4 de junho de 2026

Os dois tipos de Ministros da Fazenda

Por Motta Araujo

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Comentário ao post “Para entender o fator Guido Mantega

Grosso modo existem dois tipos de Ministros da Fazenda: o protagonista, grande operador político, como no Brasil foi Oswaldo Aranha por duas vezes, Walter Moreira Salles, Sebastião Paes de Almeida no governo JK,  Delfim Neto por largo período,  FHC no Governo Itamar, na Argentina Domingo Cavallo e depois Roberto Lavagna e Ministros burocráticos, como foi no Brasil Arthur de Souza Costa por 9 anos,  Marcílio Marques Moreira no governo Collor e a maioria de todos os Ministros da Fazenda.

O Ministro-protagonista-operador DOMINA completamente o Ministério e por consequência comanda a política econômica de forma inquestionável. Delfim nomeava inclusive os Secretários de Fazenda dos Estados e das capitais, obviamente só possível em um governo autoritário, mas em um governo democrático como o de JK, Paes de Almeida tinha comando completo do aparelho econômico do governo.

O Ministro-protagonista tem uma vantagem e um defeito. A vantagem é que os mercados tem um ÚNICO interlocutor com autoridade e credibilidade, o defeito é que passa a rivalizar com o Palácio em poder e autoridade e torna-se peça de difícil substituição porque é avalista do conjunto da política geral do Governo.

A grande vantagem desse perfil de Ministro é que pode ajustar a economia com rapidez e eficiência, sem muitos rodeios.

O Ministro-burocrata, como não comanda o aparelho todo, tem pouca autoridade frente aos mercados e sua palavra não é aceita pelo valor de face, o que tem um alto custo para a eficiência da macro economia.

Em um Governo estilo Dilma é praticamente impossível um Ministro-protagonista, a Presidente não delegaria poderes nesse nível, não é da índole dela.  Mantega passa a ser uma espécie de única solução, ele ou outro do mesmo perfil.

Crescimento em escala brilhante exige Ministro-protagonista-operador, por causa da eficiência na tomada de decisões, é claro que o personagem precisa ser intelectualmente superior, não adiante delegar muita autoridade a um medíocre.

O Ministro-protagonista geralmente depende da existência de um Presidente altamente seguro e que não tem medo da autoridade do Ministro, caso de JK com Tião Almeida ou de Getúlio com Oswaldo Aranha. Presidentes fracos preferem Ministros fracos que não sejam rival em poder de articulação politica.

A situação de Mantega tendo que conviver com um marxista incompetente em um cargo chave é marca registrada de sua administração, é impossível um comando eficiente se o Ministro não foi quem nomeou TODOS os seus subordinados. Subordinado é aquele que o Ministro pode demitir por telefone, hoje Mantega não pode demitir praticamente ninguém em seu Ministério, onde é mais porta voz do que fator de decisão.

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19 Comentários
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  1. Assis Ribeiro

    17 de dezembro de 2013 6:04 pm

    Tem o terceiro e o quarto

    O terceiro é o ministro-mercadista-petista.

    Esse tem uma vantagem e um defeito. A vantagem é que os mercados tem um ÚNICO interlocutor com autoridade e credibilidade, o defeito é que a grande mídia não gosta de ministros petistas..

    O quarto é o ministro-desenvolvimentista-petista,

    como não comanda (sic) os interesses do mercado  tem pouca autoridade frente aos mercados e sua palavra não é aceita pelo valor de face, (sic). A sua vantagem é que sua política econômica gera grande emprego, desconcentra a atividade de produção e diminui a desigualdade da população. A população e os presidentes o adoram.

    1. Jossimar

      17 de dezembro de 2013 8:17 pm

      Assis,
       
      tenho a impressão

      Assis,

       

      tenho a impressão que o Nassif está lendo muito a Economist.

    2. Motta Araujo

      18 de dezembro de 2013 10:55 am

      O que tem a ver a grande

      O que tem a ver a grande midia com a tese exposta? Não estamos tratando de midias.

  2. Vantuil Barbosa Filho

    17 de dezembro de 2013 6:07 pm

    Motta, quem entende de economia?

    porque o Nassif, bate cabeça desde 2005; elogia até a alma o Delfim Neto, aquele que dava o FIM nos 90% do poder de compra dos assalariados deste país, a Míriam Leitão, pra ele deveria ser ministra da economia; agora eu ti pergunto: já saiu as ruas esse final de ano, para as compras? digo, no meio do povão? ou tem nojo de povo;  Criticar, faz parte do jogo, e esse governo sabe muito bem ouvir as partes, agora, misturar esse governo e seus ministros da economia, com os outros anteriores subordinados ao FMI, ai,ai.

  3. alexis

    17 de dezembro de 2013 6:17 pm

    A pessoa e o cargo

    Na China aparentemente não importa se o Ministro da Fazenda é Bruce Lee ou Chai Kan Check (estou chutando nomes aqui), mas sim economia planejada e os planos e programas de desenvolvimento da China, como nação.

    No Brasil isso é muito difícil, não pela falta de desejo do Governo e do PT de desenvolver em forma planejado o Brasil, mas, pela quantidade de poderes paralelos e da influencia enorme do grande capital global acima das decisões soberanas do país. Sendo assim, a figura do Ministro, qualquer pessoa que seja, é de um mediador de múltiples interesses, onde apenas uma parte desses interesses pertence ao Governo e ao povo brasileiro.

    1. Assis Ribeiro

      17 de dezembro de 2013 6:50 pm

      (Sem título)

      http://mahideia.files.wordpress.com/2011/07/palmas.png

      1. alexis

        17 de dezembro de 2013 8:19 pm

        obrigado

        Obrigado Assis, e ainda vindo de você!

        Valeu demais!

  4. Diogo Costa

    17 de dezembro de 2013 7:19 pm

    A verdadeira razão das críticas e o festival de platitudes

    Guido Mantega é Ministro da Fazenda desde o dia 27 de março de 2006. Ou seja, desde o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Sua chegada ao Ministério da Fazenda foi efusivamente saudada, afinal de contas o antecessor, Antonio Palloci, era um entrave completo à política econômica do governo Lula.

     

    Palloci era um Pedro Malan que usava barba, e por isso a saída deste, para a chegada de Guido Mantega, marcou a benéfica e fundamental inflexão na economia política do governo Lula.

     

    Desde 27 de março de 2006, passando pela reeleição de Lula e pelo Crash de 15 de setembro de 2008 (maior crise econômica existente desde o Crash de outubro de 1929), até chegar ao fatídico ano de 2013, Guido Mantega foi festejado em todos os círculos econômicos de Pindorama.

     

    Apenas agora, em 2013, e sem nenhuma razão factível para tanto, Guido Mantega passou a ser o alvo preferencial dos críticos. Ora, onde já se viu um Ministro da Fazenda que expressa publicamente as suas preocupações com relação aos empregos de tais ou quais categorias? 

     

    Descreve o conservador missivista o fato de que Guido Mantega, segundo ele, é um “ministro fraco”, seja lá o que isto signifique… E diz que presidentes fracos preferem ministros fracos, para não ofuscá-los nas articulações políticas. Não é a pérola das platitudes?!

     

    Como já vimos, Guido Mantega é ministro da Fazenda desde março de 2006. Ou seja, de acordo com a premissa do ilustre conservador o ex presidente Lula era um “presidente fraco”, pois nomeou o “fraco” ministro Guido Mantega para a Fazenda, ainda em seu primeiro mandato! Isto não é uma formidável platitude sem nexo algum?

     

    Mas é preciso ir mais além, afinal de contas as platitudes, apesar de serem apenas platitudes, quase sempre encontram eco junto aos inocentes úteis. O conservador missivista rotula Arno Augustin, atual Secretário do Tesouro Nacional, como sendo um “marxista incompetente”. Outra pérola…

     

    Fica parecendo que Arno Augustin fora nomeado Secretário do Tesouro Nacional em 2013, e que em função disso o caos cataclísmico está definitivamente instaurado em Pindorama! Só que não. Arno Augustin é Secretário do Tesouro Nacional desde o mês de junho de 2007. Ou seja, é Secretário desde o início do segundo mandato de Lula! 

     

    Da mesma forma que Guido Mantega, Arno Augustin nunca foi contestado desde a sua nomeação, feita por Lula em junho de 2007, até o fatídico ano de 2013. Ele e Guido, junto com Dilma, foram os responsáveis diretos pela inflexão desenvolvimentista operada no governo Lula. Isso qualquer observador mais atento conhece desde sempre.

     

    Foram eles que varreram do Ministério da Fazenda os restos mortais do neoliberalismo fracassado dos idos tempos tucanos, representados por Pedro Malan e Antônio Palloci, e também por Fabio Barbosa e Joaquim Levy. Prestaram e prestam um enorme e indesmentível serviço ao Brasil por terem mandado para bem longe as teses fracassadas que deram origem ao Crash de setembro de 2008!

     

    A urubologia reinante que se verifica atualmente no Brasil nada tem a ver com o ‘perfil’ deste ou daquele ministro. Tem a ver com a sanha do neoliberalismo, que não admite e quer absoluta distância da atual política econômica, calcada no pleno emprego, nos aumentos reais do salário mínimo e na distribuição de renda.

     

    É por isso que Guido Mantega e Arno Augustin são tão odiados pelas viúvas do tucanato neoliberal e pelo capital financeiro. Sofrem pela correção das políticas públicas que estão implementando, com absoluto sucesso, desde o final do primeiro mandato de Lula (Guido Mantega) e desde o início do segundo mandato de Lula (Arno Augustin).

    1. A.Araujo

      17 de dezembro de 2013 7:39 pm

      Como Palocci “”era um entrave

      Como Palocci “”era um entrave completo à politica economica do Governo Lula”” se foi escolhido pelo proprio Lula?

      Nesse nivel de inteligencia nem é possivel debater, é muita pobreza de raciocinio.

      Lula gostava tanto de Palocci que o indicou para o Governo Dilma, como então ele seria um ENTRAVE à politica economica?

      1. Diogo Costa

        17 de dezembro de 2013 8:11 pm

        Impossível debater porque te falta raciocínio e conhecimento

        Mas é evidente que Palloci foi escolhido pelo próprio Lula. Mas é evidente que Palloci era um entrave à política econômica que está em curso desde a chegada de Guido Mantega ao Ministério da Fazenda. E é também evidente que o governo Lula iniciou sem a marca da ruptura com a política econômica do governo anterior, por absoluta falta de correlação de forças que possibilitasse uma brusca ruptura já em janeiro de 2003.

         

        A transição do neoliberalismo galopante para o modelo atual, centrado no pleno emprego, na distribuição de renda e no aumento da renda do trabalho como proporção do PIB não foi feita com uma varinha mágica de condão, tampouco por algum movimento iluminado d’algum iluminado ministro ou d’algum iluminado presidente da república. Superar a herança maldita oriunda do PSDB não era (e obviamente não foi) uma obra que poderia ser feita com base em arroubos retóricos ou com base em populistas medidas macroeconômicas.

         

        No início do governo Lula houve uma disputa renhida entre os desenvolvimentistas, capitaneados pelo Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu, e entre os monetaristas, capitaneados por Antonio Palloci. Não é por outro motivo que José Dirceu foi brutalmente bombardeado pela oposição fracassada e pela mídia venal desde o seu primeiro minuto como Ministro da Casa Civil (e nem estou falando sobre a farsa do “”mensalão””), em contraposição ao carinho que Palloci recebia do capital financeiro e das publicações neoliberais.

         

        Palloci só caiu, a bem da verdade, em função do caso da caseiro Francenildo. Mas esta queda foi um dos mais importantes momentos ocorridos no primeiro mandato de Lula. Ainda bem que caiu Palloci e ainda bem que Guido Mantega assumiu o Ministério da Fazenda. Lula jamais teria conseguido romper com a herança maldita dos neoliberais se Palloci tivesse permanecido no Ministério da Fazenda!

         

        O governo Lula teve a mais positiva e correta inflexão econômica justamente após a queda de Antonio Palloci, o que se confirmou com o apoio popular nas urnas em 2006, com o lançamento do PAC no início de 2007 e, paradoxalmente, com o estouro do Crash de setembro de 2008, que permitiu ao governo federal largar de vez os mantras fracassados e os destroços do neoliberalismo que ainda rondavam o governo Lula, acossado pela mídia venal.

         

        Quanto ao fato de Palloci ser nomeado Ministro da Casa Civil do governo Dilma, onde ficou entre janeiro e junho de 2011, isto não tem absolutamente nada a ver com política econômica, mas sim com essa tal de “articulação política” que tu citaste no teu texto conservador e cheio de platitudes.

        1. Renato Teixeira

          17 de dezembro de 2013 11:08 pm

          É fácil falar estas besteiras
          É fácil falar estas besteiras para um público que não contesta, não busca informações…onde você viu, meu caro, que Dirceu apanhou desde que assumiu a Casa Civil? Dirceu era considerado, no início, junto ao Palocci, o verdadeiro governo. Era quem de fato decidia, pensava, agia. A lua-de-mel com a imprensa, óbvio, passou. A do Palocci demorou mais. Mas, enfim, jogar para a platéia a favor é tão gostoso, né…porque é fácil!

          1. Diogo Costa

            18 de dezembro de 2013 1:00 am

            Pangaré revoltado com a própria burrice…

            O problema de alguns platelmintos, como este que não sei nem de onde surgiu, é que não conhecem absolutamente nada da história dos governos de Lula ou Dilma. E ainda quer dar lições para outrem! Bom, já que tu é tão “esperto”, deveria saber que Lula arbitrou vários conflitos durante todo o seu mandato.

             

            Dentre estes, um dos maiores conflitos existentes dentro do governo na época, que era justamente o que eu citei nos comentários anteriores. Mas eu não me surpreendo ao ver que um completo ignorante que nem tu não saiba algo sobre isso…

             

            Afinal de contas, alguém que escreve falando em “lua de mel” com a imprensa, e que não sabe absolutamente nada sobre as disputas econômicas que haviam no início do governo Lula, que não sabe absolutamente nada sobre as disputas entre os desenvolvimentistas e os monetaristas no início do governo Lula, sequer crédito merece.

          2. Renato Teixeira

            18 de dezembro de 2013 1:13 am

            Quantos argumentos!!

            É verdade, Sr. Diogo Costa! (será este mesmo o nome?)

             

            À falta de argumentos, não respondeu o que eu comentei. Simplesmente me atacou. Como disse, repito: fácil falar para a platéia petista, sendo um deles. Fácil falar para a platéia peessedebista, sendo um deles, e por aí vai.

            Agora, sinceramente, alegrou meu dia!!! Platelminto??? rsssssssssssssss Pangaré, revoltado com a própria burrice??? rsrsrsrs você é realmente hilário!!! Agora, por favor, baixe as 2 patas dianteiras e, daqui por diante, será que pode agir civilizadamente??? Esse ataque à pessoa, comum nos seus comentários, é, também, comum às ultra-direita e ultra-esquerda, beira o fanatismo. Manusear números, confesso, você sabe bem. E eu também! De resto, parece-me que é, sempre, o espelho de seus comentários: se pretende professoral, quer-se inquestionável. Se contrariado, sai por aí soltando coices (já pedi, baixe as patas dianteiras, ou, se preferir, e eu prefiro, mantenha-se ereto, firme, evolua!). Creio que você possa mais que isso! Vamos…você é capaz!!

          3. Diogo Costa

            18 de dezembro de 2013 1:29 am

            Platelminto choroso ri da própria ignorância…

            Quem não trouxe um único argumento para esta discussão foi vossa senhoria. E não trouxe porque não tem capacidade para tanto. Fez um primeiro comentário completamente imbecil, sem um único argumento sequer, e que apenas serviu para tentar desqualificar pessoalmente o outro interlocutor. 

             

            Agora que o platelminto coprófago teve a devida resposta aos ataques que desferiu contra mim, se faz de vítima! Comportamento típico de uns e outros que existem por aí… Não trazem um único argumento sequer para o debate, atacam o interlocutor e quando recebem a justa e devida resposta se fazem de vítimas das “agressividade” daqueles que eles mesmos atacaram. Isto nem original é.

             

            No mais, encerro por aqui. Debater com alguém que apenas atacou, desde o primeiro comentário, com alguém que não trouxe um único argumento sequer para o debate (porque não os tem), com alguém que se dá ao luxo de desferir o primeiro golpe e depois, quando toma a resposta, ainda se faz de vítima, definitivamente não é o meu esporte preferido.

             

            Já tive intensos e produtivos debates aqui no blog, mas para tanto é necessário que o outro comentarista tenha condições de empreender este debate, o que não é o teu caso.

          4. Renato Teixeira

            18 de dezembro de 2013 1:44 am

            Você é hilário!!!

            Continua sem argumentos! Aliás, quase sempre assim…quem sabe amanhã venha com um texto pronto. Ou busque algum já postado anteriormente. Detalhe, sabichão: aponte onde, na resposta primeira ao seu comentário, eu o ataquei…sinceramente, beira o patético!

            O nível realmente está péssimo. Quando você foi banido deste blog, à época achei que foi solução meio despropositada. Revejo o que pensei, à época…sinceramente, você está certo numa afirmação: não tenho mesmo argumentos. Não para discutir com pessoas com o seu comportamento. Não me submeto a isso. Repense…talvez baixar as duas patas dianteiras seja, mesmo, uma boa idéia! Ou, então, que as levante decentemente, ereto, meu caro.

            O mais engraçado é que você é o primeiro a falar do J. Serra, no que se refere a estes mesmos comportamentos que demostra!

            Rapaz, caso fosse meu filho, voltaria para meu colo e, de bruços, levaria bons tapas na bunda, para aprender a respeitar quem pensa diferente de vc! Não sei sua idade. O que sei é que educação, realmente, é para poucos!

          5. Diogo Costa

            18 de dezembro de 2013 1:59 am

            Coxinha choroso quer a volta do AI-5 ao blog do Nassif!

            Lamento por ti, mas Luis Nassif não seguirá o teu autoritário desejo. Este desejo secreto, agora exposto de forma cabal, apenas demonstra um certo complexo de inferioridade da tua parte. Talvez um psiquiatra pudesse te ajudar…

             

            Não se sinta culpado por não ter argumentos, isso se resolve pesquisando e escrevendo-os. Tente ler um pouco mais, e de preferência livros sobre economia ou política (gibi do Chico Bento ou do Pato Donald não vale…).

             

            Também não se leve tão a sério, tua importância neste espaço é microscópica, do tamanho dos teus argumentos. Mas isto não é um problema em si, e para resolver esta questão basta que a pessoa se disponha a defender teses e a interromper os ataques gratuitos.

             

            Por fim, e quanto aos ataques gratuitos, também não se preocupe muito, os “arranca rabos” sempre existiram em maior ou menor grau, só não vale se fazer de vítima depois de atacar! Tampouco vale defender a volta ou a introdução do AI-5 aqui no excelente blog do Nassif…

          6. Renato Teixeira

            18 de dezembro de 2013 12:04 pm

            Coxinha choroso, complexo de

            Coxinha choroso, complexo de inferioridade e por aí vai! rssssss Continuo rindo de ti! Caro, realmente como suspeitava, difícil argumentar fora da sua platéia. Quanto ao desejo que me imputa, o AI-5, etc, “relaxe e goze”: 1) não é meu desejo, somente uma constatação. Você age assim, não é de hoje, mas o médico avisa: não pode contrariar…enfim. 2) quem quer calar “no grito” quem ousa discordar é você e seu histórico está aí para provar.

            Quanto à leitura, pode ser A Turma da Mônica???rsssss garanto a você que de lá sai um compêndio sobre Estado! Quanto a politica, o que me sugere? Stalin, Lenin? Gramsci? Já os li…todos…confesso que, através deles, entendo pessoas como você. Bárbaro isso, não? Repense, meu caro…siga meu conselho: levante as patas dianteiras, evolução da espécie é isso, também…ou, então, as assuma as 4 no chão, de vez. Você é uma caricatura destes tempos! Retrato fiel do Pensamento Único. Tudo dentro do Partido. Nada fora ou além dele. Pena…tenho certeza, vc pode mais que isso! Voltando ao que, inicialmente, disse…no primeiro comentário em resposta ao seu: sobre a falácia, sempre requentada, de que a imprensa foi desde o início dos tempos, contra o PT: você sabe que não é verdade. Como também não é verdade que a imprensa (ou mídia, como vocês gostam de dizer) sempre bateu em DIrceu, desde o início.

            Reitero, meu caro: não sei se age assim na vida “real”, “presencial”, até creio que não. Acredito que tenha este comportamento somente aqui, protegido pela tecnologia, pelo “anonimato”. Provavelmente até tenha um certo prazer, como quem diz, ou pensa: eu sou bom! Está vendo como eu “bato”! Isso justificaria o que escreveu, acerca da minha importância (falta dela) neste espaço. Confesse-me: aqui é o único espaço onde se sente importante?  Talvez seja um caso de válvula de escape. Já parou para pensar nisso? De resto, não me preciso importante aqui, acolá, em qualquer lugar. Importo ao que me proponho importar, ao que me faz diferença. Uso este espaço, há muito tempo, como uma contrapartida de outros espaços ditos de direita, onde posso filtrar informações, comparar, pensar a respeito e chegar um pouco mais perto da verdade fática, sem a manipulação de um lado ou de outro. Mas isso, eu sei e, sinceramente, sem ironia, sei que é difícil a você entender que possa existir algo ou algúem fora desse maniqueísmo, desse nós X eles, que, segundo este lado, iniciou-se com J.Serra e que, segundo o outro lado, iniciou-se com Lula. Ocorre que ambos os lados agem assim. E você, reitero, é uma caricatura exata destes tempos!

          7. Martha Mannes

            28 de dezembro de 2013 12:26 am

            Polêmica

            …li TODOS os posts… Você é grande!!! Deveria fazer humor, amigo… Algo como o Casseta II, hehehe! Tou morrendo de rir com sua falta de aptidão para “polemista”, hehehe! Tadinho de você… tomou um laço huahuahua!! Coitadinho! Vai tomar seu leitinho e deixa os assuntos sérios para os intelectuais… Ou mude de blog: o Constantino vai te admirar muito, a ti e a tua “inteligenSia”! Tadinho! 

  5. Alexandre Weber - Santos -SP

    18 de dezembro de 2013 1:12 am

    2 tostões

    A política econômica do governo Dilma contrariou, contraria e se Deus quizer continuará contrariando os interesses financistas que reinam por aqui e não produzem um prego que seja, bastando-se em se locuplearem do esforço dos brasileiros e das riquezas da Nação.

    O Motta, com sua peroração de fracos e fortes surtou hoje.

    Sem encompridar muito, na minha opinião, o que abre o flanco da área econômica para as críticas e maledicências é a falta de entrosamento (pelo motivo que for) entre os diversos departamentos do governo, o que será corrigido na reforma ministerial e algo que para mim é bom, a imensa vontade e ambição da Dilma de acertar em muitos alvos ao mesmo tempo, o que não é ruim, pois o Brasil têm pressa.

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