TCU aponta falhas em gestão de aeronaves da FAB

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Dentre as falhas consideradas elevadas que foram encontradas nos contratos, estão falta de documentos para gestão e oneração indevida

Foto: Flickr Comando da Aeronáutica

Cinco contratos de suporte logístico de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) apresentaram riscos considerados elevados, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). Entre os problemas encontrados, estão oneração indevida e estimativas inadequadas de custos.

A auditoria integrada foi realizada no Comando da Aeronáutica (Comaer) para avaliar riscos e controles ligados a contratações de serviços de suporte logístico para aeronaves militares – como gestão da cadeia de suprimentos e planejamento e execução de serviços de manutenção, entre outros.

Outro risco apontado pela auditoria foi a falta de documentação para a gestão dos contratos, o que compromete a rastreabilidade e o controle dos requisitos exigidos, em especial questões que poderiam afetar a capacidade operacional da FAB.

A unidade do TCU responsável pela análise foi a Unidade de Auditoria Especializada em Governança e Inovação (AudGovernança), parte da Secretaria de Controle Externo de Governança, Inovação e Transformação Digital do Estado (SecexEstado). O relator é o ministro-substituto Augusto Sherman Cavalcanti.

O valor global dos contratos está avaliado em mais de R$ 1,7 bilhão, segundo reportagem do site Aeroin.net.

Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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