Jornal GGN – O governo Bolsonaro escolheu para integrar a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos o coronel reformado do Exército Weslei Antonio Maretti. Levantamento no Blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo, revela que o novo integrante do grupo, que tem como missão promover o reconhecimento dos mortos e desaparecidos em razão das violações aos direitos humanos durante a ditadura civil-militar, exalta torturadores e métodos pouco convencionais para um Estado Democrático de Direito.
É nas redes sociais que Maratti revela seu lado pouco republicano. Ele gosta, especialmente, de divulgar sua adesão a abaixo-assinados promovidos em plataformas como a ‘change.org’. Ao compartilhar um deles, que pedia a cassação do mandato do então deputado federal Jean Wyllys por ter cuspido em Jair Bolsonaro, quando também era parlamentar, Maretti escreveu:
“Estou assinando porque se cuspir em um semelhante é comportamento de um parlamentar no Plenário da Câmara, atirar em alguém revidando a cusparada seria também uma atitude aceita. Não estamos no Velho Oeste”.

Em outro texto, escrito em maio de 2013, logo após o coronel Brilhante Ustra prestar depoimento à Comissão Nacional da Verdade, Maretti declarou:
“A história e os dados econômicos do período dos governos militares são incontestáveis, para verificá-los é só saber ler. O comportamento e a coragem do coronel Ustra servem de exemplo para todos os que um dia se comprometeram a dedicar-se inteiramente ao serviço da pátria. Apesar de travar uma luta de Davi contra Golias, a sua vitória é certa porque no final o bem prevalece sobre o mal”.
O governo Bolsonaro publicou nesta quinta-feira (1º) no Diário Oficial da União (DOU) mudanças na composição da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, entre elas está a substituição da procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga, na presidência do órgão, pelo advogado filiado ao PSL e assessor da ministra da Mulher e dos Direitos Humanos, Damares Alves, Marco Vinícius.
peregrino
1 de agosto de 2019 5:21 pmÉ o que se paga para o Brasil ser aceito como país aliado de Trump…
na química do entreguismo pleno, humano e tecnológico, é o ato de adicionar certos elementos que alteram o que se reconhece internacionalmente com método americano para incendiar as relações sociais de um país
é o que Bolsonaro mais deseja, dividir o país para manter relações somente com a parte que o apoia, a mais violenta e desumana
E pensar que em alguma página da Constituição deve constar claramente que ele é obrigado a governar para todos, e não apenas para pessoas violentas e desumanas
Naldo
1 de agosto de 2019 6:04 pmO que importa é o lucro dos bancos ……..
Não fosse isso já teriam derrubado até anjo querubim da presidência…..
Enquanto não falarem isso para o povo com todas as letras a escravidão continuará…….
Marise Ciríaco
1 de agosto de 2019 11:53 pmComo pode?
É muito escárnio, desrespeito, na verdade monstruosidade…
Onde vamos parar?
Luís, o que diremos as nossas netas e netos?
Estou me distanciando do verbo ESPERANÇAR, preciso recuperar, os ABUTRES estão usurpando a ESPERANÇA
CARPOA
5 de agosto de 2019 5:57 pmEsse genocida nomeado,tem esse pens….(não,vou chama-lo de pensamento esses genocidas desprezam o pensamento)essa atitude porque a organização genocida a que pertenceu se orgulha até hoje de ter torturado e assassinado opositores políticos BRASILEIROS sem ter tido NENHUMA PUNIÇÃO.
Pior! todo por ordem e em benefício dos seus mandantes ,o imperialismo yanquee.