Dono de transportadora lidera ataques contra professores em SC

Herdeiro da transportadora Dalçoquio já fez campanha pela separação da região Sul do restante do Brasil e lidera hoje radicalização contra professores 
 
Foto: Divulgação
 
Jornal GGN – O Emílio Dalçoquio Neto, herdeiro da transportadora que leva o mesmo nome da família, com cerca de 600 caminhões e 50 anos de atuação, tem se destacado como militante de grupos que atacam professores por motivos ideológicos e que vêm ganhando força no país com a vitória de Jair Bolsonaro (PSL).
 
Matéria da Folha de S.Paulo, publicada nesta sexta-feira (02) traça o perfil do homem que foi presidente do sindicato das empresas de carga de Itajaí, entre 2014 e 2015, saindo do cargo quando foi afastado das funções na empresa da família. Dalçoquio Neto é filho de um dos fundadores da Transportes Dalçoquio. Ele também foi um dos financiadores e coordenadores da campanha “O Sul é meu país”, que pede a separação da região Sul do restante do Brasil.
 
Em maio, durante a greve dos caminhoneiros, Dalçoquio Neto foi flagrado num discurso pedindo para os caminhoneiros colocarem fogo nos veículos da própria empresa se vissem um caminhão do grupo circulado fora das estradas. O caso levou a Transportadora Dalçoquio a ser investigada pela Polícia Federal por impedir que funcionários voltem ao trabalho em greves. 
 
No dia 24 de outubro, Emílio juntamente com outros três militantes entraram em uma assembleia do Sindicato Nacional dos Servidores Federais de Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). O encontro acontecia no Instituto Federal Catarinense de Balneário Camboriú. 
 
Depois de gravar trechos da reunião, o grupo foi questionado por professores que os reconheceram. Na discussão Dalçoquio defendeu Augusto Pinochet, ditador chileno responsável pela morte de três mil pessoas quando comandou o país entre 1973 e 1990.
 
“Eu defendo Pinochet porque ele matou quem tinha que matar. Tivessem feito o mesmo que ele [Pinochet] fez aqui no Brasil não haveria isso aí”, completando:
 
“Vocês, professores, estão mentindo para molecada. Mas vocês vão pagar por isso, principalmente os da universidade. Seus comunistas de merda, seus idiotas”. Para ler a matéria na íntegra na Folha de S.Paulo, clique aqui. 
 

8 comentários

  1. Dono de transportadora lidera ataques contra professores em SC

    Vocês podem começar a pedir desculpas ao Brasil e fazer uma severa autpcrítica. Afinal, vocês fomentaram a nova “ditabranda”.

  2. Se sabem que este empresário

    Se sabem que este empresário é o líder dos ataques a professores, porque ele não está pelo menos indiciado, se não preso?

    Se o franscisqueini confessou em v´deo que propaga fake news contra esquerda em favor da direita, porque não está preso?

    Se a havam é uma patrocinadora dos disparos de fake news criminosos contra o Haddad, porque não está preso?

    Algéum pode me informar quem foi que deu tiros nos ônibus da caravana do Lula?

    Depois de mais de seis meses, alguém sabe que matou Mariele?

    E tem gente que ainda acha que a justiça aqui é igual pra todos.

  3. Primeiro que esse idiota não
    Primeiro que esse idiota não é herdeiro de porra nenhuma, não passa de um fudido, falido, pois a empresa dalcoquio já foi vendida pra outra empresa paulista pq esse Bosta faliu a empresa de tanto que roubou.FAKE NEWS

  4. Dalçoquio e Petrobrás Distribuidora

    A Transportes Dalçoquio mereceria uma investigação da imprensa. Foi fundada em 1968 e rapidamente transformou-se na maior transportadora de combustível do Brasil. A Petrobrás Distribuidora chegou a ter participação no capital da empresa ao tempo em que a Dalçoquio ocupou a posição de seu principal fornecedor de serviço de transportes terrestres. A sociedade foi desfeita no início da decada de 2000, quando se iniciou sua queda. Quebrou, foi vendida, entrou com um pedido de recuperação judicial para uma dívida declarada de R$ 130 milhões cuja concessão está sendo contestada em juízo pela União, a venda foi desfeita após uma batalha judicial e responde a milhares de processos judiciais de toda a ordem.

    O fundador da empresa, de caminhoneiro a dono de uma pequena transportadora, em um prazo de 10 anos se transformou em um gigante dos transportes rodoviários de carga. História de sucesso, de empreendedorismo, a exemplo de muitas outras que são cases do setor empresarial nacional? Talvez, mas, então, surge entranhado nos seus negócios uma figura lendária da Pretrobrás, quase esquecida atualmente, mas que foi um do homens fortes dos governos Geisel e Figueiredo, ocupando os cargos de ministro de Minas e Energia e presidente da Petrobrás e de suas subsidiárias, Braspetro e Petrobras Distribuidora. Corre a  boca pequena que esta pessoa era sócio oculto da Dalcoquio, inclusive, e neste caso formalmente, por constar (ou ter constado) como seu sócio em um empreendimento comum representado por uma empresa de ração animal constituída e implantada  em 3 Barras, Santa Catarina.

    A sanha com que essa pessoa, o da (quebrada) Dalçoquio, posiciona-se a favor de Bolsonaro e da ditadura, ao passo que ataca qualquer coisa ou pessoa que dela discorde e que se apresenta ou é apresentada como “dono”, quando no máximo é um dos seus sócios por herança, pode ser explicada pela saudade. Este, sem a menor sombra de dúvida, é um legítimo órfão da ditadura. Deve estar imaginando que com o retorno dos miltares ao poder lhe será dada a oportunidade de recuperar seus negócios, o que não conseguiu, nem consequirá em um ambiente de negócios normal, sem as maracutaias verde-oliva de outrora.

    Este é um dos inúmeros casos guardados nos escaninhos da história do período da ditadura militar, quando o Estado Brasileiro tinha dono e nenhum controle. Tempo do cinismo e da impunidade. Tempo da censura e da repressão aos direitos civis. Tempo em que havia corrupção sistêmica, de fato. E, que podem estar voltando.

     

     

     

     

     

     

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