10 de junho de 2026

Comitê de monitoramento diz que não há risco de faltar energia em 2016

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Da Agência Brasil

Em sua primeira reunião do ano, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) informou hoje (13) que o risco de faltar energia nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste neste ano é zero. Segundo relatório do Comitê, há sobra estrutural de cerca de 9,3 mil megawatts médios para atender a carga prevista.

“O sistema elétrico apresenta-se estruturalmente equilibrado, em decorrência da capacidade de geração e transmissão instalada no país, que continua sendo ampliada com a entrada em operação de usinas, linhas e subestações”, diz o relatório do grupo.

Na reunião realizada em janeiro do ano passado, a projeção do CMSE para o risco de déficit de energia em 2015 nas regiões Sudeste e Centro-Oeste era de 4,9% e, na região Nordeste, de 1,2%. No ano passado, foram incluídos 6.428 MW de energia nova ao Sistema Interligado Nacional, acima do previsto para a expansão no ano.

De acordo com o comitê, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) deverá continuar acompanhando as condições hidroenergéticas do Sistema Interligado Nacional, de modo a definir a geração térmica necessária para garantia do atendimento energético do sistema.

Em agosto do ano passado, o CMSE decidiu desligar as termelétricas com custo mais alto, porque não havia mais necessidade daquela energia, devido ao aumento do volume de chuvas nos reservatórios das hidrelétricas.

Segundo a nota do Comitê, em dezembro de 2015 predominaram chuvas acima da média nas bacias do subsistema Sul. No subsistema Sudeste, choveu acima da média nas bacias dos rios Paraná e Paranapanema e abaixo da média nas bacias dos rios Tietê, Grande e Paranaíba. As bacias dos subsistemas Nordeste e Norte apresentaram chuvas abaixo dos valores médios históricos.

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico foi criado em 2004 para acompanhar a continuidade e a segurança do suprimento de energia no país. Participam do grupo representantes de órgãos como o Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

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5 Comentários
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  1. Free Walker

    14 de janeiro de 2016 12:27 pm

    Com essa recessão sem prazo

    Com essa recessão sem prazo para acabar e com a atividade indústrial  em queda livre é claro que o Brasil não corre risco de apagão em 2016. A não ser que a seca se aprofunde muito. Mesmo por que vai se continuar importando energia da Argentina e semana passada assinou acordo de importação de energia elétrica do Uruguay até 2019.

    O governo Dilma teve a “sorte” de o PIB brasileiro ter crescimento negativamente em 2015, senão era apagão na certa.

    1. Ugo

      14 de janeiro de 2016 2:37 pm

      bolsa troll tucana

      Testa da cavolo.

  2. Vladimir

    14 de janeiro de 2016 12:33 pm

    Mais uma não notícia.

    Mais uma não notícia.

  3. altamiro souza

    14 de janeiro de 2016 1:43 pm

    é bom  ler coisas positivas,

    é bom  ler coisas positivas, raras na grande mídia,

    que numa dessas é capaz de pinçar algo pra

    dizer que tá tudo errado, como sempre faz….

     

     

  4. Athos

    14 de janeiro de 2016 3:42 pm

    Recessão ajuda ou atrapalha o
    Recessão ajuda ou atrapalha o fornecimento de energia?
    Esse Governo é muito bom.
    Usar o SIC crescimento do PIB para acabar de vez com nosso problema de abastecimento de energia.
    É muita inovação!

    Coisa de jenio!

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