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Temer tenta evitar fuga de aliados para se manter na Presidência


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Por Hylda Cavalcanti

Temer tenta ganhar tempo para evitar pedido de impeachment

Parlamentar próximo do presidente diz que “muita coisa pode mudar” e que “ainda não é o momento de se jogar a toalha”

Da RBA

A oposição diz que obstruirá qualquer votação no Congresso Nacional até o acolhimento de algum dos oito pedidos de impeachment do presidente Michel Temer. Aliados e empresários consideram o governo “no fim da linha” e o julgamento da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve se realizar no dia 6 de junho. Mesmo assim, várias pessoas se perguntam os motivos pelos quais Michel Temer resiste e ainda não renunciou.

Podem até estar certos os argumentos de que tudo consiste em birra pessoal. Mas o presidente da República, segundo alguns assessores e políticos mais próximos a ele, faz uso de uma verdadeira estratégia de guerra junto aos ministros da sua equipe política, advogados e assessores mais antigos com o intuito de manter a base aliada e evitar a debandada de deputados e senadores. Ele acredita que, se conseguir isso, terá forças para se segurar no cargo.

Um líder ligado ao governo, com quem a RBA conversou esta manhã em reservado, afirmou que apesar de não ter como negar o desânimo da equipe, a principal intenção agora é fazer o Executivo ganhar tempo até o curso da investigação contra Temer e tentar evitar um processo de impeachment em caráter imediato – que dependeria, em parte, da força do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que não tem a liderança observada em alguns dos seus antecessores.

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Ao vivo: Fernando Haddad na Brazil Conference em Boston

Jornal GGN - Acompanhe ao vivo a participação do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), convidado pelas Universidades de Harvard e MIT, em Boston, para palestrar na Brazil Conference:

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Após reforma de R$ 20 mil, Temer volta ao Jaburu por "fantasmas"

 
Jornal GGN - O presidente do Brasil, Michel Temer, chegou a virar reportagem da revista norte-americana Time. O motivo? A sua justificativa para a mudança do Palácio do Planalto ao Jaburu por causa dos "fantasmas".
 
A afirmação foi dada em entrevista original à Veja na última semana. "No mês passado, o presidente mudou-se com a família do Palácio do Jaburu, a residência do vice, para o Palácio da Alvorada. Ele conta que, a partir de então, não conseguiu mais dormir. Seriam fantasmas?, perguntou. A solução foi voltar ao Jaburu", publicou o semanal.
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Temer é vaiado e Lula homenageado com sucesso do São Francisco

Jornal GGN - Durante a inauguração do trecho leste da transposição do Rio São Francisco, na última sexta-feira (10), em Monteiro, na Paraíba, Temer repetiu que não se pode falar em "paternidade" com o fim das obras iniciadas pelos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff. O público, entretanto, mostrou não ter concordado com Temer.
 
Sob apitos, vaias e gritos, um grupo de manifestantes ecoava "Lula" e "fora, Temer", na recepção de Temer ao local. No vídeo, é possível acompanhar o público exaltado exclamando "Olê, olê, olê, ola, Lula, Lula".'
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Temer diz que Reforma da Previdência é para Brasil não virar Rio

 
Jornal GGN - "Se eu chegar ao fim do governo nessas condições [aprovação das reformas], e tenho quase que absoluta certeza que chegarei, a única coisa que quero é ser reconhecido pela história. Quero ser recordado pelo serviço que faço ao meu país", disse o presidente Michel Temer.
 
A declaração em entrevista à rádio CBN foi em referência às reformas Trabalhistas e da Previdência, da qual defende que seja aprovada pelo Congresso "da forma como está". Em tom de advertência, disse que a medida evitará que o país se transforme em estados com graves situações financeiras, como o Rio de Janeiro.
 
Apesar de estar firme na defesa de que o projeto seja aprovado sem modificações, deu sinal verde para possíveis alterações, em discussão com o Legislativo. Disse que haverá discussão da proposta de emenda à Constituição "até onde pudermos".
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Planalto contrata lancha sem licitação para carnaval da família Temer

 
Jornal GGN - O Palácio do Planalto contratou uma lancha para o presidente Michel Temer e sua família usarem na Bahia, durante o carnaval, por R$  24 mil, sem licitação. A informação é do blog do Lauro Jardim. A justificativa do Planalto é que a lancha foi usada, na verdade, "por razões de segurança".
 
Mesmo a família usando a lanche para lazer, o Planalto justificou que a contratação foi para uma "possível evacuação em caso de emergência" da família Temer em pleno carnaval, porque supostamente a lancha da Marinha, Amazônia Azul, estava avariada.
 
Uma fotografia divulgada pelo blog, no entanto, mostram a primeira-dama, Marcela Temer, o filho Michelzinho, e a sogra de Temer, Norma Tedeschi, na lancha "Bem me quer", a passeio. Em contradição, segundo o Planalto, ainda, a família do presidente só usou a lanche para lazer por breves 30 minutos.
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Na próxima semana, prefeitos anunciam compromissos com gestão sustentável

 
Jornal GGN - Na quarta-feira da semana que vem (15), prefeitos de cidades brasileiras irão anunciar compromissos com gestão sustentável em coletiva de imprensa promovida pelo Programa Cidades Sustentáveis e pelo ICLEI América do Sul.
 
Serão debatidas as oportunidades para as cidades com compromisso com o desenvolvimento urbano sustentável e também os acordos globais firmados nos últimos anos, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Acordo de Paris, Nova Agenda Urbana, entre outros.

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Gilmar convida Doria a palestrar pelo IDP

 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, afirmou que "nem sabe dizer" se existe ministro "político ou técnico" no Supremo, após viajar com Michel Temer à Portugal no início do mês e ter jantado com o presidente no Palácio do Jaburu, no último domingo (22). E, hoje, Gilmar se encontra com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). 
 
O objetivo da conversa marcada para esta sexta-feira (27) é fazer um convite ao prefeito da capital para ser palestrante pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), a instituição de ensino cujo dono é o ministro do STF e presidente do Tribunal Superio Eleitoral (TSE).
 
A informação é da coluna de Lauro Jardim que, fazendo referência ao histórico de Doria de se vestir conforme a sua agenda política e eventos que participa, a exemplo do programa Cidade Limpa e outros contextos [fotos abaixo], o jornalista ironizou: "Até onde se sabe, Doria não irá de toga ao encontro".
 
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Temer quer financiar atuação de empresas estrangeiras no Brasil

 
Por Joana Rozowykwiat
 
Do Portal Vermelho 
 
 
O presidente Michel Temer diz que não há dinheiro para gastos sociais, mas quer financiar, com verbas públicas, a atuação de empresas estrangeiras no Brasil. Decreto assinado por ele, na semana passada, possibilita que o Tesouro e bancos públicos concedam crédito ao capital internacional para atuar agora em quase todos os setores econômicos. A benesse sinaliza o caráter antinacional e subalterno da gestão. 
 
Sem alarde, foi publicado no Diário Oficial da União o decreto Nº 8957, que amplia drasticamente os setores da economia considerados de "alto interesse nacional". Com isso, empresas de capital estrangeiro que atuam em quase todas as áreas poderão receber crédito e financiamento de fundos e bancos públicos brasileiros. O governo, que aposta num processo de privatização e internacionalização da economia, agora abre as portas para que isso seja feito, em praticamente todos os setores, com dinheiro público.
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É cedo para comemorar derrota do PLP 257/2016

Trabalhadores devem se unir para impedir arrocho que o Planalto deve impor aos Estados 
 
Lindolfo Fernandes de Castro
 
Brasil de Fato
 
É cedo para comemorar derrota do PLP 257/2016 bilhões, volta a ser debatida com a aprovação do Projeto de Lei e Outras Proposições (PLP) 257/2016 no Congresso. Na época da renegociação, em 1998, essa dívida era de R$ 14,58 bilhões, sendo que o Estado já pagou várias vezes esse valor; apenas em 2015, foram pagos R$ 6,81 bilhões em juros e amortizações da dívida. Além disso, do valor inicial de R$ 14,58 bilhões, R$ 10,23 bilhões eram de dívida imobiliária e R$ 4,34 bilhões foram utilizados para saneamento e a privatização de bancos estaduais e outros ativos, que depois foram vendidos por R$ 1,33 bilhões.
 
Como na época da renegociação de 1998, quando a União impôs aos estados um ajuste fiscal com superávit primário, reforma administrativa, privatizações e concessões, que penalizaram os serviços públicos e os servidores, neste ano, o governo colocou na versão inicial do PLP 257/2016 várias condicionantes para os estados, tais como aumento de contribuição previdenciária, impedimento de reajuste, concursos, plano de carreira etc., que foram posteriormente retiradas em consequência da mobilização e pressão dos servidores e de outros segmentos da sociedade. Quando o projeto foi votado no Senado, essas condicionantes haviam sido incluídas, mas, em nova votação na Câmara, elas foram eliminadas.
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A polêmica do BNDES: TCU ignorou a Lei de Responsabilidade Fiscal?

 
 
Jornal GGN - O repasse antecipado de R$ 100 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro tem sido alvo de polêmicas. De um lado, sindicatos e parlamentares de oposição criticam que a devolução do grande montante de dívida prejudicará incentivos do banco a micro e pequenos empresários, além de projetos de desenvolvimento para o país. De outro, a Diretoria do BNDES argumenta que tem caixa suficiente, e que a medida não fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
 
Foi no dia 23 de novembro que o Tribunal de Contas da União (TCU) destravou o caso paralisado. Os ministros julgavam se a devolução dos R$ 100 bilhões de uma só vez, e não em três parcelas anuais, era legal. Cinco ministros, em outubro, já haviam votado a favor da operação. Faltava a decisão do ministro Vital do Rêgo (PMDB), que tinha pedido vista do processo.
 
Vital se somou aos outros ministros do TCU para julgar que o repasse não fere a Lei de Responsabilidade, e que a entrada da alta quantia vai favorecer os cofres federais em meio à crise econômica. Interpretou que não só não é ilegal, como seria prejudicial manter a quantia em caixa ocioso.
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"Gostaria de ter a burra cheia e distribuir", diz Temer sobre críticas à PEC 55

 
Jornal GGN - "Qual é o governante que não gosta de gastar? Eu gostaria, como presidente da República, de ter a burra cheia e distribuir, ministro Meirelles [da Fazenda]. O ministro Meirelles não gostaria não, mas eu gostaria. Eu gostaria de dizer: olha aqui, agora tem o programa tal e agora tem o programa tal", disse Michel Temer em cerimônia de entrega de prêmio promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
 
No evento de entrega do Prêmio Mérito Brasil de Governança e Gestão Pública, Temer disse que a cerimônia é uma forma de o TCU "aplaudir" o Executivo, sob o seu comando. "Quando vejo esses prêmios dados ao Executivo, digo que o governo está no caminho certo. O TCU não faria impunemente uma premiação dessa natureza. O controle externo na verdade aplaude o controle interno do Executivo", disse.
 
Durante a sua fala, o presidente defendeu a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 55, que impõe limite de gastos da União pelos próximos 20 anos, impactando em investimentos da saúde e educação.
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Ana Estela Haddad: ‘Dicotomia entre técnico e político é falsa’

Em entrevista para o Sala de Visitas, primeira dama expõe o que pensa sobre política e gestão 
 
 
Jornal GGN – A primeira dama da cidade de São Paulo, Ana Estela Haddad, deixa para trás uma gestão mais humanizada como legado na prefeitura. Sem deixar de lado suas atividades como docente na Universidade de São Paulo (USP), Ana Estela atuou como voluntária da prefeitura coordenando o programa São Paulo Carinhosa, voltado à melhoria de condições de vida de crianças de até 6 anos. A proposta articula núcleos de 14 secretarias para avançar em políticas para essa faixa. 
 
O recorde histórico de 375 novas unidades de escolas de educação infantil na cidade é fruto dessa política. O município ainda não conseguiu alcançar 100% da meta de vagas para atender o déficit por creches, mas conseguiu registrar, em 2016, o menor índice de carência de vagas nesse setor nos últimos anos. 
 
A vivência na gestão pública vem de longa data. Ana Estela tem um vasto currículo com passagens no Ministério da Educação, onde idealizou e implementou o Programa Universidade para Todos (Prouni) e ajudou a desenvolver a Lei 10861/14, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conais). No Ministério da Saúde, a primeira dama foi diretora de Gestão da Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), participando da idealização e implementação do Pró-Saúde e Telessaúde Brasil, esse último um programa nacional de qualificação de servidores do Sistema Único de Saúde (SUS). O currículo da professora Haddad é ainda mais extenso, mas vamos parar por aqui para o leitor não perder o fôlego. 
 
Ela foi a entrevistada da nova edição do programa na Sala de Visitas com Luis Nassif, que você acompanhará na íntegra nesta quinta (03), a partir das 18h, aqui no GGN. Quando perguntada sobre o fim da gestão Haddad na prefeitura de São Paulo, Ana Estela fez questão de pontuar que a alternância do ciclo político sempre foi considerada no exercício das atividades dentro a prefeitura de São Paulo. 
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Os sistemas de inteligência nos governos Lula e Dilma

Por Rchiavennato

Comentário ao post "Xadrez da volta da comunidade de informações"

Desculpe, mas o autor está misturando "alhos com bugalhos", especialmente no caso do GSI/SISBIN/ABIN. A lei que organiza o SISBIN é de dezembro de 1999, e sempre este "sistema" esteve sob "comando" desse "híbrido militar/civil" . O PT - Seu Lula e Dona Dilma, leia-se - nada fizeram  em mais de 13 anos à frente do governo.

Houve uma "tímida e tardia" tentativa de mudança em outubro de 2015, mas o Berzoini não se interessou de verdade na "reestruturação" da inteligência no Brasil. Um amigo meu ligado à área disse que mesmo com o PT no poder, a inteligência sempre se voltou para o "inimigo interno", tendo o Gilberto Carvalho utilizado muito a Abin em questões indígenas e fundiárias, assuntos estes que "matam e desagradam" os profissionais de informações. Ou seja, sempre foi assim, e nem Lula e nem Dilma, quiseram de verdade mudar nada, vide a nomeação pela Presidenta do "poste" do general Elito.

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Governo nega que jornada diária de oito horas de trabalho aumentará

Da Agência Brasil

O Ministério do Trabalhou informou hoje (9), por meio de nota, que não haverá aumento da jornada diária de oito horas de trabalho. A jornada de trabalho de 44 horas semanais também não será alterada. As informações foram divulgadas depois de polêmica envolvendo o ministro da pasta, Ronaldo Nogueira, após reunião com sindicalistas nesta quinta-feira (8). Nogueira disse que a reforma trabalhista deve ser encaminhada ao Congresso Nacional até o fim deste ano e, entre as medidas em pauta, está a proposta que formalizará jornadas diárias de até 12 horas.

De acordo com o ministério, o que está em estudo é a possibilidade de permitir que convenções coletivas ajustem a forma de cumprimento da jornada de 44 horas semanais da maneira que seja mais vantajosa ao trabalhador. O objetivo da medida é dar segurança jurídica às jornadas que ainda não são reconhecidas formalmente. Como exemplo, a nota cita a escala de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso e o cumprimento da jornada semanal de 44 horas semanais em cinco dias da semana.

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