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A espada é a Lei

O sistema político brasileiro está nas mãos dos juízes. O processo de desmonte da CF/88 e da revogação da soberania popular começou quando do julgamento do Mensalão do PT, se aprofundou com o golpe de 2016 possibilitado pela colaboração entre o STF e Eduardo Cunha e se completou com a condenação de Lula por Sérgio Moro.

Um pacto social pressupõe igualdade de condições entre os contratantes. A desigualdade entre o povo e os juízes é evidente. A população brasileira está desarmada e seu instrumento político, o PT, segue sendo ferozmente triturado sob o rolo compressor da imprensa e da perseguição judiciária.

Os juízes, por outro lado, tem a espada à sua disposição. As decisões que eles proferem respeitando ou não a Lei podem ser cumpridas “manu militari”. Qualquer resistência será interpretada como ação criminosa. No limite os adversários dos juízes podem ser tratados como terroristas. Leia mais »

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Ao vivo: Pronunciamento de Lula sobre condenação da Lava Jato


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - O Partido dos Trabalhadores marcou um ato de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sede nacional do PT, no centro de São Paulo, a partir das 11h. No evento, Lula irá se pronunciar sobre a sentença do juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, despachada nesta quarta-feira (12). Acompanhe ao vivo:
 
 
"Não vamos aceitar esse tipo de condenação política sem nenhuma prova material", disse um dos vice-presidentes da sigla, Marcio Macedo. O PT pretende reunir toda a cúpula do partido e parlamentares em São Paulo, demonstrando solidariedade ao líder petista.
 
Até agora, o ex-presidente se manifestou por meio de sua defesa. Em coletiva concedida na noite de ontem, o advogado Cristiano Zanin criticou a falta de provas do magistrado do Paraná, que ignorou todas as documentações e levantamentos feitos pela própria defesa de Lula, que provariam a sua inocência.
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Para não sujar mais imagem, PSDB deve fechar desembarque do governo hoje


Foto: Beto Barata / PR
 
Jornal GGN - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), já deixou explícito a perda de interesse do partido em seguir apoiando Michel Temer, após as reformas estarem encaminhadas no Congresso Nacional. Mas hoje a noite a cúpula de São Paulo pretende colocar a palavra final sobre o desembarque do governo.
 
Está marcada para às 19h30 desta segunda-feira (10) uma reunião em São Paulo entre os caciques para decidir se o PSDB permanece com o apoio ou não à gestão de Temer no país. A reunião ocorre no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista e já conta com a confirmação também do prefeito da capital, João Dória, e Fernando Henrique Cardoso.
 
O encontro vem após uma série de críticas, tanto de FHC, como mais recentemente do governador tucano, ao seu então mandatário aliado. Deputado e senadores do partido também devem marcar presença. É um dos primeiros movimentos mais bruscos da sigla diante das acusações, agora aparentemente irreversíveis contra o presidente, e também um sinal de abandono ao ex-presidente do PSDB, Aécio Neves, agora na mira fortemente da Operação Lava Jato.
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PT afirma que Força tarefa da Lava Jato persegue o partido dentro e fora dos autos

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Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Por meio de nota de sua assessoria de imprensa, o Partido dos Trabalhadores criticou os ataques do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Força tarefa da Operação Lava Jato, contra o partido em rede sociais. 
 
Para a legenda, o “descontentamento” do procurador ocorre no mesmo momento em que o Tribunal Regional da 4ª Região absolveu o ex-tesoureiro João Vaccari Neto. O PT reitera que os juízes argumentaram que as delações, sem provas, não são suficientes para a condenação de um acusado. 
 
O partido afirma que esta não é a primeira “demonstração de ódio” de integrantes da Força tarefa, dizendo também que o tratamento dispensado ao PT  “não se compara à benevolência com que esses procuradores tratam outras agremiações partidárias”.

Leia a nota abaixo: 

 
Nota oficial: Força tarefa mantém sua perseguição contra o PT – dentro e fora dos autos
 
A perseguição ao PT, notadamente, não se compara à benevolência com que procuradores tratam outras agremiações partidárias

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Filho de Mario Covas expõe racha do PSDB paulista


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O vereador Mario Covas Neto, presidente do diretório municipal do PSDB de São Paulo, divulgou um vídeo que expõe o racha dentro do PSDB de São Paulo, com setores apoiando o governo de Michel Temer e outros não.
 
"É uma vergonha que encontros do partido com o governo tenham sido esvaziados deliberadamente. Vergonha chegar no local e dos quatro prefeitos regionais, nenhum deles estar presente. Vergonha. Na época da campanha, diretórios foram ouvidos, foram consultados, foram seduzidos. E agora, na hora de prestar contas, de fazer uma administração do PSDB, as pessoas se omitem", manifestou.
 
A gravação foi feita após um encontro do partido em São Paulo, que deveria contar com a presença dos prefeitos regionais, do prefeito da capital paulista, João Dória (PSDB), e do secretário de Coordenação das Prefeituras Regionais, Bruno Covas.
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PT não é a favor de Maia e quer antecipação de eleições, rebate Zarattini


Foto: Agência PT
 
Jornal GGN - "A bancada do PT tem posição clara: Fora Temer! Diretas Já! Nenhum direito a menos!", afirmou o líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados, Carlos Zarattini, em comentário ao GGN, desmentindo matéria publicada por Tales Faria, do Poder 360, e repercutida aqui pelo Jornal.
 
No texto, o repórter aventava a possibilidade de que o PT tomaria decisões controversas sobre o futuro da Presidência da República, no cenário de crise política brasileira. Uma das medidas, apontava Tales Faria, seria a de que a bancada planejaria uma espécie de "fica Temer" entre os caciques. 
 
"Não foi à toa que o ex-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, o cacique petista Jaques Wagner, declarou à imprensa: 'Temer tem mais legitimidade'  do que qualquer nome de uma eleição indireta. Wagner deu seguimento a um diagnóstico discutido pela cúpula antes da abertura do 6º Congresso Nacional do PT. Segundo os petistas, haverá uma sarneyzação do atual presidente. E o governo chegará em frangalhos a 2018. Isso poderia facilitar a candidatura de um petista à Presidência. Provavelmente o ex-presidente Lula", analisou o repórter.
 
A interpretação foi completamente rebatida por Carlos Zarattini: "como líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados tenho gasto um tempo razoável para desmentir esse tipo de matéria que surge sempre nos sites e jornais conservadores (para não dizer golpistas)", informou.
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Em meio à crise, PT elege Gleise Hoffmann para substituir Falcão no comando nacional

Foto: Agência PT

 

Da Agência Brasil

Senadora Gleisi Hoffmann é eleita presidente do PT pelos próximos dois anos

O PT elegeu hoje (3) a senadora Gleisi Hoffmann (PR) para presidir o partido pelos próximos dois anos. Gleisi obteve 367 dos 593 votos. A eleição foi realizada no 6° Congresso Nacional do partido com a participação de delegados de todo o país.

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PT quer Diretas Já, mas sem lançar Lula por recomendação de advogados

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula está em Brasília, nesta quarta (31), para discutir com lideranças do partido a pauta do Congresso nacional do PT, que será realizado entre 1 e 3 de junho, em Brasília. Segundo informações do ex-ministro Gilberto Carvalho, o PT vai definir que, em caso de queda de Michel Temer, não participará de uma eleição indireta pelo Congresso. Apesar de defender a bandeira das Diretas Já, a legenda tampouco deve lançar Lula como candidato virtual nesse momento.
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Desorientado e com incertezas, PSDB estuda desembarcar do governo


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A expectativa era de que os partidos da base aliada de Michel Temer decidissem ainda neste final de semana o futuro da aliança com o governo. Já com a posição de saída quase decretada pelo PSDB, o partido que é a principal sustentação de Temer deu sinais de possibilidade de diálogo. Mas o encontro marcado para a exibição de apoio ao mandatário teve que ser cancelado pela baixa adesão.
 
Imediatamente após a repercussão negativa com o grampo da conversa entre Michel e o empresário Joesley Batista, e consequentes delações dos executivos da JBS, o PSDB se viu obrigado a marchar contra o mandatário. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi um dos primeiros a defender a renúncia do peemedebista que se não houvesse "alegação convincente".
 
Mas com o nome da então principal representatividade do partido também manchado, o do senador Aécio Neves (PSDB-MG), tanto quanto o de Michel Temer, o PSDB ficou estagnado em um imbróglio sobre a sua permanência ou saída do governo.
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"Não haverá um segundo tempo, Diretas é agora", diz Requião

 
Jornal GGN - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) lançou um manifesto conclamando a população e o seu partido, que é o mesmo de Michel Temer, a ir às ruas pelas eleições diretas para presidente da República. O documento aberto a adesões foi enviado desde a Itália, onde o parlamentar participou da sessão da Eurolat, nesta sexta-feira (19).
 
No pedido para os seus correligionários adotarem a postura de oposição ao governo Temer, Requião diz que "a pátria está em risco; os brasileiro, atordoados por uma sequência de acontecimentos catastróficos, esperam, aguardam, anseiam pela remição desse caos".
 
"O nosso silêncio, a nossa omissão ou a nossa conivência com o que acontece, na insana esperança de se dar tempo ao tempo para que os dias passem, a indignação se arrefeça e novos acontecimentos soterrem os antigos, constituem a tática menos aconselhável para o momento. Porque não haverá um segundo tempo, uma nova chance. É agora!", exclama.
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STF não prende Aécio, que diz que pedido de R$ 2 mi foi empréstimo pessoal


Foto: Roque de Sá/Agência Senado
 
Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República, comandada por Rodrigo Janot, solicitou a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas o ministro relator do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou a prisão ao tucano. Em meio à crise, o PSDB escolheu o deputado Carlos Sampaio (SP) para a Presidência Nacional da sigla. E Aécio disse que R$ 2 milhões foram "pessoais".
 
Aécio foi impedido apenas de exercer as funções de senador, não sendo afastado do mandato oficial. Na decisão, Fachin impôs duas medidas cautelares ao tucano: a proibição de deixar o país, entregando seu passaporte, e de contatar qualquer outro réu ou investigado no processo relacionado à acusação da JBS.
 
Mas o ministro negou o pedido de prisão do senador e decidiu não levar para o Plenário do Supremo a discussão sobre o assunto. De acordo com informações do gabinete de Fachin, a negativa pode ser revertida apenas se a Procuradoria-Geral da República entrar com um novo recurso contra a decisão do ministro, e então o caso seria levado ao voto de todos os ministros.
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Por trás da operação Aécio, a sombra de Serra

Por trás do vazamento da delação da JBS, ontem, pode estar uma velha disputa entre o grupo de José Serra e o de Aécio Neves na Polícia Federal.

Hoje de manhã foi deflagrada a operação contra o senador Aécio Neves, autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e com pedido de prisão de sua irmã Andréa Neves. A operação já estava marcada há dias. Por isso, há suspeita - na PF - de que o vazamento tenha sido uma tentativa desesperada do grupo de Aécio, na PF ou na PGR (Procuradoria Geral da Repúbica) de avisar os alvos para se desfazerem de provas.

Ontem por volta das 16:30 houve uma reunião tumultuada entre o delegado geral da PF Leandro Daiello e o grupo. Temia-se que a operação pudesse ser cancelada. Não foi.

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No site do PMDB, enquete sobre Previdência tem 97% contra a reforma, por Fernando Brito

contrapmdb.jpg

Foto: Reprodução

Do Tijolaço

 
por Fernando Brito

Apesar do ministro Henrique Meirelles dizer que o desemprego vai diminuir, se depender do PMDB, acho que já aumenta na segunda-feira.

Porque algum funcionário do partido teve a ideia de colocar no site do partido de Michel Temer uma pesquisa sobre a reforma da Previdência.

Acho que o pobre cidadão vai “rodar”.

Pois  o resultado, com quase 30 mil participações apuradas, é acachapante.

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Lembranças de um discurso histórico de Lula

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Após Lava Jato e Temer, PSDB tenta estratégias para oxigenar 2018


Foto: Reprodução Arquivo 2009
 
Jornal GGN - Em busca de mostrar uma oxigenação do tradicionalismo tucano, o PSDB traça estratégias para 2018, após ser atingido pela baixa na imagem do principal aliado do governo de Michel Temer e dos reflexos da Operação Lava Jato sobre os caciques do partido. Além de planejar um "pedido de desculpas", o PSDB testa o lançamento do prefeito paulistano João Dória ao lado do apresentador de TV Luciano Huck ao pleito presidencial.
 
Ao passo que antigos nomes do partido, como o próprio Aécio Neves (PSDB-MG), foram sendo atingidos, tanto pelas revelações da Operação Lava Jato, com as delações dos mais de setenta executivos e ex-funcionários da Odebrecht, quanto pela aliança que criou junto a Michel Temer, nomes que fogem da tradição e nascem do empresariado aumentam as expectativas para a sigla se salvar.
 
Doria, prefeito de São Paulo, é um destes nomes. A possibilidade de uma candidatura à Presidência da República em 2018 é negada a todo momento pelo próprio político, principalmente por se tratar do apadrinhado do governador do estado, Geraldo Alckmin, que pretende se lançar na disputa do próximo ano. 
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