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Barbosa sentiu o golpe dos brasileiros antenados na Ação Penal 470

Enviado por Jns

De O Cafezinho

Barbosa, a marionete do golpe, morreu pela boca

O escritor argentino Ricardo Piglia, num de seus ensaios, propõe uma tese segundo a qual um conto oferece sempre duas histórias. Uma delas acontece num descampado aberto, à vista do leitor, e o talento do artista consiste em esconder a segunda história nos interstícios da primeira.



Agora sabemos que não são apenas escritores que sabem ocultar uma história secreta nas entrelinhas de uma narrativa clássica. O ministro Luís Roberto Barroso nos mostrou que um jurista astuto (no bom sentido) também possui esse dom.

Esta é a razão do ridículo destempero de Joaquim Barbosa. Esta é a razão pela qual Barbosa interrompeu o voto do colega várias vezes e fez questão de, ao final deste, vociferar um discurso raivoso e mal educado.

Barbosa sentiu o golpe.

Houve um momento em que Barbosa praticamente se auto-acusou: “o que fizemos não é arbitrariedade”. Ora, o termo não fora usado por Barroso. Barbosa, portanto, não berrava apenas contra seu colega. Havia um oponente imaginário assombrando Barbosa, que não se encontrava em plenário, mas ele sentiu sua presença enquanto ouvia Barroso ler, tranquilamente, seu voto.

O oponente imaginário são os milhares de brasileiros que vem se aprofundando cada vez mais nos autos da Ação Penal 470, acompanhando os debates do Supremo Tribunal Federal, ajudando alguns réus a pagar suas multas, dando entrevistas bem duras em que denunciam os erros do julgamento, e constatando, perplexos, que houve, sim, uma série de erros processuais e arbitrariedades.

Barroso contou duas histórias. Uma delas, no primeiro plano, era seu voto. Um voto tranquilo e técnico. Só que nada na Ação Penal 470 foi tranquilo e técnico, e aí entra a história subterrânea, por trás do cavalheirismo modesto de Barroso.

E aí se explica a fúria de Barbosa.

A história secreta contada por Barroso, com uma sutileza digna de um escritor de suspense, de um Edgar Allan Poe, com uma ironia só encontrada nos romances de Faulkner ou Guimarães Rosa, é a denúncia da farsa.

Aos poucos, essa história subterrânea virá à tôna. Alguns observadores mais atentos já a pressentiram há tempos.

O novo ministro, antes mesmo de ingressar no STF, entendeu que há um muro de ódio e violência à sua frente, construído ao longo de oito anos, cujos tijolos foram cimentados com preconceito político, chantagens, vaidade e uma truculência midiática que só encontra paralelo nas grandes crises dos anos 50 e 60, que culminaram com o golpe de Estado.

Sabe o ministro que não é ele, sozinho, que poderá desconstruir esse muro. Em entrevista a um jornal, o próprio admitiu que estava assustado com a violência da qual já estava sendo vítima: o médico de sua mulher, sem ser perguntado, disse a ela que não tinha gostado do voto de seu marido, e suas filhas vinham sendo questionadas na escola por colegas e professores.

O Brasil vive um tipo de fascismo midiático cuja maior vítima (e algoz) é a classe média e os estamentos profissionais que ela ocupa.

É a ditadura dos saguões dos aeroportos, das salas de espera em consultórios médicos, dos shows da Marisa Monte.

Nos últimos meses, eu tenho feito alguns novos amigos, que tem me dado um testemunho parecido. Todos reclamam da solidão. A mãe rodeada de filhos “coxinhas”. O pai que é assediado, às vezes quase agredido, pelas filhas reacionárias. A executiva na empresa pública isolada entre tucanos raivosos. Alguns, mais velhos, encaram a situação com bom humor. Outros, mais jovens, vivem atordoados com as pancadas diárias que levam de seus próximos.

No entanto, o PT é o partido preferido dos brasileiros, ganha eleições presidenciais, aumenta presença no congresso e pode ganhar novamente a presidência este ano, até mesmo no primeiro turno.

Por que esta solidão se tanta gente vota no partido?

Claro que voltamos à questão da mídia, que influencia particularmente as camadas médias da sociedade, à esquerda e à direita. A maioria da classe média tradicional, hoje, independente da ideologia que professa, odeia o PT, idolatra Joaquim Barbosa, e lê os livros sugeridos nos cadernos de cultura tradicionais.

Eu conheço um bocado de artistas. Hoje são quase todos de direita, embora a maior parte se considere de esquerda. Todos odeiam Dirceu, sem nem saber porque. E me olham com profunda perplexidade quando eu tento argumentar. Como assim, parecem me perguntar, com olhos onde vemos rapidamente nascer um ódio atávico, irracional, como assim você não odeia Dirceu?

Eu tento conversar, com a mesma calma de Barroso, mas não adianta muito. Eles reagem com agressividade e intolerância.

Pessoas em geral pacatas se transformam em figuras raivosas e vingativas. O humanismo, que tanto fingem apreciar nos europeus, mandam às favas ao desejar que os réus petistas apodreçam no pior presídio do Brasil.

Eu mesmo costumo usar os mesmos termos de Barroso. “Respeito sua opinião”, eu digo. Às vezes até procuro elogiar o interlocutor, numa tentativa ingênua e canhestra de quebrar a casca de ódio que impede qualquer diálogo. Não adianta. Qual um bando de Barbosas, eles respondem, quase sempre, com grosserias e sarcasmos.

Quantas vezes não vivi a mesma situação de Barroso? Às vezes, inclusive, aceitei teses que não acreditava, violentei-me, num esforço desesperado para transmitir uma pequena divergência, uma singela ideia que foge ao script da mentalidade de um interlocutor cheio de certezas.

Entretanto, a serenidade estóica e elegante de Barroso significou uma grande vitória para nós, os solitários, os que arrostamos as truculências diárias da mídia e de seu imenso, quase infinito, exército de zumbis.

Porque encontramos um igual.

Encontramos alguém que sofre, que tenta expor uma ideia diferente, e recebe de volta uma saraivada de golpes de quem não aceita ser contestado.

Não confundamos, contudo, elegância com covardia. Não se pode exigir a um homem que derrube sozinho uma muralha desse calibre. Esse trabalho não é de Barroso. Será um esforço coletivo, que já estamos empreendedo. Barroso encontrará forças em nossas ideias.

Mesmo que ele tenha de fazer algum recuo estratégico, como aliás já fez, ao condenar Genoíno, será para avançar em seguida.

Mas a função de um juiz do STF não é defender uma classe. Não é defender a rapaziada que frequenta o show da Marisa Monte e lê os editoriais de Merval Pereira. Não é se tornar celebridade ou “justiceiro”. A função de um juiz é ser justo e defender tanto as razões do Estado acusador quanto os direitos dos réus.

Quando Getúlio deu um tiro em si mesmo, ele deixou um recado, no qual há referências algo misteriosas a “forças” que se desencadearam sobre ele.

Como que antevendo o que continuaríamos a enfrentar, durante muito tempo, o velhinho ainda tentou, em sua dolorosa despedida, nos consolar:

“Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado.”

E cá estamos, Getúlio, diante das mesmas forças obscuras. Diante da mesma truculência, das mesmas arbitrariedades, que dessa vez encontraram voz na figura, trágica ironia, de um negro. Do primeiro negro que nós, o povo, nomeamos para o STF, mas que preferiu se unir aos poderosos de sempre, aos donos do dinheiro, aos barões da mídia, à turma do saguão do aeroporto…

É positivamente curioso como os ministros da mídia demonstram auto-confiança, arrogância, desenvoltura. Gilmar Mendes, Barbosa, Marco Aurélio Mello, dão entrevistas como se fizessem parte de uma raça superior. São campeões de um STF triunfante, que prendeu os “mensaleiros”.

Enquanto isso, os outros ministros agem com humildade, discrição, prudência. Barroso lê seu voto com voz quase trêmula, e pede reiteradas desculpas por cada mínima divergência. Nunca se ouviu um ministro pedir tantas vênias como Barroso. Nunca se viu um juiz fazer tantos elogios àquele mesmo que o destrata sem nenhuma preocupação quanto à etiqueta de um tribunal.

Mas o que Barroso pode fazer? Não faríamos o mesmo? A situação de Barroso é quase a de um sertanejo humilde, argumentando em voz baixa diante de seu patrão.

Sintomático que Luiz Fux, que aderiu também à Casa Grande, tenha citado Lampião para designar a “quadrilha dos mensaleiros”. O mundo dá tantas voltas, e retorna ao mesmo lugar. Virgulino Ferreira da Silva, o terror do Nordeste, o maior dos facínoras, quem diria, seria comparado a José Dirceu! É o tipo de comparação que não dá para ouvir sem darmos um sorriso triste e malicioso.

Não foi Virgulino igualmente o maior herói do sertão? Não foi ele o maior símbolo das injustiças e arbitrariedades que se abatiam, dia e noite, sobre um povo sofrido e miserável?

Evidentemente, não existe comparação mais idiota. Dirceu é um homem de paz, que acreditou na democracia e na política. Lampião foi um bandido que desistiu de qualquer solução política ou pacífica para seus problemas.

Mas também Fux, sem disso ter consciência, trouxe à baila uma história subterrânea, soterrada sob sua postura covarde de um juiz submetido aos barões de sempre: Lampião provou ao Brasil que não existe opressão sem resistência, mesmo que na forma de banditismo. Esta é a lei mais antiga da humanidade. A resistência e o heroísmo nascem da opressão e da arbitrariedade, como um filho nasce da mãe e do pai.

A campanha de solidariedade aos réus petistas foi a prova disso. Mas não vai parar aí. Ao chancelar uma farsa odiosa, arbitrária, truculenta e, sobretudo, mentirosa, o STF produziu milhares de Virgulinos. Só que não são Virgulinos por serem bandidos ou violentos. São Virgulinos exatamente pela razão oposta: a coragem de lutar de maneira pacífica e democrática.

É a coragem, sempre, a grande lição que o mais humilde dos cidadãos dá aos poderosos. É a coragem que faz alguém se insurgir contra a opinião do ambiente de trabalho, da família, do condomínio, dos saguões dos aeroportos, e assumir uma posição política independente, inspirada unicamente em sua consciência.

É a coragem, enfim, que faz os olhos de Barroso irradiarem um brilho de confiante serenidade. Sua voz pode tremer, mas não por medo. Treme antes pelo receio de escorregar um milímetro no fio da navalha por onde caminha, entre o desejo de falar duras verdades a um tratante e a determinação de manter uma elegância absoluta.

Barroso sequer consegue usar o pronome “seu” ao se referir a Barbosa, com medo de cometer um deslize verbal. Se Barbosa fosse uma figura serena, amiga, Barroso não teria esse escrúpulo. Tratando-se de um oponente sem caráter, sem moderação, e ao mesmo tempo tão incensado e blindado pela mídia, Barroso tem de tomar um cuidado máximo. Tem de tratá-lo com respeito até mesmo exagerado. Barroso sabe que Barbosa é vítima de megalomania e arrogância messiânica, que sofre de uma espécie de loucura, uma loucura perigosíssima, porque protegida pelos canhões da imprensa corporativa.

Ao contestar tão ofensivamente o teor do voto de Barroso, ao acusá-lo, de maneira tão vil, Barbosa disparou um tiro no próprio pé. Ganhará, ainda, um bocado de palmas dos saguões aeroportuários, mas haverá mais gente erguendo a sombrancelha, desconfiada de tanta fanfarronice e falta de modos.

Barroso deixou que Barbosa morresse como um peixe, pela boca.

Foi a vitória da serenidade sobre o destempero, da delicadeza sobre chauvinismo, do respeito à divergência sobre a intolerância.
 

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67 comentários

Comentários

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rosolindo

ministro barroso

nãirair

o ha duvida que o crime compensa

havera sempre juiz defendendo canalhas que traem a confiança de um povo. que vergonha sinto do meu pais . onde praticantes de mensalão são defendidos de qualquer maneira

parabens colunista por demonstrar sua ideia e com decepção conhece-lo melhor.

 

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José Carlos Nascimento

Barbosa sentiu o golpe dos brasileiros ...

Caro Nasif,

Escuto e leio você desde tempos passados, mais ou menos quando você ainda era comentarista da TV Cultura. Sempre tive a impressão: “taí um cara que é capaz de pensar”. Do seu blog e outros textos seus publicados na internet li alguns e recomendo sempre aos amigos que liam o que você escreve.

Mas, como você gosta de citar os antigos no seu texto “até tu Brutus”. Pensei que ia encontrar uma boa reflexão e dou de cara com essa coisa. Cito para você, você mesmo:

“O escritor argentino Ricardo Piglia, num de seus ensaios, propõe uma tese segundo a qual um conto oferece sempre duas histórias. Uma delas acontece num descampado aberto, à vista do leitor, e o talento do artista consiste em esconder a segunda história nos interstícios da primeira”.

Será você? Será o Nassif? Escrevendo assim?

Segui lendo, afinal leio você há tempos. Foi duro:

Getúlio – prefiro não repetir.

“Do primeiro negro que nós, o povo, nomeamos para o STF...”

“Evidentemente, não existe comparação mais idiota. Dirceu é um homem de paz, que acreditou na democracia e na política. Lampião foi um bandido que desistiu de qualquer solução política ou pacífica para seus problemas”.

“Lampião provou ao Brasil que não existe opressão sem resistência, mesmo que na forma de banditismo. Esta é a lei mais antiga da humanidade. A resistência e o heroísmo nascem da opressão e da arbitrariedade, como um filho nasce da mãe e do pai”.

Entre outras que cansei de copiar.

Onde você anda vivendo? Esqueceu? Esqueceu, da história do Brasil? Esqueceu? Vai fazer propaganda do banditismo? Da “lei mais antiga da humanidade”? Do olho por olho?  Parece que você esqueceu; como diz:

 “Quantas vezes não vivi a mesma situação de Barroso? Às vezes, inclusive, aceitei teses que não acreditava, violentei-me, num esforço desesperado para transmitir uma pequena divergência, uma singela ideia que foge ao script da mentalidade de um interlocutor cheio de certezas”.

Por favor, não seja “idolatra” – como você se refere a certas pessoas – de esquerda!

Abraços,

José Carlos Nascimento.

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Não é do Nassif,

 

    ZéCarlos,

    Esse texto não é de autoria do Nassif... fique tranquilo. Pode continuar lendo e se informando com o Nassa.

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José Roberto F. Militão, ativista contra o racismo e contra a ´raça estatal´. "Numa sociedade com a cultura de raças a presença do racista será, pois, natural." (Frantz Fanon, 1956).

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José Carlos Nascimento

Erro de identificação - Mas fica o comentário

É, o texto não é do Nassif!

Só fui verificar depois de ter postado o comentário.

Mas, fica aí o comentário; o Nassif me desculpe por ligar o nome dele a este texto.

José Carlos Nascimento.

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Paulo Andrade de Sousa

Explodiu

Esse post do Miguel do Rosário bombou nas redes socais

http://www.ocafezinho.com/2014/02/27/barbosa-a-marionete-do-golpe-morreu-pela-boca

E esse também do Felipe Recondo, do Estadão, sobre a prova da manipulação do ´titere de meia tijela

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/03/01/bomba-a-prova-da-manipulacao-do-barbosa/

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Bianor Salles

Sempre vi o Barbosa como uma

Sempre vi o Barbosa como uma ferramenta parra desconstituir o PT, plantado, estrategicamente, no STF. Um país que permite Paulo Maluf e outros do mesmo naipe, soltos, como pode querer punir os mensaleiros? Um país que permite que Daniel Dantas vença a luta de um delegado Protógenes, como pode dizer-se justo? Um país que vai condenar os dois rapazes que, supostamente, explodiram o cameraman, como pode ter uma mídia imparcial? A coisa está tão ridícula e cínica que começo a ter pena dos condenados do Mensalão. Daí, definitivamente, convenço-me que não vivemos em um país sério e honesto. Esta porcaria nunca vai ter jeito.

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JoaoMineirim

Eu fico espantado como tem

Eu fico espantado como tem aumentado o número de "amigos/conhecidos" no meu facebook que postam mensagens negativas contra o PT, pedindo impeachment da Dilma, entre outras coisas. Pedem para outros aderirem , rumo aos 1 milhão de compartilhamentos. No máximo, conseguem umas três ou quatro curtidas. Mas a maioria das pessoas, ainda ignoram qualquer onda política no facebook, seja a favor ou contra o governo.

O que noto nessas pessoas que entram nessa onda de atacar o governo é que eles ficam indignados com quem pensa diferente deles. Acusam os outros de "desinformados", alienados.

A sorte do Brasil é que tem muita gente "desinformada". Uma classe de pessoas que não se informa e se baseia na opinião da mídia. Gente que apenas percebe a realidade ao seu redor, sem a necessidade de que alguém lhe diga o que está acontecendo em sua vida. Gente desinformada que não se informa com alguns colunistas que "tudo sabem". Colunistas que emitem suas opiniões pessoais como se fossem fatos fundamentados na mais rigorosa medologia científica. Pobre gente desinformada que insiste em dizer que são felizes, mesmo vivendo em favelas.

 

 

 

 

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Carlos Canela

Barbosa

Se os réus do PT não são culpados, por que o Henrique Pizzolato fugiu?

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P. DoP Hilo

Linchamento não!

Se vc for acusado de estuprar a filha da vizinha, os vizinhos quiserem linchá-lo, vc chamar a polícia, ela incitar o linchamento e vc conseguir fugir eu lhe pergunto:

Então, por que vc fugiu?

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Voce vai saber porque já já.

Voce vai saber porque já já. Espere um pouquinho para o julgamento do Pizollato na Itália começar.

Enquanto espera, sugiro que voce aposte esses números na megacena, 2474. É uma sugestão de colega comentarista do blog do Nassif, sr. Canela

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Juliano Santos

74 não dá pq só vai até

74 não dá pq só vai até 60...mas quem sabe a Quina?

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Ques as forças maiores me livrem de linchar o devido processo legal

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Dulce (Madame X)

Maledicente!!!! José Dirceu

Maledicente!!!!

José Dirceu apresentou-se, Genoino idem, João Paulo e Delúbio idem...E VOCÊ não usa o mesmo argumento para reconhecer-lhes a inocência.

Pela construção da sua frase...você seria o primeiro a por sebo na "CANELA" E FUGIR.

Mas não se preocupe, Pizzolato também provará que é inocente.

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DanielQuireza

Barroso poderia ter sido

Barroso poderia ter sido muito mais duro que foi com Barbosa.

Qualquer covarde, quando é confrontado a altura, se retrai. O problema é que Barbosa ainda não foi confrontado, praticamente nenhuma vez.

Se tivessem o mínimo de organização e articulação, os integrantes do STF que se sentiram ofendidos ontem poderiam facilmente articular um movimento para tirar o Barbosa da presidencia do STF. Eles estão em maioria e o presidente claramente foi desrespeitoso, ofendeu ministros e o próprio tribunal.

Mas infelizmente ali, vemos que a grande maioria dos ministros não têm coragem suficiente para estarem no cargo. Ou são pusilanimes em excesso ou ainda, o que é pior, aparentem ter algum telhado de vidro. 

O PT, o Governo e os demais integrantes do STF que nao participaram dessa trama toda tem culpa desde o início porque foram omissos. Não responderam à altura. Acreditaram no "deixa disso". Os algozes, com o auxilio da mídia, foram esticando a corda cada vez mais. Agora não tem como ela voltar ao tamanho inicial.

Houveram vários momentos de poderia haver uma reação forte.

- Lula poderia ter processado GM e ao mesmo tempo articulado, no senado, algo para precioná-lo. Ao mesmo tempo o Governo agiria contra a sua escolinha em outras frentes.

- O Governo poderia ter sido mais duro na CPI do Cachoeira.

- O Governo, atrávez de seu ministro da Justiça poderia ter dado declarações mais fortes contra o STF e JB.

- O PT no congresso poderia ter reagido à altura contra os absurdos do julgamento.

- Dilma poderia ter escolhido alguem a dedo, no lugar de Zavascki, para entrar no meio do julgamento e pelo menos, "embolar o meio de campo".

Claro que essas atitudes teriam repercussão e respostas na sociedade. Para o bem ou para o mal.

Então, ao final, não adianta reclamar. O PT, o Governo, Lula e Dilma não agiram, não fizeram tudo que podiam para defender o legado do PT. Aliás, fizeram pouquíssimo. Se foi certou ou errado nunca saberemos. Mas agora não adianta reclamar.

 

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Anônimo

Sem palavras, sensacional

Sem palavras, sensacional este texto. É como me sinto também com vários colegas de trabalho do passado, muitos do meu Facebook moram neste planeta esquisito de ódio por aí. Claro, são os mesmos que acham que a Venezuela e Cuba são lugares onde se comem criancinhas.

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tiao

Joaquim Torquemada Barbosa

Joaquim Torquemada Barbosa quebrou a cara !

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Déficit civilizatório

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Aí está o Carlos Lacerda por

Aí está o Carlos Lacerda por quem as viúvas esperaram carentes por tantos anos.  

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Juliano Santos

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carmen silvia

como podem...

Como podem aplaudir um homem com esse comportamento?Tem algo muito errado acontecendo com a cabeça de uma parcela da população desse país;hipinose, delírio coletivo,maior suscetibilidade a lavagem cerebral.Não vem ao caso aqui concordar ou não com ele,mas apenas dicernir  desequilibrio de sensatez.No caso desse senhor não se pode dizer que ele tenha razão ou não,porque razão implica em possuir um mínimo de domínio sobre seu comportamento e nas vezes que o ví atuando(aliás isso é que ele faz regularmente) é quase impossível identificar algo de consistente ou mesmo coerente em seus argumentos. Pode-se até querer a condenação de Dirceu e seus companheiros,isso é legítimo,mas não com os argumentos e postura do juiz em questão.

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serralheiro 70

Oposição raivosa

Ler este artigo que nos brinda Cafezinho para mim foi uma mistura de realização por constatar que o autor com brilho que lhe é pecuiar traz a público ideias já arraigadas em minhas convicções que sistematicamente as mantenho guardadas para juizos pessoais silentes. Vivo num ambiente de familiares e de amigos onde a catarse é destilar ódio aos petralhas. Não que este estado de espírito coletivo seja novidade para mim . No suicídio de Getúlio em 54 era jovem de 14 anos e sentia o mesmo ódio dos que me eram mais caros contra a figura de Getúlio e seu mar de lama. Este ódio irracional é extremamente perigoso e normalmente não termina bem. Está faltando aos nossos líderes responsáveis trabalharem para a construção de um país mais cilvilizado. Senti este apelo hoje nas palavras de Barroso

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ubiratan f castellano

opção civilizada

quando vamos nos decidir a  sermos, agirmos, desejarmos ser uma sociedade civilizada ??? desigualdade, desrespeito a diferença, incapacidade de diálogo e construção ... tudo tão 'selvagem" e essa cultura de herois "brucutus", polícia violenta , políticos acintosos, por aí vamos dando "geito"? e muitos "desejando" que alguém tome as rédeas na mão grande e pronto, tudo resolvido ...

 

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Uma observação sobre Celso de Mello

Embora não se trate do objeto deste artigo, e não tenha sido comentado por ninguém, gostaria de lavrar meu protesto ante ao discurso moralista do moralista Celso de Mello, em que, entre outras coisas, se pôs a debater com um dos réus, Dirceu, sobre sua apreciação do julgamento como de exceção. Se aproveitou da tribuna para desmoralizar este réu e atribuir somente a ele a qualificação deste feito como julgamento de exceção. Foi uma grande covardia, porque debateu com alguém subjulgado, que não lhe poderia responder, ao invés de dar resposta a um monte de juristas que fizeram apreciações semelhantes, e a um em especial que usou exatamente esses termos, Cláudio Lembo. Fugindo ao debate com este e outros, Celso de Mello só se atreveu a debater com o réu já preso.  

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Muito a propósito o ato falho!

Realmente, Dirceu foi subjugado e subjulgadoQuanto a Celso de Mello, realmente é de um conservadorismo ou de um rigor dos mais reacionários. Lembro que em sua fala ele também põe em questão as eleições democráticas, dizendo que o fato de alguém ser receber muitos votos (recado ao PT) isso não põe ninguém acima da lei... Claro que a Lei é ele lá. Considerando os "golpes jurídicos" ocorridos em Honduras e no Paraguai, recentemente, e a politização do Judiciário no Brasil, que o Legislativo e o Executivo ponham as barbas de molho...

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Maurício Gil - Floripa (SC)

Meu Deus, que texto!

Quem é o autor do texto?

Jesus, parece que fala de mim, um atazanado, triste, melancólico, diante de uma dúzia de coxinhas em meu setor de trabalho. Fico envergonhado, com receio até, de emitir minha opinião. Me calo e sofro com essa decisão.

Confesso minha fraqueza, sem maiores constrangimentos. Mas é que não consigo contraargumentar diante da verdadeira avalanche de besteiras e aleivosias e factóides e simples repetição do que foi mostrado no JN e Veja, tudo como se verdades absolutas fossem. Fico estarrecido e sem poder de reação! Como dito no texto - BRILHANTE - me sinto isolado, solitário. Sempre pensei assim: nós, petistas ou esquerdistas, muitas vezes temos vergonha, uma dificuldade enorme de nos colocarmos diante de nossos adversários, nos saguões dos aeroportos, nas baladas, nos escritórios, nas recepções de clínicas, etc. etc. etc. Talvez com medo de suas reações, quase sempre destrambelhadas. 

Vou repensar essa minha posição ora em diante, e convoco a todos os solitários como eu e o autor a refletirem sobre esse nosso agir - ou "não agir", mais correto. Devemos e precisamos, a bem do país e nosso próprio bem, reagir, com educação e serenidade, mas firmes, marcando nosso espaço e deixando claro a todos os contrários que não compactuamos com o que pensam e dizem, embora respeitando-os.

Como nos ensinou o grande jurista Barroso.

Mudei: amanhã mesmo os coxinhas da minha seção não me reconhecerão!

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M Gaspar

Barbosa premeditou as suas ações

Desde as polêmicas discussões travadas entre Barbosa e Lewandovski,  havia um cheiro de discurso rasteiro politiqueiro nas falas de JB contra os votos de Lewandovski. Ali, um Ministro do STF, como o Lewandoviski, não poderia ter sido destratado e acusado como o foi por JB. Talvez se Lewandovski tivesse, à época, agido da mesma maneira como agiu o Ministro Barroso ao proferir seu voto, de forma serena e tranquilo, deixando somente o JB estrebuchar de raiva, quem sabe  a pecha de destemperado de JB  ficasse muito mais ampla para as camadas médias da população. Esta notoriedade e popularidade iria por água abaixo. O que o JB queria/quer parecer ser os holofotes para aumentar a sua popularidade e ansiar desejos políticos partidários. É o que parece, pois não é a forma que um juiz deva agir.

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deixemos ele falar

Eu não vi um Barroso lendo seu voto tremulamente não. Me admirou a segurança com que continuou a enunciar seu voto, apesar das interrupções intempestivas do chefe em surto. Um momento juro que vi esboçar um certo riso nos olhos, como se dissesse, deixemos ele falar, e continuava inalteradamente falando aos pares, como se estivesse sendo interrompido por uma criança mal criada. Ai, suspeitei que tinha apoio de outros, o que foi confirmado logo após sua fala, com a colocação da juiza Carmem. Para mim, antes da entrada de Zavaski o revisor estava mais só, a tentar desesperadamente contrapor o que estava nos autos à versão floreada do relator. O ingresso deste, completamente sério, discreto e alheio à fantasia, deu mais consistência às proposições de Lewandowski, que já havia abordado a desproporção das penas de quadrilha. Zavaski é uma fortaleza. Barroso optou por esse lado, formando um grupo sólido de juízes autênticos, carreando a adesão dos titubeantes. Então, quando ousou desafiar o chefe, já sabia ter apoio dos que o seguiram; já tinham formado o consenso que alterou o equilíbrio de forças, apenas provou ter condições de pertencer a esse notório grupo. Agora podemos contar com 3 grandes juízes propriamente ditos,  livres de pressões.  

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Itamar Branco

Ruim Barbosa!

Quando o Ministro Luís Roberto Barroso lançou aquele argumento pouco ortodoxo, valendo-se da matemática e da estatística, pensei: não é possível, é malandragem ou esperteza de advogado.

Mesmo sem formação jurídica, achei que o critério não está escrito no Código do Processo Penal e, portanto, nenhum Juiz estaria obrigado a segui-lo. Entretanto, percebi que havia lógica na argumentação.

Esse recurso de proporcionalidade apenas reflete sensatez e justiça. Lembra a expressão “um peso e duas medidas” que significa tratar uns com justiça e outros com injustiça, ou ter conduta diversa diante de situações idênticas, ou ainda, aplicar a lei ou a regra com maior ou menor rigor de acordo com a conveniência.

O mais interessante é que, na seqüência da argumentação o Ministro Barroso arrancou uma confissão surpreendente que mostra claramente a face política, arrogante, prepotente e desonesta de alguns membros do nada impoluto colegiado.

O Ministro Barroso desfilava nos dedos os diversos crimes; corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, etc., que no seu entender seriam mais  reprováveis que formação de quadrilha e com penas mínimas e máximas mais gravosas. Disse que a exacerbação verificada o levava a imaginar um propósito inconfessado de evitar a prescrição e manter os condenados em regime prisional de maior rigor, fechado, e não aberto ou semiaberto.

Resposta inflamada e emocional do Ministro Joaquim Barbosa: “sim, era isso mesmo”.

Não sei se estou sendo literal. É possível conferir. Há vídeo de pouco mais de 2 minutos no You Tube. É bom ouvir com atenção....foi durante aquele bateboca.....os dois falando ao mesmo tempo.

Essa inconfidência vergonhosa desmoraliza o STF, desqualifica o Colegiado e, se bem explorada, pode dar muito pano pra manga. Compromete por completo a AP 470.

É difícil acreditar na inocência dos envolvidos, mas é importante não endossar ou compactuar com a arbitrariedade e imoralidade inadvertidamente revelada. 

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Um dia para comemorar

22 de fevereiro de 2014, um dia para comemorar.Viva o STF digno e honrado como deve ser. Viva! 

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Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros (ditado árabe)

Um dia para comemorar

22 de fevereiro de 2014, um dia para comemorar.Viva o STF digno e honrado como deve ser. Viva! 

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Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros (ditado árabe)

Aqui a quadrilha

Esses entendem de quadrilha mais do que ninguém

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Grato, Spin F

Anarriê!

Anavantu!

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AlvaroTadeu

Homem que bate em mulher...

Alguém lá em cima comentou se Barbosa age assim em plenário, com seus colegas ministros, imaginem o que ele diz e faz privadamente. Como ele deve tratar seus assessores, secretária, empregada. Basta lembrar como ele tratou a própria esposa anos atrás: encheu-a de porradas. Ela retirou a queixa para que Lula pudesse indicá-lo ao STF. Lula, se o cara é covarde o suficiente para bater na mulher, imagine o que ele poderá fazer com o traseiro sentado na cadeira de ministro do STF. Além de profundo asco, Barbosa me enche a alma de vergonha alheia.

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Mauro Segundo 2

Gente, o JB fala desse jeito,

Gente, o JB fala desse jeito, com um colega, um "par", em público....imaginem a portas fechadas, com assessores, com a secretária, com os funcionários subalternos do STF...deus me livre precisar de um emprego que me faça submeter a isso.

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Havia algo na cadeira do JB?

Havia algo na cadeira do JB? Urtiga, talvez?

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Maria Quinet

Ele estava ensaiando para

Ele estava ensaiando para substituir a globeleza; que, por sinal, tomou seu lugar por um tempo.

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Bode expiatório. Na fala

Bode expiatório. Na fala final, ao "alertar a nação brasileira" sobre o que poderia acontecer doravante no Supremo, El Supremo deu um safanão na coitada da cadeira, antes de se sentar. 

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O principal, pra mim, é que o

O principal, pra mim, é que o Idi Amin Bartbosa ADMITIU que a exacerbação da pena de quadrilha foi, sim, para evitar a prescrição: decisão pela cara do cliente, portanto. Se acha o MORALIZADOR GERAL DA REPÚBLICA mas reproduz os vetustos vícios do sistema.

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PJ não VOTA!

O Jornalismo acabou e a eleição não tem fim!

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dapenna

Morreu mesmo

Do UOL, a fala de Barbosa:

"Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que este é apenas o primeiro passo. Esta maioria de circunstância tem todo tempo a seu favor para continuar nessa sua sanha reformadora", disse. "Essa maioria de circunstância [foi] formada sob medida para lançar por terra todo um trabalho primoroso, levado a cabo por esta corte no segundo semestre de 2012", disse o ministro.

Há pouco, vi a cena no Jornal da Band. Barbosa não falava para o plenário do STF, mas para as câmeras.

Justo ele, Barbosa, que recebeu diárias no meio das férias para falar da influência da mídia nos julgamentos do STF. Justo ele que, no chilique de ontem, acusou Barroso de fazer "discurso político".

Morreu pelo passado recente que carrega, em especial pela arbitrariedade, pela arrogância. Não se deu conta de que foi usado e logo mais será carta fora do baralho.

Morreu por nos lembrar que uma "maioria de circunstância" transformou a Suprema Corte brasileira em um tribunal de exceção, numa afronta àquela Constituição que deveria defender.

Morreu por deixar claro que o "trabalho primoroso" só foi possível com uma "maioria de circunstância" que se ajoelhou diante de um fatiador de processos et caterva, os mesmos que esconderam as provas de que não houve desvio de dinheiro público e, o pior de tudo, negaram o legítimo direito à defesa.

Pois é. O mundo gira, e a Lusitana roda. Que a "sanha reformadora" devolva ao País o Judicário que merecemos.

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O déficit civilizatório...

Foi demais esta expressão.

 

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Mello

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Não fossem perigosos, os meneios e pulos de JB, seriam risíveis...

 

O despreparo em ouvir o contrário, mostram uma incapacidade em conviver com outrem.

Parece o menino que se acha dono do parquinho.

Infantilidade muita. Personalidade mal-formada. 

Um psicólogo poderia ajudar muito.

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Mauro Segundo 2

Algum dia, em passado

Algum dia, em passado longínquo, algum psicológo aprovou o JB num exame psicotécnico quando ele prestou concurso público. Deveriam localizar o profissional e fazê-lo depor na comissão da verdade.

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Pra desanuviar um pouco o

Pra desanuviar um pouco o ambiente, posto o relato de uma companheira da Trincheira da Resistência.

Lúcia Petralha Cunha Genoino Dirceu

 

Boa noite, cambada!
Acabei de chegar da Trincheira da Resistência, em frente ao STF. Episódio hilário foi da companheira Malvina que foi assistir ao julgamento. Cochilou. Cochilou bonito. Aí, um segurança chegou perto dela: senhora, senhora, não pode dormir, a senhora tem que prestar atenção na sessão. Ela meio que se assustou, virou pra ele e disse: ORA, SÓ O JOAQUIM BARBOSA QUE PODE DORMIR? EU TAMBÉM SOU PRETA! e ficou resmungado. O segurança não aguentou e riu, muito.

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kkkkkkk tb rodei essa estória

kkkkkkk tb rodei essa estória da Malvina, pelo FB... muito engraçada e a cara dela mesmo...

Só mais uma coisa com relação a AP 470. Não custa nada ficarmos de olho na trajetória dos colaboradores de JB nesse imbróglio:

Rodrigo Golívio Pereira

Carla Ramos

Leonardo Farias

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ana 13

pra desanuviar...

Grande Malvina, militante das boas, impressionantemente fiel e atuante.

Parabens, mulher , tenho orgulho de ser sua amiga.

Um abraço, Ana Amélia.

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Lais

rsrsrrs... eu também ri muito

rsrsrrs... eu também ri muito com essa historinha.... Fico imaginando o segurança cutucando o JB batman e "avisando" pra ele que não pode dormir, tem que prestar atenção na sessão... kkkkkkkkkkkkkk.....

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Sônia Bulhões

O  que é aquilo no stf ? o

O  que é aquilo no stf ? o dito cujo mais sem educação que pude conhecer. Como uma figura dessas se arvora em candidatar-se a qualquer coisa ?

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veras

Do Blog do Kenedy Alencar

27-02-2014, 16h44

Barbosa desrespeita Dilma e colegasDesabafo deveria esfriar e não esquentar rumor sobre candidatura 

Joaquim Barbosa é uma pessoa séria, empenhada de fato no combate à corrupção. No entanto, isso não lhe dá o direito de fazer o que fez hoje. Desrespeitou colegas do Supremo Tribunal Federal e a presidente da República, Dilma Rousseff _autoridade que recebeu nas urnas o direito constitucional de indicar, condicionados à aprovação do Senado, ministros para a mais alta corte de Justiça do Brasil.

Numa democracia, o direito de livre expressão é assegurado a todos. Mas um presidente de Poder precisa medir com mais cuidado o efeito das suas palavras.

Barbosa disse que a absolvição por formação de quadrilha de réus do mensalão decorreu de “uma maioria de circunstância, formada sob medida para lançar por terra todo o trabalho primoroso levado a cabo por esta corte no segundo semestre de 2012″.

Afirmou que se tratava de “uma tarde triste” para o Supremo e que colegas usaram argumentos “pífios”.

A frase mais dura foi a seguinte: “Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que este é apenas o primeiro passo. Esta maioria de circunstância tem todo tempo a seu favor para continuar nessa sua sanha reformadora”.

São palavras que demandariam de Dilma e de colegas do Supremo alguma manifestação. Eles não ficaram bem na foto. Pelo contrário, foram acusados, para usar um termo educado, de comportamento pouco republicano.

É natural que, com a mudança de composição, colegiados tenham entendimentos diferentes a respeito de decisões do passado. O Supremo de hoje não é melhor nem pior do que o de ontem. Suas decisões devem ser respeitadas.

Ou só podem valer as decisões com as quais Barbosa concorda? O Supremo do bem é o que condenou? O tribunal de hoje é do mal? Barbosa tem conhecimento de alguma articulação da presidente para beneficiar os réus do mensalão? Sabe de alguma troca de favor de colegas para chegar ao STF?

A levar em conta as suas próprias palavras, parece que sim é a resposta a todas essas indagações.

Hoje, o presidente do Supremo avançou o sinal mais do que em outras ocasiões, quando trocou ataques com colegas do STF.

A decisão favorável aos réus petistas esquentou a especulação de que Barbosa poderia deixar o tribunal e abraçar uma candidatura nas eleições deste ano.

Mas o desabafo deveria servir para esfriar esse tipo de rumor. É de arrepiar imaginar Barbosa reagindo a uma decisão do Congresso que o contrarie, caso se eleja um dia presidente da República.

Barbosa tem razão num ponto. Foi realmente uma tarde triste para o Supremo.

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O desespero da direita,

O desespero da direita, alijada há 12 anos do governo, nossa incapacidade de viver na democracia, respeitando as regras do jogo, a inércia do senado, a imposição do medo (alerto a sociedade...), a covardia de alguns membros do stf, "autorizaram" jb a ir esticando a corda e ultrapassar todos os limites possíveis, na sessão de ontem.  Isso pode ser uma mistura explosiva.

Concordo com vc que ele ofendeu gravemente a presidenta, os demais mebros do stf, a sociedade como um todo. Mas ele vem fazendo isso há bastante tempo. Não consigo imaginar os desdobramentos de alguma medida realmente dura contra ele, pobre ventríloquo de interesses muito mais poderosos e ardilosos que jb possa sonhar.

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MThereza

Gostei muito do artigo, pelo

Gostei muito do artigo, pelo conteúdo e forma mas, principalmente, por afastar um pouco esse sentimento de isolamento. Foram tantas "surpresas" nos últimos anos, principalmente em 2012/2013. gente que, até 2002, fazia coro com Lula lá, ansiava pela redução da desigualdade, pelo fim do desemprego, pelo acesso das imensas parcelas de brasileiros aos direitos sociais. Só que era brincadeirinha e eu não percebi.  Quando essas coisas começaram a se tornar realidade, sacaram imediatamente a velha questão da "moral e bons costumes". A sorte é que estou aposentada e não preciso conviver diariamente com coxinhas dos mais diversos matizes.

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Daytona

Sem a condenação por formação

Sem a condenação por formação de quadrilha, foi abaixo a historinha do "mensalão".

Por isso figuras com o Gilmar agora querem tratar essa questão como águas passadas.

Acabou a maior farsa da história recente do Brasil, quais serão as consequências?

 

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Portilho

"José Dirceu, um homem de 

"José Dirceu, um homem de  paz  que acreditou na democracia e na politica"

 Seus textos,  seu blog mostram um ser humano que não sabe o que é ter um revolver  38 na cabeça e levarem seu carro, ser roubado dentro de  casa tudo o que você batalhou para comprar,  ser assaltado na rua  por um meliante e  em troca disso não receber nada, nem um apoio de um assistente social  e  quando  um   "límpido"  José Dirceu  recebe uma absolvição por crime  que serve de exemplo para toda a população  bandida desse pais,  uma terra de bandidos,  fico pensando  o que passa pela cabeça de um ser um humano como você.

Já foi assaltado Miguel ?   Eu já,  a bala dentro do tambor brilhava demais

Já te humilharam no chão  ameaçando  dar um tiro na cabeça da sua esposa?   Eu  já,  e chorei por muito tempo.

Então  Miguel,  qual a solução  para  nossa situação politica hein?

Com seus 38 anos  de idade seria louvável que você ao menos  nos  desse a solução dessa sua  amável e fina mente  sobre  como salvar  a Zumbilandia,  que com certeza  você não deve fazer parte,  desse estado corrupto,  quero dizer,  amável, que você  fantasia nesse texto  utópico que beira a  ficção cientifica.

Lamentável

Geraldo

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