Tacla Duran se torna colaborador da justiça de Andorra, por Luis Nassif

Uma notícia publicada hoje em La República, diário peruano, coloca uma dúvida a mais nos métodos da Lava Jato.

A notícia “Jueza de Andorra, uma valiosa aliada” fala sobre a colaboração entre o Ministério Público local e o de Andorra, que permitiu mapear os subornos da Odebrecht no país.

A reportagem cita o advogado Rodrigo Tacla Durán, apresentando-o como “colaborador” da justiça de Andorra.

Segundo o diário, Tacla Durán se converteu em um dos principais informante da juíza de instrução Canólic Mingorance. Ao diário, ele declarou que a Odebrecht subornou mais de mil pessoas na América Latina, de todos os partidos, de esquerda e direita, do governo e da oposição. E não apenas políticos.

A partir das informações de Duran, a reportagem narra o modo de operação do grupo. Havia um sistema de comunicação para não deixar nenhum rastro na movimentação do dinheiro, nem obrigar os funcionários beneficiados a se locomover até Andorra. Os encontros eram na Espanha, França e mesmo em Lima.

O BPA cobrava comissão e registrava as transações em uma contabilidade paralela, através da offshore panamenha Landstreet.

As informações de Duran ajudaram a rastrear as atividades do BPA no Panamá e no Uruguai.

Tacla e a Lava Jato

Nenhuma dessas informações interessou à Lava Jato.

Duran começou a trabalhar com a Odebrecht em 2007. Quando estourou a Lava Jato, foi trabalhar na defesa da companhia, tendo acesso a documentos que não poderiam ser informados para qualquer advogado. Fez parte de uma equipe da casa, incumbida de uma triagem prévia dos documentos.

Nesse trabalho, aprendeu o modo de operação do marqueteiro João Santana.

Segundo sua versão, Santana era marqueteiro da Odebrecht, não de Lula ou de outros presidentes latino-americanos.

A Odebrecht vendia pacote: financio sua campanha, obras são importantes para plano de governo e vamos buscar recursos em bancos de desenvolvimento. E forneço o marqueteiro e os recursos de campanha.

O depoimento de Duran não interessou à Lava Jato, por fugir da narrativa criada, de colocar Lula no centro do esquema.

Ele chegou a ser procurado pelo procurador Roberto Pozzobon. Em uma reunião a dois, Pozzobon o teria informado sobre o teor do depoimento que seria aceito em um acordo de delação premiada, assim como a punição. Tacla não aceitou.

Ele se pretendia apresentar apenas como um colaborador que prestava serviços à Odebrecht. A Lava Jato pretendia enquadrá-lo no centro de um esquema em que transitava dinheiro de várias empreiteiras.

As relações com a Lava Jato azedaram de vez e, para não ser preso, Tacla fugiu para a Espanha, onde estava protegido pela dupla cidadania.

No dia 11 de abril de 2017 foi denunciado por práticas na Petrobras.

A guerra de informações

Desde então, Tacla resolveu encarar a Lava Jato. Alegou estar sendo perseguido por não aceitar a narrativa que tentavam lhe impor.

Da Espanha, vazou um projeto de livro, onde denunciava o advogado Carlos Zucoloto Junior de lhe propor facilidades junto à força-tarefa, redução das multas impostas, mediante o pagamento de R$ 5 milhões por fora.

Para surpresa geral, antes que Zucoloto se pronunciasse, o amigo Sérgio Moro saiu em sua defesa, sustentando que não se poderia confiar na palavra de um réu – como se toda a Lava Jato não tivesse sido montada em cima de delações de réus confessos.

Logo depois, foi divulgado pela revista Veja documento da Receita Federal na qual se vê que o escritório de Tacla tinha como correspondente em Curitiba o escritório do qual são sócios Carlos Zucoloto Junior e Rosângela Moro, respectivamente primeiro amigo e esposa de Sérgio Moro.

Pelo que consta, o escritório tornou-se correspondente de Tacla há tempos, para tratar de temas de interesse em Curitiba, terra de sua mãe, onde havia alguns conflitos por herança.

A guerra das informações prosseguiu com matérias do Estadão tentando desqualifica-lo, algumas delas baseadas em artigos publicados pelo site Altaveu.com, de Andorra, do proprietário do banco BPA, denunciado por ele.

No dia 18 de setembro passado, Sergio Moro solicitou ao Ministério Público Federal, no âmbito do tratado de cooperação com a Espanha, a intimação par Tacla responder a uma ação penal:

Expeça a Secretaria pedido de cooperação jurídica internacional tendo por base o Acordo de Cooperação e Auxílio Mútuo em Matéria Penal entre a República Federativa do Brasil e o Reino da Espanha celebrado em 22/05/2006 e promulgado no Brasil pelo Decreto no 6.681, de 08/12/2008.

Por meio dele solicite-se a citação de Rodrigo Tacla Duran para responder à ação penal com prazo de dez dias para apresentar resposta.

Solicite-se ainda a intimação para comparecimento em audiência no prazo de 10 dias úteis perante este Juízo para viabilizar a continuidade da ação penal, sob pena de revelia.

A intenção de Moro seria manter o caso sob seu controle absoluto. O pedido foi indeferido pelo Tribunal de Audiencia Nacional da Espanha. Tacla poderia ser processado pelas autoridades espanholas, “desde que sejam enviados os meios de prova necessários para que seja dado início à persecução penal naquele país”, conforme ofício endereçado ao procurador Deltan Dallagnol pelo procurador Douglas Fischer, Secretário de Cooperação Internacional da PGR.

Para alcançar o intento, Moro teria que apresentar mais do que delações contra Tacla. Sem provas, a justiça espanhola não atenderá a Moro.

Aliás, pela clara impossibilidade do pedido ser acatado, a impressão que ficou é que Moro pretendeu apenas atrasar os acordos de cooperação e Tacla com a justiça de outros países.

Agora, com a Justiça de Andorra aceitando-o como colaborador, fica fortalecida a versão de Tacla, de que sua delação não foi aceita por não atender aos objetivos políticos da Lava Jato.

32 Comentários

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Marco Sousa

- 2017-10-12 03:04:16

LJ

Todo um processo (enxadrístico) de politicagem internacional com a mais (virurenta) participação nacional para destruir o próprio país, suas leis, seus direitos, sua economia e todas as suas riquezas são encontradas na mais profunda especialização pelo "lavajateiros" da República do PR. Uma coisa dessa, com um povo dígno, naturalmente, nem teria começado, mas se, contudo, todavia tivesse começado essa gente da LJ seriam quimados vivos.

Luiz Carlos Oliveira

- 2017-10-09 17:27:06

Resumindo a ópera bufa: Ou
Resumindo a ópera bufa: Ou inclui Lula na delação ou nada feito. Incluir a sra. Moro, nem pensar. Nem é preciso, pois já sabemos de tudo o que o casal fez no verão passado. A farsa é cada vez mais farsa. Com "os de casa" protegendo "os de casa".

Carlos Adonias

- 2017-10-08 01:50:44

Não podem mesmo. Ao contrário

Não podem mesmo. Ao contrário dos torturadores do golpe de 64, os propineiros da lava jato não serão anistiados. Nunca!

 

Carlos Adonias

- 2017-10-08 01:29:50

Pelo visto o Sr. Josias de

Pelo visto o Sr. Josias de Sousa anda mal das pernas com sua sinecura nas páginas dos Frias.

Como só é percebido na Toca da Folha pelos descerebrados habitantes da república da coxinália resolver colocar uma armadilha através desse link propoagado pelo Sr. Pedro Augusto. Seria, talvez, um codinome do careca da folha?

João Alexandre

- 2017-10-06 23:55:20

Assino embaixo!

Concordo plenamente! Além de competente na escrita, tem coragem.

Snaporaz

- 2017-10-06 23:54:21

Os anarquistas  italianos e

Os anarquistas  italianos e espanhóis, costumavam apregoar,  que a batina e a toga  davam  melhores cordas para enforcar  seus respectivos usuarios....

 

lenita

- 2017-10-06 18:57:20

João B Figueiredo

Como dizia nosso "saudoso" ultimo ditador ( ou penúltimo ?), "Prefiro o cheiro dos cavalos  ao de muita gente !"

Erico Martins

- 2017-10-06 18:02:38

Re: O maior ladrão do Brasil

US$ 5 Milhões cada sentença vendida!? Os U$ 5 milhões foram cobrados de uma cara que tinha roubado U$ 15 milhões (e recebeu o dinheiro roubado de volta!). Será que o moron não segue o exemplo do idolo dele o aécinho 1/3?

Marcelo33

- 2017-10-06 16:59:58

Não vai cair por que TODAS as

Não vai cair por que TODAS as instituições Brasileiras estão infestadas de traidores e lesa-pátrias como ele.

Marcelo33

- 2017-10-06 16:59:06

O problema é quem prendÊ-los 

O problema é quem prendÊ-los  e condená-los ??

Eles são o judiciário ?? Vão se absolver. 

E as forças armadas lesa-pátria e eles estão dão mesmo lado.

OS traidores da pátria venceram por falta de adversários nas instiruições. Não tem uma instituição no Brasil que não esteja infestada de traidores, a única que não era encabeçada por um era o executivo.

E 99,99% da população armada do Brasil é traidora e lesa-pátria.

Esse país está morto.

Pedro Augusto

- 2017-10-06 16:28:24

Lula aborda mentiras e

Lula aborda mentiras e ladrões

 

http://mundovelhomundonovo.blogspot.com.br/2017/10/lula-aborda-mentiras-e-ladroes.html

 

 

       

Ana Bednarski

- 2017-10-06 14:50:05

Moro devastou o Brasil, mas tenho consolo de saber que Lula verá

o juiz sendo desmacarado, graças aos judciários estrangeiros é claro!!!

Cafezá

- 2017-10-06 14:41:23

Moro vai levar um duran logo,

Moro vai levar um duran logo, logo. Que espetáculo!

CBarros

- 2017-10-06 12:58:00

Prisão de Nuzman

Essa prisão do Nuzman tem um destino certo: Lula. Podem escrever.

Maria Luisa

- 2017-10-06 12:26:30

Castelo de areia

Ja que nenhum dos envolvidos com a Lava Jato tem coragem e pode denunciar o sistema criado em torno das delações, vai ser quem estiver fora, com indicios fortes ou provas, que podera quebrar o esqueleto da Lava Jato. Ja faz tempo que percebemos que ha toda uma estrutura montada em torno das delações premiadissimas.

Em outraq circunstânicas, o juiz Sergio Moro, os procuradores e delegados envolvidos, estariam todos afastados dos cargos e respondendo à inquérito. Eh incrivel o que esta acontencendo no nariz do STF. E deve ser uma briga de facção das boas dentro do Judiciario, MP e PF.

jossimar

- 2017-10-06 12:10:28

Há tempos tenho dito que

Há tempos tenho dito que TODOS os integrantes da lava rato, inclusive aqueles que participaram desta farsa por apenas uma hora, deveriam ser demitidos do serviço público, processados e preso por no minimo trinta anos, sem qualquer benefício que pudesse reduzir as penas.

Os estragos que fizeram ao país, às intituições, às empresas, aos projetos acionais, aos trabalhadores brasileiros, a convivência entre as pessoas, os rastro de ódio espalhado pelo país, etc etc etc não tem como ser medidos sob qualquer métrica.

Infelizmente não temos pena de morte porque no caso destes bandidos travestidos de juízes, procuradores e delegados da pf, inclusive os integrantes da mídia que os apoiaram nesta destruição, mereciam no mínimo o fuzilamento.

j.marcelo

- 2017-10-06 11:19:56

Pôxa ggn,postaram quatro
Pôxa ggn,postaram quatro comentários repetidos do Luís Campinas e eu colaborador frequente muitas vezes atrasam por no mínimo duas hs meus posts e colocam vários a frente(sacanagem)isso acontece muito nos "artigos não Nassif!" Obs: Nassifão, alguém aí da moderação desestimula os comentaristas frequentes com estes atrasos,não querem trabalhar direito,é proposital,mas são seu braço direito pega leve com eles,se for parente ACHO q vc tá lascado!

João de Paiva

- 2017-10-06 11:09:57

Tacla Durán tem um paiol de munição contra a ORCRIM lavajateira

Prezados,

Como tenho comentado, Rodrigo Tacla Durán, que atuou como advogado-doleiro da Odebrecht, deve ter suas declarações e notas à imprensa analisadas e avaliadas com cautela. Mas até agora tudo que ele disse ou fez publicar por meio de sua defesa mostra que se trata de uma pessoa organizada e meticulosa, que guarda consigo provas documentais/materias das informações que faz chegar ao público. A aceitação da colaboração pela Justiça de Andorra (que não é essa síntese das oligarquias escravocratas, plutocratas, privatistas e entreguistas que vemos por aqui) mostra que Durán tem provas capazes de sustentar o que vem dizendo ou publicando.

Pelo pouco que já expôs em relaçao à Fraude a Jato, Rodrigo Tacla Durán deixa claro que possui uma paiol de munição contra essa ORCRIM institucional e os métodos mafiosos - típicos do crime organizado - de que se valem os procuradores e juiz lavajateiros, além das facções da PF envolvidas ou integrantes dessa ORCRIM. Notem os leitores o desespero de sérgio moro e do boquirroto carlos lima, do MPF. Além das incongruências - como essa de tentar desqualificar as denúncias de Tacla Durán por ser ele uma pessoa investigada e "foragida" da "justiça" brasileira - sérgio moro se entrega, ao agir como advogado de defesa de Carlos Zucollotto Jr., amigo íntimo do torquemada das araucárias e sócio da esposa deste, rosângela wolf moro. Para piorar a situação do juiz e procurador lavajateiros, ambos MENTIRAM, ao dizer que o escritório de que rosângela moro era sócia não atuava em causas criminais, mas somente na trabalhista; Documento da RFB, antes omitido pelo MPF, mostra/prova que rosângela moro recebeu honorários do escritório em que atuava carlos zucollotto, desmentindo outra declaração de sérgio moro.

Tudo o que foi relatado acima dá muita credibilidade à principal acusação feita por Rodrigo Tacla Durán contra os lavajateiros: a de que pediram propina, para reduzir o valor da multa e a pena a que ele seria submetido, se aceitasse os 'termos do acordo de delação premiada que oa lavajateiros querriam lhe impor'. Asssitindo a uma palestra de um ex-porocurador da república na noite de ontem, tive a certeza e a confirmação de que o modus operandi da ORCRIM lavajateira é impor a narrativa que corrobore a tese acusatória eleborada a priori, estabelecendo quem os investigados presos irão delatar, em que termos isso deve se dar, assim como as pessoas que devem ser poupadas da alcagüetagem e os fatos (mesmo que sejam fortes indícios de prática criminosa) que devem ser omitidos, para não comprometer certos atores políticos, econômicos e do sistema judiciário.

Enfim: se Rodrigo Tacla Durán não for "silenciado", "sumido" ou "suicidado", como o reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, ele pode prestar um grande serviço público ao Brasil, ao revelar os métodos mafiosos, de organização criminosa, que foram, desde o início, a tônica dos lavajateiros. Note-se que com revelação de que João Santana era marqueteiro da Odebrecht e não do PT, Rodrigo Tacla Durán desconstrói completamente o que o casal de publicitários - após prisão, coações, chantagens e ameaças - foi obrigado a dizer aos lavajateiros. Embora completamente inverossímeis e sem qualquer prova do que alegaram no acordo de delação com o Fraude a Jato, João Santana e Mônica Moura foram soltos, após pagarem multa milionária (provavelmente também uma propina) e hoje curtem o conforto e luxo de suas mansões, sem serem citados e muito menos achacados pelas ORCRIMs midiática e lavajateira.

 

Jus Ad Rem

- 2017-10-06 06:48:45

Esse negócio de atacar um e

Esse negócio de atacar um e poupar outro ainda vai acabar mal para Moro.

Juiz tem que ser juiz e não militante político.

Um dia a casa vai cair.

Serjão

- 2017-10-06 05:52:11

Pau que bate em Chico, não bate no Francisco

o amigo Sérgio Moro saiu em sua defesa, sustentando que não se poderia confiar na palavra de um réu – como se toda a Lava Jato não tivesse sido montada em cima de delações de réus confessos.

maria rodrigues

- 2017-10-06 03:52:00

Adoro ler essas notícias

Adoro ler essas notícias envolvendo a mulher de Moro, e Moro preocupado com os resultados do imbróglio. É como se me restasse a única esperança de ver alguma sujeira mais nítida, mais concreta e plausível de quem a gente tem certeza que um dia vai estourar como pipoca na panela quente. 

luis campinas

- 2017-10-06 01:13:18

O problema é o tempo!!!

Moro tem as cartas na mão. Joga com o tempo. Eles têm já mais ou menos o período para condenação de Lula. Se estiver impssiblitado é o que interessa. Se depois lá na frente depois de um novo presidente e tudo mais, se apurar a verdade, inês é morta!

O que valeria mesmo é alguém do tipo The Guardian com uma entrevista daquelas de arrepiar onde ficasse claro que Moro e os procuradores queriam uma coisa e que foi oferecido grana. Pegar esse material e garimpar muito! 

luis campinas

- 2017-10-06 01:13:10

O problema é o tempo!!!

Moro tem as cartas na mão. Joga com o tempo. Eles têm já mais ou menos o período para condenação de Lula. Se estiver impssiblitado é o que interessa. Se depois lá na frente depois de um novo presidente e tudo mais, se apurar a verdade, inês é morta!

O que valeria mesmo é alguém do tipo The Guardian com uma entrevista daquelas de arrepiar onde ficasse claro que Moro e os procuradores queriam uma coisa e que foi oferecido grana. Pegar esse material e garimpar muito! 

luis campinas

- 2017-10-06 01:12:49

O problema é o tempo!!!

Moro tem as cartas na mão. Joga com o tempo. Eles têm já mais ou menos o período para condenação de Lula. Se estiver impssiblitado é o que interessa. Se depois lá na frente depois de um novo presidente e tudo mais, se apurar a verdade, inês é morta!

O que valeria mesmo é alguém do tipo The Guardian com uma entrevista daquelas de arrepiar onde ficasse claro que Moro e os procuradores queriam uma coisa e que foi oferecido grana. Pegar esse material e garimpar muito! 

luis campinas

- 2017-10-06 01:12:31

O problema é o tempo!!!

Moro tem as cartas na mão. Joga com o tempo. Eles têm já mais ou menos o período para condenação de Lula. Se estiver impssiblitado é o que interessa. Se depois lá na frente depois de um novo presidente e tudo mais, se apurar a verdade, inês é morta!

O que valeria mesmo é alguém do tipo The Guardian com uma entrevista daquelas de arrepiar onde ficasse claro que Moro e os procuradores queriam uma coisa e que foi oferecido grana. Pegar esse material e garimpar muito! 

jose carlos vieira

- 2017-10-06 00:40:07

carteira

não falam porque fazem parte.

C.Poivre

- 2017-10-05 23:58:18

Mais uma do juizeco

Juizeco de Curitiba quer grampear conversas de advogados com clientes:

 

https://www.facebook.com/Conversa.Afiada.Oficial/videos/2005902936103224/

Jorge Fernandes

- 2017-10-05 23:44:35

O maior ladrão do Brasil

US$ 500 Bilhões do Banestado

R$ 480 Milhões da APAE

US$ 5 Milhões cada sentença vendida

Celso Paulo da Silva

- 2017-10-05 21:41:40

Algo me diz que um certo juix

Algo me diz que um certo juix de  curitiba corta um prego 17 x 27 todas as vezes que ouve este tipo de not´cia. Quem tem ... tem medo, já dizia o filósofo teodoro, o grande.

Lucio Vieira

- 2017-10-05 21:38:58

É o caminho da ditadura das corporações

E em países onde a justiça aceita passivamente a isto, a coisa piora.
A pior coisa do que se sabe da JBS por exemplo é dizer que tinha "na sua carteira" mais de 1000 políticos. Grande imprensa e "justissa" nada falam disso.

Lou Albergaria

- 2017-10-05 20:47:47

O BOM JORNALISMO

Grande Nassif!! Ah se todos no mundo - jornalístico - fossem iguais a você! Parabéns!! 

Álvaro Noites

- 2017-10-05 20:45:40

Será o início do fim desse

Será o início do fim desse juizeco herói de barro dos coxinhas?

Será o fim desses traidores e golpistas de Curitiba?

Insisto: esse pessoal da LJ não pode ficar impune.

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