5 de junho de 2026

Anvisa suspende venda de leite condensado La Vaquita e apreende dois suplementos

O exame avalia a presença da bactéria Staphylococcus aureus em alimentos e bebidas, que podem provocar intoxicação alimentar e outras complicações à saúde
Crédito: Reprodução

Anvisa interditou leite condensado La Vaquita por contaminação por Staphylococcus aureus em análise microbiológica.
Suplementos Glicojax e Durasil foram apreendidos por origem desconhecida e propaganda enganosa sem comprovação científica.
Apti Alimentos negou fabricação do leite; Anvisa aguarda posicionamento oficial das empresas citadas.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (2), a interdição cautelar do leite condensado semidesnatado da marca La Vaquita e a apreensão dos suplementos alimentares Glicojax e Durasil.

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O lote do leite condensado foi reprovado em análise microbiológica para Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. O exame avalia a presença da bactéria Staphylococcus aureus em alimentos e bebidas. Em níveis elevados, o microrganismo pode provocar intoxicação alimentar e outras complicações à saúde.

Inicialmente, a Anvisa atribuiu a fabricação do produto à empresa Apti Alimentos. No entanto, a companhia informou, por meio de nota, que o leite condensado não integra seu portfólio e que houve associação equivocada por parte da agência reguladora.

Suplementos

No caso dos suplementos Glicojax e Durasil, a Anvisa identificou que ambos possuem origem desconhecida e fazem uso de propaganda enganosa. O Glicojax anuncia supostos benefícios terapêuticos, como auxílio no controle da glicemia, suporte cardiovascular, melhora da saúde metabólica e controle do diabetes. Segundo a Anvisa, tais alegações não têm comprovação científica.

Já o suplemento em gotas Durasil promete aliviar dores e melhorar a função erétil. Assim como o Glicojax, o produto não apresenta identificação clara de fabricante. Apesar das irregularidades apontadas, os suplementos seguem sendo comercializados em plataformas de vendas on-line, como Shopee e Mercado Livre.

As empresas citadas não se pronunciaram oficialmente.

*Com informações da Agência Brasil.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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