Assista ao episódio 2 da série do GGN sobre Lava Jato e EUA

Capítulo aborda a evolução da cooperação jurídica entre as autoridades brasileiras e norte-americanas. Sergio Moro e outros agentes da Lava Jato participaram das duas operações

Este é o segundo episódio da série especial do GGN sobre a influência dos EUA na Lava Jato.

Aqui abordamos a evolução da cooperação jurídica entre as autoridades brasileiras e norte-americanas, partindo da Operação Banestado até chegar à polêmica parceria que se viu após o escândalo na Petrobras.

A série tem 5 episódios que serão divulgados semanalmente.

O episódio 3 será liberado na TVGGN na quarta, 29/1/2020.

Confira o episódio 1:

 

EPISÓDIOS:

1- Como a anticorrupção virou bandeira política dos EUA

2- A cooperação internacional BRA-EUA: do Banestado à Lava Jato

3 – A geopolítica do capital: Brasil (e pré-sal!) na mira dos EUA

4 – Os processos que a Petrobras enfrentou nos EUA

5 – A indústria do compliance

A série é uma produção exclusiva do GGN, financiada coletivamente por meio do site Catarse.

LAVA JATO LADO B (2019)

Argumento: Luis Nassif

Roteiro, pesquisa e entrevistas: Cintia Alves e Luis Nassif

Imagens e edição: Nacho Lemus

Locução: Marco Aurélio Carvalho

Coordenação geral: Cintia Alves e Lourdes Nassif

Colaboradores: André Sampaio (entrevista Mark Weisbrot) e Zé Bernardes (imagens Pedro Serrano)

Agradecimento especial: Estúdio do Criar Brasil.

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5 comentários

  1. “A realidade do isolamento diplomático, o drama do fracasso econômico, a tragédia das instituições sem credibilidade e a violência de uma população faminta.”

    Nenhum instituição atual nasceu no Brasil. Somos uma República fake, sempre foi assim. O nosso Judiciário SEMPRE defendeu interesses privados. A diferença é que antes eles se envergonhavam disso. Hoje eles se gabam e não escondem que têm lado, o do mais rico.

  2. Nenhum instituição atual nasceu no Brasil. Somos uma República fake, sempre foi assim. O nosso Judiciário SEMPRE defendeu interesses privados. A diferença é que antes eles se envergonhavam disso. Hoje eles se gabam e não escondem que têm lado, o do mais rico.

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  3. Caro Nassif, assisti ao primeiro episódio da série especial do GGN sobre a influência dos EUA na Lava Jato e mandei para amigos. O material é excelente e esclarecedor. Só acho que seus comentários sobre “nazismo” no Brasil carece de evidências cabais. Aliás, o argumento é ruim por se basear em falas, manchetes e comportamentos. Durante a campanha presidencial tínhamos mais elementos para fazer esse tipo de relação. Invasão de universidades, faixas pedindo “Intervenção militar” etc. O que vejo, após o primeiro ano de governo Bolsonaro, é muita lambança, falta de rumo e autopromoção. Lembro que, no seu primeiro mandato, Lula só falava da tal “herança maldita” de FHC enquanto mantinha o jogo nas mãos do mercado financeiro. Algumas ações do governo tinham caráter autoritário. Cito que, em 2012, a pesquisadora da FGV, Sônia Fleury, escreveu um artigo intitulado “Militarização do social como estratégia de integração – o caso da UPP do Santa Marta” em que criticava fortemente a política implementada. O desrespeito aos direitos humanos eram flagrantes. Tem um trabalho mais recente escrito por vários pesquisadores brasileiros, em 2017, intitulado “A Ditadura que se Perpetua: Direitos Humanos e a Militarização da Questão Social”, argumentando sobre a perpetuidade da trajetória autoritária brasileira. Seria bom lê-los para começarmos a pôr os pingos nos iis sobre a origem social do discurso do atual governo Bolsonaro, dispensando palavras fáceis de se dizer como nazismo e fascismo. O nó principal está com o judiciário. As atitudes de procuradores, juízes de primeira instância e de alguns ministros do STF não são de denodo à democracia e ameaçam à Constituição, são um escárnio. Agem como sabotadores do Estado Democrático de Direito. Daí a chamar isso de nazismo ou fascismo vai uma distância muito grande. Nos EUA chamam Trump de tudo, inclusive de nazista. Sua série mostra que “nosso nazismo” não vem da Itália e nem da Alemanha, mas dos EUA. Há uma banalização desse termo (nazismo e fascismo) perigosa entre nós e que prejudica a esquerda democrática. Bolsonaro acaba conseguindo mais atenção para ele, enquanto fatos graves se multiplicam. Sem falar que quem realmente sofre as consequência desse período sombrio, desde junho de 2013, é a favela, o povo. Esse detalhe não pode passar imperceptível. Abraço

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