Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.
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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Reproduzo o que dois grandes amigos, de longas datas disseram-me ontem. Ambos odeiam o PT, mas sabem que penso deiferente, daí não poderem falar pra mim o que tem no coração: ódio.
O amigo, por sinal advogado em Brasília, comentou meu post do Face sobre o médico que disse esperar Marisa morrer pra ele abrir o champanhe. Disse: “Ele ficou indignado por ela ter mandado baterem panela no c…”.
A amiga, ao me ouvir penalisada pelo problema da esposa de Lula, só disse isso: “É. Ela, como todas as ex-damas, deve ter passado muito desespero, afinal ele tinha amantes”.
O amigo, advogado, devia ter criticado o fato de somente terem sabido que Dona Marisa usou tal palavrão para se referir ao paneleiros porque era vigiada, criminalmente vigiada. Pra não perder o amigo, nem tergiverso, mas sei que qualquer um de nós pode pronunciar palavras bonitas ou chulas, sem jamais outros saberem. Dona Marisa por pouco não foi filmada no sanitário enquanto fazia suas necessides fisiológicas.
Aquela história da amante de Lula foi uma núvem que passou na vida dele, e da imprensa, tanto é que ninguém mais fala nisso. O que sempre vimos, diferente de FHC com Dona Ruth, foi o casal sempre juntos, sempre unidos, sempre demonstrando parecerias, amizade, e amor.
Ou seja, essa gente acha mesmo que médicos e procurador tiveram razão em fazer o que fizeram contra Dona Marisa, Quase como quem admite que eles foram a voz da razão.
O fato é que a gente tem tudo pra admitir que Dona Marisa foi assassinada mesmo, por já ter algo a explodir na cabeça, porem algo que poderia manter-se como ficou há mais de 10 anos, se não tivesse tido que sofrer tanta humilhação e perseguição.
maria rodrigues
4 de fevereiro de 2017 2:36 pmReproduzo o que dois grandes
Reproduzo o que dois grandes amigos, de longas datas disseram-me ontem. Ambos odeiam o PT, mas sabem que penso deiferente, daí não poderem falar pra mim o que tem no coração: ódio.
O amigo, por sinal advogado em Brasília, comentou meu post do Face sobre o médico que disse esperar Marisa morrer pra ele abrir o champanhe. Disse: “Ele ficou indignado por ela ter mandado baterem panela no c…”.
A amiga, ao me ouvir penalisada pelo problema da esposa de Lula, só disse isso: “É. Ela, como todas as ex-damas, deve ter passado muito desespero, afinal ele tinha amantes”.
O amigo, advogado, devia ter criticado o fato de somente terem sabido que Dona Marisa usou tal palavrão para se referir ao paneleiros porque era vigiada, criminalmente vigiada. Pra não perder o amigo, nem tergiverso, mas sei que qualquer um de nós pode pronunciar palavras bonitas ou chulas, sem jamais outros saberem. Dona Marisa por pouco não foi filmada no sanitário enquanto fazia suas necessides fisiológicas.
Aquela história da amante de Lula foi uma núvem que passou na vida dele, e da imprensa, tanto é que ninguém mais fala nisso. O que sempre vimos, diferente de FHC com Dona Ruth, foi o casal sempre juntos, sempre unidos, sempre demonstrando parecerias, amizade, e amor.
Ou seja, essa gente acha mesmo que médicos e procurador tiveram razão em fazer o que fizeram contra Dona Marisa, Quase como quem admite que eles foram a voz da razão.
O fato é que a gente tem tudo pra admitir que Dona Marisa foi assassinada mesmo, por já ter algo a explodir na cabeça, porem algo que poderia manter-se como ficou há mais de 10 anos, se não tivesse tido que sofrer tanta humilhação e perseguição.