Serra revela como manobrou o atraso total do trem-bala de Dilma

Jornal GGN – O senador eleito por São Paulo e ex-governador José Serra (PSDB) admitiu, em um evento informal de um grupo que pede filiações para seu partido, que achava o projeto do trem-bala algo “hilariante” e que atuou nos bastidores para retardá-lo ao máximo. A ideia surgiu na campanha de 2010, quando Serra perdeu a eleição presidencial para Dilma Rousseff (PT). A estratégia do tucano foi inserir Campinas no trajeto do trem e pedir ao BNDES de Luciano Coutinho um estudo detalhado e muito demorado sobre isso. Funcionou.

Serra diz que sugeriu Campinas no trem-bala para atrasar projeto

Do Estadão
 

O senador eleito por São Paulo, José Serra (PSDB), disse considerar “hilariante” o projeto do trem-bala, que ligaria São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas – o projeto foi muito citado na campanha de Dilma Rousseff à Presidência em 2010, quando Serra era o candidato tucano. Em uma apresentação informal a pessoas ligadas ao movimento Onda Azul – que se descreve como um movimento da sociedade civil que propõe atos de filiação coletiva ao PSDB -, Serra afirmou que o caso ilustra a falta de preparo do PT para governar.

Para a plateia de apoiadores, Serra disse na noite desta quinta-feira, 5, ter inserido Campinas no traçado do projeto, quando ele ainda era governador de São Paulo e Dilma, ministra da Casa Civil, para atrasar o projeto, que considerava “falido”. O senador disse ainda que o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, de quem era próximo, concordou com sua análise e ajudou a atrasar o andamento da proposta. “Enfiei Campinas logo que veio o projeto. Para quê? Para complicar, verdade, para ganhar tempo. Peguei o Luciano Coutinho, que é o presidente do BNDES, foi meu colega, um sujeito informado, e falei ”você não vai entrar nessa loucura de trem bala, né?”. Então eu vou propor que o BNDES faça um estudo e você demora. E ele fez mesmo, demorou para burro, sabe? Para ganhar tempo”, disse Serra.

Leia também:  A atual composição do STF é o maior legado da era lulista

Questionado pelo Broadcast Político, serviço da Agência Estado de notícias em tempo real, sobre o assunto após o evento, Serra disse que a sua fala ali não era “coisa para levar para jornalista”, mas admitiu que usou estratégias para protelar o projeto do trem-bala, que, segundo ele, demonstrou depois não ter viabilidade econômica. “Na época eu adverti que era uma loucura e que era importante o BNDES fazer um estudo sério, mesmo que isso levasse tempo. Claro que eu imaginava também ganhar tempo, mas o BNDES de fato fez esse estudo.”

Em resposta ao Broadcast Político a assessoria de imprensa do BNDES afirmou que a informação não procede e disse que “a decisão de incluir Campinas no traçado do trem de alta velocidade foi tomada para atender a demandas da própria região e aproveitar o potencial do aeroporto de Viracopos.”

Críticas. Durante a apresentação em tom de bate-papo com o movimento, Serra fez duras críticas ao PT. Disse que os quadros petistas não têm capacidade de governar e não sabem priorizar. “O PT é um partido bolchevique sem utopia. Eles não têm programa de governo, querem ficar no poder, uma militância fascista. São totalitários. Esse é um dado da realidade”, afirmou. Serra disse também que a gestão petista levou a um empobrecimento do debate, pois o partido divide as pessoas em “anjos e demônios”, impedindo a discussão racional de temas importantes como sistema político e modelo econômico. “O PT ajudou a ”burrificar” o Brasil.”

Leia também:  A atual composição do STF é o maior legado da era lulista

O senador falou também sobre corrupção e sobre as denúncias recentes que surgiram envolvendo a Petrobras. Na avaliação de Serra, a diferença do PT com os predecessores é que o partido transformou a corrupção em “método de governo”. “A corrupção não é nova, mas corrupção nunca foi tão método de governo quanto nesse período. Virou método. É isso que a gente fica abismado. Você não fica abismado de ler a grana, o volume? É uma coisa espantosa, haja cara de pau, né? Um negócio que precisaria um software, você concorda? O negócio da Petrobras você tem 50 beneficiários, 50 pagantes, 50 obras”, disse à plateia.

Serra criticou ainda o modelo de negociação entre o governo e a base aliada, argumentando que o fatiamento de ministérios, agências reguladoras e órgãos públicos enfraqueceu o governo. “Temos um governo fraco, de joelhos, que para votar qualquer coisinha tem que ceder o diabo.”
Marta. Serra falou também da ex-ministra e ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, a quem sucedeu na prefeitura. Lembrou dela como exemplo da falta de preparo de gestão petista. Serra criticou o governo Marta por ter deixado o caixa da Prefeitura com apenas R$ 18 e disse não ter pagado a dívida deixada por ela referente à construção de túneis na região nobre dos Jardins. “Se vocês olharem aqui a gestão mais recente (do PT), da Marta Suplicy na Prefeitura, qual foi a obra mais importante? Os túneis dos Jardins, que devem custar em dinheiro atual R$ 1,5 bilhão, que, aliás, eu não paguei. Alguém aqui pode se horrorizar, mas nós demos calote nessa dívida.”

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

27 comentários

  1. Carapuça
    Tudo que ele ironiza sobre o PT cai como uma luva nele, em seus apoiadores e em seu partido. Despreparo foi selic a 25%, socorro do fmi, socializar prejuizo de banqueiros irresponsáveis pelo proer e privataria tucana. Nunca antes na história desse país poderosos tiveram tantas “facilidades” quanto as dadas pelo poste deles no STF, que aliás consegue estar lá até hoje.

  2. Esses são os demotucanos,

    Esses são os demotucanos, enquanto sabotam um projeto do governo federal, no seu governo estadual inventam um projeto de monotrilho do nada, triplicam o valor da obra que vai á casa do bilhão, um projeto tão esdruxulo que agora a obra está parada; se fossem seguir a propria logica, que gostam de aplicar aos adversarios, esses partidos seriam os primeirso a seemr limados da area.

  3. ¿Por qué no te callas, señor!

    O culpado disso tudo é o Aécio, que mostrou ser incompetente para ganhar a eleição para presidente do Brasil, e deixou a porta aberta para a volta do Nosferato. Agora temos que aguentar aquele que tentou ganhar os louros da criação da lei do remédio genérico.

  4. “o partido divide as pessoas

    “o partido divide as pessoas em “anjos e demônios”, impedindo a discussão racional de temas importantes como sistema político e modelo econômico. “O PT ajudou a ”burrificar” o Brasil.”

    Falou pouco, mas disse tudo…

  5. Água e vinagre

    A editoria do GGN justapos matérias sobre respectivamente Serra e Darci Ribeiro, que diferença. Um, um intelectual, idealista, ligado a realizações como a UNB, CIEPs, Passarela do Samba. O outro, ligado a escândalos, demagogia religiosa, mentirada e destruição de projetos alheios promotores de desenvolvimento. Que contraste!

  6. É só boquirrotice ou a declaração tem objetivo?

     

    Luis Nassif,

    A revelação de José Serra merece mais atenção. Eleitoralmente o projeto do trem bala foi muito bom. A viabilidade técnico e financeira do projeto é que é questionável. Ainda mais com os escândalos de corrupção nas grandes obras. Talvez depois da operação Lava Jato concluída possa-se mais bem avaliar a viabilidade do projeto. E cabe a própria administração do PT não ter dado prioridade ao projeto ou ter avaliado que o projeto não é funcional para o momento atual. Não foi a introdução do módulo de Campinas que atrasou ou inviabilizou o projeto.

    A atenção maior que se deve dar a fala do José Serra prende-se à necessidade em saber a quem a fala dele interessa. Este é um trabalho para os órgãos de pesquisa. Só eles podem informar como a notícia chega em cada eleitor. Haverá aqueles que tomarão a frase de José Serra ao pé da letra e verão uma superioridade intelectual do PSDB em projetar o país do futuro. Para outros a frase de José Serra será tomada como a frase de alguém que joga contra o país. Nesse sentido a frase pode-se voltar contra o PSDB e, portanto, pode até ser um fogo amigo contra Aécio Neves. E a frase também cria repercussão na relação entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente do BNDS. Se a frase for percebida como nociva ao PT, com a maioria percebendo como sendo algo bom o projeto ter sido postergado e que esta postergação originou-se não de decisão do PT, mas do trabalho conjunto de José Serra e Luciano Coutinho, a presidenta Dilma Rousseff teria maior dificuldade para demitir Luciano Coutinho, ainda mais agora que as grandes obras estão sendo vistas de modo um tanto ressabiado. No entanto, se a frase for percebida como boa para o PT, com as pessoas acreditando que o atraso foi ruim para o Brasil e a culpa seria do fato de que o PSDB joga contra o país, então Luciano Coutinho fica mais frágil no cargo, ou em outras palavras mais demissível “ad nutum”.

    É esperar para ver.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 06/12/2014

  7. Não acredito em tirocínio tal

    Não acredito em tirocínio tal em Serra e, fatos anteriores, comprovam toda uma fanfarrice (ponte Santos-Guarujá!!!) contida nesta sua última afirmação; o máximo seria supor que, com “a visão de grande homem público”, sua proposta de trem-bala se iniciasse pela ligação São Paulo-Campinas. Mas o fato é outro, o lobby junto a ele sempre foi forte o suficiente para que ele manifestasse, de outro modo, suas idéias.

    O registro jornalístico, já muito antes de 2010, década de 90 para ser mais exato, discorria sobre a idéia de se ter trem de maior velocidade ligando São Paulo e Campinas, alguns até propondo trajeto básico da Rodovia dos Bandeirantes como opção para uma ligação Viracopos-São Paulo. Eram os tempos da discussão da inviabilidade de se ter Viracopos, 100km da Capital, como outro “Aeroporto Internacional de São Paulo”, em detrimento de maiores investimentos no Aeroporto de Guarulhos, prolongando uma agonia no tráfego rodoviário que cedo ou tarde iria acontecer e hoje já acontece.

    Hoje a história recomeça e todos sabemos onde nos querem levar. O lobby precisa continuar, as eleições já é passado, vamos voltar à carga, ela não pode parar. Teremos de volta, com certeza, toda aquela discussão voltada para o tal de NASP, onde “grandes construtoras”(todos sabem quais) buscam viabilizar, construir e explorar como “iniciativa privada”, mais um sumidouro dos recursos públicos paulistas.

  8. Boquirroto falastrão. Se é
    Boquirroto falastrão. Se é tão esperto, por que perdeu duas eleições para presidente e ainda levou uma rasteira do Kassab? O carcamano é tão intelijumento que achou que ia dar um golpe com uma bolinha de papel.

  9. Esse projeto só é bom para construtoras e fornecedores

    Como especialista em custos e processos ferroviários, posso dizer que esse projeto só atende aos desejos das construtoras. O impacto na logística de carga será mínimo, as rodovias continuarão entulhadas de caminhões. O custo é astronômico. Sem projeto detalhado já custará mais de R$ 30 bi, depois, com os aditivos das surpresas encontradas na obra, deverá ultrapassar os R$ 60 bi.

    Independente da corrente política, a favor ou contra, a defesa desse projeto está parecendo mais interessada na comissão da obra do que na avaliação técnica do impacto que produzirá. As contas de viabilidade são frágeis, dependem de uma série de ganhos de externalidades para se justificar. A operação em sí será deficitária perpetuamente, isto é, a oparação dependerá de aporte público continuamente para sobreviver.

    As construtoras são as maiores ganhadoras, tal como na obra da transposição do rio São Francisco. Depois, abandona-se a operação e as justificativas para a interrupção podem ser criadas a posteriori.

    Sou parte interessada nesse assunto, defendo desenvolvimento de projeto automação ferroviária, atividade que consumiria uma fração centesimal do recurso exigido pelo trem bala e desenvolveria um produto nacional competitivo internacionalmente.  

    Mas aqui, se quer apenas projetos prontos.  

     

    • Ser-nos-ia bom se forem brasileiras e deixarem aqui os recursos

       

      Sergio PinTor (sábado, 06/12/2014 às 10:07),

      Muitas vezes a nossa visão técnica fica voltada para aquilo em que somos especialistas e deixamos de fazer a análise de projeto naqueles pontos em que talvez o projeto pudesse até ser mais relevante.

      Seja, por exemplo, a análise de um projeto que tenha tido como objetivo buscar petróleo na Lua ou em Marte. Os melhores técnicos descartariam este projeto. Seja agora o mesmo projeto, mas que tenha centrado o objetivo em desenvolver tecnologias de logística espacial. Os melhores técnicos não enxergariam sentido em um projeto assim. E por fim imagine um projeto de conquista do espaço. De todos os objetivos os mais vazio é o último e no entanto foi ele que foi utilizado para justificar a NASA. É claro que houve um complemento neste objetivo de conquista do espaço e que consistia em ganhar a competição com a URSS quando aquele país existia. Agora sem o projeto da Conquista do Espaço, os Estados Unidos não teriam desenvolvido tecnologicamente como acabaram desenvolvendo.

      Então, penso que a razão principal para que possamos justificar a proposta do trem-bala consiste na possibilidade de desenvolvimento tecnológico das nossas empresas de engenharia.

      É claro que há outras formas de se desenvolver tecnologicamente o país. Talvez valesse mais a pena canalizar os recursos para investimentos em pesquisa na área de saúde. Ainda assim, vejo no seu comentário duas fraquezas na argumentação. Primeiro este que eu mencionei consistindo na pouca atenção para outras externalidades que um projeto desse causa.

      E o segundo ponto em que considero que você faz uma análise um tanto, como gosto de dizer, perfunctória, reside no fato que você trata a economia como se ela fosse composta por compartimentos estaques. Falo sem ser especialista na área em que você é e também sem ser especialista em economia. Ainda assim, em meu entendimento, muitas vezes somos especialista em uma atividade dentro da economia mas não sabemos o funcionamento de todo o sistema capitalista, nem conhecemos o papel do Estado dentro deste sistema e nem como a atividade política interage com este sistema. E assim as nossas análises apresentam uma grande incompletude.

      Você analisa os vários pontos da economia capitalista como se eles estivessem isolados. De um lado estão as obras, de outro as empreiteiras, de outro os fornecedores (A bem da verdade, como você expôs, parece que pelo menos existira certo contato entre o fornecedor e as empreiteiras), existe o Estado como se fosse apenas o fabricante de dinheiro e existe a mão de obra qualificada ou não que seria má paga por uma força estranha. Não é assim que as coisas funcionam. A empreiteira que aumenta o preço da obra repassa parte do valor a mais recebido, para os fornecedores e para seus empregados via salários maiores e assim há mais imposto de renda incidente e mais compras com mais arrecadação de impostos sobre consumo e assim há mais recursos nos cofres públicos.

      Aqui eu penso que seria interessante fazer menção a dois posts. A primeira menção seria ao post “Dez perguntas e respostas sobre a compra da refinaria de Pasadena” de sexta-feira, 27/06/2014 às 10:16, aqui no blog de Luis Nassif em que por sugestão de Pedro Penido dos Anjos foi reproduzida a matéria “Dez perguntas e respostas para entender a compra de Pasadena” do blog Fatos e Dados da Petrobras. O endereço do post “Dez perguntas e respostas sobre a compra da refinaria de Pasadena” é:

      http://jornalggn.com.br/noticia/dez-perguntas-e-respostas-sobre-a-compra-da-refinaria-de-pasadena

      E chamo atenção para este post em razão de eu ter reproduzido, em comentário que enviei sexta-feira, 27/06/2014 às 20:52, para Pedro Penido dos Anjos, a seguinte frase de Martin Wolf junto ao artigo dele “Desarmemos a máquina apocalíptica” publicada no Valor Econômico de quarta-feira, 28/05/2014. Disse então Martin Wolf no trecho que eu reproduzir:

      “Geithner argumenta não apenas que as crises certamente se repetem, mas que os governos precisam reagir com força avassaladora. A única maneira de deter uma crise é extirpar as circunstâncias que emprestam racionalidade ao pânico. Isso significa que o governo precisa tomar mais empréstimos, gastar mais e expor os contribuintes a mais risco de curto prazo -­‐ “mesmo se isso parecer uma recompensa à incompetência e à corrupção, mesmo se alimentar percepções de um governo tirânico, perdulário, explorador, emissor exagerado de dinheiro e alucinado por operações de socorro”. É uma reafirmação explícita de um ponto de vista impopular”.

      E o artigo “Desarmemos a máquina apocalíptica” pode ser visto no seguinte endereço:

      http://www.bresserpereira.org.br/terceiros/2014/maio/14.05.m%C3%A1quina_apocal%C3%ADptica.pdf

      E em meu comentário para Pedro Penido dos Anjos, eu completei assim o meu entendimento da frase de Martin Wolf que fazia referência a frase de Timothy Geithner, o primeiro secretário do Tesouro no governo de Barack Obama. Disse eu lá:

      “Eu penso assim como Timothy Geithner e observando que ele fala sobre um momento de crise mas se você analisar corretamente todos os momentos são momentos de crise no sistema capitalista. Então para mim não haveria problema nenhum com a cláusula Marlim II. Imagine uma grande construtora com muitos empregados e que não consegue vender um prédio que construiu. Aqui em Minas Gerais vira e mexe ocorre algo semelhante. Vem o estado, o município ou a união e compram o prédio para fazer um tribunal qualquer ou um centro administrativo, etc. As pessoas vão falar em corrupção, mas o importante é que o Estado impediu muitos de ficarem desempregados. Se os órgãos de auditoria interna ou externa descobrirem alguma irregularidade que o culpado seja processado”.

      E o segundo post a que eu queria fazer referência é o post “Nunca se roubou tão pouco, por Ricardo Semler” de sexta-feira, 21/11/2014 às 11:51, aqui no blog de Luis Nassif em que também por sugestão de Pedro Penido dos Anjos foi reproduzido o artigo saído na Folha de S. Paulo de autoria de Ricardo Semler “Nunca se roubou tão pouco”. O endereço do post “Nunca se roubou tão pouco, por Ricardo Semler” é:

      http://www.jornalggn.com.br/noticia/nunca-se-roubou-tao-pouco-por-ricardo-semler

      Faço remissão ao post “Nunca se roubou tão pouco, por Ricardo Semler” porque lá há um dimensionamento da corrupção, em meu entendimento, mais próximo do real e que é praticada por funcionários públicos. Creio que a sobrevalorização dos preços das licitações públicas, principalmente com os aditivos que existem e que pode representar indícios de corrupção não são tão alto como costumam dizer. E não devem ser supostos como valores que correm por fora do fluxo de mercado.

      Não estou defendendo a corrupção. Penso que ela deve ser combatida e que nesse combate é preciso ver também o custo. Às vezes se monta um aparelhamento técnico muito grande mas ele diminui em muito pouco a corrupção além de se tornar um obstáculo ao pleno desenvolvimento das obras. Mas assim como o custo benefício do sistema de combate à corrupção e o custo benefício de um projeto de obras devem ser avaliados há que se mensurar também as externalidades que podem advir de um projeto como o da obra do trem-bala.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 06/12/2014

  10. E que fim teve o projeto do

    E que fim teve o projeto do trem-bala? Nunca mais ouvi falar, e sempre achei uma idéia incrível.

    • vangloriar-se por estes atributos pessoais…

      após ter prejudicado milhares de pessoas, só mesmo o pior dos tucanos é capaz de fazer

      imagino o que seria capaz de fazer com verbas federais sob seu controle

    • só mesmo o doutor fé poderá entender…

      “O sabotador usa as pessoas diferentemente, mas com o mesmo propósito; se deixarmos faremos parte do seu jogo; seremos como pedras de dominó em suas mãos.”

  11. Quem conhece a história do trem-bala sabe

    que a ligação São Paulo-Campinas não foi ideia do Serra nem o motivo para o multi-adiamento. Mais uma mentira de Serra que incautos que se acham cultos compram com alegria.

    O problema é o estudo geológico do traçado da subida da serra na saída do Rio de Janeiro que foi muito mal feito no projeto inicial, acho que italiano, e foi recusado pelos interessados na concessão. E até hoje, os novos estudos mostram custos enormes que inviabilizam a tese de “modicidade tarifária”.

    E acho que a saída de Bernardo Figueiredo da EPL deixou o projeto sem ninguém com culhões para solucionar o impasse.

  12. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Esses velhos políticos do psdb, tem currículo só para agradar a mídia. São fofoqueiros, egocentristas, cérebros parasitas(não tem nada na sua biografia que possa encher de orgulho o país, só os amiguinhos usurpadores dos cofrsx públicos, aliás, nisso são especialistas, mas, também, porque a máfia midiática e jurídica estão na sua retegarda, protegendo-os. Esses contumazes mentirosos e larápios dos cofres públicos e da dignidade desse país maravilhoso(sem esses emplumados), jamais voltarão a usufruir dos cofres federais, porque somos sem mídia, mas somos alfabetizados políticos, conhecemos a real história desse país que avançou com o governo petista, deixou de ser colônia ultrajada por esses vira-latas miamiescos e com apartamentos caríssimos em Paris. Para o mundo, são anônimos, já o Lula, que eles odeiam, é o CARA, cujos programas sociais, são exportados para vários países. Essa é a grande dor desses psdbostas, para o mundo não representam nada, apenas são alguma coisa para a máfia midiática e para o balcão de negócios, justiciaria tupiniquim,  dois poderes sempre anti-país, anti povo, anti justiça social. Vai pra casa serra, vai curtir o daniel dantas.. SAI MENTIROSO. Vai estudar economia para que, enfim, o teu diploma seja validado realmente. XÔ MENTIROSO, XÔ PRIVATEIRO, XÔ VIRA-LATA miameiro.

  13. Do Tijolaço – por Miguel do Rosário

    Brasil e China lançam satélite neste domingo

     

    Bem, a verdade é que a caravana continua passando, apesar dos cães lhe mordendo a roda.

     

    No blog Coluna do Leitor.

    Satélite sino-brasileiro será lançado neste domingo

    Inicialmente previsto para o fim de 2015, o CBERS-4 foi adiantado devido à perda do satélite anterior, no ano passado

    O satélite brasileiro CBERS-4, fabricado em parceria com a China, será lançado neste domingo à 1p4 (horário de Brasília) a partir do Taiyuan Satellite Launch Center, na província chinesa de Shanxi.

    O lançamento do CBERS-4, quinto satélite do programa, estava previsto para dezembro de 2015, mas foi antecipado devido à perda do CBERS-3, em dezembro do ano passado. Uma falha de funcionamento do veículo lançador chinês, o Longa Marcha 4B, causou a perda do equipamento. Antes, foram lançados com sucesso o CBERS-1 (1999), CBERS-2 (2003) e CBERS-2B (2007).

    Segundo Leonel Perondi, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável no Brasil pelo programa CBERS (China-Brazil Earth Resources Satellite), foi preciso um grande esforço para cumprir o cronograma de montagem. “Do ponto de vista técnico, o maior risco era não cumprir os prazos. Mas conseguimos executar o cronograma graças a um trabalho muito intenso das equipes”, disse.

    Ele afirma que a causa do acidente com o foguete que levou à perda do CBERS-3 foi detectada e todas as falhas foram estudadas minuciosamente para que o acidente não se repita. “Toda a cadeia de processos para o lançamento do foguete foi revista e requalificada, para que tenhamos um lançador robusto”, declarou.

    “O combustível terminou de queimar dez segundos antes do previsto. Isso impediu que o satélite alcançasse a velocidade necessária, de 7,5 quilômetros por segundo”, disse Perondi. Com uma velocidade de 6,9 quilômetros por segundo, o CBERS-3 entrou em uma órbita instável e acabou caindo de volta na Terra, sendo destruído ao entrar na atmosfera.

    Monitoramento ambiental — As imagens obtidas com o novo satélite serão utilizadas, entre outras funções, para mapear queimadas, monitorar o desflorestamento da Amazônia, acompanhar a expansão agrícola e estudar a área de desenvolvimento urbano.

    O satélite possui quatro câmeras, sendo uma delas, a MUX (Imageador de Média Resolução), a primeira câmera para satélite inteiramente desenvolvida e produzida no Brasil. (Estadão)

  14. e o método serra é atrapalhar

    e o método serra é atrapalhar e delirar na tal

    “jenialiade de jestão tucana”, uma enorme falácia.

  15. Pwlobquw foi dito, o Governo
    Pwlobquw foi dito, o Governo do PT é muito otário mesmo.
    Colocam advogados para tocar projetos de engenharia e quando não acontecem…deixam de falar no assunto como se todos fossem esquecer.
    Nunca entendi o porque de campinas. Cidade irrelevante.

  16. OBJETIVO DO GOLPE: VENDER O PRÉ-SAL E PRIVATIZAR A PETROBRAS!
    “SHELL VEM COM TUDO PARA CIMA DO PRÉ-SAL” – ESTE É O GOLPE, OS CARAS VÃO METER A MÃO E OUTRAS COISAS MAIS…>> https://gustavohorta.wordpress.com/2016/06/10/shell-vem-com-tudo-para-cima-do-pre-sal-este-e-o-golpe-os-caras-vao-meter-a-mao-e-outras-coisas-mais/ ESTE É O GOLPE!!!TODA A BANDALHEIRA MOSTRADA, OS ERROS, AS CAGADAS, A CORRUPÇÃO E AS SACANAGENS, APENAS UMA FORTE CORTINA DE FUMAÇA A NOS CEGAR!! UMA CORTINA DE FUMAÇA PARA ESCONDER AS SACANAGENS SOB NOSSO TETO! – TUDO É SÓ PARA ESCONDER O PRINCIPAL OBJETIVO DO GOLPE: VENDER O PRÉ-SAL E PRIVATIZAR A PETROBRAS! NADA É POR ACASO, NADA É APENAS INCOMPETÊNCIA, NADA APARECE SE A QUADRILHA NÃO QUISER! TUDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO, TODAS AS MANCHETES DAS ABERRAÇÕES DO TEMEROSO PRESIDENTE INTESTINO DE MERDA SOMENTE TÊM UM OBJETIVO: >> ESCONDER O PRINCIPAL OBJETIVO DO GOLPE: VENDER O PRÉ-SAL E PRIVATIZAR A PETROBRAS!! MUITOS TRILHÕES DE DÓLARES; AS PETROLEIRAS INTERNACIONAIS ESTÃO DE OLHO NESTE “NEGÓCIO DO SÉCULO” E FINANCIAM A DEFESA DO PROJETO DE LEI DO SENADOR JOSÉ SERRA (PSDB/SP) COMO “UMA LEI MAIS SEXY DO QUE O CARNAVAL” NO BRASIL.PESSOAL, O BACANAL ESTÁ ABERTOE O CU É O NOSSO! ESTAS SÃO AS RAZÕES QUE O IMPEDIMENTO DA PRESIDENTA DILMA TENTA CAMUFLAR, ASSIM COMO A ELIMINAÇÃO DO PT DO GOVERNO E DO PAÍS – OS GOVERNOS DE ESQUERDA, PT, PCdoB E ALGUNS POUCOS OUTROS, SÃO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRAS E A VENDA DO NOSSO PRÉ-SAL. A GBOBO GBOEBELLS E SEUS CUPINCHAS ESTÃO LEVANDO UMA GRANA PRETA NESTA NEGOCIADA, “MAIS SEXY DO QUE O CARNAVAL”, NAS PALAVRAS DOS PETROLEIROS INTERNACIONAIS!

    A GBOBO GBOEBELLS E SEUS CUPINCHAS ESTÃO LEVANDO UMA GRANA PRETA NESTA NEGOCIADA, “MAIS SEXY DO QUE O CARNAVAL”, NAS PALAVRAS DOS PETROLEIROS INTERNACIONAIS!

    NADA É POR ACASO, NADA É APENAS INCOMPETÊNCIA! TUDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO, TODAS AS MANCHETES DAS ABERRAÇÕES DO TEMEROSO PRESIDENTE INTESTINO DE MERDA SOMENTE TÊM UM OBJETIVO:

    >> ESCONDER O REAL PROPÓSITO DO GOLPE QUE É VENDER O PRÉ-SAL E PRIVATIZAR A PETROBRAS!

     

  17. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome