4 de junho de 2026

Taxa de desemprego cai pelo segundo mês consecutivo

Jornal GGN – A taxa de desemprego brasileiro caiu para 4,9% no mês de abril – o segundo consecutivo de queda, depois dos 5% registrados em março. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgadas nesta quinta-feira (22). É também a menor leitura desde janeiro deste ano, quando o desemprego atingiu 4,%, assim como para meses de abril na série histórica.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Regionalmente, a taxa de desocupação ficou estável em todas as regiões pesquisadas. Em relação a abril de 2013, a taxa declinou 1,3 ponto percentual no Rio de Janeiro; 1,5 ponto percentual em São Paulo e 0,8 ponto percentual em Porto Alegre. Em Recife, Salvador e Belo Horizonte o cenário foi de estabilidade.

O contingente de desocupados, em abril de 2014, manteve-se estável em todas as regiões. No confronto com abril de 2013, caiu 16,0% na região metropolitana de Belo Horizonte, 27,9% no Rio de Janeiro, 22,8% em São Paulo e 19,5% em Porto Alegre. Manteve a estabilidade em Recife e Salvador.

O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 2.028,00) foi 0,6% menor em relação ao de março (R$ 2.040,27) e 2,6% acima do registrado em abril de 2013 (R$ 1.977,24). A massa de rendimento real habitual (R$ 47,2 bilhões) caiu 0,5% em relação a março. Na comparação com abril do ano passado, esta estimativa aumentou 3,6%.A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 47,7 bilhões), estimada em março de 2014, caiu 0,6% no mês e subiu 5,0% no ano.

Regionalmente, em relação a março de 2014, o rendimento dos trabalhadores subiu na região metropolitana de Belo Horizonte (0,9%). Apresentou queda em Salvador (2,4%); Rio de Janeiro (0,8%) e em Porto Alegre (1,9%). Ficou estável em Recife e São Paulo. Na comparação com abril de 2013, o rendimento subiu em: Recife (3,2%); Salvador (4,5%); Belo Horizonte (0,4%); Rio de Janeiro (4,4%); São Paulo (1,3%) e Porto Alegre (4,1%). A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em 47,2 bilhões em abril de 2014, caiu 0,5% em relação a março. Na comparação com abril do ano passado esta estimativa aumentou 3,6%.

Na classificação por grupamentos de atividade, para o total das seis regiões, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em relação a março de 2014 foi na construção (2,3%), e a maior queda no grupamento educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (-2,4%). Na comparação anual, observou-se aumento de 10,8% na construção e queda de -1,0%na indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água.

 

 

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados