28 de julho de 2026

O Que Aprendi na Universidade Fudan — e o que a Nova Guerra Fria dos EUA se Recusa a Compreender, por Evandro Carvalho

EUA adicionou universidades chinesas à lista de instituições consideradas ameaça nacional. O que isso significa?
Universidade de Fudan - Reprodução

O Departamento de Defesa dos EUA incluiu as universidades Fudan e Jiaotong de Xangai na lista de ameaças à segurança nacional.
A medida proíbe financiamentos e colaborações acadêmicas com essas instituições, alegando risco de espionagem chinesa.
O autor relata sua experiência na Fudan, destacando a diplomacia acadêmica e o impacto da rivalidade geopolítica na ciência.

Esse resumo foi útil?

Resumo gerado por Inteligência artificial

no Substack de Evandro M. Carvalho

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

O Que Aprendi na Universidade Fudan — e o que a Nova Guerra Fria dos EUA se Recusa a Compreender

por Evandro M Carvalho (高文勇)

Neste mês de julho de 2026, o Departamento de Guerra dos Estados Unidos adicionou a Universidade Fudan e a Universidade Jiaotong de Shanghai à lista de instituições estrangeiras consideradas uma ameaça à segurança nacional dos EUA. A novidade desta medida é que o Departamento de Defesa passa a mirar não só as instituições ligadas às forças armadas, mas também as universidades civis. No caso, duas entre as melhores do mundo.

Esta decisão proíbe qualquer financiamento ou uso de equipamentos do Pentágono em pesquisas ou colaborações acadêmicas com estas universidades. Conforme o South China Morning Post, “as inclusões representam uma expansão da campanha de Washington contra o que descreve como influência chinesa indesejada e transferência de tecnologia na pesquisa americana[1]. Sem detalhar ou apresentar qualquer prova, a alegação dos EUA é de que estas instituições chinesas podem apropriar-se indevidamente dos dados de pesquisas financiadas pelo governo dos EUA. Em suma, acusa as instituições chinesas de espionagem.

Seguramente, tal medida afetará uma ampla rede de parcerias científicas, pois a proibição se aplica a bolsas, contratos e qualquer outra forma de auxílio e se estende a todos os funcionários dessas instituições. O pesquisador de uma universidade americana que colaborar com um indivíduo afiliado a uma das duas universidades chinesas representa um risco de conformidade, podendo impactar sua elegibilidade para financiamento federal, e a omissão dessas relações pode violar a lei dos EUA. Em outras palavras, inviabilizará a carreira deste pesquisador. Como disse Liu Chang, porta-voz da embaixada chinesa em Washington, “restringir os intercâmbios normais de pesquisa acabará prejudicando os interesses de pesquisadores e instituições americanas também.” Concordo. Mas os EUA decidiram politizar ainda mais os intercâmbios científicos e acadêmicos.

O fato é que qualquer pesquisa de ponta e estratégica é financiada pelo governo e, a grande maioria delas, é desenvolvida nas universidades. Isto é válido para a China, os EUA e qualquer outro país industrializadoA ligação entre universidades e a indústria é uma equação fundamental para a soberania de um país. No Brasil, ainda estamos no processo de convencimento da população e, consequentemente, dos políticos, sobre a importância desta relação.

Há inúmeros exemplos históricos e contemporâneos de financiamento direto do governo dos Estados Unidos a universidades para pesquisa em tecnologias consideradas estratégicas para a segurança nacional, a competitividade econômica e a liderança científica do país. O caso mais conhecido é o da criação da internet, que surgiu como um projeto do então chamado Departamento de Defesa dos EUA. A agência militar DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) financiou universidades como Massachusetts Institute of Technology, Stanford University, University of California e Carnegie Mellon University. O sistema GPS também contou com o apoio do Departamento de Defesa. Há décadas, os Estados Unidos utilizam universidades como pilares de sua estratégia nacional de inovação, financiando pesquisas em inteligência artificial, semicondutores, computação quântica, biotecnologia, energia nuclear e outras tecnologias de interesse estratégico. Não há nada de novo aí. O que mudou nos últimos anos foi a percepção de que as universidades chinesas de excelência também passaram a desempenhar um papel semelhante na estratégia de desenvolvimento científico e tecnológico da China.

A recente inclusão da Universidade Fudan e de outras universidades civis chinesas em listas de restrição do Departamento de Guerra dos EUA deve ser compreendida nesse contexto mais amplo de competição tecnológica entre as duas maiores economias do mundo. Assim, a discussão não é propriamente sobre a existência de vínculos entre universidades e projetos estratégicos – algo comum em diversas grandes potências –, mas sobre como a rivalidade geopolítica passou a influenciar a circulação internacional de pesquisadores, a cooperação científica e o intercâmbio universitário.

Eu fui Senior Foreign Expert do Centro BRICS da Universidade Fudan no período de julho de 2014 a dezembro de 2015. Tive o privilégio de tornar-me o primeiro pesquisador estrangeiro vinculado àquele Centro, experiência que me permitiu acompanhar debates estratégicos sobre governança global, desenvolvimento e cooperação internacional diretamente com acadêmicos que ajudavam a pensar o futuro da China, dos BRICS e do mundo. A universidade ofereceu-me a rara oportunidade de participar da vida intelectual chinesa de dentro. As conversas iniciadas em uma sala de reuniões continuavam nos corredores ou durante longas caminhadas pelo arborizado campus da Fudan. Aos poucos, fui percebendo que o diálogo acadêmico na China possui uma característica muito própria: combina profundo respeito pelas ideias do interlocutor, ensinamentos chineses trazidos à baila em simples conversas e extraordinária abertura para discutir os grandes desafios contemporâneos.

Antes de me juntar à Fudan, eu tinha sido Senior Visiting Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Shanghai de Finanças e Economia (SUFE) entre fevereiro de 2013 e julho de 2014. Eu havia obtido uma bolsa da Organização dos Estados Americanos em conjunto com o China Scholarship Council. Mas foi o convite do então diretor do Centro BRICS da Universidade Fudan, Prof. Fan Yongming, que colocou minha trajetória acadêmica na China em um rumo que transformaria profundamente minha relação com o país.

Deixem-me compartilhar um aspecto da minha experiência na Fudan que, à primeira vista, parece não ter relação com o que estamos tratando. Mas esta seria uma percepção muito superficial.

O professor Fan tinha diante de si o desafio de criar o recém-instituído Centro BRICS da Universidade Fudan. Tive o privilégio de acompanhar esse nascimento desde os primeiros dias. Ainda me recordo da chegada dos primeiros móveis destinados às salas dos pesquisadores. O professor Fan chegava cedo ao Centro e não era incomum encontrá-lo pessoalmente envolvido na organização do espaço, ajudando a posicionar mesas, cadeiras e armários, como se fosse um dos funcionários encarregados daquela tarefa. Jamais parecia considerar esse trabalho incompatível com a posição que ocupava. Embora fosse o diretor do Centro, exercia a liderança com uma simplicidade que, consequentemente, nos influenciava positivamente. Essa postura se manifestava em pequenos gestos. Nas fotografias oficiais dos eventos promovidos pelo Centro, ele costumava posicionar-se discretamente em uma das extremidades da primeira fila, mesmo sendo o anfitrião, deixando o centro da foto – lugar de destaque – para os convidados.

Ao organizar as salas do novo Centro, o professor Fan destinou a maior e mais confortável delas a mim. Era a única sala equipada com uma ampla mesa de reuniões e com mobiliário de madeira cuidadosamente trabalhado. Ele, por sua vez, permaneceu em uma sala bem menor, dividindo o espaço com outro pesquisador, o professor Shen Yi, que, anos mais tarde, assumiria a direção do Centro e se tornaria um grande amigo.

A situação me causava evidente desconforto. Não fazia sentido, aos meus olhos, ocupar a melhor sala enquanto o diretor e outro pesquisador compartilhavam um ambiente apertado, mobiliado com mesas modulares comuns, como as encontradas em qualquer loja de departamentos. Resolvi, então, conversar com ele.

Sua primeira reação foi inesperada.

— Você não está gostando da sua sala? Perguntou surpreso.

Expliquei que a questão não era aquela. O que me incomodava era saber que ele permanecia em um espaço tão reduzido enquanto eu desfrutava de uma sala ampla e confortável. O professor Fan ouvia atentamente minhas razões, limitando-se a balançar a cabeça como quem concorda comigo. Mais tarde descobriria que esse gesto, na cultura chinesa, muitas vezes pode significar apenas um “sim, compreendi”, e não necessariamente concordância.

Voltei ao assunto outras vezes. Até que, depois de alguma insistência, ele acabou concordando com a troca. Disse-me que a mudança seria feita no fim de semana seguinte.

Na segunda-feira, cheguei ao Centro BRICS, localizado em um dos andares da imponente torre do belo campus da Universidade Fudan, satisfeito por finalmente imaginar que o professor Fan ocuparia a sala que sempre considerei ser a sua. Caminhei até a sala menor, agora destinada a mim, abri a porta e fui surpreendido. O professor Fan havia transferido para aquela sala todos os elegantes móveis de madeira que antes estavam na sala maior. Naquele instante compreendi que não se tratava apenas de uma troca de salas. Era um gesto silencioso de generosidade persistente.

[Professores Shen Yi, Evandro Carvalho e o professor Fan Yongming com sua esposa à direita da foto. Jantar no Peace Hotel, em Shanghai, no dia 31 de janeiro de 2014. Foto do meu acervo pessoal]

Ao longo dos anos, vivi muitas experiências na China, mas poucas me ensinaram tanto sobre a elegância da hospitalidade chinesa quanto aquele episódio. À sua maneira discreta, o professor Fan fez questão de que eu continuasse a me sentir acolhido. E, sem dizer uma única palavra sobre isso, ensinou-me valores como humildade, hospitalidade e uma forma muito chinesa de exercer a liderança. Na cultura chinesa, a cortesia muitas vezes se expressa mais pelos gestos do que pelos discursos. Ele não estava se humilhando nem se apequenando ao arrumar os móveis da sala, ao utilizar uma sala pequena, ao se posicionar discretamente para uma foto oficial; ele não precisava nem sentia necessidade de agir de forma diferente. No Brasil e nos EUA, receio que muitos interpretariam tal tipo de conduta como a de alguém que estaria se apequenando diante do cargo que ocupa.

O Brasil teve senhores de escravos que se adaptaram aos tempos apenas para continuar mandando no país, já a China fez uma revolução com camponeses, gente do povo, que passaram a tomar conta de seu próprio destino. Este fato muda toda a perspectiva. É isto que a elite dos EUA – e a brasileira também – não entende e não quer entender, porque não está disposta a aceitar que esta mudança de perspectiva ocorra em seu próprio país, justamente porque a mudança de postura ao estilo chinês seria uma ameaça a toda a estrutura de poder que sustenta a elite ocidental. Então, a questão não é apenas uma competição pelo domínio de tecnologias estratégicas, é o fato de que um povo camponês não branco foi capaz de superar a elite predadora branca colonizadora do Ocidente com gentilezas, simplicidade e tratamento respeitoso com os estrangeiros. E isso é verdadeiramente humilhante para a elite ocidental, liderada pelos EUA.

Ao longo dos anos, retornei inúmeras vezes à Universidade Fudan para ministrar aulas no Curso de Verão que o Centro BRICS promove todos os meses de julho, participar de conferências e reencontrar colegas. Nunca, em nenhum momento, houve qualquer iniciativa que não fosse feita de maneira transparente e aberta ao diálogo.

Durante o período em que estive na Universidade Fudan, tive a oportunidade de contribuir para a aproximação entre instituições brasileiras e chinesas por meio de uma das mais nobres dimensões da vida universitária: a diplomacia acadêmica.

[na foto Paulo Abrão e o Vice-Ministro da Justiça da República Popular da China (entre 2005 e 2015), Zhang Sujun (张苏军) -foto do meu acervo pessoal]

Foi nesse contexto que organizei a visita à Fudan do então Secretário Nacional de Justiça no governo da presidente Dilma Rousseff, Paulo Abrão. Brasil e China haviam firmado o Tratado sobre Auxílio Judicial em Matéria Civil e Comercial, em 19 de maio de 2009, e que entrou em vigor no plano externo para o Brasil em 16 de agosto de 2014 e promulgado, no direito brasileiro, pelo Decreto nº 8.430, de 9 de abril de 2015. Em razão deste fato, havia interesse de ambos os países em aprofundar o diálogo sobre este tratado, que trazia benefícios aos cidadãos brasileiros e chineses. Um deles é o da igualdade de acesso à Justiça. Talvez este seja o maior avanço do tratado. Ele garante que um cidadão brasileiro na China e um cidadão chinês no Brasil tenham acesso aos tribunais nas mesmas condições que os nacionais, sem sofrer discriminação apenas por serem estrangeiros. Também impede que lhes seja exigida uma garantia financeira adicional apenas por não residirem no país onde a ação tramita. Na prática, um empresário brasileiro que precise ajuizar uma ação na China, um estudante chinês que tenha um litígio contratual no Brasil ou um trabalhador brasileiro empregado por uma empresa chinesa, por exemplo, passa a contar com garantias processuais equivalentes às dos cidadãos locais. Este tratado fortalece a chamada infraestrutura jurídica da parceria bilateral.

A presença de Paulo Abrão na Fudan trazia, para mim, ainda um significado muito particular. E quero compartilhar isto com vocês. No ano anterior à minha ida para a China, em 2012, ele havia me convidado para integrar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) que estava subordinado à Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça. O pedido de minha cessão ao Ministério da Justiça já havia sido feito pelo Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ao Reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), quando recebi a confirmação de minha aprovação no programa de bolsas OEA–China Scholarship Council. Naquele momento, Paulo Abrão demonstrou uma generosidade que jamais esqueci. Concordou e estimulou que eu seguisse para a China. Assim, abri mão de uma posição no governo federal para dedicar-me integralmente à vida de pesquisador na China.

Nunca me arrependi dessa escolha. Sempre me reconheci, antes de qualquer outra função, como professor e pesquisador. A curiosidade intelectual sempre falou mais alto. Ir para a China significava abrir uma porta para compreender uma realidade que, até então, eu conhecia sobretudo pelos livros. Na Universidade Fudan, Paulo Abrão participou de uma atividade acadêmica organizada pelo Centro BRICS e, em seguida, seguiu para Beijing, onde teve um encontro oficial com representantes da Comissão Central de Inspeção Disciplinar. Naturalmente, uma autoridade de Estado não atravessaria o mundo apenas para proferir uma palestra universitária. A programação acadêmica fazia parte de uma agenda institucional mais ampla. Também participou da visita a jurista Carol Proner, integrante da Comissão de Anistia, então presidida pelo próprio Paulo Abrão.

[na foto, Doutor Rosinha, Evandro Carvalho e o ex-Embaixador da República Popular da China, Chen Duqing – fotos do meu acervo pessoal]

Outra iniciativa, no contexto da Fudan, da qual guardo especial satisfação, foi a visita do Doutor Rosinha à China. Naquele ano, ele exercia a função de Alto representante-geral do Mercosul. Para representar oficialmente o bloco em uma missão à China, era preciso obter a anuência de todos os Estados-membros, inclusive do Paraguai, que não mantém relações diplomáticas com a República Popular da China. Ainda assim, conseguiu reunir o consenso necessário e participou de um dos eventos acadêmicos que organizamos na Universidade Fudan. Essa visita possuía, para mim, um significado que transcendia a mera organização do evento. Meu mestrado em Integração Latino-Americana, realizado sob a orientação dos professores Ricardo Seitenfus e Deisy Ventura na Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teve justamente o Mercosul como objeto de pesquisa. Já na China, eu via na aproximação com o Mercosul um caminho promissor para fortalecer a integração regional. Uma década depois, esse tema passaria a ocupar espaço crescente na agenda de instituições dedicadas às relações sino-brasileiras, inclusive em iniciativas do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).

Experiências como essas reforçaram uma convicção que me acompanha até hoje: a diplomacia acadêmica é uma das formas mais eficazes de aproximação entre países. As grandes universidades do mundo sempre desempenharam esse papel, reunindo pesquisadores, formuladores de políticas públicas e autoridades governamentais em torno do diálogo e da produção de conhecimento. Basta observar a frequência com que ministros do nosso Supremo Tribunal Federal, deputados, senadores, políticos em geral participam, por exemplo, de conferências em Harvard. Ou mesmo os eventos de instituições de ensino e pesquisa brasileiras realizados em Lisboa e que contam com o apoio de ministros do STF. As universidades e think tanks tornam-se espaços privilegiados para a construção de pontes que a diplomacia tradicional, sozinha, dificilmente conseguiria estabelecer. O problema com a China é outro. Para o porta-voz da Embaixada da China em Washington, é a “mentalidade de Guerra Fria” que aplica um duplo padrão ao analisar o que faz a China.

Ocorre que as instituições são feitas de pessoas, e quando elas não entendem nada de China ou têm uma “mentalidade de Guerra Fria”, tomam decisões estapafúrdias sem conhecimento de causa. Eu sei bem o que é isso e sofri as consequências deste tipo de mentalidade por onde trabalhei no Brasil. Podemos incluir outras razões. Como brasileiro, digo, há também as disputas pelo controle da agenda “China” dentro do próprio país. Muitos que outrora apoiaram o governo Bolsonaro ainda têm um papel relevante nos rumos da relação com a China sob o governo Lula. De manhã, falam bem da China para fechar contratos; à noite, falam mal.

Trump, com sua política de portas fechadas, quer cobrar da China um alto preço para abri-las. A China não quer e não precisa mais pagar caro por isto. Este é o problema do Trump. E nós, professores, pagamos o preço por esta covardia e cinismos generalizados de uma elite que jamais aceitará que outros que não sejam dos seus círculos pessoais tenham acesso privilegiado ao saber que só se obtém na relação com a China. Mas, felizmente, na China há algo que é levado a sério: a meritocracia.


[1] South China Morning Post. “Pentagon expands blacklist to include China’s top civilian universities”. 24 de julho de 2026. Link: https://www.scmp.com/news/us/politics/article/3361647/pentagon-expands-blacklist-include-chinas-top-civilian-universities?utm_medium=Social&utm_source=Twitter#Echobox=1784847825

Evandro M. Carvalho – Professor Visitante da Universidade Politécnica de Macau. Cátedra Wutong da Universidade de Língua e Cultura de Pequim. Prêmio Amizade do Governo Central da China (2023). Pesquisador visitante da Peking University, Fudan University e SUFE (Xangai)

O texto não representa necessariamente a opinião do Jornal GGN. Concorda ou tem ponto de vista diferente? Mande seu artigo para [email protected]. O artigo será publicado se atender aos critérios do Jornal GGN.

“Democracia é coisa frágil. Defendê-la requer um jornalismo corajoso e contundente. Junte-se a nós: https://www.catarse.me/JORNALGGN

Observatorio de Geopolitica

O Observatório de Geopolítica do GGN tem como propósito analisar, de uma perspectiva crítica, a conjuntura internacional e os principais movimentos do Sistemas Mundial Moderno. Partimos do entendimento que o Sistema Internacional passa por profundas transformações estruturais, de caráter secular. E à partir desta compreensão se direcionam nossas contribuições no campo das Relações Internacionais, da Economia Política Internacional e da Geopolítica.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados