Atentados contra o PT desde 2015 revelam violência sistemática


Foto: Imagens de câmeras de segurança registraram o atentado contra o Instituto Lula, em 2015. Dezenas de outros ataques contra o PT viriam a acontecer depois.

Jornal GGN – Levantamento da Revista Fórum mostra que de 2015 a 2018, foram pelo menos dez atentados contra sedes do PT, institutos ou membros do partido registrados e divulgados pelo noticiário. Um deles ocorreu em julho de 2015.

No ano seguinte, quando Michel Temer tomou posse com a queda de Dilma Rousseff, foi o ano que mais se registrou atentados contra o PT: cinco, a metade de todos estes quatro anos. A sequência de ataques, como eles ocorreram e o período em que foram feitos demonstram que a situação de violência contra o partido não é pontual, mas parte de uma sistemática.

Da Revista Fórum

 
O atentado a tiros contra o acampamento em defesa do ex-presidente Lula em Curitiba não foi um caso isolado. Em ao menos dez outras ocasiões, PT foi alvo de ataques que foram de vandalismo à explosão de bombas; relembre
 
O atentado a tiros contra o acampamento Marisa Letícia, em Curitiba (PR), ocorrido na madrugada do último sábado (28), não é um caso isolado. O ex-presidente Lula e o PT são há anos alvo de ataques violentos que, sem continuidade das investigações ou destaque da mídia tradicional, acabaram caindo no esquecimento. Somente nos últimos três anos foram ao menos 10 situações diferentes registradas.
 
Abaixo, algumas delas:
 

– 30 de julho de 2015: atentado contra o Instituto Lula 
– 17 de março de 2016: ataque contra o diretório do PT de Ribeirão Preto
– 18 de março de 2016: atentado contra a sede do PT de Goiânia
– 19 de março de 2016: invasão do diretório do PT de Belo Horizonte
– 9 de abril de 2016: sede do PT em Joinville é vandalizada
– 30 de junho de 2016: atentado contra a sede nacional do PT
– 25 de maio de 2017: atentado contra a sede do PT do Paraná
– 27 de março de 2018: atentado a tiros contra a caravana de Lula pelo Sul

Para saber mais sobre cada um dos casos, continue a leitura na Revista Fórum.

 

 

 

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