Jornal GGN – O Ministério da Economia foi a pasta do governo Jair Bolsonaro (PL) que mais perdeu dinheiro com o Orçamento 2022.
O corte de verbas chegou a 52% (equivalente a R$ 2,5 bilhões), e pode afetar asa atividades da pasta já no primeiro semestre, segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo.
Uma das pastas que mais perdeu recursos foi a Receita Federal, cuja verba despencou de R$ 2,1 bilhões para R$ 1 bilhão, o que afeta diretamente a capacidade de funcionamento da autarquia.
Além disso, a falta de verba para regulamentar o bônus de eficiência exigido pelos servidores abriu uma onda de protestos que levaram à entrega de diversos cargos e até mesmo à greve.
Integrantes da pasta acreditam que tamanha redução foi uma retaliação do Congresso Nacional a Guedes, com quem as relações são turbulentas há algum tempo.
Por outro lado, pastas de aliados de congressistas ou que venham a favorecer redutos eleitorais dos parlamentares foram as mais favorecidas, seja com cortes marginais ou mesmo aumento de recursos.
Por exemplo: o Ministério da Cidadania, que já aumentou seus gastos por conta do pagamento do Auxílio Brasil, recebeu mais R$ 2 bilhões em despesas discricionárias, enquanto o Ministério do Trabalho e Previdência obteve R$ 1,1 bilhão.
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