4 de junho de 2026

É dengue ou é Covid? Aprenda a diferenciar os sintomas

Ambas as doenças têm sintomas comuns, que podem confundir o diagnóstico e comprometer o tratamento
Crédito: Arquivo/ Agência Brasil

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Febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Diante de tais sintomas, comuns à dengue e à Covid-19, é difícil ter um diagnóstico preciso sobre qual é a doença que afeta o indivíduo, que deve, de acordo com a orientação do Ministério da Saúde, procurar atendimento médico. 

O diagnóstico preciso e precoce, porém, é importante para evitar novos contágios, já que a Covid é transmissível, enquanto a dengue se propaga apenas a partir da picada do  mosquito Aedes aegypti.

Saber diferenciar as patologias se faz necessário ainda para evitar complicações e até o óbito. 

Enquanto a Covid tem mais sintomas no sistema respiratório, a dengue se manifesta majoritariamente em sintomas corporais, como manchas vermelhas na pele. 

É importante ficar atento ainda à automedicação. Em caso de dengue, o paciente não deve tomar aspirina (ácido acetilsalicílico) e anti-inflamatórios como diclofenaco, nimesulida, ibuprofeno e cetoprofeno, tendo em vista que tais substâncias aumentam o risco de sangramento e causam complicações do quadro clínico. 

Os primeiros sintomas da dengue são:

  • Febre alta, superior a 38°C;
  • Dor no corpo e articulações;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Mal-estar;
  • Falta de apetite;
  • Dor de cabeça;
  • Manchas vermelhas no corpo.

Já os casos leves de Covid-19 apresentam os seguintes sintomas:

  • Tosse;
  • Dor de garganta;  
  • Diarreia;
  • Dor abdominal; 
  • Febre; 
  • Calafrios; 
  • Mialgia; 
  • Coriza; 
  • Fadiga e/ou cefaleia.

O Ministério da Saúde ressalta ainda que “todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à dengue, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte”.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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