Jornal GGN – O governador de São Paulo, João Doria, anunciou que o plano de vacinação contra a Covid-19 terá início no dia 25 de janeiro. Profissionais de saúde, maiores de 60 anos e populações vulneráveis, que somam cerca de 9 milhões de pessoas, terão prioridade no programa de imunização no estado. São Paulo passa a ser o primeiro estado a apresentar uma estratégia alternativa ao Plano Nacional de Imunização contra o coronavírus.
O plano estadual foi anunciado por Dória em meio a um embate e pressões sobre o plano federal de imunização, de Jair Bolsonaro, que até agora não foi concluído. O governo federal chegou a ser cobrado pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator das ações sobre vacinas contra Covid-19 no STF, para a entrega deste plano.
Como alternativa ao plano nacional, Doria marcou para 25 de janeiro, data de aniversário da cidade de São Paulo, o início da aplicação das doses, que ocorrerá de forma gratuita, e outras 4 milhões de doses do governo de São Paulo serão vendidas a outros estados que quiserem aplicar a vacina desenvolvida peo Instituto Butantan, em parceria com o laboratório chinês, a CoronaVac.
O cronograma será dividido em cinco fases, segundo o anúncio do governador na tarde desta segunda (07). Os primeiros grupos recebem a primeira dose em 25 de janeiro e a segunda dose no dia 15 de fevereiro.
Pessoas maiores de 75 anos recebem a primeira dose no dia 8 de fevereiro e asegunda no dia 1º de março. Grupo de 70 a 74 anos serão vacinados nos dias 15 de fevereiro e 8 de março, 65 a 69 anos em 22 de fevereiro e 15 de março e entre 60 e 64 anos, do dia 1º de março e 22 de março. Outras fases serão ainda anunciadas.
De acordo com Doria, o governo possui 5,2 mil postos de vacinação nos 645 municípios paulistas e o objetivo é aumentar para 10 mil pontos de vacinação, incluindo em espaços públicos como escolas, estações de trem e de ônibus, farmácias, entre outros.
Assista à íntegra do anúncio:
Lúcio Vieira
7 de dezembro de 2020 5:05 pmO marketeiro irresponsável, em sua batalha cega com o tosco que ajudou e surfou na eleição, na usura de subir mais de cargo brinca com a esperança das pessoas. Põe uma data apenas por marketing. O duro é que a disputa cega chegou ao “moderado” Mourão que vem com a bravata de que em 2021, 150 milhões serão vacinados. É um absurdo, sabendo-se que para isto são necessárias 300 milhões de doses de vacina. As falas mais responsáveis de estudiosos do tema considerando a disputa no mundo por vacina, o tempo de fabricação e distribuição, o Brasil terá feito bastante se conseguir vacinar a metade disto. Fatos como este só nos faz supor que 2021 deva ser um ano de muita confusão, desunião, chateação e alucinação.
degas
7 de dezembro de 2020 10:01 pmAcho que a “brincadeira” não é só com a esperança. A China não vai usar essa vacina de uma companhia relativamente nova que já teve problemas subornando autoridades para aprovar produtos. E só Indonésia e Turquia a cogitaram como opção meio distante. O que eles têm é o Doria, que estão usando (se você pesquisar em inglês encontra) em alguns artigos aparentemente plantados para dizer que estão fazendo o maior sucesso “no Brasil”. Alguém deve estar ganhando para isso. A comissão por fazer a primeira venda de um produto no qual ninguém acredita deve ser enorme. Alguém tem a expectativa de ganhar muito com isso.
Rogério Bezerra
7 de dezembro de 2020 11:46 pmO Brasil é o pais do medo, da dor e da desesperança. Sempre foi!
E São Paulo com 30% de pessoas com problemas mentais precisa muito mais que uma vacina…
Mas tudo bem. Quem se importa?