governo JK para convencer os relutantes em sair do Rio para morar em Brasília. Com o tempo, inclusive com os militares, este benefício foi sendo estendido a todo funcionalismo. A tal ponto que o Judiciário hoje considera como isonomia. O que na realidade é o oposto. Este tipo de aposentadoria é uma excrescência que precisa ser eliminada.
Mas em função disso combater as aposentadorias rurais com o mesmo argumento gera a mesma excrescência que diz combater. Nossa realidade no campo em nada tinha mudado desde a época da escravidão. Você sobrevive enquanto tem forças para trabalhar (seja de forma remunerada ou não). Após isto, se vire! Peça a Deus!
Sobre o custo de R$72 bilhões/ano, que é colocado como “prejuízo”. Ora, onde são gastos estes R$72 bilhões/ano? No mercado financeiro? Em Londres, New York ou nos paraísos fiscais? Todo este dinheiro é gasto localmente, e é um dos responsáveis pela melhoria de vida de grandes áreas do Brasil, principalmente do NE.
E sobre os R$21 bilhões/MÊS que custa os juros de nossa dívida? Também são gastos localmente? Também são utilizados para alimentar nossa economia?
Rapaz
28 de agosto de 2014 2:35 pmEntão
Entre essas “algumas estatais” estavam a Companhia Siderúrgica Nacional e a Vale do Rio Doce. Aumento de carga tributária que acaba sendo muito mais paga pelo consumidor, contribuinte, pessoa física final que por empresas.
Não vamos esquecer a nomeação do Engavetador Geral da República para falar “não aconteceu nada, tá tudo ok” com praticamente todos os casos de corrupção. Ah, e a primeira coisa que FHC fez como presidente foi cancelar (http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1995/decreto-1376-19-janeiro-1995-426135-publicacaooriginal-1-pe.html) uma comissão instaurada por Itamar para verificar casos de corrupção (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1990-1994/D1001.htm). Não tem a ver com o liberalismo de FHC, mas sua participação ativa para criar maior impunidade à corrupção no país.
Paulo Siqueira
28 de agosto de 2014 3:12 pmSó que não ao quadrado.
Mas que análise tosca é esta ?
FHC desmontou sim o Estado, basta ver os quadros da Polícia Federal no seu governo. Faltavam também técnicos do INCRA e do Institudo de Regitros de Patentes.
A fúria neoliberal não fez apenas as desastradas privatizações que, em outros lugares, ao menos tiveram os méritos de eficiência e diminuição de custos.
A privatização patrimonialista de FHC distribuiu favores e os custos da telefonia hoje são os maiores do mundo, o sistema de energia elétrica entrou em colapso e as ferrovias só serviram a 2 grupos ( ALL e Vale do Rio Doce ), com o resto da malha abandonada.
A aposentadoria rural é uma linha na planilha, mas são pessoas, são pessoas reais. E a falácia de aposentadorias para descendentes só atinge a carreira militar, seguindo uma lei da Guerra do Paraguai. Os filhos de outros aposentados ou ex-funcionários públicos falecidos, só recebem pensão até os 25 anos.
Mas, se quer falar de aposentadoria precoce, busque a do prório Fernando Henrique, que se aposentou aos 49 anos.
Atualmente o sistema foi reformado e os funcionários públicos que entraram em carreira a partir de 2012 terão que contribuir para um fundo de pensão específico, se quiserem receber proventos acima dos limites das aposentadorias do INSS.
Próxima vez que for falar de neoliberalismo, lembre que o brilhante modelo implementado pelos gênios do PSDB fazem com que um caminhão que saia de Ribeirão Preto e leve alguma carga ao Porto de Santos, gaste R$ 1.000,00 para cumprir o trajeto de ida e volta, e calcule o impacto disso no preço final do produto.
Tudo isso em nome do que ? Pra beneficiar quem ?
Motta Araujo
28 de agosto de 2014 10:58 pmO sistema de energia eletrica
O sistema de energia eletrica está com problemas não por causa da privatização e sim por falta de chuvas e excesso de intervencionismo do Estado, 67% da geração do Pais é estatal (CHESF, FURNAS, ITAIPU, ELETRONORTE), as unicas distribuidoras quebradas são as cinco estatais, as demais não tem problemas internos e sim um desalinhamento entre o preço de energia comprada das termicas e os tarifas que podem cobrar, obrigando o Estado a pagar a diferença.
Quanto à privatização das teles, ocorreu em todo o mundo, não há mais telefonia ESTATAL no planeta, nossa tarifa é alta porque 48% é imposto, tampouco existe SIDERURGIA estatal em qualquer lugar, o que FHC fez foi o que o mundo inteiro fez e continua fazendo, Mexico e Turquia estão privatizando o que sobrou, inclusive o petroleo, se a Vale fosse estatal teria alguns diretores na cadeia, parece que os estatistas são cegos.
Sergio Saraiva
28 de agosto de 2014 3:27 pmFomos feitos de otários.
FHC presidiu um tempo de mundanças na agricultura e na indústria, pode até chamá-las de modernização, mecanização ou automação. Quem pagou a conta foram os trabalhadores.
Na indústria, as terceirizações e a imoral precarização das relações trabalhistas através da informalização e das “cooperativas de trabalho”. A tercerização reduzia direitos trabalhistas, a outras duas elimiavam-os. Os trabalhadores deixaram de receber contra-cheques e passaram a emitir notas fiscais ao patrão. Que o caixa da previdência fosse deprimido é uma consequência natural. Com o caixa deprimido só foi possível o salário mínimo abaixo de US$ 100. O efeito no crescimento econômico é óbvio, mas os patrões não tinham do que reclamar, reduziram o custo de suas folhas de trabalho.
Na agricultura, os trabalhadores foram simplesmente excluídos da terra e passaram a engrossar as favelas das cidades médias do interior. Esses trabalhadores tinham patrões, até então. Eles jamais foram cobrados.
Os trabalhadores rurais deslocados da terra passaram no governo FHC a ser considerados “safristas”. Sabe o que é um “safrista”? Um trabalhador temporário ou “avulso”. São chamados de “bóias-frias”. Alguém sem direitos.
Como era inaceitável regredir ao seculo XIX e termos pessoas jogadas na miséria na velhisse após uma vida de trabalho no campo, a solução foi a aposentadoria rural bancada pelas contribuições dos trabalhadores urbanos da iniciativa privada. O déficit foi coberto com o imoral fator previdenciário* que retirou direitos dos trabalhadores novamente e tomando empréstimos junto à banca, o que enriqueceu ainda mais os banqueiros.
Quanto à previdência do setor público, que garante salários integrais sem a correspondente contribuição de patrões e funcionários, ora, FHC é um desses aposentados.
* PS.: este ano completei 40 anos de contribuição, mas se quiser me aposentar terei abrir mão de uma parte dos meus direitos. É o que diz o tal fator previdenciário. No meu computardor tenho uma planílha com o cálculo do fator previdenciário. O nome dese arquivo é FHC – filho de puta. FHC – fator heterodoxo de contabilização. Mas também poderia ser Lulinha Filha de puta ou Dilminha Mãe do PAC.
lenita
28 de agosto de 2014 5:06 pmPensão até o fim dos tempos
Pensão até o fim dos tempos é só para militares, ou o sr. não sabia? Pergunte p/ a Maitê Proença o que ela acha.
Aposentadoria rural para quem nada contribuiu e bolsa família, foram as melhores medidas tomadas para o bom emprego do dinheiro dos impostos, que sempre ficaram na mão dos ricos e dos que nada produziam. Querer comparar o país dos feudos e capitanias hereditárias com outros que tiveram outras formas para o campo, é o comentário mais cínico que alguem poderia fazer e muito me admira ter partido de alguém que muitos julgam uma pessoa inteligente, o que pode ser verdade, mas de uma insensibilidade à toda prova.
IV AVATAR
28 de agosto de 2014 12:45 pmO retrato de um funeral

http://altamiroborges.blogspot.com.br
Tudo bem que o povo brasileiro decrete a morte política de FHC e cia, por outro lado não pode embarcar nessa canoa furada chamada Marina Silva onde os órfãos do PSDB estão pegando carona, o Serra por exemplo, o que transforma Marina em mero trampolin para o retorno do que pior de FHC, Bornhausen, Heráclito Fortes…
Luciano Prado
28 de agosto de 2014 12:50 pmArgumentos “sociológicos” para seduzir idiotas
POR QUE DILMA NÃO OBTEVE MESTRADO
“Agora vejo o motivo pelo qual a presidente Dilma Rousseff não conseguiu obter grau de pós-graduação na Unicamp: ela entende pouco de economia”, disse FHC em artigo, ao rebater crítica da presidente Dilma Rousseff de que o PSDB quebrou o país por três vezes; segundo ele, em outubro de 1993, quando era ministro da Fazenda, conduziu uma renegociação da dívida externa; afirmou também ter feito um acordo de empréstimo com o FMI em 1998, pois o Brasil enfrentava as consequências da crise da Ásia e dificuldades internas; o último recurso, no 2º semestre de 2002, teria sido necessário para enfrentar o “efeito Lula”
alexis
28 de agosto de 2014 1:41 pmO “Cerra” se saiu melhor?
Com aquele “diproma” mentiroso que tirou nos EUA?
Sergio Saraiva
28 de agosto de 2014 2:16 pmO malandro da Praça Buenos Ayres.
O malandro FHC é uma pessoa vaidosa e preconceituosa.
Essa persona é, em Fernando Henrique Cardoso, mais forte que o intelectual.
Não tendo como rebarter argumento adverso, FHC parte para a desqualificação da pessoa do adversário.
Isso é a conhecida falácia ad hominen. O intelectual Fernando Henrique Cardoso sabe isso, sabe que o seu uso rebaixa a condição do intelectual. Ocorre que o malandro FHC é mais forte.
Roque
28 de agosto de 2014 2:19 pmÔ doutô, quem falou isso foi
Ô doutô, quem falou isso foi o doutro Delfin neto, sô.
Carlosc
28 de agosto de 2014 2:38 pmE então os conhecimentos
E então os conhecimentos do FHC levaram o país à quebradeira geral….
E….. se é por falta de adeus…. abaixo a pretensa pos graduação do onipresente FHC….
Ricardo Santos
28 de agosto de 2014 2:55 pm(Sem título)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ%5D
carlos_ribeiro
28 de agosto de 2014 1:13 pmo PT vive de dinheiro público
o PT vive de dinheiro público e do ódio ao PSDB
Sem um nem o outro em 2015
O q será do PT?
alexis
28 de agosto de 2014 1:38 pmRidículo
O PT vive da sua militância. Aquela que ainda vai ver na rua seu fofoqueiro.
Foi a militância a que fez vaquinha e pagou as multas dos nossos políticos presos pelo mal chamado mensalão.
aliancaliberal
28 de agosto de 2014 3:09 pmTu acredita nisso?
Tu acredita nisso?
Sérgio Lamarca
28 de agosto de 2014 3:19 pmPT merece respeito
O PT merece respeito de todos os brasileiros pelas inúmeras conquistas realizadas e que ainda irão se concretizar. No entanto, o pragmantismo somado a sua ineficiência partidária tem resultado uma paralisia em suas ações. A Dilma tem grande responsabilidade nisso, visto que seu governo é extremamente ineficiente. Um governo tem ministros de 4ª categoria (Eduardo Cardozo), alguns que a soberba assusta e cega (Mercadante) e outros só “estão” ministros pelos acordos partidários. A falha da Dilma é a do PT também.
lenita
28 de agosto de 2014 3:28 pmAlgo que sempre me chamou a
Algo que sempre me chamou a atenção é o cinismo de partidos como o PSDB. Tudo o que fez de errado, como caixa 2, corrupção, enriquecimento de filhos, etc., ele saia gritando pela imprensa que era o PT. E gritar e ser apoiado por todo tipo de mídia, sempre foi com ele mesmo. O famoso Mensalão, quem o criou foi o PSDB, mas somente após descoberto que o PT seguiu um esquema parecido, é que se tornou o Escândalo do Século; a filha do Serra fez todo tipo de falcatruas, como ter firma em Miami de transferência de dinheiro ilegal p/ o Brasil, a famosa lavagem, juntamente c/ a irmã do Daniel Dantas; Ser sócia do homem mais rico do Brasil em sorveterias, sendo neta de “verdureiros” e o pai somente participando da política; inclusive dando mansão ao pai em bairro nobre de SP. Uma verdadeira gênia das finanças. Entretanto quem levava toda a fama era o filho do Lula. Cinismo é pouco.
Gunter Zibell - SP
28 de agosto de 2014 1:24 pmDe origens diferentes a resultados parecidos
Dos 12 maiores colégios eleitorais o PSDB ainda está bem posicionado para eleger governadores em alguns, como SP, PR e GO. E o PT em MG e RS. (E é cedo ainda para se dar MG como garantido.)
Assim, no gerenciamento de estados ficarão +/- parecidos.
E, se está fraco na questão de de eleição de deputados estaduais, isso pôde ser estancado, aparentemente, no que se refere a senadores.
E nas maiores diferenças programáticas, como Programas Sociais e Privatizações, o PSDB buscou nos últimos anos se reaproximar do eleitor brasileiro, recnhecendo que o PT “venceu essa”.
Quem aumentou a carga tributária de 24 para 33% do PIB, capacitando o estado brasileiro para realizar investimentos sociais foi a gestão Itamar/FHC. Existe indicador melhor de “socialização” de uma economia do que isso?
Prefiro nem comentar como o PT se afastou de seu programa histórico na área de valores
Nem vou falar das concessões à direita em economia (até porque não as questiono.)
E quem também apresenta sinais de seguir a trajetória de Democratas/Truman é o PT:
https://jornalggn.com.br/noticia/a-transicao-republicana-nos-eua-e-a-heranca-de-roosevelt
E, caso venha a se concretizar a expectativa Marina, fica a dúvida: PT e PSDB trabalharão juntos com o PSB ou não?
Eu acho que sim, e vocês?
Para não dizer que não falei das flores, todos os sinais estavam dados. Sugiro a releitura de alguns posts:
2012 06 30 https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/ordem-e-progresso
2013 03 22 https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/caminhos-para-campos-e-o-psb
2013 03 23 https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/acorda-alice
2013 04 27 https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-secularismo-como-causa-politica
2013 06 11 https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/congresso-mudou-pouco-nos-ultimos-30-anos
2014 03 31 https://jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/para-entender-alguns-discursos-politicos-atuais
2013 09 21 https://jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/balada-para-relacoes-em-crise
Mas, como diz uma conhecida política, ninguém é profeta em sua própria terra.
Marco Antonio Silva
28 de agosto de 2014 1:24 pmOsmarina quer Getúlio Vargas e Lacerda
A tonta Osmarina jura que, sendo eleita, terá Lacerda e Getúlio Vargas apoiando-a na defesa de propostas da autonomia do Banco Central, só prá citar um exemplo, no caso proposta bancada por Neca do Itaú, o Roberto Amaral coitado, não vai apitar nada
Marina e a UDN, 60 anos depois
A UDN – que levou Vargas ao suicídio, que derrubou Jango em 64 e que há 12 anos tenta encurralar Lula e o PT – é capaz de embarcar em qualquer aventura. A pergunta é: a democracia brasileira, pela terceira vez, fará esse mergulho no desconhecido em 2014?
por Rodrigo Vianna
Se Aécio minguar, o ponto de interrogação vira exclamação: “o jeito é Marina!”
A velha UDN tinha uma estranha fixação por militares. Os candidatos presidenciais udenistas – derrotados por Dutra (1945), Vargas (1950) e Juscelino (1955) – eram sujeitos que vestiam farda: Juarez Távora e Brigadeiro Eduardo Gomes.
Com um discurso moralista, os udenistas (civis ou fardados) colhiam a insatisfação das classes médias urbanas que detestavam as políticas sociais do trabalhismo. Algo parecido com o discurso do atual bloco demo-tucano (que chama Bolsa-Família de “bolsa-esmola”).
A UDN era ruim de voto. Mas boa na agitação golpista: no dia 24 de agosto de 1954, há exatos 60 anos, Carlos Lacerda (principal agitador udenista) e seus aliados militares encurralaram o trabalhismo – levando Vargas ao suicídio.
A UDN seguiu perdendo eleição, até que em 1960 resolveu buscar um candidato “de fora”. Janio Quadros – líder hstriônico, que passava a imagem de não se render aos “conchavos” políticos – finalmente levou a UDN ao poder. ”O jeito é Janio”: foi o slogan de campanha. Mas Janio não era um autêntico udenista. O governo dele foi uma crise só. Janio renunciou antes de completar um ano no poder.
Em 1989, para impedir a vitória do monstro “Brizula” (Brizola e Lula eram favoritos, diante da crise do governo Sarney), a Globo fez o papel de UDN e escolheu Collor. Caçador de marajás, inimigo de “tudo que está aí”, Collor ganhou. Mas caiu 3 anos depois.
A UDN e o fantasma trabalhista
Em 2014, os conservadores parecem dispostos a embarcar em nova aventura. Depois de 3 derrotas consecutivas, o bloco demo-tucano está dividido. Os setores mais orgânicos insistem com Aécio Neves. Mas parte da mídia, dos bancos e da classe média aceita qualquer nome que seja capaz de derrotar o PT.
Está claro que os “neo-udenistas” legítimos (FHC, Serra, Aécio) não conseguirão derrotar o lulismo no voto. O destino apresentou à UDN um nome “de fora”. Marina Silva, certamente, não é Janio. Não é Collor. Tem uma trajetória respeitável. Mas sua candidatura já foi capturada pelos setores conservadores: economistas neoliberais e a banqueira Neca Setúbal comandam a tropa.
Aliada ao PSDB e ao DEM, a velha mídia resiste em embarcar no marinismo. Mas em uma ou duas semanas, o jogo estará jogado. Se Aécio minguar para 15%, e Marina passar dos 25%, a velha UDN dará mais um salto no desconhecido.
Por enquanto, as revistas semanais trazem o nome de Marina Silva associado a um ponto de interrogação. Nos bastidores, inicia-se um balé de cobranças e concessões. Marina precisa mostrar-se confiável para o mercadismo (que desconfia da “estatista” Dilma). Em duas semanas, o ponto de interrogação pode virar exclamação: Marina é o jeito, contra “tudo que está aí”!
Sem partido, avessa aos “conchavos”, Marina Silva é uma política profissional que finge detestar a política. Igualzinho a Janio e Collor – ilusionistas do voto.
Pesquisas internas mostram que Aécio se esfacela. O mineiro tenta reagir: conta com os aliados midiáticos, para desconstruir Marina. Dossiês e denúncias saem das gavetas. Mas Abril e Globo talvez não queiram queimar Marina – único Plano B, para derrotar Dilma.
Marina tem uma avenida livre pela frente: PSDB em crise, Aécio perdido entre um discurso oposicionista e as promessas de manter o Bolsa Família (uai, a turma que vota nos tucanos não diz que aquilo é ”bolsa esmola”?), mídia desesperada por derrotar o lulismo..
Se eu pudesse arriscar um palpite, diria que a máquina midiática aliada do tucanato não vai ajudar o candidato do PSDB. Aécio vai minguar, e pode perder até o governo de Minas para o PT.
Misto de líder messiânica da “nova política” e parceira confiável dos bancos, Marina vira favorita. Só Lula será capaz de barrá-la. E talvez nem ele.
Lula talvez precise se guardar para construir alternativas mais à frente. Um eventual governo Marina, não tenho dúvidas, terá o mesmo padrão de instabilidade que marcou Janio e Collor.
A UDN – que levou Vargas ao suicídio, que derrubou Jango em 64 e que há 12 anos tenta encurralar Lula e o PT – é capaz de embarcar em qualquer aventura. Isso já sabemos. Mas a pergunta é: a democracia brasileira, pela terceira vez, fará esse mergulho no desconhecido em 2014?
http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/
Mariana B
28 de agosto de 2014 2:25 pmHistória
Quem não conhece a história está fadado a repetí-la… Comissão Verdade está aí para isso…
Ricardo JC
28 de agosto de 2014 1:35 pmHahahahahaha!!! Tanto a lei
Hahahahahaha!!! Tanto a lei de responsabilidade fiscal quanto o aumento da carga tributária, na era tucana, tinham apenas um objetivo, que era garantir o pagamento aos credores (nesta caso, agiotas) internacionais que mamavam na onda dos juros estratosféricos de 40% a.a. Não tem nada a ver com investimentos sociais e isto é óbvio, porque não foi feito.
Tagutti
28 de agosto de 2014 2:25 pmPodem até continuar fortes
Podem até continuar fortes nos Estados, mas para disputar a Presidência precisam de um discurso que aglutine de Norte a Sul. Caso contrário, tornar-se-ão um PMDB 2. O discurso de Aécio nunca empolgou, pode até chegar perto de Dilma em simulações de 2º turno, mas na hora do debate não tem fôlego, da mesma forma que Serra e Alckmin não tiveram em 06/10.
PSDB e PT já foram mais próximos, com Tasso quase sendo vice de Lula em 94. Isso antes da guinada tucana no governo FHC. Não acredito que trabalharão juntos num horizonte próximo. Se PT e PSDB algum dia estiverem juntos, quem seria oposição?
André LB
28 de agosto de 2014 2:27 pm“Quem aumentou a carga
“Quem aumentou a carga tributária de 24 para 33% do PIB, capacitando o estado brasileiro para realizar investimentos sociais foi a gestão Itamar/FHC. Existe indicador melhor de “socialização” de uma economia do que isso?”
Tem, Gunter. A queda da desigualdade. O que a Marina pretende fazer quanto a isso, “acabar com a polarização entre PT x PSDB”? E de resto? Manterá a política de aumentos do salário mínimo? Procurar manter a SELIC o mais baixo possível combatendo inflação por outros meios? Manterá o Mais Médicos? Dará impulso à Reforma Agrária? Concluirá a transposição do São Francisco e da Norte-Sul?
Tenho para mim que conforme as atuais engrenagens políticas até sob um governo Jesus Cristo haveria escândalos de corrupção, como haverá sob Dilma, Aécio ou qualquer outro – vai além deles, não depende exclusivamente deles, nosso país foi “redemocratizado” desse modo, e não tem “novo” que resolva enquanto a população não entender isso e parar de procurar salvadores ou salvadoras da pátria – eu queria muito ter visto “as ruas” responderem aos projetos que Dilma levantou no ano passado, mas não foi o que aconteceu.
Ok, Marina quer o diálogo com todos. Mas qual será o teor do diálogo? É até interessante esse “chega dos mesmos”, mas o que os substituirá?
O “novo” da Marina vai começar a definhar (caso seja eleita) no começo de fevereiro de 2015, quando o novo Congresso se reunirá e começar a cobrar seus “chinelinhos”. O que Marina fará, vai tentar convencê-los discursando sobre novos paradigmas políticos tranversais na sociedade pós-moderna? Se isso não é messianismo, não sei o que é.
Ricardo Santos
28 de agosto de 2014 2:36 pm“Quem aumentou a carga
“Quem aumentou a carga tributária de 24 para 33% do PIB, capacitando o estado brasileiro para realizar investimentos sociais foi a gestão Itamar/FHC. Existe indicador melhor de “socialização” de uma economia do que isso?”
Isso é faltar com a verdade! O aumento da Carga Tributária(feito pelo FHC) foi para pagar o serviço da dívida, isto é: os JUROS…
Você deve ser um moleque que está se envolvendo com a política , no entanto, mais cuidado com sua investigação da história econômica e política deste país…
A mídia esconde tudo isso…
Muitos aqui neste site querem a verdade dos fatos, não existe militância petista, como alguns doentes dizem… Se você trabalhar com os fatos reais, não vejo nenhum problema de concorda com você.
Abraço
Juliano Santos
28 de agosto de 2014 3:47 pmNão acho que o PT trabalharia
Não acho que o PT trabalharia junto com o PSB. Primeiro que o PSB como “partido do governo” é uma icógnita, pois a primeira coisa que Marina faria é tirar seu Rede do papel. Haverá muita dissidência entre pessebistas menos fisiológicos. O futuro do partido será uma interrogação
Segundo, que seria uma burrice que o Lula não cometeria. Um governo Osmarina seria um desastre, não tenho dúvidas, e o ex-presidente também não, claro. Aí o povo só aguardaria 2018 para chamar o Lula para corrigir as cagadas dela. Talvez um petista mais vaidoso se deixe seduzir para que a Marina tente posar de “PT da parte boa”. Mas será caso isolado.
O PSDB sim, mesmo porque a política economica é a mesma. E a Osmarina não terá saída, pois precisará da estrutura dos tucanos. Só que vai ser uma queda-de-braço. Um casamento com mais tapas que beijos. E ainda digo mais, o PSDB desce do barco assim que ficar claro o fracasso do governo Osmarina. Para poder disputar com Lula em 2018
morallis
28 de agosto de 2014 6:30 pmOlha ai, tenho a impressão
Olha ai, tenho a impressão que Marina não vai levar o pleito mas
dentro dessa possibilidade creio que ela conta com o PT sim e
não é por ingenuidade não..é coisa orgânica mesmo. Isso assusta
muito progressista de ocasião e conservadores de plantão.
Dinah Cassandras? Não creio..pero
Ed Döer
28 de agosto de 2014 4:56 pmGunter,
A questão dos
Gunter,
A questão dos Estados, diz mais sobre a realidade política local de cada um do que o plano nacional. O brasileiro pode muito bem votar num candidato do partido A no seu Estado e votar no B no plano nacional, que no Estado está compondo com o C e por aí vai. E misturando os deputados e senadores na história, aí sim se percebe mais ainda o samba de crioulo-doido que é a política brasileira.
Não duvido que a Marina leve a eleição, mas o PSB deve sair menor no congresso do que em 2010. Eram 34, hoje são 24 (foi saindo gente no meio do caminho), sendo que 3 não concorrem (Beto, Romário e Márcio França) e a falta do Beto deve sacrificar os outros 2 do PSB gaúcho, que sozinhos não vingam, pois em 2010 eles tinham na coligação o Beto e a Manuela (que saiu para estadual provavelmente pensando em maior visibilidade para disputar a prefeitura de Porto Alegre). Lembrando que no PV a Marina só acrescentou 2 deputados aos 13 que o PV tinha em 2006. E hoje o PV só tem 8, mas não pesquisei pra ver a razão da queda, mas parte dos eleitos do PV em 2010 devem ter sido da Rede, imagino.
E seguindo a linha (com qual concordo parcialmente, pois temos divergências sobre onde e quando) que o PT se perdeu, em parte por ter sido governo por um longo tempo e perder o contato com a realidade, o ideal seria se afastar do poder para se reencontrar (e pensar em 2018 obviamente) e não fazer parte de um governo (que pode não dar certo), apenas por conveniência e para manter cargos.
morallis
28 de agosto de 2014 6:32 pmCreio que quem vai trabalhar
Creio que quem vai trabalhar com Marina é o PSDB, até por
sobrevivência., já o PT fica “no banco” ( Itaú..não) só vai entrar
em campo se o jogo ficar dificil e alguns jogadores começarem
a comer o “verde” gramado.Isso se ela vencer a eleição claro..
algo que ainda falta..falta..falta!
Sem posts.
Fabio.
28 de agosto de 2014 6:33 pmGunter eu estou com a mesma
Gunter eu estou com a mesma duvida, se o PT e o PSDB vão trabalhar juntos em um eventual governo da Marina, eu imagino que não. Vai entrar o discurso da “herança maldita” de tudo que foi feito nestes últimos anos pelo PT. O PSDB é que vai oferecer “ajuda”, pois esta na oposição e o PT vai esperar a volta do Lula em 2018, até lá o desmonte do que foi feito ate hoje será concretizado.O eventual governo da Marina vai parar a maioria das obras e muitos programas sociais,pois com o Andre Lara Resende como mentor “intelectual” nós já sabemos do resultado, vai ser um de “Volta Para o Passado, turbinado” e este pessoal esta faminto e com esta crise Mundial imagina quantas empresas fora do pais, esta turma vai poder comprar.
Demarchi
28 de agosto de 2014 1:26 pmO PSDB pode ficar tranquilo
A Marina já deu sinais de que eleita vai arrumar uma boquinha prá todos eles.
Raymond Goodventure
28 de agosto de 2014 1:59 pmO ocaso do PSDB, O PLANO B COM A FADINHA DO BANCO NATURAL
O sistema capitalista,e seus agentes mais empedernidos, pouco está preocupado quanto a cor do gato,desde que este pegue os ratos. Sejam Aécio, Marina, pastor Everaldo e quetais, o importante é que sejam agentes imbuídos de privatizar o Estado, engessando qualquer política soberana que impulsione a libertação do povo e a inserção deste às riquezas produzidas. Nosso país passou 500 anos sendo uma protetora mãe para os “escolhidos” e, uma madrasta para a maioria excluída. Quando se quebou essa lógica, no governo Lula, as vozes dissonantes puseram todo o seu exécito de descontrução em atividade. Não conseguiram com o “mensalão”, estão tendo dificuldade de hegemonizar um discurso de ineficiência e leniência com a corrupção no governo Dilma. Por isso, em última tentativa, acorrem em peso para a “anticandidatura de Marina, desde que ela se comprometa a descontinuar as políticas públicas implementadas pelo PT, entregando o Estado para os prepostos do capital.
Votar em ícones, imagens mercadologicamente trabalhadas, deságua em vazio de poder e na apropriação da máquina pública pelos aproveitadores de sempre. E, a certeza de que a candidata Marina fará ( se assim escolherem os eleitores) um governo medíocre e altamente impopular, está na afirmação de que ela só pretende ficar à frente do governo por um único período (?). Após o “serviço”, poderá voltar à floresta e viver sua “dolce vita” em companhia de outra fadas.
Liderar não é tarefa que se possa atribuir aos soberbos, mas àqueles que têm uma visão multifacetada do que significa estar à frente de uma nação tão complexa, com seus bônus e ônus, projetando e construindo um Brasil para um futuro mais equânime e includente. No mais, é pura propaganda iconográfica de agentes sem projetos plurais, estes, representam tão somente, interesses de grupos, a serviço de uma estrutura que está apodrecendo e, precisam como “Fênix”, de um novo representante em nossas plagas. A ORDEM É: REPRIVATIZAR O ESTADO BRASILEIRO.
Como sempre, o ônus recairá sobre os ombros da classe média e dos trabalhadores deste país.
Sergio SS
28 de agosto de 2014 2:11 pmTagutti, me parece que
Tagutti, me parece que inserir (e defender) o governo FHC foi uma imposição (ou acordo de cavalheiros) entre as partes para que Aécio tivesse caminho livre na sua campanha interna em ser candidato, unindo o partido em torno do Príncipe. Isto parece claro, pois FHC está ativo na campanha faz meses, coisa que não vimos em 2010 com o Serra.
FHC foi ressucitado e tem sido defendido pelo candidato. Isto parece tb ser estratégia para incentivar a militância tipicamente tucana, que defende os anos FHC com unhas e dentes. Óbvio que a estratégia não agrega nada nada nas intenções de voto do Aécio… portanto, é uma estratégia burra mesmo…rs
drigoeira
28 de agosto de 2014 2:24 pmO problema do PSDB é???
Eles são uma turma de cagão, não possuem criatividade, possuem o pensamento 8 ou 80, jogam a culpa de tudo nos outros.
Gardenal
28 de agosto de 2014 2:26 pmO FHC quebrou a oposição três
O FHC quebrou a oposição três vezes. Alkimin, Serra e Aócio.
Jorge Rebolla
28 de agosto de 2014 2:50 pmSó três linhas foram necessárias para ver que o autor…
…é de uma ignorância abissal. Alguém se meter a escrever sobre política desconhecendo as suas correntes é passar atestado de boçalidade.
O Tagutti não tem a menor noção do que seja o conservadorismo. Alguém diga ao tapado que uma certa dose de liberalismo econômico não torna ninguém conservador.
Chamar os tucanos de conservadores é coisa reservada aos estúpidos.
Renato Kern
28 de agosto de 2014 3:01 pmResposta a Rebolla
Os tucanos estão quase na extrema-esquerda.
aliancaliberal
28 de agosto de 2014 3:07 pmE só ver o seguinte em algum
E só ver o seguinte em algum momento da história brasileira o estado reduziu seu tamanho?
Em algum momento as liberdades individuais avançou?
A propriedade privada teve garantias?
O que se chama neoliberalismo é a reforma do estado interventor para que ele não entre em colapso, o intervencionismo apenas reduziu o impeto.
Daytona
28 de agosto de 2014 9:10 pmÉ só você responder o
É só você responder o seguinte
1) Houve redução no tamanho do Estado em vários momentos da história, como na República Velha, o que isso tem a ver com desenvolvimento?Absolutamente NADA, apenas um mantra que o senhor repete sem parar, como forma de reafirmar seu dogmas.
2) As liberdades individuais avançaram em vários momentos, mas costumam regredir quando figuras anti-democráticas, com discursinhos recheados de trololós neoliberais, assumem o poder.
Um simples exemplo, as ideias racialistas defendidas pelo Instituto Mises promovem a liberdade individual?
Hans-Hermann Hoppe, um de seus ídolos, defende que homossexuais, democratas, ambientalistas, etc. sejam fisicamente removidos da sociedade. Isso é promoção de liberdades individuais?
Walter Block, outro racista que o senhor admira, defende que os negros devem receber salários inferiores aos brancos, por serem geneticamente menos inteligentes que os brancos. Isso ajuda promover as liberdades individuais?
Percebe-se que as concepções “racialistas” que o senhor defende em nada contribuem para o desenvolvimento econômico de um páis e para a promoção de liberdades individuais. Muito pelo contrário, são ideias típicas das socciedades mais atrasadas e repressoras, baseadas no racismo e na exclusão.
stanilaw Calandreli II
28 de agosto de 2014 4:31 pmZé do Coturno
Rebolla, joga o coturno fora, que ele te atrapalha, meu rapaz!!
Jorge Rebolla
28 de agosto de 2014 2:58 pmAntes que me esqueça…
…em questões não financeiras considero-me um conservador, na economia depende das questões estratégicas relativas à soberania nacional.
Sendo um conservador moral sei que sou diferente dos tucanos. Como sei isto? Minha mãe possui dois seios, a dos tucanos duas carreiras de mamicas…
Marco Antonio Bergamaschi
28 de agosto de 2014 3:16 pmBoa análise. O ponto central,
Boa análise. O ponto central, na minha opinião, são as tentativas de desmonte de um conjunto de políticas sociais inclusivas, num país que ainda dá passos tímidos neste sentido e onde ainda vigora uma brutal desigualdade. Tudo em nome de mais eficiência, mais gestão, e não melindrar os agentes do mercado financeiro.
Acredito ser este a questão a ser debatida nestas eleições. É esta que é a nova política, manter os avanços sociais.
Motta Araujo
28 de agosto de 2014 4:30 pmA desigualdade só será
A desigualdade só será alterada com EDUCAÇÃO, bolsa familia não muda a desigualdade. Nenhum governo nos ultimos 50 anos teve um plano verdadeiro de melhorar o nivel educacional da população, o que a partir do governo militar se fez foi AMPLIAR as matriculas, sem se importar com a QUALIDADE DO ENSINO, temos muito mais estudantes no ensino universitario mas a qualidade geral do sistema baixou muito e estamos apenas fingindo que educamos.
A qualidade do ensino, POR CAUSA DA EXPANSÃO APENAS NUMERICA DAS MATRICULAS, piorou muito em todos os niveis, a educação elementar publica era muito boa no Brasil até 1960, o ginasio oficial era rigorosissimo , tudo isso foi por agua abaixo para ampliar as matriculas, formavamos poucos e bons, hoje formamos muitos e ruins, o Pais não ganhou nada com isso.
Mariana B
28 de agosto de 2014 5:18 pmAcordo Mec USaid
Realmente o aumento da oferta causa um impacto negativo na qualidade, mas não tenho muitos elementos para discutir sobre política educacional no governo dos generais… Talvez quem estudou ou planejou o sistema de ensino da época possa dizer os pontos negativos e positivos das reformas implementadas. O que deu certo? O que deu errado? O que fazer para melhorar a qualidade?
Daniel Krein
28 de agosto de 2014 6:50 pmA ditadura foi cruel, mas não apenas isso
Em 1968 o governo militar promoveu por decreto a reforma universitária, a melhor já feita no nosso ensino superior. Antes da reforma de 1968, o ensino universitário era ditado pelos chamados catedráticos, que escolhiam seus assistentes sem concurso nem dar satisfaçação a quem quer que seja. Não havia colegiados nos cursos para planejar as disciplinas, cada área era reino exclusivo do catedrático correspondente. Estes eram tão imponentes que sequer apagavam o que escreviam no quadro negro, um bedéu se incumbia de apagar o quadro sob as ordens do catedrático. A reforma era apoiada por jovens professores progressistas que haviam retornado de cursos de pós-graduação o exterior, principalmente nos EUA. Mas os setores conservadores, que dominavam inteiramente as escolas de medicina, engenharia e direito, faziam uma resistência ferrenha, à qual se juntou a miitância estudantil. Para cooptar a militância estudantil, os conservadores venderam a ideia de que a reforma ruim porque era fruto do acordo Mec-Usaid, cujo objetivo era consolidar o domínio americano da nossa educação.
Como esudante na época, fui inicialmente cooptado pela resistência, até entender que uma coisa não pode ser taxada de ruim só porque era apoiada pelos americanos.
Após a reforma de 1968, nossas universidade foram estruturadas institucionalmente. Cursos formais de pós-graduação começaram a surgir em todo o país, com o apoio do CNPq e da Capes. Desde então, o número de brasileiros com grau de doutor ampliou-se pela espantoso fator de mil!
Resumo: A ditadura militar foi cruel etabém mortal para parte de nossa cultura. Mas a universidade, a pós-graduação e a ciência que temos hoje nasceram com os militares, e tudo foi preservado e continuado desde então como programas de Estado.
Mariana B
28 de agosto de 2014 8:11 pmReformas na educação
Obrigado Daniel,
Sou dos anos 90… Não estudei nesse período, as únicas informações de que disponho são as do livro de Márcio Moreira Alves, Beabá MEC USAID (com cheiro de guerra-fria) e uma defesa de mestrado (2011, curso de história da UNESP) de Fabiana Pina. Depois dos seus esclarecimentos, e da observação dos resultados que o modelo atual de ensino superior tem registrado nas últimas décadas ampliei minhas perspectivas (inclusive quanto a algumas desconfianças típicas de uma mentalidade presa ao século passado e a imaginação conspiratória).
Daytona
28 de agosto de 2014 9:01 pmO bolsa família é essencial
O bolsa família é essencial para que haja educação. Graças a esse benefício, crianças que antes cortavam cana por R$100/mês, agora podem estudar e se alimentar direito. A visão do senhor é das mais primitivas, pressupõe que a solução é jogar em uma sala de aula um indivíduo faminto, que precisa crotar cana 10 horas por dia para muito mal prover suas necessidades mínimas.
O bolsa família é um projeto estruturalista, reconhecido como tal até por economistas ortodoxos, como Edmund Phelps, prêmio Nobel de economia que não economiza elogios ao programa.
É a elite brasileira, que conseguiu manter o país subdesenvolvido por séculos com seu pensamento provinciano e retrógrado, que não consegue admitir o desenvolvimento nacional por meio do povo brasileiro, que ela despreza com seu preconceito e racismo.
Juliano Santos
28 de agosto de 2014 3:59 pmCerto, só que a direita
Certo, só que a direita existe no Brasil e continuará existindo. O PSDB representa a centro-direita, desde que abdicou de promover o estado de bem estar social (well fair state) como acertadamente o disse Tagutti aí no post.
Não acho que o PSDB tende a acabar. Muito menos devido ao fenômeno Marina. Este sim tende a acabar pois é uma bolha. Não tem consistência, ao contrário do PSDB, que representa a direita orgânica.
Concordo com a parte que diz que os tucanos terão extrema dificuldade enquanto o Brasil não alcançar um nível de justiça social razoavel. Mas a partir daí volta para o jogo em igualdade de condições com o PT. É o tal “pendulo do Nassif”. Por enquanto o povo brasilerio precisa do Estado, e muito
Motta Araujo
28 de agosto de 2014 4:36 pmNão considero que exista uma
Não considero que exista uma direita conservadora propositiva no Brasil. O PSDB tem alguns traços de direita mas não é direita, Covas e FHC nunca foram de direita, os conservadores classicos tem um CONJUNTO DE IDEIAS baseadas na meritocracia que nunca existiram no Brasil, com partidos empreguistas e fisiologicos no geral, que pensam o Estado como muleta para tudo. Ter algumas pinceladas de direita não é ser um partido de direita. O DEM é um exemplo, partido coronelistico empreguista, que afora o Estado, diretorias de estatais, cargos de confiança para empregar, é direita apenas
como capa.
Daytona
28 de agosto de 2014 8:57 pmDesde o Império, a direita
Desde o Império, a direita brasileira se organiza em torno do Estado, misturando assuntos de Estado com seus negócios particulares. Essa falta de distinção entre o público e o privado é uma característica da direita brasileira, mesmo os defensores do Estado Mínimo baseiam suas propostas na redução de medidas sociais, com a preservação das regalias e privilégios desfrutados pela elite direitista. Por que a Globo não faz discursinho liberal contra as verbas públicas que ela recebe?
O senhor mesmo não confessou ter recebido favores do sr. Mário Henrique Simonsen, quando este era ministro da ditadura?
A preservação de privilégios é a marca do conservadorismo brasileiro.
A incapacidade de distinguir entre o público e o privado é outra característica do conservadorismo brasileiro, oriunda do extremado egoísmo da direita brasileira, originário na formação individualista da sociedade brasileira, na qual falta o senso comunitário. Isso é característica de sociedades com elevados níveis de desigualdade de renda, como a brasileira, característica que tende a se acentuar com a adoção dessa versão jaboticaba de liberalismo defendida desde antes a Independência.
Vide o exemplo dos EUA, sua prosperidade e desenvolvimento como uma sociedade capitalista moderna não veio dos valores cultivados no sul escravista e desigual, mas das sociedades de classe média do norte. Por isso a redução dos ultrajantes níveis de desigualdade da sociedade brasileira se apresentam como verdadeiro pré-requisito para a superação de nosso subdesenvolvimento.
hc.coelho
28 de agosto de 2014 7:45 pmE o pig
O principal motivo da breve extinção do psdb é o pig. O psdb achou um “companheiro” para esconder todos os seus defeitos e ainda atacar o inimigo pt. Pig sabidamente corrupto mas inimigo do meu inimigo então serve, e ainda pulou no seu confortável e quente colo, e ai… não tem jeito. Abandonou a arena política e ficou dando entrevistas risonhas na globo e só. Já pensou ter uma globo lhe mostrando todo dia? É tentador. Mas fatal.
Vejam que o alkimim sobrevive em sp somente com a defesa do pig e faz um dos piores governos do país e vai em frente, mas sem futuro. Até a terrivel seca eles escondem. Reduzido a zero. Quem será o pós alkimim? Ninguem.
O aécio arrecadou toda a proteção da imprensa mineira, o piginho, até corrompeu politicamente a itatiaia que sempre foi apolítica. Diz que fez tudo e o pig repete quando todos sabem que nada fez, e assim foi em frente. Nunca teve que trabalhar e mostrar serviço, e agora? Não fica nem em pé sozinho. Para candidato a governo do estado foi lá no baú encontrar um ex-fhc pimenta devidamente apimentado com uma denúncia de haver recebido 300.000 do marcos valério, mas não havia outra solução, ninguem, zero. Só conta com o pig local. Futuro, zero.
O apoio do pig foi fatal. Pode enterrar.
O pig é corrupto, desinformante,desrespeita até seus fieis, coitados, leitores, e destroi a política via psdb.
altamiro souza
28 de agosto de 2014 10:32 pmo
caso do psdb é que
o
caso do psdb é que definhará como o dem.
cncordo que o tiro no pé do psdb é adotar no discurso agora as mesmas teses que quebraram o país tres vezes.
acho que dilma vai levar, mas se marina vencer será uma aventura que nenhum sábio ou grande escritor poderá descrever no que vai dar.
será o jim das selvas de saias andando de cipó na avenida paulista.
Clever Mendes de Oliveira
29 de agosto de 2014 12:41 amFaltou a pimenta da teoria conspiratória: PT e PSDB mandando
Tagutti,
Bom texto. Não é um texto acadêmico, mas faz o apanhado de um modo geral.
Recomendo a leitura do meu comentário de domingo, 12/06/2011 às 13:42, para o comentário de Foo, enviado sábado, 11/06/2011 às 15:31, junto ao post “A mensagem de Dilma para os 80 anos de FHC” de sábado, 11/06/2011 às 14:51, aqui no blog de Luis Nassif com a transcrição da mensagem de Dilma Rousseff em homenagem aos 80 anos de FHC em sugestão de José Adailton e que pode ser visto no seguinte endereço:
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-mensagem-de-dilma-para-os-80-anos-de-fhc
Indiquei o post também para permitir a quem quiser fazer uma análise comparativa daquela época com a atual. Além disso eu faço menção a um texto saído no suplemento Mais que vale bem o procurar.
Agora, talvez valesse a pena ter um pouco de teoria conspiratória. Há mais tempo eu disse que nos salões da USP, o PT e o PSDB se reuniram para dividir o botim entre eles. Alguém me corrigiu dizendo que o PT seria da PUC e o PSDB da USP. A idéia continua valendo. E é importante observar que tinham a origem comum dos intelectuais da esquerda. O viés da PUC talvez tenha sido o fator que diferenciou o PT ao fazer o partido mais vinculado aos movimemtos de base. De todo modo, o PSDB não é da direita. Ele apenas busca contar com eleitores da direita. PT e PSDB se unirão para garantir para eles o cetro presidencial e assim evitar a presença de qualquer aventureiro. Há vinte anos que fazem a travessia. Não contaram com a queda do avião de Eduardo Campos.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 28/09/2014