Xadrez do aprofundamento da crise fiscal, por Luís Nassif

Peça 1 – a hora do espanto

O agravamento da crise é a peça inicial do jogo, em torno da qual se posicionarão as demais peças.

Até agora, mesmo com 14 milhões de desempregados, a crise não produziu a desorganização econômica das grandes crises dos anos 80 e 90.

Agora, o fantasma da desorganização se aproxima. A máquina do Estado esta parando por todo o país. A partir de setembro não haverá mais recursos para o essencial, o que obrigará o governo a emitir moeda ou títulos.

O chamado “dream team”, a equipe econômica de Temer, aprofundou as loucuras cometidas pela gestão Joaquim Levy em nível inédito, com uma cegueira ideológica da qual só acordarão quando a ponta do iceberg rasgar a crosta do navio.

Têm-se um quadro claro pela frente:

1.     A economia está exangue. Não há consumo, não há investimentos.

2.     Toda a lógica dos cabeções consiste em definir um horizonte fiscal sólido recorrendo exclusivamente a cortes em despesas – e, agora, a aumento de tributação.

3.     Julgam que bastará isso para haver uma queda nas taxas de juros longas e, automaticamente, despertar o espírito animal do empresário.

Não consideram:

Curto Prazo

Médio Prazo

Mercado de consumo

Educação

Capacidade ociosa da indústria

Políticas de inovação

Estabilidade política

Adensamento da cadeia produtiva

Impactos sobre receita fiscal

 

 

Basta cortar, cortar, até se obter o equilíbrio fiscal. O investimento virá automaticamente. É inacreditável, mas esta é a lógica central na qual fincam suas formulações.

4.     Aí toca a cortar gastos públicos, estipular limites de aumento de gastos. A cada corte, há um aumento proporcional na queda da receita, até o limite da crise fiscal generalizada. Sem alternativa, criam-se novos impostos e os papagaios da mídia dirão que traíram as promessas de campanha.

5.     Ao mesmo tempo, em cima de um orçamento extremamente comprimido, o governo Temer promove uma queima de saldo de emendas orçamentárias e reduz os dividendos pagos pelas estatais com o aumento desmedido das verbas publicitárias, sem nenhum impacto sobre a demanda agregada.

Peça 2 – a divisão desproporcional dos sacrifícios

Se a crise econômica se aprofundará, a ilegitimidade dos cortes aumentará a fogueira política.

Toda a divisão do sacrifício joga a conta para as faixas de menor renda.

Os novos impostos

Há dois tributos que poderiam ser acionados no curto prazo.

A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) tem baixíssimo impacto sobre a inflação. Além disso impactaria a todos proporcionalmente e permitiria o rastreamento do dinheiro de caixa 2.

Outra, a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) é tiro certo no orçamento das famílias de menor renda, já que, quanto menor a renda, maior o peso de transportes e alimentos no orçamento doméstico. E a CIDE impacta diretamente o transporte de cargas e o de pessoas, o transporte urbano e intermunicipal e, através dele, os alimentos. Mas beneficia as usinas de açúcar e álcool, que tem um ilustre economista defensor da CIDE como acionista.

Além disso, ao pressionar a inflação, a CIDE ajuda a legitimar a manutenção da taxa Selic em níveis proporcionalmente mais elevados, aumentando o ganho real. O modelo de metas inflacionárias tornou o mercado sócio da inflação: quanto mais alta a inflação, maior o ganho real proporcionado pela Selic.

O corte pelas despesas correntes

Criou-se uma mística entre economistas brasileiros, que o mal do Estado brasileiro é o nível das despesas correntes. Deveria se economizar nessa ponta, para gastar mais em investimentos.

Ora, o que são despesas correntes?

Salários do setor público são protegidos por lei. Nos juros, não se mexe.

 Os cortes são invariavelmente na ponta, naquilo que volta à população na forma de serviços ou produtos. O governo já reduziu em 10% a compra de vacinas, não há recursos para combustível em ambulâncias, nem remédios nas farmácias do SUS, acabou com programas nas áreas de educação, combate ao trabalho escravo e tantos outros.

O caso recente do Ministério Público Federal é bem elucidativo desse dilema entre vencimentos e despesas correntes.

No último concurso, o MPF foi ocupado por uma enorme quantidade de jovens de boas famílias, emulando os hábitos e princípios dos yuppies de mercado, conceitos como meritocracia e produtividade. São neoliberais de carteirinha, porque é a moda dos bens pensantes, na opinião dos concurseiros.

O MPF tem um orçamento, que cobre os vencimentos dos procuradores e a operação da máquina. Recursos para a operação da máquina são essenciais para a boa prestação de serviços. No entanto, decidiu privilegiar os vencimentos, com reajuste de 16,6% para o próximo ano. O que significa que, no limite, haverá uma redução de 16,6% do total na parte que cabe ao operacional.

 A queda de produtividade será exponencial.

Veja uma continha didática:

Suponhamos que para cada 1 procurador haja 1 de recursos (na verdade, o peso dos vencimentos nas despesas gerais é muito maior). Com 16% de aumento, o mesmo procurador custará 1,16; e os recursos alocados para ela cairão para 0,84. Significará uma perda de competitividade da ordem de 38%.

Se fosse empresa privada, quebrava.

Ou seja, entre os vencimentos da corporação e a prestação de serviços ao país, escolheu-se os vencimentos. E justamente do poder que mais contribuiu para a depressão econômica, ao arrebentar com as empresas de engenharia, desarticular a cadeia do pré-sal e alçar o grupo de Temer ao poder.

A fuga do conflito rentismo x produção

A única conta intocada é a dos juros. Houve expressivo aumento da taxa real de juros, já que a inflação caiu bem mais do que a queda da Selic. E aumento expressivo da relação dívida /PIB, pela queda do PIB e das receitas fiscais e aumento da dívida por redução do superávit. Esse é um dos pontos centrais do aprofundamento da recessão e da falta de investimentos.

O maior custo não contingenciado da máquina é a conta de juros. Demitir funcionários públicos demanda um enorme lapso de tempo e um custo inicial maior, na forma de estímulos ao desligamento. Reduzir a conta de juros depende exclusivamente do Banco Central. Justificar a política monetária com o atual nível de recessão e de inflação é deboche.

Com o incêndio lavrando na casa, o mercadismo e seus jornalistas prosseguem no discurso manjado de jogar a disputa para o setor produtivo, empresas e empregados, com as reformas trabalhista e previdenciária do setor privado.

Tratam a todos como imbecis. O crescimento das despesas da Previdência é constante, mas não explica de modo algum o aumento do peso sobre o orçamento. O que explica é a queda da arrecadação fiscal, decorrente da falta de estímulos macroeconômicos.

 O fogo de encontro do mercado consiste em jogar o conflito para o âmbito das empresas x trabalhadores. As contas públicas vão melhorar não se a Selic cair, mas se houver reforma da Previdência. O custo das empresas irá reduzir não com crédito barato, menos burocracia, menos tributos, mas com menor custo trabalhista à custa da precarização do trabalho. E reformas relevantes, como a trabalhista e a Previdenciárias, são contaminadas pela radicalização e falta de diálogo que está substituindo um modelo falho por outro que não se sustenta em nenhum pilar conceitual.

Peça 3 – a saída pela política

Mesmo os porta-vozes mais radicais do mercado já se deram conta de que a saída é política. Em vez da esperteza de jogar todos os problemas nas costas de uma suposta nova matriz econômica, começam a diferenciar politicas econômicas, identificando corretamente os maiores erros naquelas em que se aboliu completamente a sensibilidade política.

A saída organizada da crise passará não apenas por eleições diretas (e honestas) em 2018, mas por uma busca de consensos, que terá que começar rapidamente, entre setor produtivo, sindicatos, novas e velhas organizações sociais e liberais de boa cepa.

Não há saída fora de um acordo amplo, suprapartidário, que reponha instrumentos básicos de política econômica.

Haverá a necessidade de um choque de gastos públicos, técnico, o mais isonômico possível, que convença o meio empresarial que após o primeiro impacto no aumento da dívida, haverá uma recomposição gradativa do nível de atividades e, consequentemente, das receitas fiscais.
Mas quem colocará o guizo no pescoço do gato de uma opinião pública massacrada por uma cobertura financeira rasteira, incapaz de entender fundamentos mínimos da economia real? É aí que entra a boa política.

Os desastres da pós-redemocratização trouxeram algumas lições que não podem ser esquecidas:

1.     O modelo de metas inflacionárias inviabiliza a economia. Não existe ciência capaz de justificar o custo dos juros ao longo dessas décadas. A busca de taxas civilizadas tornou-se ponto central de qualquer política.

2.     Há experiências bem-sucedidas de política industrial, como os PDPs (Programas de Desenvolvimento Produtivo) do Ministério da Saúde e as políticas de conteúdo nacional do pré-sal. E desastres rotundos, como o descontrole da política de subsídios no período Guido Mantega.

3.     Antes da Lava Jato, da queda das cotações de petróleo e da compressão das tarifas de derivados pela presidente Dilma Rousseff, o modelo do pré-sal revelou-se eficaz para atrair para o Brasil laboratórios de pesquisa de várias multinacionais. Há que se reavaliar essas políticas, montando formas de acompanhamento que impeçam o uso abusivo do poder individual.

4.     Mais criativo dos governos neoliberais pós-redemocratização, Fernando Collor instituiu modelos de câmaras setoriais que ajudaram a criar espaços de negociação e de solidariedade entre sindicatos de trabalhadores e empresas. No período Lula, foram criadas diversas câmaras setoriais no âmbito da ABDI (Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial), além do Conselhão. Em um novo governo, essas instâncias têm que ser restauradas como espaço de negociação e de formulação de políticas.

5.     Tem que se devolver aos movimentos sociais os espaços conquistados especialmente no governo Lula. Sua institucionalização é pré-condição para o amadurecimento político do país. Segregá-los significaria jogá-los novamente na clandestinidade.

6.     Tem que se trazer o Judiciário e o Ministério Público de volta ao leito institucional, acabando de uma vez por todas com sua capacidade de desestabilizar o país. Sem prejuízo de seu trabalho anticorrupção.

Peça 4 – o conciliador ou o bonapartista

A questão é: quem colocará o guizo no gato, desarmará os espíritos para o penoso trabalho de reconstrução nacional?

Qualquer análise tem que levar em conta o papel de Lula.

Há duas possibilidades para Lula. A primeira, a revogação das sentenças absurdas de Sérgio Moro, mas mantendo um mínimo de condenação para inabilitá-lo politicamente. A segunda, Lula candidato a presidente.

A política de conciliação de Lula abriu espaço para o golpe. Os grupos mais à esquerda têm razão em deblaterar contra pactos que permitiram o crescimento das forças golpistas.

Por isso mesmo, há um conjunto de desafios que não poderão ser ignorados por Lula, especialmente o domínio de formas democráticas de trabalhar os poderes de Estado.

Por outro lado, não se espere um Lula guerreiro. Mesmo submetido a humilhações diárias por figuras como Sérgio Moro e procuradores, mesmo com a morte de sua esposa, tão humilhada que quase foi alvo de uma condução coercitiva, não se espere um Lula raivoso. Não faz parte da sua estrutura pessoal e política.

A grande incógnita é qual o Lula que emergirá nas próximas disputas políticas.

100 Comentários

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Observador Atento

- 2017-07-29 20:22:10

Quando o governo fala em

Quando o governo fala em rever para baixo a meta de inflação ele esta dizendo em alto e bom som que não ha razão nenhuma para baixar juros nem intensão em promover crescimento economico, ao contrario ha uma clara estrategia de forçar a sua propria saida das atividades produtivas e serviços publicos incluindo saude, educação e previdencia em favor do suposto mercado que imagina atrair com ativos vendidos a preço de banana e demanda reprimida (Note que a demanda reprimida faz parte da estratégia de venda de ativos).

Os juros jamais cairão enquanto não houver concorrencia no setor bancario suficiente para promover redução e um minimo de regulação no sistema. O que há hoje são garantias constitucionais sem limites para o pagamento de juros da divida que nunca é auditada e da qual não se sabe quem são os detentores. Uma duzia de bancos e fundos de pensão nacionais e estrangeiros detem o controle de mais da metade do PIB portanto os juros serao aquilo que disserem que vai ser e ponto.

Estudo da Fiesp mostra que a taxa de juros praticada no pais sem qualquer base tecnica está 5% acima do que deveria ser em paridade com outras economias ja considerando o risco país. Assim se o governo realmente quisesse promover desenvolvimento baixaria 5 pontos percentuais a SELIC, controlaria o cambio usando as reservas se preciso dentro de uma banda compativel com crescimento por dois anos e reduziria o compulsorio dos bancos que emprestassem para bens de formação bruta de capital e projetos de infra-estrutura permitindo a entrada de financiadores externos nos financiamentos de longo prazo e DESTRAVANDO TODOS OS INVESTIMENTOS JA INICIADOS COM A REATIVAÇÃO DE TODAS AS OBRAS PARALIZADAS.

Luis Moreira

- 2017-07-29 02:02:03

Nâo há volta porque a Globo e burguesia atravessaram o rubicão.
P { margin-bottom: 0.21cm; }

No momento apenas um lado é totalmente perdedor - trabalhadores.

O Brasil também é o grande perdedor. Perde sua soberania e perde sua perspectiva de Nação.

E todas as medidas do governo lesa-pátria são contra as economias dos trabalhadores, inclusive o aumento dos impostos.

E essa burguesia perversa aponta que não quer conversa e não quer conciliação com a classe trabalhadora.

Então, o que resta aos trabalhadores (negros, índios, sem teto, sem terra, sem nada, sem emprego), esperar as migalhas das mesas dessa burguesia imunda?

Por fim, entendo que só as ruas, somente as ruas poderão devolver o Estado brasileiro para quem mais precisa, que é imensa população brasileira que vive de salários.

Eu não acredito que as urnas (se houver eleições) de 2018 resolverão os problemas do país.

Continuaremos um país didivido e uma Globo espalhando ração de ódio entre o povo de amarelo.

Jordan F. Martins

- 2017-07-28 22:13:37

Um dia de fúria

Revoltas populares?

Saques?

Fraude eleitoral?

Quebradeira geral?

Anotei em minha agenda este dia de previsão generalizada do apocalipse tupiniquim.

Certamente irão acertar, da mesma forma que previram (e alertaram), neste blog, a crise gestada pelo governo Dilma.

A ver.

Serjão

- 2017-07-28 17:08:48

A culpa é do PT, é da Dilma, é do LULA

A culpa é do mocinho, da vítima.

Não, a culpa é da oligarquia, é das quadrilhas, da plutocracia, da elite parasita, dos entreguistas sem pátria e, principalmente, do Império do Capital.

Mira no alvo certo.

Anônimo

- 2017-07-28 15:57:29

Colocando as coisas dessa

Colocando as coisas dessa forma parece que a respondabilidade de tudo isso é do PT. Era só ele ter largado o osso que estava tudo resolvido. Me interessa mais a opiniao do ZiZek, que entende isso como um problema mais amplo (não apenas brasileiro) e que exige uma unificação das esquerdas em torno de um projeto, desvinculando-se dessas divergências meramente táticas.

Aldo Cardoso

- 2017-07-28 15:09:16

Prognóstico sombrio, mas não improvável

Seu prognóstico é denso e sombrio, mas não improvável, infelizmente.

Aldo Cardoso

- 2017-07-28 15:00:59

A política de conciliação de Lula...

"...A política de conciliação de Lula abriu espaço para o golpe...."

Nassif!

A meu ver não foi política de conciliação mas de avaliação vesga dos seus inimigos figadais, isso ainda na primeira eleição quando, em lugar de implementar as mudanças estruturais prometidas e necessárias, as abandonou na véspera com a malfadada e submissa "Carta ao Povo Brasileiro", momento que abriu os flancos aos ditos inimigos e, na sequência, aderiu de forma matreira, esperta e abestada às suas práticas criminosas que combatera até então, traindo assim os seus princípios históricos e a esperança dos que lhe deram o voto.

Foi esse êrro monumental e imperdoável de Lula/PT que nos jogou nessa situação aterradora que estamos agora.

CezarR

- 2017-07-28 14:02:46

Onde dá milhão?

Nassif, a parte do xadrez sobre gastos correntes é justamente o tema daquele famoso debate entre Ciro Gomes e o ex-blogueiro da Veja. Onde dá milhão?

CezarR

- 2017-07-28 13:58:56

Conciliação

Concordo que o clima atual não permite a conciliação, mas se não houver uma forma de se superar isso, só restará a vitória absoluta de um lado e cedição total do outro.

Na hipótese radical, pela via do sistema a direita aniquila a esquerda como sempre aconteceu.

Na hipótese radical, à esquerda só resta a revolução, o que francamente não tem a menor chance de acontecer.

Há que se conciliar, portanto.

romulus

- 2017-07-28 13:30:12

Variável chave da crise: a Globo está "vendida" em "Brasil"!

Bomba: os Marinho colocaram a Globo na roleta do Cassino!

Por “Dom Cesar” & Romulus

No popular:

- Os Marinho estão saindo fora!

E, por isso, querem a grana toda...

- ... in cash!

Com a moeda nacional desvalorizada, o país fica “barato” e o poder da “alavanca” de quem tem dólares torna-se muito maior.

Some a isso, ainda:

(i) a depressão econômica, barateando os ativos brasileiros no geral;

e, no particular...

(ii) a implosão de setores inteiros da economia nacional, via Lava a Jato.

Resultado: xepa!

E aí...

Quem tem dinheiro na mão – a tal da “liquidez”... – é rei!

*

“Aposta na aposta, na aposta, na aposta, na...”

- Os Marinho apostam no seu poder de viciar a “roleta do Cassino”, via Rede Globo...

Para...

Ao final...

- Ganharem, também, na sua aposta principal: a especulação financeira.

Haja alavancagem: um verdadeiro castelo de cartas!

*

“Castelo de cartas”...

A espera de um...

- ... sopro??

 

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Marcos Marques de Sousa Trindade

- 2017-07-28 13:14:43

Caro CB, a despeito desse

Caro CB, a despeito desse bairro da periferia da zona norte citado por você, que é o Jardim Elisa Maria, conheço bem, minha sogra mora lá perto, e sinto na pele esse problema de não conseguir táxis ou UBER que atendam o local.

O UBER, inclusive, não está atendendo uma parte considerável da zona norte por conta desses problemas: se você tentar chamar algum carro nesses locais a resposta é que não há carros disponíveis na região. Na verdade o aplicativo está programado para não atender determinadas regiões consideradas de risco. 

Fernando J.

- 2017-07-28 12:53:59

Não existe Lula bonapartista, só e somente só o conciliador

Fernando Morais, escritor, biógrafo e jornalista: "Conheço o presidenteLula desde 1977 e estou grudado nele desde 2011 para escrever um livro sobre seu governo. Posso assegurar que Lula não conhece a palavra rancor. É uma pena."

Lula vai bater na barriga de todos os que lhe enfiaram facas nas costas e chamar de amigo. 

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PA

- 2017-07-28 12:46:20

Jabuticaba

 

Moro jogou a jabuticaba para  o TRF4 que por sua vez jogará para o STF (2x1).

no STF cairá pelo sorteio no colo de Gilmar

Tudo dominado.

 

rdmaestri

- 2017-07-28 03:47:55

Já há mais de um ano junto com outros tentamos .....

Já há mais de um ano junto com outros tentamos analisar o que ocorreria numa situação de conflito generalizado, as conclusões foram mais ou menos estas:

1)     Nas 10 maiores regiões metropolitanas no Brasil estão 66 milhões de pessoas.

2)     Se nestas regiões 3% das pessoas (um valor relativamente baixo) se revoltarem são 2 milhões de pessoas.

3)     Se estas pessoas resolverem ocupar os centros destas regiões metropolitanas, não haverá tropas da polícia militar que as contenha.

4)     Somando todos os efetivos militares capazes de entrar em ação (tropas profissionais), as forças armadas não poderão dispor mais do que 20.000 pessoas operativas.

5)     Não se pode concentrar nestas regiões metropolitanas todas as tropas da polícia militar e do exército.

6)     Supondo que se concentre nos grandes centros mais ou menos 50% de todas as forças tem-se algo de 0,5*(425+20)= 222 mil

7)     A relação entre pessoas dispostas a revolta e forças militares é da 9 para 1.

8)     Com esta relação, para manter a ordem seria necessário bem mais do que balas de borracha.

9)     Se as forças da “ordem” utilizarem bem mais do que balas de borracha, provavelmente o número de pessoas revoltados pode aumentar.

10) Consequência final: Ou se resolve o problema politicamente ou simplesmente as chamadas “forças da ordem” serão claramente batidas.

Acrescentaria mais outros senões:

1)     A motivação das polícias militares em vários Estados está muito baixa para contar com elas num ambiente de tumulto (Polícia militar no RS com salários parcelados).

2)     A motivação do exército para sair à rua e enfrentar realmente distúrbios é ainda mais baixo que no item anterior.

3)     Ninguém está disposto a perder a vida para defender o governo Temer.

Conclusão final, a situação está a beira de uma ruptura e não pensem que as forças armadas tem capacidade de manter a ordem.

Serjão

- 2017-07-28 03:36:07

Excelente

Adotado:

país tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos

melhor ainda:

Tão longe de Deus e tão perto do Grande Satã.

Edu Pedrasse

- 2017-07-28 03:34:28

Coitus Interruptus

Eu juro.

Após as partes 1, 2  e 3 estava quase chegando lá.

Até finji não ouvir a palavra "acordo" [vai, vai, vai...vai  sem mesmo]

Mas aí chegou a parte 4.

E Nassif,  o homem que tem medo do Caos, me impediu de atingir o clímax.

Em manobras dialéticas que fariam Santo Agostinho parecer um frango ele conseguiu...

Lula-forte-conciliador-abridor-fechador-lacrador-mais-nem-tanto-guerreiro-mas-não- viking...

 

PORRA NASSIF!

Me deixa ter um orgasmo na semana!

 

rdmaestri

- 2017-07-28 03:19:53

Podem até colocar o Lula na cadeia, mas.....

Podem até colocar o Lula na cadeia, mas mais cedo que eles pensam vão ter que tirá-lo para acalmar a situação.

arkx

- 2017-07-28 01:47:53

Xadrez do aprofundamento da crise fiscal

-> Bendine (Palocci) >> Mantega >> Lula!

o objetivo de Sérgio Moro sempre foi Lula, o que se reforçou ainda mais depois de ser humilhado dentro de seu próprio bunker em Curitiba.

a força tarefa da Lava Jato como um todo é teleguiada. os caras já demonstraram diversas vzs que não são formuladores, quando muito operadores razoáveis.

-> “too big to fail”

sim e não. nada no Capitalismo está a salvo. tudo é descartável. portanto, setores inteiros podem ser quebrados para salvar o sistema. o caso do Lehman Brother em 2008 é exemplar. eles apostaram até o último instante que seriam socorridos. então: buuuummm.

veja o caso das empreiteiras, desde Brasília e a Ditadura fazendo parte do clube, para serem agora chutadas para a sarjeta.

-> Assim, emergencialmente, resolvem fazer a Finança de refém, na pessoa de Bendine – trancafiado, a partir de hoje, nas masmorras de Curitiba.

correto. mas vejamos o outro lado, o "nosso lado". não há a menor chance de alterar a correlação de forças no Brasil sem uma devassa completa da estrutura de poder. isto poderia ter sido feito, sob controle, com a Satiagraha. ou antes. o que a Esquerda não quis fazer, a Direita assumiu. e sempre é assim: a Direita só cresce quando a Esquerda recua.

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Marcos Antônio

- 2017-07-28 01:31:12

Uma arca de noé brasileira...

Mais uma tarefa hercúlea para a comunidade dos blogueiros sujos...

Começar a formatar uma unidade que terá de ser construída para que possa agregar valores.

Construir com entendimento e palavras uma "arca de noé" que salve e agregue valores brasileiros.

Não há como uma sociedade dispersa encontrar um caminho e nada virá do PIG, pois em essência o PIG é o predador! 

arkx

- 2017-07-28 01:30:55

Xadrez do aprofundamento da crise fiscal

->Fora o teu rancor ao lulismo,

mas que "meu rancor ao Lulismo"? me aponte alguma crítica que fiz a Lula e ao Lulismo que não seja fundamentada em fatos e dados!

não tenho nenhum problema pessoal nem com Lula nem com o Lulismo. o que ocorre geralmente é o contrário: aqueles que se melindram com as críticas fundamentadas a Lula e ao Lulismo é que tem questões pessoais com eles.

mas isto nem vem mais ao caso. estou por aqui (e não apenas desde 2015) alertando seguidamente que a promíscua estratégia de conciliação de classes do Lulismo iria dar merda, mais cedo ou mais tarde. e não apenas deu, como agora muitos já admitem isto.

então começamos a ter que nos precaver do problema inverso. por toda a parte começo a ouvir que "não se mudam as coisas sem sangue". é verdade! mas de sangue sempre foi banhada a História do Brasil. o que é preciso tomar muito cuidado é que de nada adianta derramar sangue em vão.

nada pode ser pior para o Brasil atual do que repetir a dupla tragédia de 1964 e 1968. numa abraçado ao populismo foi incapaz de resistir ao Golpe, na outra se entrega ao desespero da luta armada e é esmagado.

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Rpv

- 2017-07-28 01:05:24

Perfeito

Vi o vídeo da professora Carol Proner, que pressumo que seja muito competente e bem intencionada.

Mas ela falando da piscologia do juiz, da esperança na reforma da sentença em segunda instância, da fé no Direito, etc.

É muita ingenuidade. Ou medo de encarar a realidade.

Foi dado um golpe do grande capital nacional, das castas judiciárias, da grande mídia em aliança (velada ou ativa) com o Departamento de Estado Americano. 

Um golpe contra o povo brasileiro, onde todas as lideranças do maior partido trabalhista estão sendo presas. Na conta dessas prisões estão indo também grandes empresários possam servir de ponte para justificar as prisões e com eles estão sendo postas a pique as grandes empresas nacionais com atuação internacional.

Esse pessoal parece que vive no mundo da lua. Não consegue estabelecer uma relação elementar de causa e efeito. De uma orquestração de forças e de seus reais interesses.

Doney

- 2017-07-27 23:05:26

Condenação de Lula é certa

Na minha concepção, infelizmente, a chance de o Lula ser inocentado é próxima a zero.

Quando chegar o momento oportuno, o jornal nacional vai cantar sua música maviosa e os procuradores do TRF vão condená-lo, não importa a inexistência das provas e todas as arbitrariedades cometidas pelo juizeco que na verdade atua como acusador.

Vamos refletir, gente: vocês realmente acham que os procuradores irão contrariar todas as forças que os atacarão no momento preciso? Realmente acham que terão estatura moral para fazer um julgamento técnico? Realmente acham que vão querer carregar para si a pecha de abonadores da corrupção, de símbolo do judiciário que protege corruptos? Porque é com isso que eles serão coagidos - e vão ceder, não tenham dúvida. Quem viu o depoimento do presidente do TRF sabe o que estou querendo dizer. Mesmo que não seja ele a julgar, é claro que a condenação do ex-presidente é certa. A aristocracia do judiciário, por uma questão de classe, já deplora a esquerda. Com toda a pressão que sofrerão, então...

Lula se lançar como pré-candidato é o que o resta, ele não tem alternativa, mas não será candidato, esqueçam. Além disso, até a eleição de 2018 ele já terá sido condenado por outro processo (o do sítio) e mesmo que o do triplex tenha chegado a segunda instância e milagrosamente ele tenha sido inocentado, em relação a este segundo não haverá tempo necessário para o julgamento de segunda instância,. Ou seja, Lula estará com a guarda descoberta para que os adversários deitem em cima de um condenado pela justiça. Portanto, mesmo que acontecesse o improvável e o histórico líder petista pudesse ser candidato, pele perderia dramaticamente sua competitividade.

O PSDB e Bolsonaro teriam argumentos (mesmo que falsos) para responsabilizá-lo por tudo de ruim que está acontecendo no país, a corrupção de Lula teria destruído o Brasil, etc. É um discurso duro, com meias-verdades (quem poderá negar a grave degradação moral dos governos do PT?), que vai acabar com a possibilidade de o ex-presidente ser eleito.

Se a esquerda apostar as fichas no Lula estará destruída.

Na minha concepção, o futuro passa por Ciro Gomes e Fernando Haddad. São os dois políticos mais qualificados e talentosos para representar a esquerda na próxima eleição. E devem caminhar juntos, qualquer coisa diferente disto será suicídio.

Por fim, há de se destacar. O PT lançou candidato como cabeça de chapa em 89, em 94, em 98, em 2002, em 2006, em 2010 e em 2014. Não seria a hora de finalmente ceder um pouco? Se o PT tivesse largado o osso e lançado outro candidato em 2010 (Ciro ou Eduardo Campos me vêm à mente), penso que o partido estaria muito, muito melhor hoje do que está. Teria se preservado e estaria pronto para estas eleições de 2018.

Não largou o osso e se estrepou, se queimou, e o país está como está.

  

 

Marcos Videira

- 2017-07-27 21:18:07

Coragem ! O golpe com Temer fracassou.

O ponderado caminho político proposto pelo Nassif requer a existência de uma força democrática de tal ordem que seja capaz de construir uma República Democrática, uma Nação soberana. Isso seria ótimo ! Mas onde está essa força ?

A solução democrática exige a eliminação dos golpistas. A quadrilha de Temer, os corruptos parlamentares, membros do Ministério Público, membros da Polícia Federal, juízes e desembargadores são apenas instrumentos dos verdadeiros golpistas.

Não pode ter conciliação com a Globo, Itaú, dirigentes da CNI e da FIESP, por exemplo. Os golpistas são escravocratas e preferem o Brasil colonizado pelos EUA.  Não conciliar, mesmo que a solução demore 1 ano ou 10 anos...

Eduardo CPQs

- 2017-07-27 20:07:56

Será? Acho que não.

Gente,

 

conheço um Chico Aoki... médico, verdadeiro médico/sacerdote.

Coincidência demais, mas os dois vão na mesma linha geral.

Tenho visto outras citações positivas da Alemanha e dos alemães de hoje, inclusive na organização do futebol.

Acredito que não interessa às nossas classes dominantes, que querem tudo.

 

Abs.

Hildermes José Medeiros

- 2017-07-27 19:45:46

Parece que esses questões de

Parece que esses questões de política econômica que aponta e vem sendo seguida pelos golpistas, respaldam-se exatamente no aumento do rentismo apontado, inclusive com benefício dos agentes econômicos, bancos, indústrias, serviços  e agricultura. O que perdem em seus mercados ganham até mais na especulação financeira. Os desacertos da economia, até aqui estão levando também à diminuição do Estado, que é do interesse dos golpistas, não os tem atingido, razão porque estão, até agora como é do feitio da direita, se lixando para os problemas que estão criando para os pobres e as classes médias, que desde o golpe, majoritariamente acreditaram na pregação golpista, principalmente no discurso de limpeza através do combate à corrupção e prisão dos corruptos, e continuam no torpor esperando os desdobramentos do golpe que continua e os atinge. Por isso a economia e seus desacertos impostos por Henrique Meirelles, deixa tudo o mais como secundário, quando ninguém tem dúvidas que o que interessa mesmo é manutenção de suas linhas neoliberais. Para mantê-las, Meirelles é dispensável, o que mais tem disponível são economistas com este perfil treinado nos EUA e até cidadãos norteamericanos, principalmente os que serviram os governos tucanos, de idêntico, até mais agressivo perfil neoliberal, que já prestaram muitos serviços, e mesmo nos governos Lula (neste pontificou o próprio Meirelles) e Dilma (o Joaquim Levy, que abriu caminho para sua queda). Quando dos governos petistas, admitia-se um neoliberalismo, digamos, mitigado. Ganharam dinheiro a rodo no período. Porém, o mais importante são as reformas neoliberais, que o traíra Temer está conduzindo, e ninguém mais competente para levar o Congresso, na sua maioria, a concluir o trabalho do golpe, que além de afastar os petistas, todos, principalmente Lula, possivelmente afastando-o das eleições de 2018, tratando de retirar direitos dos trabalhadores (trabalhista e previdenciário), diminuir o tamanho do Estado, e entrega de nossa economia e soberania  ao capital internacional e seus sócios que se dizem brasileiros, vale dizer sujeição aos ditames do chamado Consenso de Washington, o pensamento único, sob comando dos EUA. Não há mais dúvidas que o golpe foi tramado pelos EUA, que financiou apoios no Brasil, incluídos ONG´s  e grupos de ações paramilitares como os black-blocks, além, claro, de parlamentares comprados para votarem o que for necessário para tornar exitosa a empreitada, cujo começo foi preparar o clima do  impeachment da Dilma, este objetivo alcançado com êxito,  muito foi feito, através justamente do grupo JBS, que opera a partir daquele país, que usou  Eduardo Cunha para comprar os parlamentares, que ainda atuam para concluir o trabalho. Sabe-se também, que os golpistas no Judiciário, como também na área de segurança e inteligência muitos foram treinados em escolas norte-americanas, pré-requisitos até de ascensão funcional. Todas as ações dos golpistas têm o apoio da mídia empresarial, que defende o capital multinacional e seus sócios no Brasil, que sempre combateu tudo que mesmo de leve cheire ao trabalhismo. Assim, tendo conhecimento dessas questões, parece ingenuidade esperar que os golpistas, o golpe ainda está claramente sendo concluído, vão entregar a rapadura sem forte pressão popular. Está certo o traíra, Temer, quando diz que os cães ladram (a oposição apeada do poder), e a caravana passa (os golpistas). Não interessa Constituição, Leis, reclamos de legalidade, e até mesmo os desacertos da economioa até que o golpe se conclua, porque na legalidade não estamos, com o Judiciário como um todo e o parlamento nas mãos dos golpistas. A julgar o que aconteceu em golpes idênticos que estão tentando consumar no Brasil, parece que o capital multinacional está testando a viabilidade desse caminho num pais de grande porte, no caso a sétima economia do mundo, a brasileira. A verdade é que, até aqui, apenas no papo não vai mesmo. A oposição ao traíra Temer e aos golpistas têm que vir para o mundo real, e não somente se expressar em pesquisas, muitas fajutas, que nada alteram, já que no mais está praticamente tudo está dominado e manietado pelo golpe, até sua completa consumação. 

Álvaro Noites

- 2017-07-27 19:05:31

O nosso "plroblemaço" é que

O nosso "plroblemaço" é que temos muitos traidores e vendidos.

Álvaro Noites

- 2017-07-27 18:48:59

As vezes me pergunto qual a

As vezes me pergunto qual a influência de certa fraternidade e qual a relação disto tudo com a tal "nova ordem mundial".

rdmaestri

- 2017-07-27 18:37:08

Cafezá, meu caro, se começar saques as forças armadas não......

Cafezá, meu caro, se começar saques as forças armadas não tem efetivos para segurar isto sem grandes massacres, e isto mesmo com grandes massacres pode ainda não segurar, há algum tempo com ajuda de outros comentaristas do portal que tem mais informações do que eu, verificamos que se a polícia militar não segurar não vai ser o exército.

rdmaestri

- 2017-07-27 18:32:36

Na realidade tudo indica que não chegaremos em 2018.......

Na realidade tudo indica que não chegaremos em 2018 em condições normais de temperatura e pressão.

Falta a hipótese B: Tudo isto virar uma bagunça.

 

joel lima

- 2017-07-27 18:17:41

E isso não foi só no plano de

E isso não foi só no plano de paridade. O congelamento de preços do Sarney foi uma cópia do plano austral, se não me engano, da Argentina. E todos economistas da imprensa oficial batiam palmas - mesmo sabendo que qualquer congelamento é o caminho certo prum plano der certo. O que fez a Petrobras ir pro brejo na época da Dilma não foi a corrupção, mas o congelamento do preço da gasolina, que acabou com o equilíbrio econômica da empresa. Bem, uma das coisas que tento lembrar pra não ficar com desgosto da situação atual é que na história outros países mais importantes que o Brasil também foram vítimas da miopia de suas elites - como a alemã nos anos 20 que deu no nazismo e a americana, da época do hoover, que deu na grande depressão e que elegeu o Roosevelt. 

André, você acha que estamos prum caminho a la Venezuela? 

JC SOUZA

- 2017-07-27 17:41:58

Eles vão inabilitar o Lula ,
Eles vão inabilitar o Lula , desobrigar de votar e com isso qualquer um ganha com mínimo de votos possíveis.

naldo

- 2017-07-27 17:35:11

E é por que o povo ainda não

E é por que o povo ainda não sabe da lomam-mamãe........

romulus

- 2017-07-27 17:04:11

E mais esta agora:

Ex-CEO do BB preso: temendo futuro, Moro faz Banca de refém

Por Romulus

Hoje surge no noticiário a execução de um mandado de prisão expedido por Sérgio Moro contra o ex-Presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine.

Mais uma vez, para dar o salto... hmmm... “jurídico” (aspas!) da empreitada, Moro/ Dallagnol servem-se do seu “delator-coringa”:

- Marcelo Odebrecht.

(sempre ele...)

O primeiro “delator-coringa”, como sabemos, era Alberto Youssef.

Freguês da “casa”...

Que tantos serviços prestou a Moro e Dallagnol no início da Lava a Jato...

Pois bem.

Desta feita o coringa M. Odebrecht resolveu dizer que um tal de “Cobra”, lá da sua planilha de propinas/ caixa 2, seria, na verdade, codinome usado para identificar... Bendine.

Segundo a “narrativa”, “Cobra” teria recebido R$ 3 milhões para “não prejudicar a Odebrecht em negócios com a Petrobras”.

Na sequência, em cima disso (?!), Moro manda prender Bendine.

*

A “narrativa” não bate

 

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WG

- 2017-07-27 16:39:13

Por que as forças armadas

Por que as forças armadas agem como forças de ocupação ? De duas, uma: venderam-se totalmente ao grande capital e aos interesses norte americanos ou nossos generais estão sendo chantageados pelos gringos, da mesma forma que o congresso está sendo chantageado pela Globo/Lava Jato.  

Paulo F.

- 2017-07-27 16:34:11

Por partes

1- Espanto nenhum.

É política de terra arrasada mesmo. Vamos de volta ao Século XIX, se tivermos sorte.

2 - Eles não se importam com o andar de baixo, não dá a mínima pelota. Para estes só a REVOLUÇÃO salva. Mas no Brasil estão fadados à canga. São os novos mujiques.

3- Política?  Não há saída pela política enquanto esta estiver sob o estigma da criminalização. Venderam (e bem) a idéia de político bom é político morto, e substituiram tudo pela imagem (distorcida) do "gestor". Só que não vai sobrar nada para gerir....

4 - Lula parece ser carta fora do baralho. Quando esteve no poder tinha a faca e o queijo na mão, não usou, preferiu criar corvos. A História é impiedosa, e o cavalo encilhado não passa duas vezes às portas dos eleitos. Então resta esperar pela volta de D. Sebastião da batalha de Alcacer-Quibir.

A situação é de tal magnitude nefasta que , caso fosse vivo, Glauber Rocha sairia  correndo para o Aeroporto do Galeão e voluntariamente se exilaria nas Ilhas Fiji, com extrema vergonha de seus compatriotas! Estamos perdidos!!!!!!!!!!

 

 

Cafezá

- 2017-07-27 16:02:47

No caso de haver saques a

No caso de haver saques a super-mercados, só faltará o general do temer enviando suas tropas para repressão. Aí, vai ser o fim da picada. 

Paulo F.

- 2017-07-27 16:02:11

Samuel

É  físico, e determinista. Acredita piamente que leis inexoráveis (provindas do Divino ?) guiam todas as forças do Universo, a economia inclusa. Releva a importancia que o caos exerce sobre o imaginário humano.

Fosse o Brasil a França de Robispierre estaria fadado à testar a eficácia da invenção do Dr. Guillotin.

Só um economista imagina que um problema é estritamente econômico. Celso Furtado

Cafezá

- 2017-07-27 15:57:32

No caso de haver saques a

No caso de haver saques a super-mercados, só faltará o general do temer enviando suas tropas para repressão. Aí, vai ser o fim da picada. 

Edivaldo Dias Oliveira

- 2017-07-27 15:55:41

"O extraordinario nesse

"O extraordinario nesse quadro tão bem traçado pelo XAFREZ é como a elite politica e empresarial compram essa pacote economico  absurdamente fragil e inconsistente, como as escolas de economia do Pais, com raras exceções, não

apresentaram qualquer contestação a um plano tão raso, tão capenga, tão mediocre como esse, indigno de um grande Pais de 200 milhões de habitantes"

 

André, já pensou que a economia de países como o Brasil funciona como uma pirâmide. Embora sempre acusamos os "rentistas" como os maiores beneficiários desses planos economicos mirabolantes, sempre sobra um merrequinha para o médio e mesmo não tão grande empresário, na vã esperança de vir a se tornar um mega investidor, daí a falta de reação por parte deles quando as políticas economicas visam beneficiar principalmente o setor finaceiro e não o produtivo.

É que eles tambem possuem investimentos nesses setores e esperam compensar nele a falta de lucros das suas empresas, como ocorreu com a Sadia e outras.

Creio que está faltando um Xadrez sobre que realmente são esses rentistas, qual o seu perfil e como fazem para que uma gama enorme de economistas e governos trabalhem em prol do seu sucesso, sem dar a menor importancia aos demais setores.

A palavra RENTISTA esconde serem em todo mundo com caracteristicas muito peculiares e seria muito importante desvendar. 

Francisco Hideo Aoki

- 2017-07-27 15:53:54

Alemanha - Cooperação e Consenso

Prezados li em algum lugar que a Alemanha recuperou-se das derrocadas econômicas baseados em Cooperação e Consenso.

De acordo com Prof Reint Gropp (instituto Hall para investigação econômica - Alemanha). Porque tanto êxito continuado?

"Trata-se de um sistema baseado na Cooperação e Consenso, mais que na Competência cobrindo toda a teia sócio econômica, desde o setor financeiro ao industrial e o Estado."

Sebastian Dullen (Conselho Europei de Relações Exteriores) diz: "consenso e cooperação estão presentes em cada camada da economia". Além disso, " no centro estão os sindicatos e patrões, coordenando salários e produtividade, buscando aumento real de salários de funcionários, com manutenção de postos de trabalho. A integração é tão grande que os sindicatos, por lei , estão colocados nos Conselhos de Administração das empresas, participando de decisões estratégicas de todas elas. No sistema financeiro, as cooperativas e os poderosos bancos públicos, encarregam-se de fazer com que o crédito alcance a todos não importando o tamanho da empresa ou quão distante fica de um centro econômico. Diferente do sistema anglo saxão que não permite que pequenas e médias empresas consigam acesso ao mercado de capitais, acesso apenas facultado as multinacionais, impedindo o financiamento das pequenas e medias. Bancos públicos tem regras claras para favorecer desenvolvimento local, para empresas da área, mas não para outras regiões, e o que rege a política de crédito é a manutenção de empregos. E os governos tem representante nos bancos."

Pequena contribuição de como se pode com muitas cabeças pensantes, buscar uma reengenharia de um país que pode explodir de tanto desenvolvimento sustentável.

Abçs a todos.

Chico Aoki

 

Andre Araujo

- 2017-07-27 15:46:35

Bem lembrado, Domingo Cavallo

Bem lembrado, Domingo Cavallo foi incensado em capas de revistas como um novo mago da economia,

um clone dele foi Gustavo Franco que até hoje insiste que  estava certo em amarrar o Real ao dolar para sempre,

caiu do BC revoltado pois  achava que seu plano era infalivel mesmo quando as reservas em dolar já estavam no osso.

Esses falsos "magos" asrruinam um Pais com suas receitas de bolo e hoje temos dois desses defendendo o corte de despesas essenciais como unica salvação do Pais, são entrevistados todo dia e com ar de sábios deitam suas formulas e planilhas

que ofendem o bom senso de uma criança mas eles acham que estão certos, a economia para eles só tem uma opção.

Edson Victor Etton

- 2017-07-27 15:44:33

Neoliberalismo=muita farinha: é minha, pouca: meu pirão primeiro

O grande problema da discussão dos problemas e soluções econômico-sociais é que temos de um lado um pensamento humano, lógico, de causa e efeito voltado ao bem estar da maioria, enfim, "do bem".

De outro, apenas um amontoado de crenças farsescas, repetida à exaustão nos púlpitos da Igreja Universal do Reino Neoliberal e sua mídia mundial e aparelhamento das instituições pelo seu próprio e concentrado dinheiro, cujo objetivo único é mais dinheiro a qualquer preço, desde que este seja pago pelos"outros", pela maioria, fiéis ou infiéis, dentro ou fora da igreja.

Embora seja necessário discutir o assunto com seriedade, boas intenções e bom senso, como faz o grande Nassif e uma maioria aqui neste blog, argumentos jamais serão suficientes para vencer aqueles que usam o que for necessário apenas para ter mais e mais, ainda que o resto tenha menos e menos ou nada e nada.

É e será eternamente inútil, pois o ponto central não é racional, mas emocional (da pior qualidade, mas sim, humana). Entre o bom senso e os piores desejos (que são diferentes de necessidades). É chuvinha no deserto.

Discutir as politicas deste governo (e todo o seu aparelhamento financeiro, judicial, parlamentar, rural, empresarial e midiático) como se elas fossem "sérias", fruto de uma "racionalidade" qualquer além de "se dar bem" (ou cada vez melhor ainda) é necessário, mas não suficiente, já que a única racionalidade utilizada tem estes objetivos, acrescidos particularmente, em tempos de "farsa-a-jato", de se SALVAREM, já que os caminhos de governos trabalhistas e republicanos eleitos democraticamente estava caminhando por estradas que não estavam no seu secular roteiro do "nós é nós, o resto é bosta".

Estamos falando de PESSOAS e não de sistemas que, sejam quais forem (em extremos: do comunismo ao capitalismo), serão por eles corrompidos, inclusive LEGALMENTE (controlando o legislativo e judiciário) para manterem privilégios sórdidos que beiram o ridículo, como 217 milhões de "consultorias" de Meirelles (no exterior) ou 500 mil por semana durante décadas de Temer e seu medíocre estafeta Rocha Loures.

Pessoas que não produzem NADA para a sociedade, além de sugá-las e prejudicá-las.

O problema do Brasil (e em geral do mundo) nao são as instituições, mas as pessoas que as operam, como neste nosso Congresso, Executivo, Judicário, mídia, instituições patronais e empresariais e assemelhadas.

Não se trata de confrontá-los com "argumentos" (sempre necessários), pois para eles isto é o de menos.

Trata-se de confrontá-los com outros meios, talvez piores do que eles mesmos utilizam.

Ou  como aqui fazemos, suportá-los candidamente.

Melhor dizendo: bananamente...

 

Hmagalhaes

- 2017-07-27 15:41:45

I golpe já falhou

Qualquer cinsideração que não considere que o golpe já se mostrou como desastre é sem sentido.

O desatre econômico é, embora grave, suplantado, por exemplo, pela desgraça moral de um " judissiário" destruido.

Quer um fato concreto do desastre pós golpe? A incrível degradação da segurança pública, que já era horrível antes. Característica da ausência de uma mínima justiça que emerge do golpe.

Depois do golpe, o caos. O golpe já se revelou em tudo.

Não é hora de falar em golpe, mas de como os golpistas deverão pagar sua imunda dívida.

Bobo

- 2017-07-27 15:25:43

Estranho mesmo, um baita

Estranho mesmo, um baita esquema de segurança, poucas pessoas na sala, e resultado da apuração sendo vazado. Aecio, FHC que pegou avião e o pessoal da Globo não conseguiram assimilar a derrota depois das urnas dizerem "não" para esse candidato. Se o baita esquema furado não foi investigado quem vai verificar as urnas eletronicas? Importantissimo ter a impressão no papel ja nas proximas eleições.

ohallot

- 2017-07-27 15:20:57

Pouco se comenta

e se coloca no mimimi da "redemocratização" ou "perseguição à jornalistas e à liberdade de expressão" , que o turco Erdogan, ao frustrar o golpe de 2016, fez um expurgo nas FFAA e varreu metade do judiciário. Logo depois, foi conversar com o Putin e elencou como inimigo um protegido (asilado) nos EUA.

Sabe muito sobre juízes, esse turco.

 

Roberto A S Oliveira

- 2017-07-27 15:09:22

Sim, trata-se de um SAQUEIO e nada mais.

Concordo com o colega acima.

Esta crise está gerando lucros imensos para um certo setor da sociedade. Essa turma não vai largar o osso e vai sugar o país até a última gota. Quando da terra arrasada, essa gangue já estará bem longe daqui. Ademais, no plano geoestratégico, na camada geopolítica do golpe, o que interessa é a destruição do Estado e da Sociedade Brasileira para facilitar o acesso ao recursos naturais, especialmente o petróleo. 

Assim foi no Iraque, assim foi na Líbia, assim foi na Síria e assim será aqui.

No "Capitalismo de Desastre"[1] a implosão dos Estados Nacionais e suas sociedades não é efeito colateral a ser evitado. É o próprio objetivo estratégico. E assim, nossa nefasta elite, muito acima de Temer e CIA (meros instrumentos) estão perfeitamente alinhados e o golpe é um estrondoso sucesso.

Não haverá recuperação. O que nos espera é o mais absoluto caos. Se preparem para algo muito sinistro.

 

[1] http://justificando.cartacapital.com.br/2017/04/25/capitalismo-choque-ao-desastre/

CB

- 2017-07-27 14:48:47

Paramos um táxi uma vez, por

Paramos um táxi uma vez, por volta das onze e meia da noite. Quando demos o endereço "do outro lado do rio", onde começa a periferia, o motorista inventou uma desculpa para não fazer a corrida. Paramos outro. Não só falei para onde iríamos, também dei um ponto de referência. Por sorte, o motorista deste táxi conhecia a região e aceitou. Isso foi no ano passado.

Outro dia peguei um UBER de noite. Quando terminou a corrida, ele recebeu um outro chamado. Aí ele me mostrou onde era e perguntou se era seguro. Meu conselho foi: não aceite. Aceite alguma chamada "do outro lado do rio".

Num bairro da periferia, na zona norte, implantaram um "UBER" local, para moradores da região porque os motoristas de táxis e UBER não aceitam corridas iniciadas ou que terminem por ali.

Isto não é em Los Angeles, é em São Paulo, terra de joão dória, capital do Estado do Tucanistão.

bfcosta

- 2017-07-27 14:48:45

Pelo que eu entendi, Nassif
Pelo que eu entendi, Nassif dá como certa a eleição de Lula em 2018. "A grande incógnita é qual o Lula que emergirá nas próximas disputas políticas." Isso para mim não é incognita nenhuma. Lula foi, é e sempre será o conciliador que acredita ser capaz de colocar todo mundo debaixo do braço. Mas Lula não será eleito em 2018, sequer será candidato aliás. Quem quer que venha a sentar no trono vai ter que lidar com uma situação de quase anarquia do país. Para mim, está meio óbvio que a "solução" virá pela força, nunca pelo voto. A eleição de 2018 está com toda a cara da última eleição de Perón na Argentina, quando um país à beira da conflagração, o elege achando que ele teria "poderes sobrenaturais" de fazer tudo entrar nos eixos e depois descobre que a coisa não era bem assim. O resultado final foi o que ficou conhecido como o Processo de Reorganização Nacional, ou para o público em geral, a ditadura militar.

arkx

- 2017-07-27 14:36:10

Problema: no curto prazo interessa à Globo detonar economia!

caro Nobre,

nós aqui, povos das águas das praias cariocas e também das águas das montanhas da Mantiqueira, solicitamos ao bom Dom César uma avaliação sobre todas as mega empresas no Brasil, inclusive as transnacionais. conseguiriam sobreviver sem a Bolsa SELIC e as anistias fiscais e perdão de multas? favor começar pelo Itaú.

.

Franbeze

- 2017-07-27 14:29:48

Desde o início do

golpe eu venho falando isso. A quebradeira vai ser geral e vou me divertir muito, pois muitos empresários apoiaram o gope e as reformas dos gopistas. Eu não consgio entender como tem tantos empresários que não enxergam que as reformas feitas pelos golpistas vão destruir as empresas deles. Como que uma pessoa tem uma empresa e não tem visão da realidade? Quero avisar para esses empresários tapados que os que ganharam serão só os grandes do capital internacional.

 

 

 

Marcos Marques de Sousa Trindade

- 2017-07-27 14:28:31

O clima atual não permite

O clima atual não permite nenhuma conciliação, em nenhum dos lados.

O ódio visceral está tão arraigado na sociedade que não há mais volta: o caos será tamanho que chega a ser difícil mensurar as consequências.

Manter forças de segurança custa alto, e a segurança, como já explícito aqui, não será para todos.

Imaginem o país conflagrado, com saques por todos os cantos: os pequenos comerciantes seriam os primeiros afetados, recorrendo à segurança privada, insufuciente, para tentar manter um resquício de ordem. As periferias pegariam fogo. Alguém aqui já assistiu filmes que retratam a realidade da zona sul de Los Angeles, onde táxis não vão, comércio não se instala, polícia não entra, serviços básicos como correio não são prestados, etc, etc? Um pouco do que o Rio já está vivendo multiplicado por 10 e espalhando-se com enorme velocidade país afora. Não vejo cenário diferente do que esse para o nosso futuro. Algum país da história conseguiu manter a ordem com estado mínimo? O que estão fazendo com o país, aprovando essas leis absurdas que estão alimentando um ódio silencioso nas pessoas pobres é de se revoltar. Além do escárnio, das mais absurdas medidas. O que estão fazendo contra Lula e todos aqueles que colaboraram com governos petistas é como um aviso: não façam isso novamente ou tudo isso que está acontecendo pode acontecer com você. Me lembro de ter lido em algum lugar o seguinte: a Revolução Popular Negra no Haiti, fortemente influenciada pela Revolução Francesa, que fez do país caribenho o primeiro país com maioria escrava a ser independente de uma colônia imperialista, precisava sofrer um castigo tal para servir de exemplo para que outros não buscassem os mesmos caminhos. E o resultado foi o isolamento total do Haiti por parte dos países dominantes. Essa realidade se reflete até os dias de hoje.

Lembram das cenas de bandidos desfilando pelas favelas com fuzis nas mãos? Isso estava restrito às favelas. Não se espante se começarmos a ver essas cenas em locais mais centrais, com o aumento da ausência do estado em todas as esferas. Como tão bem descrito por um comentarista nesse post: tudo ou nada. Será tudo para as elites e nada para a maioria. O resultado é previsível,  futuro, sombrio. 

 

joel lima

- 2017-07-27 14:17:26

Não resisto a esse trocadilho

Não resisto a esse trocadilho = Samuel é um cabeça de planilha em Pessoa rsss. Fico mais intrigado com gente como Samuel que aparentemente apoia uma ideia não porque esteja às escondidas ganhando com ela, mas porque sinceramente acredita nela, como um médico que acredita que vacina faz mal e não ganha nada por fora. O que faz essa gente instruída  ter menos criatividade do que um dono de padaria, como você observou ? E o pior é que depois de consumado o desastre da ideia que apoiam, não tem nem mesmo a coragem de um Robert McNamara de pedir desculpas publicamente pelas ideias erradas que implementou. 

Marcos K

- 2017-07-27 14:10:58

Uma vez perguntado se

Uma vez perguntado se acreditava na sandices que defendia o insígne Robert Solow respondeu simplesmente que acreditava porque era uma "questão de fé".

É isso, meu amigo. Não digo todos, mas na maioria dos cursos de economia predomina o pensamento neoliberal ou neoliberalizante, devidamente embasado por livros cuja nacionalidade dos autores é desnecessário indicar. Professores e alunos, em sua maioria, não conseguem fugir dessa armadilha ideológica, simplesmente porque não tem preparo intelectual para tanto. O escrito tem valor de dogma e, como sabemos, acreditar em dogmas é uma questão de fé.

Portanto, não adianta criticar o professor. Não vai adiantar. Ele tem uma religião e sua fé é inabalável. Não espere auto-critica. A vaidade (e a burrice) não deixa. Até, porque, se contestar, já viu.... Vira um herege entre seus pares....

j.marcelo

- 2017-07-27 14:03:49

Xadrez do aperto no cinto (o
Xadrez do aperto no cinto (o povo!) Peça 1:Só se for peça de miolo de acém(dos mais baratos!) Peça2:Só se for peça de roupa do brechó! Peça3:Pedir vergonha na cara dos 3 porquinhos (Temer,Meireles e Illan!) Peça4:A que mais deve funcionar pela forte tendência a acontecer, pedir esmola ! Obs da peça3:Mentem tanto q dizem q a economia vai reagir ou está reagindo e eu vendo mercados e lojas vazias,quem é q está errado a Peçanha aqui ou os três porquinhos lá!? Obs.mor:São tão irresponsáveis q após aprovar as "reformas" ainda anunciam cortes de funcionários públicos,assustando mais ainda o povo e fazendo-a segurar mais ainda o dinheiro,o capeta deve estar dizendo VIVA AOS BANCOS!!

Roberto Monteiro

- 2017-07-27 14:00:04

Fora o teu rancor ao lulismo,

valeu pelo clipe do mc. Esta parte do rap é fruto de um movimento por muitos odiado, mas como em toda manifestação cultural, sempre sai algo bom (exceção ao sertanojo universitário). Este é o lado bom do rap, a contestação do status quo.

ciro medeiros

- 2017-07-27 13:59:41

Por favor senhor Araújo,

Por favor senhor Araújo, ninguem é tão burro assim; é óbvio que o objetivo dele não gerar crescimento econômico - o objetivo dele é impedir que surjam multinacionais brasileiras em condições de competir com as multinacionais do Eixo City-Wall Street. Tente tomar isto como premissa - só como exercício de pensamento - e, aí, veja se as coisas não começam a fazer sentido. 

Mogisenio

- 2017-07-27 13:56:00

Projeto de nação.

Bom dia Nassif e equipe. Bom dia senhores debatedores comentaristas.

 

Quase concordo plenamente com o xadrez (o diagnóstico) do r. jornalista e com o comentário( também diagnóstico) do r. economista A.Araújo.  

Minha discordância está na falta de apresentação  de um projeto, de um modo de agir de nós, seres humanos,  diante do horizonte traçado por eles.

Portanto, não vou aqui tecer mais um comentário do tipo "diagnóstico conjuntural".

Minha ideia aqui será a de  partir dos cenários acima, já bem traçados pelos  precitados e respeitáveis debatedores, em busca de uma forma de agir, considerando as  circusntâncias e as características do Estado brasileiro, particularmente, as características federais do Brasil.

Então, vamos lá.

 

Bem, creio que muitos comentaristas já sabem que nossa federação foi construída de maneira  contrária à tese original.

Não custa lembrar:

Por aqui, a coisa veio de cima para baixo.Federação centrífuga, isto é, de cima para baixo, do centro para a periferia, da "União para os Estados Federados".

Mais Fayol onde interessa o "interesse estrutural " de poucos.  E menos ou mais (depende)  Taylor onde interessa o interesse individual de muitos.

Nossas constituições confirmam isso ao longo de nossa história. 

E a Cr/88 não ficou de fora.

Basta verificar as COMPETÊNCIAS de cada ente federal ( União, Estado, DF e Munícipio;  este "emancipado" por último, justamente, onde a "vida acontece").

Notemos bem senhores.

Uma autarquia federal da vida, mais conhecida como "BANCO CENTRAL", reune algumas pessoas para tratar de "política monetária" a qual vai impactar EM TODOS OS ENTES FEDERAIS do Estado Brasileiro, sobretudo, aqui e aí, no local onde você vive, isto é, no seu município e por fim, em você.

Portanto, nós , administrados, munícipes, cidadãos, não raro bobocas, espalhados por aí em aproximadamente 6000 municípios, sentimos na pele o que uma turma que se qualifica como  "economistas" de mercado, de estado, do que for,  julga ser melhor para a "Federação às avessas" à brasileira.

E um detalhe: sem o seu voto.

Da mesma forma, uma turma de "representantes federais", entrincheirados nas casas legislativas federais - Câmara e Senado -  ditam, ou melhor, HOMOLOGAM! regras para você, que está aí no seu município, tentando sobreviver com certa dignidade, em meio a uma tal "crise" econômica, criada pela própria " crise da ciência econômica" visando interesses da própria " crise da ciência econômica", manejada por "especialistas em crises econômicas" os quais  são bem  remunerados pelo seus respectivos empreendedores de crises econômicas , que por sua vez, como dito,  fomentam a "crise econômica",mantendo, no entanto,  seus recursos longe da "crise econômica".

Essa crise é de INTERESSES econômicos, devidamente fomentada.

É a crise da "produtividade" travestida.

A crise do FAZER MAIS COM MENOS até que a morte nos separe.

A crise dos "ganhos de escala".

A crise dos "custos de oportunidade". do trade off sem conflito de escolha,  e, é claro, a "crise da falta de "segurança jurídica". 

Logo, uma crise para "reformas de segurança jurídica".

Em suma, uma crise existencial da mão boba e claramente visível.

Trata-se de uma crise de  interesses da riqueza e do  consumo,  dentro de uma "federação às avessas".

Uma crise entre direitos civis e individuais versus falta de direito econômicos, socias e políticos.

Portanto, partindo dessas pitadas de diagnóstico e do  diagnóstico já apresentado,  sugiro-lhes  uma reflexão de como AGIR diante desse cenário de "crises existenciais" imorais.

Vejamos.

Eticamente, portanto, no geral,  ligue o FODA-SE. 

Particularmente, na espécie, moralmente, portanto, aproveite a "crise".

E não se preocupe em construir uma "nação".  Nação é para otários!

Se aplicar na bolsa é melhor que construir algo útil, aplica imediamente na bolsa!

Ao invés de contratar um empregado, contrate uma trabalhadora grávida para fazer trabalho intermitente em ambiente insalúbre.

Se você for um otário empregado, abra a sua "empresa". Seja um "empreendedor" autônomo exclusivo! 

E entre "na justiça". Provoque a total e irrestrita falta de "segurança jurídica". Bagunce o coreto!

Lembre-se: você pode fazer tudo o que não for proibido por lei.

Nesse sentido, a ideia então é reduzir o número de "leis" para que você possa fazer , com suas próprias forças,  a "função social da propriedade"!

Ao contrário dos "econonistas" de escol " que atuam na máquina pública, bem como os   "representantes do povo", ou operadores da "máquina pública", você pode e deve fazer o que bem entender se  "a lei", sobretudo a "lei interpretada", não lhe proibir.  Aqueles, no entanto,  só podem agir  de acordo com a lei.

E eles,  fisiocrátas, patrimonialistas, exploradores de recursos públicos à custa de prestação de serviços públicos, estão aí trabalhando, para "reduzir o tamanho do estado", isto é, o volume de leis visando ABOCANHAR ainda mais recursos de sua, sim, da sua ai que me lê, da sua  mais valia, seu otário!

Portanto, se você puder faça!

No limite, se roubar fosse possível, o melhor a fazer seria  roubar, sobretudo, com "ganhos de escala".

A boa notícia é que furtar é possível!

Ora, faça mais com menos.

Furte ou  avilte  a mão de obra assalariada, tudo de acordo com a "lei".

Olhe para a última linha do seu "orçamento" , estabeleça um valor para você, liga o foda-se, e a partir daí, estabeleça as  "metas" para atingir seus fins!

Logo, seus  os fins devem  justificar os seus meios!

Afinal, mais vale um controle de gastos em 10+10 anos, pagando-se suas "despesas correntes" em dia, seus juros em dia, do que proporcionar um ser humano vivendo com razoável dignidade.

E deixe para as balas de borracha, a solução de eventuais convusões socias. Ordem e Progresso!

Por fim, se a "crise é de caráter", como dizia Trópia, então seja uma mau caráter!

Fique rico, enfie dinheiro rabo a dentro!

Venda a mãe!

Deixe outro, isto é, o inimigo de classe ainda mais  pobre.

Não pague "impostos" - claro,  de acordo com o seu "planejameno tributários elisivo" - e se possível, mande seus recursos para fora do país. Tudo de acordo com a "lei".

Depois, financie algum "representante do povo", para que este possa fazer uma "lei" de "repatriação" de recursos "elisivos".

Por fim, combata a corrupção e aumente seus rendimentos!

"E o salário ó, quanto menor melhor".

Ao trabalho, então!

 

 

 

 

ciro medeiros

- 2017-07-27 13:55:51

"Mas quem colocará o guizo no

"Mas quem colocará o guizo no pescoço do gato de uma opinião pública massacrada por uma cobertura financeira rasteira, incapaz de entender fundamentos mínimos da economia real?"

 

Enquanto a Globo continuar exisitindo, continuaremos, enquanto país, presos no mundo mágico das psy-ops do eixo financeiro norte-atlantista - a Globo é a bastilha brasilieira, mas, ao contrário da bastilha francesa que era de fato francesa, a Globo não é brasileira de verdade.  

jossimar

- 2017-07-27 13:39:18

"Ou seja, entre os

"Ou seja, entre os vencimentos da corporação e a prestação de serviços ao país, escolheu-se os vencimentos. E justamente do poder que mais contribuiu para a depressão econômica, ao arrebentar com as empresas de engenharia, desarticular a cadeia do pré-sal e alçar o grupo de Temer ao poder."

Já escrevi aqui várias vezes que 1200 desempregados a mais em um universo de 14 milhões não farão nem cócegas na economia real. Mas, ajudará muito no cumprimento da meta fiscal pela redução de despesas.

O MPF provou por A=B que não tem nenhuma utilidade para o país, aliás provou o contrário.

Os ganhos civilizatórios qe dizem que o país ganhou com a atuação do MPF teriam sido conseguidos mesmo se ele não existisse.

Aliás, se eles conseguiram alguma coisa, eles mesmo se encarregaram de destruir de 2014 para cá.

Penso que deveriam ser extintos todos os MP do Brasil. A economia seria de pelo menos 2% do PIB.

gueras

- 2017-07-27 13:26:33

Tem um ponto que o xadrez não cita

Que é o ponto que aguardo ancioso é quando começar a quebradeira sem precedentes de pequenos e médios empresários com o povo completamente estrangulado sem renda para nada. Aqueles que dependem do mercado interno que de forma sádica apoiaram o golpe, a reforma trabalhista e que no final como diz a brilhante economista Laura Carvalho vão pagar a conta pela cegueira estúpida.

 

Esse dia será maravilhoso!

naldo

- 2017-07-27 13:25:27

Não se atentaram ao detalhe

Não se atentaram ao detalhe que os mais de milhão para passagens e diarias da vaza a jato tambem são uma forma de incrementar salarios, já que diarias vão para o bolso de quem as recebe, seria interessante descobrir quem e quais os valores recebidos.

CB

- 2017-07-27 13:25:06

Eu acho ótimo. Enquanto o

Eu acho ótimo. Enquanto o povão não perceber que não tem mais nada a perder, que está num beco sem saída e que aquela conversa mole da ajuda divina pregada pelas seitas evangélicas ou que rezar a Deus é inutil pra colocar comida no prato, não vai se mexer. Tomara que os líderes políticos saibam aproveitar a insatisfação e revolta reais que se abaterão sobre a sociedade da mesma maneira que os escrotos golpistas souberam se aproveitar da insatisfação artificial enfiada na cabeça do povo burro através da mídia.

gueras

- 2017-07-27 13:24:49

Desculpa, mas austeridade

NUNCA funcionou em canto algum do mundo! Os EUA mesmo jamais usou em crises... sempre se baseou em principios de Keynes para sair rapidamente delas. Ao terceiro mundo ele jamais permite essa opção.

Mas quando a coisa apertava sempre se via como única saída investimento público que nada mais e que Keynesianismo.

Álvaro Noites

- 2017-07-27 13:18:31

1- Como acredito que quem deu

1- Como acredito que quem deu o golpe não tem intenção de entregar a rapadura:

As eleições de 2018 dificilmente ocorrerão. Se ocorrerem, serão fajutas ou serão eleições "a la Sadan Hussein" (cheia de fraudes e intimidações).

2- No ritmo que estamos, fatalmente ocorrerão distúrbios socias como nunca antes vistos pelas gerações vivas.

O país será uma terra sem lei onde a força policial já começou a endossar massacres de movimentos sociais e periferia (contra esta já faz tempo, mas hoje está escancarado). Apenas certa parcela (gigante por sinal) do poder estará sob o jugo do Estado policial e judicialesco, sendo que este é apoiado e exercido por diversos sádicos e fascistas.

Uma hora, a parcela da população sob massacre haverá de se revoltar e dar o troco nos algozes.

3- Sendo otimista e acreditando em alguma paz futura, não se deve em hipótese nenhuma pensar em qualquer "anistia geral e irrestrita" como parte do pacto de pacificação:

Se quisermos uma nação soberana e séria, usurpadores devem ser exemplarmente punidos. A tal anistia após a Ditadura foi um dos grandes fatos incentivadores para os golpistas de agora:

- Nada aconteceu com a Globo

- Muitos políticos da ARENA e golpistas de ontem são os golpistas de hoje

- Muitos militares ainda são simplesmente insubordinados

- O Brasil é o único país da AL que não pune os agentes da Ditadura (acho simplesmente insuportável ver figuras como o tal "Carteira Preta" desfilando orgulhosamente nas ruas e reverenciado por policiais).

- Quem enriqueceu com a Ditadura manteve sua riqueza.

- Familiares de golpistas vivem uma doce vida.

- O povo emburreceu de vez com a implosão da educação promovida pela Ditadura.

Logo, o mínimo seria que certas figuras fossem banidas do serviço público (procuradores, juízes, ministros, oficiais das FAs), vários políticos vendidos deveriam ser presos e muitos empresários deveriam simplesmente ter suas empresas subtraídas a título de pagamento de multas e indenizações (mantém se as empresas que geram divisas para o país, mas se pune seus dirigentes, o oposto do que foi feito com as empreiteiras).

Uma reforma profunda no Judiciário urge. Deve-se elaborar leis que impeçam as diversas mordomias existentes no judiciário e talvez isso fosse possível se houvessem:

- Lei que impedissem integralmente essa farra de consessão de bacalhais (benefícios, ajuda de custo etc). Se um juíz precisa de livros para melhorar seu desempenho profissional, que sejam providenciadas bibliotecas nos tribunais.

- Auxílio paletó: É do interesse público a suposta elegância dos magistrados?

- Auxílio creche: Todo brasileiro é igual perante a lei, logo, que eles vivenciem o "grande absurdo" de pagar escolas para os filhos com os próprios vencimentos.

- CNJ: Definitivamente não pode estar sob as asas do Judiciário.

- Total proibição de que magistrados participem de eventos remunerados patrocinados por empresas (sob pena de exoneração a bem do serviço público) - o conflito de interesse é duramente punido na iniciativa privada, por que no Judiciário não?

- Regime de dedicação exclusiva para magistrados, semelhante ao existente (e pouco fiscalizado) nas Universidades públicas.

4- Meios de Comunicação

E qualquer noção de país reconstruído e que ambiciona desenvolvimento e quiçá, retornar a ser um player global, não será possível com a existência de uma Rede Globo.

O presidente deveria usar e abusar dos pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio, TV e internet, sendo que as 2 primeiras são consessões públicas.

5- Crimes de alta traição

Há de se aprimorar e começar a aplicar esse conceito a agentes que se vendem para rivais estrangeiros, ou que confabulam com os mesmos em prejuízo ao Brasil. Deveria ser exemplarmente punido, qualquer nação séria não tolera de forma alguma um traidor, se odeia o Brasil e ama outra nação, que renuncie a cidadania brasileira e obtenha outra.

Se isso ocorresse veríamos metade da classe política, donos de meios de comunicação e muitos militares presos.

Andre Araujo

- 2017-07-27 12:41:47

Hoje pela manhã o professor

Hoje pela manhã o professor Samuel Pessoa, um dos ideologos da politica de ajuste fiscal, disse que lamenta não haver maiores cortes de despesas e qu diante disso ele acha que não havendo cortes no futuro os juros Slic devem subir e não cair.

Não passa pela cabeça do ideologo uma politica de aumento da atividde economica que gere maior arrecadação e facilite dessa maneira o ajuste fiscal que de outro modo não pode ser feito, corter gastos em meio a uma recessão fica cada vez mais dificil.

Que possa existir mais de uma opção de politica economica não passa pelos cabeções, um dono de padaria é mais criativo.

Franci

- 2017-07-27 12:41:42

http://www.centrocelsofurtado

http://www.centrocelsofurtado.org.br/

Eduardo Ramos

- 2017-07-27 12:41:37

Infelizmente, o Judiciário
Infelizmente, o Judiciário não irá romper com sua tradição conservadora, covarde, golpista! O TRF4 manterá a condenação a Lula, inviabilizando sua candidatura, e não duvido sequer que sigam com a crueldade, a violência, de lhe tomarem o dinheiro e os bens conquistados com seu trabalho. Não há limites no ser fascista, os irmãos Marinho, Moro, Janot, os procuradores da lava jato não brincam em serviço quando se trata de destruir um inimigo, e Lula é obviamente o número um dessa lista. . Então, a questão maior não parece ser "qual Lula emergirá desse processo", isso de certo modo ele já demonstrou quando esteve cara a cara com Moro, é e será o mesmo Lula de sempre, civilizado, não caindo na armadilha do ódio, defendendo-se dentro dos limites legais, mesmo diante de uma farsa, de eventos tão sórdidos que levaram à morte de sua companheira de décadas, Dona Marisa. Um crime que a História botará na conta de Moro, desses procuradores infames, da grande mídia terrorista, dessa sociedade perversa, fanática, sociedade com gosto de sangue na boca. A questão passa a ser: "quem e como está disposto a defender Lula nas ruas, num movimento social forte, radical, que chame definitivamente a atenção internacional para o drama que vivemos em nosso país?" - Essa é a questão mais relevante ao meu ver. . Porque se "a questão Lula não for resolvida", como não foi e não será a "questão Dilma", seremos de modo definitivo, todos nós, humilhados enquanto povo e enquanto nação. Com que moral iremos às ruas - se houverem eleições.... - com Lula preso ou interditado? Iremos referendar uma farsa? Iremos como um povo rendido, entregue, um povo acovardado e omisso? Determinadas questões, determinadas encruzilhadas DEFINEM se um povo tem ou não "alma", isso é sério, é coisa concreta, não uma abstração.... O modo como estamos agindo (ou não agindo....) diante desse processo todo, é de certo modo revelador do que somos, ou do quão catatônicos estamos diante de tanta violência, tanto cinismo. Num país NORMAL, Curitiba teria sido invadida por centenas de milhares de cidadãos revoltados, depois de uma sentença que é um escracho à civilidade, ao justo, uma sentença que põe o Brasil num patamar de "país dos eventos nonsenses" que nos envergonha a todos. Como a nossa omissão. . Que consenso virá de uma sociedade que aceitaria em tese, um Lula preso, ou impedido? Qual o impulso moral, vital, dessa sociedade? O outro lado saberia de antemão, com toda a certeza: "se não gostarmos do consenso deles, fazemos tudo de novo.... Basta termos um outro Moro, que faremos exatamente o que desejarmos...." . Ou em algum momento deixamos claro que "não é bem assim", ou seremos como aquela mulher que apanha do marido, e porque a polícia ou um juiz não fazem nada, aceitamos a situação como "natural"..... . A questão emblemática portanto, parece ser essa: quando e como reagiremos a tantas violências? É o que definirá que povo, que país, que nação queremos e merecemos ser.

Franci

- 2017-07-27 12:35:44

"Tem que se trazer o

"Tem que se trazer o Judiciário e o Ministério Público de volta ao leito institucional, acabando de uma vez por todas com sua capacidade de desestabilizar o país. Sem prejuízo de seu trabalho anticorrupção".

Não esperem muita coisa do Judiciário, este poder já faz parte do "pacto" nacional de enriquecimento da classe jurídica em detrimento dos demais trabalhadores brasileiros, são os novos, assim como os deputados e senadores do Congresso, atores de dissociação política e econômica com a realidade, ou seja, vale tudo pra me dar bem, inclusive aumentar o meu prórpio salário, o resto que se dane...

 

"No entanto, decidiu privilegiar os vencimentos, com reajuste de 16,6% para o próximo ano. O que significa que, no limite, haverá uma redução de 16,6% do total na parte que cabe ao operacional".

Essa é uma forma gravíssima de corrupção, quando você mesmo deveria dar o exemplo, como no caso o de seguir o teto de salário constitucional, você pisa na própria lei de seu país e vive em uma realidade em desacordo até com o bom senso, é nisso que dá dar tanto poder a Juízes, Promotores, Procuradores sem um órgão externo sequer que os fiscalize, seus órgãos de fiscalização interna (CNJ, CNMP) realizam o mesmo papel dos Tribunais de Contas dos Estados, municípios e da união: só fazem passar a mão nos ganhos absurdos de seus membros e esquecem que vivem em um país com outras pessoas e outros poderes, tornando-se um principado diferenciado dos concursados.

 

De todos os absurdos que estão sendo cometidos nesse país os piores até agora estão vindo da imprensa, a maneira absurda com que a mídia analisa as questões econômicas e as repassa à população parece um episódio dos Simpsons, os jornalistas ecônomicos, se é que se podem ser chamados disso, mentem descaradamente, e qualquer pessoa que tenha lido pelo menos um texto de Celso Furtado sabem que emprego e renda se gera com investimento e não a pregação do encolhimento do Estado e desinvestindo na população como o faz Henrique Meirelles.

E a população, até mesmo os coxinhas (excetuando os mihões de cunhas), todos estão em seus limites, a tão sonhada era do "era só tirar a Dilma que melhorava" não veio e a situação está absurdamente pior do que no ano passado, o "pacto" com o STF com tudo, está deixando a todos estarrecidos e a compra de parlamentares pelo governo Temer não move sequer um dedo do Moro ou de qualquer um do Judiciário, dando a impressão de um país de ao "Deus dará"

Concordo com o ARKX há um cheiro de uma nova grande manifestação no ar, um cheiro de 2013 para o ano que vem e esse furacão virá com ou sem Lula

 

 

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/ginastica-chapa-branca-globonews-diz-que-recessao-e-desemprego-derrubam-inflacao-e-devolvem-poder-de-compra/

 

romulus

- 2017-07-27 12:24:15

Problema: no curto prazo interessa à Globo detonar economia!

A Rede Globo tem operado no vermelho em virtude da conjuntura recessiva e, estruturalmente, vive uma decadência gradual pela transformação tecnológica. Um executivo amigo do Blog examinou as demonstrações financeiras do Grupo e constatou que o que o deixa como um todo no azul é o hedge apostando contra o Real. E tem mais: os Marinho, apesar de a Rede Globo operar no vermelho, estão sangrando os resultados do Grupo (bilhões) para partir para outra. Combinação fatal: eles não acreditam no futuro das receitas da Globo no longo prazo e, no curto prazo, ganham com o derretimento do Real.

*

Sobre Meirelles, atrevido demais em sua ambição - sem lastro! - é mais uma baixa da investida - frustrada - da Globo contra Temer. Não entregou a recuperação que prometeu e foi desleal com o chefe no momento de dificuldade. Para piorar, nao tem vergonha na cara e - Ministro da Fazenda do Brasil! - tem domicilio fiscal nos EUA (!)

*

Entenda:

Bomba: com corda no pescoço, os Marinho sangram a Globo para partirem para outra!

Por Romulus & “Dom Cesar”

A análise financeira das empresas do Grupo Globo entre 2014 e 2016 é reveladora: nem os Marinho acreditam no futuro da Rede Globo!

As fragilidades financeiras das empresas do Grupo, combinadas com saques bilionários!, na forma de pagamento de dividendos aos irmãos Marinho, indicam que os donos estão, discretamente, partindo para outra (!)

("outra" qual? Será no Brasil??)

E, nessa travessia, só o BNDES – e a publicidade estatal – salvam: sem a receita oriunda do Estado entrando no fluxo de caixa e sem a rolagem da dívida junto ao BNDES – para a qual os Marinho não têm garantia! – a Globo já era.

Por isso, com Temer enterrando a denúncia de Rodrigo Janot na Câmara em agosto, a Globo terá de dar a meia volta mais humilhante de sua história!

Como todos sabemos, desde março passado a Globo foi para o tudo ou nada contra Temer e...

(aparentemente...)

- ... PERDEU!

Como a sua “sobrevivência” (temporária...) no curto e no médio prazo depende totalmente do governo, não restará opção à Globo a não ser voltar a ser “chapa branca”.

Tão chapa branca como na alvorada do Golpe (!)

 

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Álvaro Noites

- 2017-07-27 12:21:41

Esse desabafo deveria virar

Esse desabafo deveria virar post.

j2c

- 2017-07-27 12:19:24

Caros Andre e

Caros Andre e Nassif,

 

Sempre leio seus posts, e raramente discordo deles, principalmente no tocante ao desenvolvimento do nosso País.

Entretanto, a meu ver, é utópico crer que nossa "elite" pretende recuperar nossa economia com as medidas de austeridade. Trata-se, pura e simplesmente, de tomarem para si suficientes ovos de ouro antes de matarem a galinha, para depois viverem confortavelmente na Av. Foch ou em NY após o esperado naufrágio, deixando para trás apenas um território à disposição de quem desejar explorar recursos naturais(observem que aqui há a distinção entre território e nação).

 

 

naldo

- 2017-07-27 12:18:19

Elições diretas e "honestas"?

Elições diretas e "honestas"? Não confio na trma que vai organizá-las, se houverem,

 

até hoje não engulo o episódio das eleições passada de poucas pessoas numa sala apurando os votos, foi ridículo e abusivo com o país; e gostaria de saber se a turma ainda vai insistir em manter a pouca vergonha do tal carf, que insentou bancos de pagarem bilhões enquanto o governo precisa de grana para fechar as contas, e o tal copom e sua reunião manjada e exdruxula de cartas marcadas ao gosto do mercado, se acabarem com pelo menos essas bizarrices acredito que alguma coisa está mudando, caso contrario......

 

 

Carlos Alberto Freitas Lima

- 2017-07-27 12:16:29

O XADREZ E O EXERCÍCIO JOGANDO COM O DIABO

Nassif, seu xadrez hoje não deixou alternativas senão, o operário, micro empresários jogados na lama do caos e da violência, a polícia já é usada para defender interesses dos ricos e abastardos, a republica do Brasil hoje não pode ser comparada de com prostibulos, pois nos prostibulos pelo menos há empregos e regras e juízes não são deuses.

bonobo de oliveira, severino

- 2017-07-27 11:45:42

Leviandade.

Como todo bom esquerdopata ou direitalha leviano, a jogada mais cômoda é sempre destacar um ponto, fácil de ser explicado e distorcido para a choldra ignara, que se preocupar em analisar e interpretar o contexto.

cesarcardoso

- 2017-07-27 11:16:43

Saque e voleio de pitacos

Até agora, mesmo com 14 milhões de desempregados, a crise não produziu a desorganização econômica das grandes crises dos anos 80 e 90.

Não falta muito pra chegar lá. E não deixa de ser sintomático que isso vai começar no Estado do Rio, laboratório do neoliberalismo desde os tempos das privatizações de Marcello Alencar e atualmente dividido entre as duas grandes forças conformistas da sociedade brasileira (Rede Globo e igrejas neopentecostais) - acho que hoje o RJ está mais avançado nesta decomposição que o RS.

 

A saída organizada da crise passará não apenas por eleições diretas (e honestas) em 2018, mas por uma busca de consensos, que terá que começar rapidamente, entre setor produtivo, sindicatos, novas e velhas organizações sociais e liberais de boa cepa.

Com o Grande Acordo Nacional sendo pressionado pelo rentismo para criar um parlamentarismo formal e, portanto, estratificar isso tudo? E um país governado e controlado pelo baixo clero, que sobrevive no caos e não vai querer acordo re-estruturante? Não sei...

(Um dia deixo aqui minha lógica de porque a pior coisa para o baixo clero é um parlamentarismo formal, e a melhor coisa para o baixo clero é o parlamentarismo informal do pós-golpe)

 

A grande incógnita é qual o Lula que emergirá nas próximas disputas políticas.

Há uma chance real de que, tal e qual Perón na Argentina de 1973, Lula volte sob o olhar complacente da elite como a única barreira entre o país e uma guerra civil... bom, na Argentina todo mundo sabe como terminou.

Antonio Carlos Silva - Brasil

- 2017-07-27 11:14:23

Quem é o inimigo ? Quem é você ?

Quando a opressão aumenta 
Muitos se desencorajam 
Mas a coragem dele cresce. 
Ele organiza a luta 
Pelo tostão do salário, pela água do chá 
E pelo poder no Estado. 
Pergunta à propriedade: 
Donde vens tu? 
Pergunta às opiniões: 
A quem aproveitais? 
Onde quer que todos calem 
Ali falará ele 
E onde reina a opressão e se fala do Destino 
Ele nomeará os nomes. 

Onde se senta à mesa 
Senta-se a insatisfação à mesa 
A comida estraga-se 
E reconhece-se que o quarto é acanhado. 

Pra onde quer que o expulsem, para lá 
Vai a revolta, e donde é escorraçado 
Fica ainda lá o desassossego (Bertold Brech)

Turba - Moto Perpétuo

[video:https://youtu.be/QAR9feIY6ss]

 

bonobo de oliveira, severino

- 2017-07-27 11:11:42

Segue tudo culpa do Lula.

Toda a desgraça que se produz sempre, em algum momento, passa a ser de responsabilidade do Lula. Mas, há de se ressaltar que há erros conceituais graves, de origens anteriores ao nascimento do Lula, que perduram, prosperam e todos repetem, contribuindo para a confusão sobre o entendimento de um grande país que está condenado a não ser jamais uma nação. A coisa começa lá atrás, segundo Jessé de Souza (o Lula não tem nada a ver com isso), na conceituação e caracterização da natureza do homem brasileiro. Se já nasceu a identidade do homem corrompida, estão abertos os caminhos para que neo intelectuais como o Dallagnol possam disseminar as suas teses da origem do homem brasileiro corrupto por condenação atávica associada ao modelo de colonização. Ai não tem autodeterminação que aguente. Outro erro que existe e todo mundo repete (e não é de responsabilidade do Lula, porque não foi ele que organizou as QUADRILHAS DOMINANTES do país) é sempre fazer referência a uma suposta "elite" que não existe, conforme já nos ensinou o Luiz Gonzaga Belluzzo.

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/01/belluzzo-quanto-mais-selvagem-a-sociedade-pior-trata-criancas-velhos-e-prisioneiros

Quadrilhas organizadas que agem ao arrepio das leis (qualquer que seja, constitucional ou ordinária) e quebram as regras que se tenta estabelecer para organizar GOLPES de Estado há cada (menos de) 50 anos (em média) no país, embora sejam composta de gente bilionária que enriqueceu apropriando-se das riquezas públicas não podem ser chamadas de ELITES nem em tese de TCC de curso preparatório para fazer concurso para entrar no Ministério Público. Enquanto tratarmos quadrilhas como elites e não como criminosos que são, não tem Lula, nem Bergolio, nem Mandela nem quem quer que seja que dê jeito nessa zona. Talvez Fidel ou Stalin funcionasse, mas não sobreviveriam muito tempo, montados sobre tantas riquezas, num país tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos.

arkx

- 2017-07-27 10:54:25

Xadrez do aprofundamento da crise fiscal

-> Até agora, mesmo com 14 milhões de desempregados, a crise não produziu a desorganização econômica das grandes crises dos anos 80 e 90. Agora, o fantasma da desorganização se aproxima.

Rio de Janeiro. uma cidade em decomposição. ambulantes e sem teto tomam as ruas. arrastões tomam os bairros. comércio em queda livre. demissões em massa. servidores estaduais dependem de cestas básicas. contratos com 6 meses de isenção de aluguel, em troca do pagamento de condomínio. lojas fechadas em shoppings de luxo. a polícia que mais mata continua sendo também a que mais morre. SAMU em vias de ser suspenso. UERJ já exterminada.

mas ainda assim, há muito fundo no poço até atingirmos a situação da Grécia. aqui, como lá, a cleptocracia quer tudo e vai nos deixar sem nada. o nome do jogo é este: tudo ou nada.

-> A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) tem baixíssimo impacto sobre a inflação. Além disso impactaria a todos proporcionalmente e permitiria o rastreamento do dinheiro de caixa 2.

tudo ou nada. imposto não regressivo, nem pensar. vão desarticular completamente a economia e jogar o país na convulsão social, por completa falta de opção. com a completa desmoralização das UPP, mesmo nas pequenas favelas do Rio os fuzis estão novamente sendo erguidos acintosamente. desta vez, os saques aos supermercados terão escolta armada.

-> O MPF tem um orçamento, que cobre os vencimentos dos procuradores e a operação da máquina. Recursos para a operação da máquina são essenciais para a boa prestação de serviços. No entanto, decidiu privilegiar os vencimentos, com reajuste de 16,6% para o próximo ano. 

tudo se escancarou tal qual sempre foi, mas antes ainda estava sob algum recato hipócrita, ao menos se mantinham mal e porcamente as aparências. agora não! com o impeachment inconstitucional, meteu-se o pezão na jaca de vez. escancarou-se os portões. vale tudo! afinal: "não fazemos nada de errado, só traficamos drogas..."

cada famiglia opera única e exclusivamente para cuidar de seus negócios. cada um por si e Deus contra todos. e como todos tem o rabo amarrado uns nos demais, nenhum deles vai ser o primeiro a puxar o rabo do outro.

a cleptocracia brasileira conseguiu a sua maior proeza. chegamos a uma situação inédita, um nó impossível de ser desatado. ou tudo ou nada.

-> Mesmo os porta-vozes mais radicais do mercado já se deram conta de que a saída é política.

o setor dominante jamais solucionará a crise. ele é a crise.

Temer comprou o Legislativo. o Judiciário vai lavar as mãos. o MPF vai ficar sem ação. as FFAA são uma tropa de ocupação. de impasse em impasse, gera-se mais impasse. em algum momento, tudo vai explodir.

como estamos num jogo de tudo ou nada, a única chance de desatar o nó vem de um amplo e capilarizado movimento de massas, que altere a correlação de forças e erga um novo pacto constituinte - e aqui a experiência atualíssima da Constituinte Venezuela é uma pedagogia em desenvolvimento a ser acompanhada com toda atenção.

-> Qualquer análise tem que levar em conta o papel de Lula.

-> Mesmo submetido a humilhações diárias por figuras como Sérgio Moro e procuradores, mesmo com a morte de sua esposa, tão humilhada que quase foi alvo de uma condução coercitiva, não se espere um Lula raivoso. 

impossível na atual conjuntura não levar em conta o fator Lula. mas a cada vez que se o faz, a claque Lulista entra em desespero. como os dados e os fatos não mentem, a bolha do marketing Lulista já estourou há muito, deixando os "companheiros" em estado de choque e boiando num legado de impotência e depressão.

talvez o mais importante sobre Lula e o PT seja compreender que jamais darão qualquer giro à Esquerda, mesmo minimamente. e sem este giro, os movimentos sociais (MST inclusive) em algum momento romperão definitivamente com Lula. o que vai ser péssimo para todos nós. neste sentido, a morte de Marco Aurélio Garcia foi emblemática.

vídeo: PH LIMA RAP O BANDIDO DO RIO - Salve 2013!

[video: https://www.youtube.com/watch?v=0eGYa2XFtSE]

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Eduardo Outro

- 2017-07-27 10:50:35

O extraordinário AA, será

O extraordinário AA, será encontrar alguém que leve essa "elite" empresarial e política a entender o que foi elencado no item 3, com a clareza de sempre, pelo Nassif. Lula conseguiria ? Se não, quem ? Não se vislumbre nenhuma ironia, eu realmente considero que para isso temos que ter num novo Governo, que um dia virá, o Senhor Luis Nassif e o Sr André Araujo. Para, se não for possível educar, ao menos ensinar. O maior defeito não é a abominável corrupção, é a ignorância dos que são guindados a cargos tão importantes para o país e levam consigo apenas essa tosca ignorância. Mesmo fora da "elite" empresarial e política, veja o exemplo do MP, que convida Kim Kataguiri para falar de Segurança Pública. Posso estar errado mas isso ocorre não por desonestidade, sim por enorme ignorância de concursados que sabem tudo que pouco interessa e nada do que interessa muito. E a cada dia que passa mais me parece que Meirelles entende tanto de Economia quanto Kim de Segurança Pública.  

Romanelli

- 2017-07-27 10:45:33

a propóstio  ..LULA sem

a propóstio  ..LULA sem duvida é um patrimônio  ..pra mim, o MAIOR lider que este país já conheceu  ..um mito 

agora  ..ele não é eterno ..e por toda esta MERDA que esta, sem duvida que só LULA não dará conta - mesmo pq ele não pode ser culpado pela DESTRUIÇÃO do patrimônio e consquistas que ele deixou  ..ademais, nosso líder esta com a idade avançada

IMPORTANTE se faz aos movimentos democraticos começarem a pensar o que fazer com os diversos golpistas que estão escondidos e ABUSANDO do país nos diversos poderes (e que não dispõe nem de 2-3 % de aprovação popular), o que fazer com esta CORJA qdo este comando desmoronar ? (golpistas nas FORÇAS ARMADAS e JUDICIÀRIO em primeiro lugar, seguidos os do legislativo, executivo e dos nossos goobles atracados no PIG ..gente CINICA, conspiradora, plantadoras do caos e da cisania)

Ou se pensa agora no depois, ou daqui a pouco vem uma anista ampla e irrestrita (pro Gilmar, Cantanhede e Moro da vida) e grupelhos políticos inconformados nascerão de hoje até os próximos 50 anos.

Do que vale o sofrimento se não tiramos proveito dele ?

Romanelli

- 2017-07-27 10:32:22

Não há santo nesse jogo  ..se

Não há santo nesse jogo  ..se farinha pouca ..não sei quem mais errou nestes anos todos

NÃO CULPE O RENTISMO ..ele só se beneficiou da MIOPIA dos ditos monetaristas acompanhados da tal SELIC PLACEBO

CULPE por exemplo as esquerdas que ao invés de traçarem políticas e METAS, preferiam reservar percentuais do orçamento, de maneira fechada a setores inteiros, verbas a serem repassados por décadas, independente do que viesse a ocorrer

CUPLE também os liberais libertinos que por se contraporem aos tais percentuais, também sem planos nem metas, resolveram cortar as extravagâncias com tesoura enferrujada e céga fixando tetos tanto na paz como na guerra

CULPE inclusive os POgreCistas que, apesar de elevarem o MINIMO de US$ 70 pra US$ 300 com LULA, não tiveram a coragem de estancar os exageros no SETOR PUBLICO como por exemplo ao se permitirem pagar pra promotores recém concursados, R$ 28 mil mensais fora PENDURICALHOS (carajo !!!!)  ..diferença NABABESCA (acompanhada de aposentadoria PLENA) prum minimo que deveria girar, se tanto, pela média dumas 20x, com tudo incluso

https://www.youtube.com/watch?v=Y1NfRN4D7NE

joel lima

- 2017-07-27 10:27:32

André, o Brasil está sendo

André, o Brasil está sendo pros rentintas uma cobaia como foi a Argentina na época em que ela renunciou à sua moeda (uma sandice sob qualquer escola econômica, mas que era exaltada pela mídia nativa e internacional ) sob o pomposo nome de paridade peso-dólar. Mas o plano argentino ainda criou uma ilusão por quase uma década e que quando acabou custou a saída de 5 presidentes em dois meses e a condição, que dura até hoje, de pária internacional, leproso do sistema financeiro. O plano Levy-Meirelles vai entrar nos anais da economia como a maior sandice imposta a um país, equivalente a tratar um paciente com anemia profunda com sangria feita com sanguessuga (rs). 

Sou dependente do SUS, e um dia fui a um posto pegar remédio de pressão. E durante esse período, umas 5 pessoas não conseguiram sinvastatina, remédio contra colesterol. E uma mulher ficou desesperada, pois era o quinto posto que passava e não tinha. Tinha uns 9 anos quando houve a onda de saques em supermercado. Só que hoje, André, havendo de novo esses saques, as maiores vítimas não serão os mercados de rede (me lembro que o barateiro, em santo amaro, era o mais saqueado), mas sim as pequenas mercearias e minimercados que povoam as periferias. 

Infelizmente não há como importar uma elite. A nossa, brasileira, com todo respeito, André, na média, tirando as honrosas exceções, não querem exercer o papel de qualquer elite decente, que é dar um rumo e proteger o seu povo. A nossa elite se acha uma caixa preta, tanto no sentido figurado (a de não mostrar seus reais interesses ) como no sentido literal, a de se acreditar que é uma caixa preta que, mesmo depois que o avião Brasil se esborrachar, vai ser a única peça a ficar intacta. 

Marcos K

- 2017-07-27 10:18:46

Olha, poderia ser escrita uma

Olha, poderia ser escrita uma tese sobre o artigo. Quem conhece um mínimo do Meirelles e leu a tal "Ponte para o Futuro" sabia que essa era o resultado óbvio.... Batata. Mas se você dissesse isso a dois anos era taxado de "louco" , "burro", "analfabeto" e "petista"....

Não acho que a coisa seja tão irracional assim. Depressão econômica com baixa inflação aliada a juros astronômicos é o mundo ideal do sistema financeiro. Sem falar que uma depressão econômica, aliada ao sucateamento proposital do serviço público é a desculpa perfeita para justificar as privatizações mais absurdas e selvagens. É o famoso "não há alternativa".... Não vejo onde o setor financeiro, que, claramente sequestrou o pais, está perdendo nesse negócio.

Saídas? Dúvido. Anos de doutinação acadêmica e institucional (vide as instituições empresariais) intoxicaram essa gente até a medula com o pensamento neoliberal. Mediocres já provaram que são. Se fossem realmente inteligentes fariam a grandeza de assumir os próprios erros estúpidos. Não vejo isso. É demais para vaidade dessa gente.

E, sim. O setor financeiro "Tratam todos como imbecis".

Admitamos: perdemos. Os bancos ganharam, a Globo dá versão "oficial" e "La Nave Vá". As pessoas não entendem, não ligam a mínima e nem quer saber. Se ligassem já estaríamos vivendo nossa Revolução Francesa.

E se você tenta abrir os olhos ainda te chamam de "louco" , "burro", "analfabeto" e "petista"....

alexis

- 2017-07-27 08:25:44

Análise perfeita

Muito boa análise feita pelo Nassif. Acredito que este xadrez é muito didático para compreender a situação atual. Sem palpites nem antecipação de jogadas, é um texto que deve ser lido para compreender o exato momento que atravessamos.

Gostei muito do texto e da intenção técnica de Nassif para colocar os assinantes com maior atenção sobre o tabuleiro, para compreender melhor as próximas jogadas e novos capítulos desta série. Gostei.

Serjão

- 2017-07-27 07:04:08

Não há devolução

A depender disso:

A saída organizada da crise passará não apenas por eleições diretas (e honestas) em 2018, mas por uma busca de consensos...Não há saída fora de um acordo amplo...

O golpe das quadrilhas, das Organizações Criminosas, teve e tem o grande mérito de fazer ruir de vez as máscaras, ainda que bastante toscas e transparentes, que encobriam o Brasil real.

A realidade escancarada, sem as ditorções das ilusões românticas, é o marco da ruptura com o passado.

O Brasil eterno adolescente em berço esplêndido morreu.

Sob esse aspecto, qualquer tentativa de acordo ou consenso, é um evitar da dor, é querer furtar-se, do confronto imposto pelo real. Algo como uma tentativa neurótica - coletiva e social - de manipular a existência, brecar o devir e manter, mesmo que fétido e putrefato, o defunto vivo.

cariry

- 2017-07-27 06:48:35

Sei que não é o mais

Sei que não é o mais importante, mas friso isto do texto do Nassif:

"A política de conciliação de Lula abriu espaço para o golpe. Os grupos mais à esquerda têm razão em deblaterar contra pactos que permitiram o crescimento das forças golpistas."

[email protected]

- 2017-07-27 05:01:47

A Hora dos Espantados Acordarem da Letargia Global Introjetada

Estaco na peça 1, A Hora do Espanto e realidade desse imenso território que revela-se, não nação e não país, apenas reles entreposto comercial, submetido ao Norte e "dirigido" por classe dominante financeira que jamais chegou ou chegará a constituir uma elite, daí o não país, a não nação, o não Brasil, que escancara ainda não ter cidadania e consequentemente cidadãos, na acepção mais profunda e respeitosa do termo, o que está demonstrado no absurdo estado de coisas a que chegamos, com todos, paneleiros ou não, obsequiosamente calados, apreciando e permitindo, por omissão, anomia e paúra, que os bucaneiros, marinheiros e não, que apossaram-se do entreposto levem-no em direção ao pior do caos, econômico, político e social, sem que haja o menor sinal de reação a suruba jucániana em que nos envolveram e que mudos, assentimos que nos ferrem de vez, cada vez mais espantosamente, até explodir a bomba social armada e alimentada por eles, com nossa concordância covarde própria de não cidadãos.   

Eliane Ribeiro

- 2017-07-27 04:52:14

Boa, André....Lembro, que

Boa, André....Lembro, que você foi o primeiro a alerta, sobre o desastre meirelles/goldfajn.

E te recomendei a amigos que se dizem, de direita! o problema do Brasil é que não existe um legitimo nacionalismo.

Boeotorum Brasiliensis

- 2017-07-27 04:38:33

e se?

Caro Araujo,

Alinho-me sem reparos as suas observações sobre mais uma brilhante exposição do Nassif. Mas, custa-me crer que tamanha incompetência na condução da politica econômica, a entrega das riquezas nacionais, o esfacelamento da industria e o desmonte do pouco que há da rede de proteção social não seja intencional. Eu, às vezes, penso que há um plano em marcha, estruturado e com comando centralizado, para destruir qualquer possbilidade do Brasil se tornar uma potência. Parece que estamos indo como uma boiada para o matadouro, conduzidos passivamente. Ver o povo desiformado ser manipulado me enche de tristeza. Tentar entender como o empresariado brasileiro apoia isso me deixa estupefato, atônito e, como você também, indago, como?

Em fevereiro escrevi um texto sobre o que esperar da economia em 2017 onde, en passant, tento decifrar essa charada. Eu, que não sou economista, no início do ano fiz uma previsão bastante próxima do que ora vemos e, incrivelmente, ainda há empresários que defendem esse verdadeiro tiro no pé, apostam na "retomada em breve" e acreditam quando Temer e Meirelles discursam sobre o fim da recessão. O que, alías, nem é mais recessão e sim à beira da depressão econômica.

Se tiver curiosidade, o link para o texto está aqui:https://drive.google.com/file/d/0B0xY3gU4FcQLM241b1l4Zm1YVGc/view?usp=sharing

Abraços

 

Andre Araujo

- 2017-07-27 04:05:48

O extraordinario nesse quadro

O extraordinario nesse quadro tão bem traçado pelo XAFREZ é como a elite politica e empresarial compram essa pacote economico  absurdamente fragil e inconsistente, como as escolas de economia do Pais, com raras exceções, não

apresentaram qualquer contestação a um plano tão raso, tão capenga, tão mediocre como esse, indigno de um grande Pais de 200 milhões de habitantes com todos os recursos naturais e capacidade industrial , um Pais que se encontra na mesma posição de um homem forte amarrado com cordas impedido de se movimentar, esse é o Brasil amarrado por uma politica monetaria esteril que não serve a nada, apenas para satisfazer grupos rentistas como se esses fossem a parcela mais importante da população do Pais.

Como é possivel que uma economia que necessita neste momento crucial uma grande liderança politica como foi um Osvaldo Aranha, um Delfim, um Simonsen, um Lucas Lopes tenha no seu comando uma mediocridade como Meirelles apenas porque ele representa bancos e gestoras quando o Ministro mais importante do governo precisa representar o conjunto do Pais presente e futuro, a composição dos interesses dos assalariados e produtores e

só a Avenida Faria Lima  e a Rua Dias Ferreira , o Brasil é bem mais do que os barbinhas das corretoras.

O fracasso dessa direção da economia já foi aqui previsto desde a gestão Joaquim Levy, da mesma origem, em nenhum momento essa politica foi vitoriosa ou deu algum sinal  de vigor, de que levaria o Pais ao fim da recessão que se aprofunda em depressão e seus arautos na midia, se bem que em menor escala, ainda vendem a ilusão de que essa politica vai tirará o Pais da crise em um tempo nunca especificado ou prometido, apenas um desejo etereo, um "wishfull thinking" remoto,

apesar das evidencias em contrario. Nenhum programa de austeridade na historia da economia triunfou sem os exemplos de cima, os cortes no topo do Estado precisam ser os primeiros para lastrear os cortes embaixo. Cortes de salarios e mordomias, de jatinhos, de viagens internacionais pagas pelo Estado, de auxilios, de diarias são a base para cortes no andar inferior, impor sacrificios exige moral de quem impõe e absolutamente não é o que se vê.

Não há absolutamente nenhum gesto, como o do governo britanico vendendo o jato da Rainha e o iate real Britannia, para indicar tempos austeros, tampouco se deixa o dolar flutuar no seu preço real para não estimular turismo internacional na escala que se faz no Brasil. A politica cambial brasileira está a serviço da meta de inflação e não a serviço da economia produtiva do Pais do mesmo modo que a politica monetaria está a serviço dos rentistas e não dos assalariados.

A atual politica economica irresponsavel, tosca, simploria e mal intencionada vai levar o Pais a uma imensa crise social que já se manifesta pelo aumento da criminalidade e pela crescente pressão das classes pobres sobre os sistemas de saude e educação do Estado, a proxima etapa é dos saques em supermercados, não é a meta de inflação que vai segurar.

 

Rpv

- 2017-07-27 04:02:11

A galinha dos ovos de ouro, o American God e o peão da fazenda

O problema dos capitalistas brasileiros é sua fé cega no American God.

Eles ainda vão matar sua galinha dos ovos de ouro de fome - o Tesouro.

Para quem quer comprar o galinheiro (como os gringos) é bom, mas para quem vive dos ovos não.

E o peão da fazenda que engordava a galinha para ela dar muitos ovos era o Lula. 

O problema era que ele, além de não deixar vender o galinheiro, queria criar mais galinhas.

Aí veio o American God e disse: servos capitalistas prendam o Lula - o capeta.

E eles estão quase conseguindo. O problema é que a galinha parou de comer e ameça não dar mais ovos de ouro.

Será que esses capitalistas vão abrir os olhos antes do galinheiro ser vendido, ou vão morrer cegos na sua fé no American God, que se autodenomia "mercado" - pela rede Globo?

Se isso acontecer, ainda vão de joelhos em procissão pedir para o peão voltar e tomar conta do galinheiro, rezando para que ele saiba uma mandinga (já que é um capeta) para ressuscitar a galinha.

Torcemos para que até lá o peão ainda esteja vivo.

 

Gilson AS

- 2017-07-27 03:58:13

Não espero um Lula raivoso,

Não espero um Lula raivoso, até porque a raiva mata.

Mas espero um Lula combativo. Que o seu primeiro ato no 3° mandato , seja o corte total das verbas de publicidade do PIG( todas as redes). Que se danem prá lá. Criem movos mecanismos para aumentarem seus faturamentos.

Quando for necessários o governo fazer uma grande campanha nacional( por ex. vacinação) que as verbas de publicidade sejam pulverizadas em todas as mídias alternativas.

Que o governo Lula crie um canal de comunicação direto com o povo, atraves da NBR e mídas alternativas. Falando diretamento com o povo, e fazendo o contra ponto ao PIG, principalmente do JN

Que o governo Lula compre os diretos de transmissão  de todas as grandes festas populares do país, incluindo futebol. Para que o povo tenha mais uma opção de escolha. Serve tambèm como mais um canal de comunicação do governo

Lula não precisa ser raivoso, mas também não pode ser Lulinha paz e amor. No momento oportuno deverá jogar ao mar todos os golpistas que por acaso conseguirem se elegerem em 2018.

Sinceramente, espero que o Lula dessa vez saiba usar o poder assim como vem fazendo o  golpista e traidor Temer. Temer proibiu que oficiais das FFAA se manifestassem nas redes sociais contra seu governo. Tinha até Gal. detonando o Temer nas redes. Enviou uma circular para as três armas, proibindo tal atividade. O traidor sabe usar o poder.

Republicanismo é o cacete. Republicanismo gerou fraqueza do governo, e a fraqueza gerou ódio.

Agora escreveu não leu, pau no lombo do cabra.

 

 

 

alcides carpinteiro

- 2017-07-27 03:35:46

Sobre a tal reforma

Sobre a tal reforma previdenciária. Admitindo que é verdadeira a tese dos neoliberais de que a previdência é altamente deficitária, eles mesmos aceitam que o déficit está na aposentadoria do setor público. E neste setor, aproximadamente metade vem da aposentadoria dos militares. Ocorre que eles estão fora da reforma. Ocorre ainda que o maior impacto vem da aposentadoria dos que têm altos salários. Novamente, neste setor, as carreiras do judiciário estão fora. Sobram basicamente os professores universitários. 

Supondo que a espectativa de vida dessa categoria seja 78 anos ( a média é de 75,5 para o Brasil), e que essa categoria passe 18 anos, em média aposentada. Somente daqui a nove anos, ter-se-ia algum impacto significativo nas contas da previdência do setor público, por causa da reforma previdenciária. Coisa que duvido, pois o desestímulo para a previdência pública seria tão grande que grande parte migraria para a previdência privada, afundando ainda mais a previdência pública. A reforma da previdência tem objetivo maior viabilizar os fundos privados de aposentadoria, ao custo do desmantelamento da previdência pública. Eles querem forçar o abandono da previdência pública. E veja que estou considerando aposentadoria integral, o que já não existe para quem ingressou há pouco no setor público.

Como forma de equilibrar as finanças públicas para resolver nossa crise, a reforma previdenciária é um engodo. Seus efeitos, ainda que algum, seriam sentidos somente em anos. Honestamente, ninguém iria investir pensando que as contas públicas melhorarão em nove anos, se o colapso das contas é iminente.

Jorge Vieira

- 2017-07-27 03:30:27

O governo Dilma fez superavit

O governo Dilma fez superavit primário em torno de 2,5 a 3 % do PIB em 2011, 2012 e 2013 e um pequeno deficit em 2014.

Era razoável que se pensasse num pequeno ajuste fiscal de curto prazo pelo lado das despesas (corte temporário de gastos) e pelo lado da receita com o retorno da CPMF.

Acontece que os golpistas já haviam montado o cavalo nas eleições de 2014. Isto, hoje, está mais do que claro. A organização criminosa que montou o golpe está, hoje, no comando do poder central do país.

As pautas bombas de Eduardo Cunha e asseclas e a rejeição à política econômica de Dilma e Levy pelo Parlamento, dominado pela tropa de choque de Cunha, alinhadas à Operação Lava Jato, à cumplicidade do STF com os golpistas  e a pretensão do empresariado de voltar ao comando do país, formaram a tempestade perfeita para agravar a situação fiscal e a derrubada de Dilma.

Não foi Guido Mantega com sua política de privilegiar setores da economia com isenções e desonerações, nem Levy com sua política econômica ortodoxa que leveram o país ao caos.

Até pouco tempo atrás ainda se poderia falar na falácia das Teorias Conspiratórias,

Hoje a Conspiração para derrubar o PT e a Presidenta Dilma Roussef é fato, é História,

Mas isto são àguas passadas. Pelo visto, o país não vai escapar do desastre, do desmantelamento de sua economia e seu ainda incipiente Estado de Bem Estar Social, construído por Lula, Dilma e o PT.

O país caminha para a convulsão social.

E com o povo escondido debaixo da cama, salve-se quem puder.

Bobo

- 2017-07-27 03:16:00

Bom lembrar que a primeira

Bom lembrar que a primeira intenção desse governo com a mídia e tudo era a de congelar os gastos públicos por mais de 20 anos, o período de uma ditadura. E começou recebendo a benção do ministro do STF, pela solidez da equipe econômica, já apontando a conta para os mais pobres mostrando que não vai se mexer. Esse novo aumento de impostos parece ter sido feito para aumentar a inflação e manter as taxas de juros altas. Mas, dirão os cabeções rentistas, com tudo "convergindo" para o centro da meta, que deve se referir ao traseiro do espectador.

sergior

- 2017-07-27 03:12:45

Temer tem o governo mais

Temer tem o governo mais forte congressualmente desde a ditadura Médici. Geisel teve que fechar o congresso para aprovar sua reforma do judiciário e o estatuto da magistratura. A maioria constituída nas votações do golpe contra Dilma se mantém unida e disciplinada nos momentos importantes. Ao mesmo tempo, as ruas se mantém caladas, com manifestações esparsas e com número de participantes em queda, até mesmo pela péssima articulação em suas convocações. Parece que ao PT, ao lulismo e aos que gravitam ao seu redor não há qualquer interesse na ampliação da oposição de esquerda aos golpistas ocupantes do governo. 

Mas, e talvez por tudo isso, Lula se mantém como a única alternativa de saída desse imbroglio. 

Ze Guimarães

- 2017-07-27 02:11:39

Calote se aproxima

O mercado testará até o limite a sua doutrina neoliberalista - de tirar o máximo possível dos pobres para dar aos mais ricos - e só vão parar com isto quando a situação estiver comprometendo os próprios interesses do mercado. e sabemos que o neoliberalismo aqui nunca tirou este país da crise, nem jamais tirará, ele só aprofunda mais ainda as crises.

Com os juros extorsívos, acumulando déficits e aumentando a dívida pública, cedo ou tarde o governo terá de decretar uma moratória sobre os títuos do tesouro nacional. Isto seria o caos não somente para os detentores dos títulos, banqueiros e barões da midia em sua maioria, mas também para o país, que ficaria com o nome sujo na praça.

Mas este calote pode se dar de mil e uma maneiras, muitas menos traumáticas, ou outras mais traumáticas ainda.Exemplos ?

O governo poderia voltar a emitir moeda sem lastro para pagar os juros da divida pública. Aí provavelmente não deixarão que se faça isto, pois voltaríamos para os tempos da era Sarney, com hiper inflçação e os lucros rentistas se dissolveriam no nada.

O governo poderia reunir todos os maiores bancos do país e expor o problema, pedindo uma sugestão, para que a bomba não estoure no colo dos próprios bancos.

Há mil e uma saídas, mas todas elas passariam por uma ampla negociação junto a bancos, mídia, e sociedade, para não ter surpresas, nem revoltas. O governo poderia propor um cancelamento da dívida pública aos poucos, criando um imposto sobre lucros de ações, ou títulos do tesouro, que começariam com pequenas alíquotas e aumentariam a cada ano, até a crise se dissolver, uma esécie de alíquota de imposto de renda flutuante. Isto pra não pegar ninguém de surpresa. e seria justo, pois o Brasil é um dos pouquíssimos países que não cobra imposto de Renda sobre este tipo de lucro acionista, ou de especulação de bolsa de valores, títulos.

O mais engraçado, é que os próprio PMDB quem escreveu a Constituição de 88, tirou e descentralizou quase todos os poderes do presidente, e o tornou refém do Judiciário, do Ministério Público, da Mídia, do congresso, do banco central, do mercado, etc,  e agora sofre com o próprio monstro que ajudou a criar. Não precisava ser assim. Nenhum país bem sucedido do mundo tem um poder tão descentralizado quanto o nosso.

-------------

Agora o ponto central é : Temer não tem moral pra negociar nada. Não pode se sentar numa mesma mesa com os barões da mídia, por que ele está brigado com eles. Temer não pode sentar numa mesma mesa pra negociar com a sociedade por que ele governa a revelia da sociedade, e decidiu não ouvir mais a sociedade. Temer não tem moral pra resolver crise nenhuma, não tem credibilidade alguma, perdeu o respeito dentro e fora do país. 

Mesmo o aumento quer Temer tentou dar nos combustíveis, seria bem sucedido se... ele tivesse o apoio da mídia, que ameaçaria o tal juiz que suspendeu o aumento. Mas Temer não tem este apoio da mídia, e se quiser resolver alguma coisa para o país, só renunciando e dando lugar a um outro que esteja com a imagem menos queimada no país do que ele.

Um presidente com um pouco de credibilidade já seria extremamente difícil negociar esta crise, mas sem nenhuma credibilidade, é praticamente impossível.

MarFig

- 2017-07-27 01:50:07

Nassif, a teoria é bem

Nassif, a teoria é bem diferente da pråtica. Se esses procuradores que vivem de mamar nas tetas do estado são neoliberais de carteirinha então eu sou um phd do neoliberalismo já que trabalho na iniciativa privada no meu próprio negócio há 30 anos, nunca ganhei um centavo do governo sequer, pelo contrário, pago o simples nacional, IR e outros impostos para sustentar a corja e não irei me aposentar pelo INSS, trabalharei até quando puder quando, então, tentarei sobreviver do que me restar de economias.

 

Padilha Novo

- 2017-07-27 01:41:40

Diminuindo selic a inflação

Diminuindo selic a inflação volta para assombrar a classe media. Vide o que aconteceu no governo dilma quandoa selicdiminuiu um pouco.  Nossa economia é oligopolizada e facilmente as empresas se unirão para aumentar os preços.

ADROALDO LIMA LINHARES

- 2017-07-27 01:18:16

Máfia fhc! Esgoto a céu aberto desde 2002! antes era na moita!

Não existe programa de governo que dê certo com o país totalmente tomado por bandidos criminosos de todas as espécies possíveis e imagináveis. Nem ditadura, nem democracia, nem comunimo, nem socialismo, nem monarquia, nem parlamentarismo, nem presidencialismo e nem pôrra nenhuma. O povo está acuado sem motivação assistindo essa verdadeira gangue acabando com o Brasil e seu povo. Enquanto não encarcerarem o cabeça mafioso psicopata criminoso desequilibrado mental ditador fernando henrique cardoso clinton, em regime 100% fechado e isolado, o Brasil continuará afundando... e na sequência imediata prisão a seus mais chegados, que todos nós sabemos quem são e que continuam cometendo crimes cada um no orgão/instituição/corporação a que pertence e opera.

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