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Cofecon critica crescimento do PIB com piora de indicadores sociais

É sintomático que a condenação veio no momento em que o governo federal fixou o novo Salário Mínimo em R$ 954,00, reajuste de 1,81% (míseros R$ 17,00) que sequer repõe o INPC (2,06%). Trata-se do menor reajuste do SM em 78 anos, desde sua instituição em 1940. De outro lado, os 43 bilionários brasileiros possuem, segundo a Forbes, fortuna estimada em R$ 549 bilhões, com aumento de R$ 65 bilhões em relação a 2016, ou R$ 1,5 bilhão a mais cada um, em média. 
 
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(Foto: Agência Brasil)
 
Cofecon
 
Em 2018, retomar o crescimento econômico com inclusão e proteção social: O Brasil não é mercado financeiro
 
O Conselho Federal de Economia tem se posicionado e defendido a retomada do crescimento econômico, condição essencial para a redução da taxa de desemprego e para a elevação da renda nacional. Mas não a qualquer custo, e sim propiciando a inclusão e a proteção social e promovendo a melhor distribuição da renda e da riqueza. Ocorre que a retomada do crescimento em curso vem acompanhada de uma persistente piora dos indicadores sociais. Os empregos que estão sendo gerados, por exemplo, são essencialmente informais ou precários. 
 
Dessa forma, devemos avaliar se as propostas de reformas em curso concorrem para a retomada do crescimento nos termos desejáveis, ou têm sido pautadas apenas pelas demandas do mercado financeiro. É o caso da Reforma Tributária, que não pode focar apenas na simplificação tributária, como quer o mercado, que é desejável, mas insuficiente. Ela deve efetivamente mudar nosso modelo tributário regressivo, que tem sido historicamente o principal instrumento de concentração da renda e da riqueza no país. 
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Criptomoedas ou cripto-ativos?, por André Roncaglia

Criptomoedas ou cripto-ativos?

por André Roncaglia

A nova onda no mercado financeiro é o “investimento” nas moedas digitais, ou criptomoedas. Bitcoin, Ethreum e as centenas de Altcoins (moedas alternativas) tomaram de assalto o noticiário econômico e são “trending topic” nas redes sociais, nas mesas de bar e nas reuniões de amigos e familiares.

Neste post, explicaremos alguns traços financeiros básicos das moedas digitais e os fatores relevantes para que você, leitora ou leitor, não seja enfeitiçada(o) pelo efeito manada das criptomoedas.

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Banco Mundial e agências de risco fazem manipulação explícita, por Paulo Kliass

do Portal Vermelho

Banco Mundial e agências de risco fazem manipulação explícita

por Paulo Kliass

Acontecimentos recentes só confirmam que o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e as agências de rating são todos eles filhos do mesmo sistema perverso do financismo internacional. Para tais instituições o relevante é preservar os interesses dos que lucram com as atividades no interior do mercado financeiro global. Às favas com questões menores como ética, justiça social, soberania nacional, desigualdade socioeconômica ou equidade de tratamento.

O ano começou quente, com revelações bastante comprometedoras para algumas das mais importantes instituições que operam como garantidoras da ordem e da credibilidade do complexo mundo do financismo internacional. A gravidade das denúncias, no entanto, parece não abalar em nada a fé cega que os formadores de opinião da ortodoxia mantêm nesses organismos. O essencial é que eles sigam ordenando que seja passada a faca amolada nos direitos e conquistas dos desprotegidos pelo mundo afora. Mas e os efeitos disso tudo? Bem, diriam eles, desses detalhes a gente trata depois. 

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Lula entre a negociação e a dura trilha da vida real, por J. Carlos de Assis

Lula entre a negociação e a dura trilha da vida real

por J. Carlos de Assis

A afirmação da senadora  Gleisi Hoffman, presidente do PT, de que Lula é um “negociador” e não deve atemorizar Wall Street obriga a um tipo de reflexão com que a sociedade brasileira não está acostumada. Estamos costumados, sim, a atacar o sistema financeiro como um instrumento de escravização do povo. Mas não estamos acostumados a refletir sobre o funcionamento específico desse instrumento, na verdade uma rede mundial de relações financeiras que penetra por todas as gretas e buracos no conjunto da sociedade.

Há um consenso generalizado entre progressistas de que é preciso reformar o sistema  financeiro. Sua distorção mais significativa são as taxas de juros básicas (Selic), que remuneram os titulares da dívida pública, e as taxas de aplicação, que incidem sobre as operações de crédito para o povo. Ambas as taxas são uma forma  descarada de transferir renda de pobres e remediados para ricos num processo escandaloso de escravização da sociedade brasileira. Aceitar essa arquitetura financeira  é trair o povo, com ou sem negociação.

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A solução que vai despontando, por Pedro Augusto Pinho

Imagem Plataforma Política Social

A solução que vai despontando

por Pedro Augusto Pinho

Tenho escrito sobre o verdadeiro problema que nos atinge, brasileiros e todos humanos, neste século XXI. Dou-lhe o nome "banca" e é o sistema financeiro internacional.

Se o caro leitor pensa ser a corrupção, sistêmica, partidária, ideológica ou seja lá que adjetivo lhe atribua, sinto decepcioná-lo.

A grande corrupção, que está em seu próprio modo de agir, é a realizada pela banca. Só que a banca dominando, também pela corrupção, quase todos os governos nacionais, em especial das maiores potências econômicas, faz com que você passe a considerar legítima sua corrupção, nem a distinga.

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Justiça nega habeas corpus a Wesley e Joesley Batista

Foto: Guilherme Zauith e Marcelo Min

Jornal GGN - A juíza Taís Ferracini, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), negou nesta sexta (15) o pedido de liberdade feito pelos irmãos Wesley e Joesley Batista, sócios do grupo J&F. Os dois foram alvos de mandado de prisão nesta semana, no âmbito do processo que investiga a compra de dólar e venda de ações no mercado financeiro às vésperas do vazamento da delação da JBS. 

Na visão da juíza, o habeas corpus deve ser negado porque a liberdade dos empresários representa riscos à ordem econômica. “Por ser detentor de grande poder econômico, é possível que, com vazamento de informações e/ou indicações de futuro novo acordo de delação ou mesmo a anulação daquele já feito, possa novamente ‘movimentar’ indevidamente o mercado financeiro a seu favor”, entendeu.
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Palocci vai dizer tudo ou só o que o MP quer ouvir?, por Helena Chagas

Foto: Agência Brasil
 
 
Por Helena Chagas
 
 
Entre perplexos e arrasados, petistas tentam explicar o ex-ministro Antônio Palocci – não para justificar suas atitudes, mas para tentar prever os próximos passos da delação oficial que certamente virá por aí.
 
Palocci fez o que o PT mais temia, entregar Lula. Não o terá feito com satisfação, já que os dois eram próximos e se gostavam. Mas o raciocínio entre petistas é de que a pressão foi tanta que o ex-ministro acabou cedendo no ponto em que mais resistia desde o início das negociações com o Ministério Público. No vídeo depois distribuído, fica claro que o juiz Sérgio Moro – que em depoimento anterior ouvira do ex-ministro ameaças de delatar setor financeiro e outros – fez Palocci ajoelhar no milho e dizer o que ele queria.
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Inglaterra e Brasil: eleitores pedem mais Estado e fundamentalismo financeiro se radicaliza, por Roberto Requião

 
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Foto: Chatham House
 
Do site de Roberto Requião
 
 
Por Roberto Requião
 
Nesta semana, teremos eleições na Grã-Bretanha. As primeiras, depois do divórcio com a União Europeia, o brexit. Até algumas semanas atrás, dava-se como barato a vitória dos conservadores da primeira-ministra Thereza May por larga vantagem.
 
Mas, nos últimos dias, as pesquisas identificam uma rápida subida nas intenções de votos para o Partido Trabalhista, do líder Jeremy Corbyn, que pode ganhar.
 
Dizem que os Trabalhistas talvez não vençam, contudo terão uma representação no Parlamento bem maior que as mais otimistas projeções.
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As manipulações e expectativas da crise econômica na imprensa, por Paulo Kliass

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Foto: Reprodução

Da Carta Maior

 
A cada dia, formadores de opinião vinculados ao financismo garimpam arduamente alguma notícia para tentar comprovar que a bonança está logo ali na esquina
 
por Paulo Kliass

As forças políticas e os interesses econômicos que se articularam e conspiraram abertamente para o êxito do movimento que provocou o golpeachment estão em estado de alerta. Afinal, sonhavam com um futuro bem mais róseo e um pouco menos problemático do que a realidade que vivemos atualmente em nosso País.
 
As recomendações que sussurravam nos ouvidos dos liberais e dos conservadores ainda hesitantes em apoiar a solução ilegal e carente de base constitucional poderiam ser resumidas em um mantra sedutor: ‘Não se preocupe não. É fácil. Primeiro a gente tira a Dilma. Depois, tudo o mais se acerta”.

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Palocci ameaça arrastar mercado financeiro e empresas de comunicação para a Lava Jato

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Em depoimento diante do juiz Sergio Moro, nesta quinta (20), o ex-ministro Antonio Palocci negou que tenha recebido pagamento de vantagens indevidas em benefício próprio ou em nome do PT em troca de defender os interesses da Odebrecht nos governos Lula e Dilma. Por outro lado, em jogada com sua defesa, Palocci sinalizou que pode arrastar para a Lava Jato nomes de mercado financeiro e grandes empresas de comunicação que teriam pedido "grande montantes de recursos" no início do primeiro mandato de Lula. Isso para mostrar que não era apenas a Odebrecht que exercícia forte lobby na política.

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O Golpe está desorientado, por Alexandre Tambelli

O Golpe está desorientado

por Alexandre Tambelli

Comentário ao post Xadrez da lista de Janot, o senhor do Tempo

Devemos pensar sempre a Lava-Jato como a ferramenta principal para o êxito do Golpe parlamentar no Brasil e que seu epicentro tem três atores centrais: Rede Globo & velha mídia aliada + Mercado Financeiro e Imperialismo Norte-Americano.

Todos os políticos que apoiaram o Golpe sabem que cumprindo o seu papel, estipulado pelos comandantes do Golpe, estão à-salvos de qualquer possibilidade de prisão mais prolongada, de perderem o dinheiro amealhado em suas relações, muitas vezes suspeitas, entre a Política e o Capital Privado e/ou Estado.

Tudo, e faz décadas, é feito de maneira a se fazer vistas grossas à corrupção dos que se aliam e defendem o epicentro do Golpe, tamanho o Poder amealhado pela Rede Globo & velha mídia no Brasil, aumentado a partir da Lava-Jato.  

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De olho nas privatizações, Citigroup atua como consultor informal do governo

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Jornal GGN - No mês que vem, o banco norte-americano Citigroup promoverá um encontro entre seus principais clientes e ministros brasileiros em Nova York. No ano passado, a instituição apresentou o presidente Michel Temer e os ministros Henrique Meirelles e Moreira Franco a bilionários em um encontro de negócios.
 
Segundo matéria da BBC Brasil, o banco aposta no programa de privatizações de Temer, e Charles R. Johnston, diretor global de assuntos governamentais do Citigroup, não poupa elogios ao presidente. Para ele, o peemedebista é “um dos melhores políticos do Brasil”, dizendo que ele tem “coragem” de adotar reformas impopulares. 

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Adeus às Forças Armadas, por Pedro Augusto Pinho

 
ADEUS ÀS FORÇAS ARMADAS
 
por Pedro Augusto Pinho
 
Tenho profundo desgosto em antever o fim de uma instituição à qual os brasileiros confiavam para a defesa dos interesses nacionais. Será, num momento em que nos veremos impulsionados para guerra na América do Sul, um dos mais nefastos, entre tantos outros, crimes cometidos pelos golpistas de 2016.
 
Entendamos a situação mundial após 1990, ano que, a meu ver, marca o domínio do sistema financeiro internacional, a banca, no ocidente e se espraia pelo mundo.
 
Os Estados Unidos da América (EUA) sob a presidência de Ronald Reagan passaram a ser um instrumento da banca. Esta, por sua vez, adota duas ações principais para sua expansão e domínio: as crises, como a vimos em 2008, a mais recente, e as guerras limitadas e interferências em países que relutam a cumprir seus ditames. Com as guerras a banca procura obter: (a) lucro com a venda de armas e com o contrabando; (b) pressão para que os países envolvidos adotem suas diretrizes econômicas e financeiras e (c) redução da pressão demográfica, com mortes e mutilações, importante para um poder que objetiva concentrar renda.

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Depois de campanha, Trump pode ir atrás de Wall Street para formar equipe

Jornal GGN - Durante sua campanha para a Casa Branca, o magnata Donald Trump adotou um tom crítico ao setor financeiro norte-americano, mas, agora, pode recorrer a Wall Street para formar sua nova equipe econômica.

De acordo com o The Wall Street Journal, o republicano pode indicar Steven Mnunchin para secretário do Tesouro. Mnuchin trabalhou por 17 anos no Goldman Sachs e foi responsável pelas finanças da campanha de Trump.

Se Mnunchin se tornar secretário do Tesouro, será o terceiro com passagem pelo banco a assumir o posto nas últimas duas décadas. Ainda de acordo com o jornal, o objetivo é indicar rapidamente os cargos de alto escalão para acalmar os mercados, que reagiram de maneira negativa à eleição de Trump.

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Com reavaliação de ativos, Petrobras tem prejuízo de R$ 16 bi no terceiro trimestre

 
Jornal GGN - No terceiro trimestre de 2016, a Petrobras teve prejuízo de R$ 16,458 bilhões, representando o terceiro maior registrado pela estatal. A reavaliação de ativos impactou no resultado, incluindo campos de produção de óleo e gás, equipamentos, parte da refinaria de Abreu e Lima e da petroquímica de Suape. 
 
Mário Jorge, gerente executivo da empresa, afirmou que a Petrobras estaria com um lucro líquido de quase R$ 600 milhões caso não tivesse realizado a reavaliação de ativos. 

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