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Manifesto em defesa da legalidade

Atualizado às 22:10

É hora de encarar os fatos: há uma conspiração em marcha para desestabilizar o governo, ainda que à custa da desorganização da economia. Não dá mais para tapar o sol com a peneira. É uma conjunção muito grande de fatores:

  1. A cobertura enviesada da mídia em cima de vazamentos seletivos da Operação Lava Jato. Conseguiram transformar até a Swissleaks em operação Lava Jato.
  2. O comportamento do Procurador Geral da República Rodrigo Janot, tratando o crime de vazamento de informações como se fosse uma ocorrência normal.
  3. As declarações sincronizadas da mídia, Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, procurando manietar o já inerte Ministro da Justiça.
  4. A visita de procuradores ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a pretexto de colaborar com as investigações contra a Petrobras.
  5. Finalmente, a decisão do Ministério Público Federal, de agora há pouco, de dar o golpe final contra as empreiteiras da Lava Jato, inviabilizando-as definitivamente.

Não tem lógica alegar estrito cumprimento da lei para liquidar com as empresas. Nem o mais empedernido burocrata ficaria insensível aos efeitos dessa quebra sobre a economia brasileira, sobre empregos e sobre o crescimento.

Qualquer agente público minimamente responsável trataria de apurar responsabilidades e punir duramente as pessoas físicas responsáveis, evitando afetar as empresas, ainda mais sabendo dos desdobramentos sobre a economia como um todo.

Só intenções políticas obscuras para justificar essa marcha da insensatez.

PS - Alo, presidente Dilma Rousseff. Esqueça essa preocupação sobre se as pessoas vão ou não duvidar da sua honestidade. Ninguém duvida dela. Eles não estão atrás da sua reputação: estão atrás do seu cargo. Acorde!

PS 2 - Fonte bem relacionada com a Procuradoria Geral da República esclarece que a ida de Janot aos Estados Unidos visou impedir excesso de declarações da força tarefa. Não os impediu de ir mas foi junto para que, na condição de autoridade maior, pudesse centralizar as declarações e impedir excessos.

Abaixo, manifesto de personalidades contra o jogo político em andamento.

Manifesto: O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA

A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia.

Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.

Está à vista de todos a voracidade com que interesses geopolíticos dominantes buscam o controle do petróleo no mundo, inclusive através de intervenções militares. Entre nós, esses interesses parecem encontrar eco em uma certa mídia a eles subserviente e em parlamentares com eles alinhados. Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial.

Por outro lado, esses mesmos setores estimulam o desgaste do Governo legitimamente eleito, com vista a abreviar o seu mandato. Para tanto, não hesitam em atropelar o Estado de Direito democrático, ao usarem, com estardalhaço, informações parciais e preliminares do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público e da própria mídia, na busca de uma comoção nacional que lhes permita alcançar seus objetivos, antinacionais e antidemocráticos.

O Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza. Custou-nos um longo período de trevas e de arbítrio. Trata-se agora de evitar sua repetição. Conclamamos as forças vivas da Nação a cerrarem fileiras, em uma ampla aliança nacional, acima de interesses partidários ou ideológicos, em torno da democracia e da Petrobras, o nosso principal símbolo de soberania.

20 de fevereiro de 2015

Alberto Passos Guimarães Filho

Aldo Arantes
Ana Maria Costa
Ana Tereza Pereira

Cândido Mendes

Carlos Medeiros

Carlos Moura

Claudius Ceccon

Celso Amorim
Celso Pinto de Melo

D. Demetrio Valentini

Emir Sader

Ennio Candotti
Fabio Konder Comparato

Franklin Martins

Jether Ramalho

José Noronha

Ivone Gebara

João Pedro Stédile

José Jofilly

José Luiz Fiori
José Paulo Sepúlveda Pertence

Ladislau Dowbor
Leonardo Boff
Ligia Bahia
Lucia Ribeiro
Luiz Alberto Gomez de Souza

Luiz Pinguelli Rosa
Magali do Nascimento Cunha

Marcelo Timotheo da Costa

Marco Antonio Raupp
Maria Clara Bingemer
Maria da Conceição Tavares

Maria Helena Arrochelas
Maria José Sousa dos Santos

Marilena Chauí
Marilene Correa
Otavio Alves Velho
Paulo José
Reinaldo Guimarães
Ricardo Bielschowsky
Roberto Amaral
Samuel Pinheiro Guimarães

Sergio Mascarenhas
Sergio Rezende
Silvio Tendler
Sonia Fleury
Waldir Pires

 

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251 comentários

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Joel Robinson

CARTA

ISSO NÃO E GOLPE TAMBÉM??

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Francisco Medeiros

Querem nos meter numa guerra pior do que a da Violência

Eu ando de BRT, Ônibus Quentão, Metrô e não vejo o povão falar contra Dilma e Lula, enquanto isso, uma turma de barriga cheia e com mordomia, plano médico, carrão, empregada, muitos deles no estado brasileiro, continua promovendo a desestabilização do Brasil e acirrando o ódio, como foi feito no Iraque, Líbia, Egito e Síria. Até parecem papagaios de zona, repetindo tudo que ouvem em certos noticiários Não conseguem ter pensamento próprio!. 

Essa gente não tem idéia do barril de póvora que é esse povão revoltado. Muitos deles são meus amigos e estou começando a alertá-los desse mau gosto.

Se és brasileiro, exija a prisão de corrúptos e devolução do dinheiro roubado, que eu também defendo, mas não queira transformar a nossa situação  que já é difícil, numa guerra civil. 

Depois, vamos chorar todos juntos e talvez, reclamar o leite derramado.

Saudações,

Francisco Medeiros

 

 

 

 

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Francisco Medeiros

Querem nos meter numa guerra pior do que a da Violência

Eu ando de BRT, Ônibus Quentão, Metrô e não vejo o povão falar contra Dilma e Lula, enquanto isso, uma turma de barriga cheia e com mordomia, plano médico, carrão, empregada, muitos deles no estado brasileiro, continua promovendo a desestabilização do Brasil e acirrando o ódio, como foi feito no Iraque, Líbia, Egito e Síria. Até parecem papagaios de zona, repetindo tudo que ouvem em certos noticiários Não conseguem ter pensamento próprio!. 

Essa gente não tem idéia do barril de póvora que é esse povão revoltado. Muitos deles são meus amigos e estou começando a alertá-los desse mau gosto.

Se és brasileiro, exija a prisão de corrúptos e devolução do dinheiro roubado, que eu também defendo, mas não queira transformar a nossa situação  que já é difícil, numa guerra civil. 

Depois, vamos chorar todos juntos e talvez, reclamar o leite derramado.

Saudações,

Francisco Medeiros

 

 

 

 

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A NECESSÁRIA REGULAMENTAÇÃO DA MÍDIA

A NECESSÁRIA REGULAMENTAÇÃO DA MÍDIA  

Advogo que enquanto se discute a regulamentação da mídia que vai demorar (e de toda evidência será boicotada no Congresso) tomemos a decisão de REGULAMENTAR, nós mesmos, a MÍDIA.

De forma complementar as discussões! COMO?

Não mais sintonizando para iniciar, por exemplo, os programas da Rede Globo de Televisão (a Veja nem precisa, pois ninguém compra mesmo!).

Inicialmente, somente os noticiários televisivos, que é por onde ela destila seu veneno contra o país na doutrinação neoliberalista e ataca o governo de modo insano.

E isso seria, “inicialmente” (depois a gente poderia estender essa mesma ação para outras emissoras, em função de seu comportamento, que não tem sido muito diferente do da Globo).

A ação seria limitada apenas aos noticiários e jornais televisivos (JN e Globo NEWS, os mais perniciosos).

Assim, fica inclusive mais fácil se conseguir adesão, pois não privaria pessoas de assistir, eventualmente, novelas ou outros programas de sua preferência de menor poder ofensivo comparativamente aos noticiários.

Chamo a essa cruzada de "CONTROLE PELO CONSUMO" através do conceito de "não-consumo deliberado localmente dirigido".

É grande a força dessa ação.

Principalmente em cima de emissoras de Televisão pois ela (a emissora) depende de nossa audiência para vender aos empresários, espaços publicitários para veicular propaganda comercial de seus produtos (os conhecidos anúncios).

É a única fonte de receita que eles têm. E ela depende de nós.

Somente para informação, um break de trinta segundo (30") na televisão, no Jornal Nacional (que em tese tem grande audiência, mas que poderia ter sua audiência drasticamente reduzida se quisermos!) custa ao empresário a bagatela de R$ 630.200,00. 

E ele paga sorridente pois tem retorno em vendas.

Sem a nossa audiência (somos muitos) esse preço tende a baixar por falta de gente “prá influenciar”.  

O empresário só paga muito dinheiro porque sabe que tem muita gente assistindo aquele noticiário e que por extensão, também verá o seu anúncio.

Só por isso, ele aceita pagar R$ 630.200,00 cada 30 segundos de anúncio na mídia televisiva.

Esse é o preço cobrado no horário nobre do Jornal Nacional (dados do próprio Ibope em 2011). Hoje, o custo deve ser maior ainda.  

Em 2011 foram dispensados 88,3 bilhões de reais com anúncios e propaganda na grande mídia para divulgação de produtos e propaganda institucional de governos (IBOPE, 2011).

Desse total, a mídia televisiva (canais abertos) ficaram com 56 bi (portanto, muito dinheiro envolvido).

Explica-se assim a preferência e dependência da grande mídia pela ideologia neoliberalista refletindo-se em seu comportamento no dia-a-dia (golpista e entreguista)! Está defendendo seus interesses.

A nossa recusa em assistir a um dado e específico noticiário (JN por exemplo, para começar) pode vir a causar o efeito para sua organização de ter que “ou fechar o programa” ou pelo menos, "ver a iniciativa ter um forte abalo, economicamente falando”.

Hoje, nos aparelhos modernos de televisão basta você ligar a TV que automaticamente se sabe em que canal você está sintonizado. E é isso que dá dinheiro ao programa que tiver maior audiência (a qual depende exclusivamente de nós).

Daí nossa fonte de poder sem limites, sobre a mídia! 

O IBOPE entra apenas para detalhar mais os dados: saber a sua idade, o gênero e a preferência por determinado tipo de programa, se A ou B.

Em breve, estarei lançando em um livro, os fundamentos desse conceito (CONTROLE PELO CONSUMO), para poder melhor lutar pela “sustentabilidade ambiental” visto o conceito poder ser aplicado também e, principalmente, a empresas transgressoras que cometem crimes ambientais ou que vendem produtos nocivos à saúde.

A recusa deliberada em consumi-los, certamente fará com que se desculpem publicamente e mude sua postura para com a sociedade.

Entendemos que esse conceito pode ser estendido à mídia, visto que, é também “sustentabilidade”, ter compromisso com a divulgação de notícias, sem manipulação.

AS SANÇÕES ECONÔMICAS que podemos impor (devemos chama-las assim, como uma nação impõe a outra), seja a uma empresa transgressora que tenha causado danos ao meio ambiente ou, a uma mídia que se caracterize por agir atentando contra os interesses da nação, (como é o caso atual da grande imprensa corporativa nacional) todos podem ser penalizados por nós em seus propósitos, dependendo isso apenas de duas variáveis:

1) nossa ORGANIZAÇÃO (que pode ser potencializada pelas redes sociais); e,

2) nossa VONTADE (em aplicar o conceito de “não-audiência deliberada de forma localmente dirigida”, a seus programas televisivos).

A propósito do poder da “VONTADE”, Albert Einstein sentenciou:

Existe uma força maior que a energia atômica: a VONTADE”.

Mahatma Gandhi ajuntou: “a força não provém da capacidade física. Provém de uma VONTADE indomável”.

Ele aplicou na prática e com sucesso sua assertiva!

EU CREIO FIRMIMENTE EM TUDO ISSO.

E convido a todos refletirmos juntos sobre a possibilidade em aplicar esses princípios em defesa da soberania de nosso país!

Regulamentação da midía já! Vamos de maneira complementar ajudar as discussões no Congresso impondo sua regulamentação por nós mesmos.  

Abaixo a mídia corporativa concentrada nas mãos poucas famílias de maus brasileiros, golpistas e entreguistas das riquesas da nação (pré-sal) à interesses corporativos internacionais. 

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Valerio Teixeira

Deixem de ser ridículos. Nos

Deixem de ser ridículos. Nos estamos cansados dessa palhaçada. Agora não se pode mais protestar (especialmente contra o governo mais corrupto e mentiroso da história do Brasil) que é golpe?
ditadura perfeita: ninguém pode reclamar senão é golpe.
Você não tem vergonha de defender bandidos?

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José Silvério Lage Martins

Postagem do Valério Teixeira

Desculpe Valério, ou vc é um desinformado ou um mal intencionado, 

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Francisco Marcondes

É melhor ser ridículo do que ser cego

Vc tem que tomar um tapa na cara, para acordar do transe de Plim-Plim em que vc vive. Sai da Globo Haram.

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jony

FHC o mais corrupto do Brasil

E seus eleitores  seguem o mesmo caminho. não tem olhos para ver, são uns pobres de espirito! Ah nós não defendemos corruptos e a prova é que eles estão sendo indicados e serão presos...enquanto os safados do PSDB estão livres e soltos

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Álvaro Noites

Troll identified

Você pelo jeito não tem vergonha né?

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Teoria conspiratória furreca

Conheço essas teorias conspiratórias. No tempo da ditadura, qualquer crítica era logo rotulada de tentativa de implantar um regime comunista no país. Agora é entregar o pré-sal aos estrangeiros, acabar com a independência nacional, patati-patatá. Não me surpreendo. O que eu acho engraçado é que sempre que eu vejo um abaixo-assinado assim, vem-me à mente a imagem do tratador entrando na jaula dos macacos para distribuir bananas: são sempre os mesmos nomes que assinam...

Dilma não vai sofrer impeachment. Ninguém interessa pegar a rebordosa agora, o que todos querem é que Dilma se queime até o toco. O que talvez aconteça será Dilma ser forçada a renunciar, e isso será exigido pelo próprio PT, que está mais interessado na eleição de Lula em 2018. O essencial, agora, é dissociar a imagem elameada de Dilma da imagem impoluta de Lula.

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Leda Leonel

Brasileiros patriotas e

Brasileiros patriotas e honrados querem assinar o manifesto também e fazer tudo o que for possível para salvar o Brasil destes monstros entreguistas.
Empenhei minha juventude na luta por liberdade e justiça.
Entrego também minha velhice, cada vez mais convicta, à mesma causa.

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Bravo Leda. Vamos cerrar

Bravo Leda. Vamos cerrar filieras. Não passarão! Também quero assinar esse manisfesto. Meu nome é Rodolfo Araujo de Moraes Filho (Engenheiro de Plantão). Quero até mudar esse codnome no "blog" do Nassif para meu nome verdadeiro. Mas não sei como fazer. 

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A CORRUÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA DESESTABILIZAÇÃO DE GOVERNOS

A CORRUÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA DESESTABILIZAÇÃO DE GOVERNOS, NO BRASIL E NO MUNDO.

Faço aqui o mesmo comentário que fiz no artigo “Golpismo à brasileira veste roupagem jurídica” por Marcelo Semer. Busco analisar como a “corrução” vem sendo usada como instrumento estratégico quando se quer desestabilizar governos legitimamente constituídos. 

A corrução sempre foi o pano de fundo quando se quer atingir um fim maior, em se tratando de luta pelo poder contra um governo constituído. Sempre foi assim no mundo e, sistematicamente, o tem sido, no Brasil.

O Governo de Getúlio Vargas (acusado de corrupção).

O governo de Juscelino vamos excluir, porque conseguiu terminar seu mandato. Mesmo assim ele foi muito criticado em seu governo por corrupção e aconteceu com ele o que aconteceu depois, quando ele ensaiou voltar ao poder.

Em seguida, Jânio Quadros (a pressão contra seu governo veio a recrudescer depois que ele visitou Cuba e China, dando provas de que era independente).

Contra Jango a acusação foi direta, não precisou acusá-lo de ladrão.

Tivemos o caso do impeachment de Collor que também caiu por ter sido acusado de corrupção, mas que não se conseguiu provar nada de concreto contra ele efetivamente, tendo sido recentemente, absolvido pelo Supremo Tribunal Federal.

Para mim Collor caiu por três motivos, primeiro, por ter desagradado demais (e surpreendido negativamente as elites) com a história do confisco da poupança. Isso fez com que seu padrinho político, a Rede Globo, que avalizou sua eleição durante a campanha, começasse a ataca-lo publicamente através de novelas, programas humorísticos e principalmente os noticiários (Jornais televisivos). Quem não se lembra da novela que tinha como “clip inicial” um garçom que vinha entrando na festa com uma bandeja de copos e à medida que ia caminhando, uma lama vinha subindo até chegar em seu nariz?

Segundo, por ter fechado o IAA (uma traição aos olhos dos usineiros do Nordeste que aportaram grande volume de dinheiro em sua campanha). Para quem não sabe, o IAA tinha como missão, dar dinheiro em “cache” “ao vivo” ao setor açucareiro no NE, para contrabalançar as vantagens que São Paulo tinha (e ainda tem) como produtor de açúcar, com melhores terras e melhor infraestrutura que as do NE.

Foi criado por GV em 1933. Isso foi visto como uma traição, ficar sem esse aporte de dinheiro ao vivo que ia direto para o bolso do usineiro (o motivo, a desregulamentação do setor para abrir livre concorrência nos mercados).

Note-se que foi o próprio irmão de Collor (curiosamente casado com a filha do maior usineiro de Alagoas) quem ficou encarregado de “detonar” o irmão.

Outro motivo foi que PC Farias estaria montando um Império Midiático em Alagoas que iria concorrenciar com o da família Collor (TV GAZETA) em Alagoas. O irmão tentou barrar. Como não conseguiu do Presidente nenhuma ação, partiu para a agressão. Pedro Collor era na época, um dos diretores das Organizações Arnon de Mello naquele estado (concessionária da Rede Globo).

O terceiro motivo foi a péssima relação que tinha com o Congresso. Não se relacionava com nenhum parlamentar e quis governar autoritariamente através de medidas provisórias (substituto do decreto-lei do tempo da ditadura). Chegou a mandar no espaço de seis meses, 17 medidas provisórias para o Congresso. Essas medidas entram em vigor após três meses de editadas, caso o Congresso não se manifeste contra ou a favor, nesse prazo.

Diante desse “desrespeito” aos olhos dos parlamentares, aliado a onda de corrupção fartamente noticiada pela mídia, que tinha lá seus motivos (sempre a corrupção) gerando comoção social (ingrediente indispensável a todo movimento de desestabilização de governos, incluindo guerras) se deu o impeachment!

Sem “comoção social” não há como fazer o congresso liberar dinheiro para guerras. Às vezes é preciso fabrica-la, dar motivos para isso.

Na guerra contra o Iraque, o Congresso Americano liberou para essa guerra mais de um trilhão de dólares (mil bilhões de dólares) para sustentar o esforço. E é um dinheiro que não se precisa prestar contas.

Há sérios indícios que o atentado de 11 de setembro de 2001, tenha sido, não digo provocado, mas negligenciado por parte dos órgãos de segurança e serviços de inteligência norte-americanos, que poderiam ter tomado providências antecipadamente, mas que tinham interesse (e motivos de sobra) para deixar que ocorresse, que era para provocar “comoção nacional”, e até “mundial”, como de fato ocorreu.

A corrução vem sendo usada sistematicamente como propósito para conseguir “comoção social” e preparar as condições para o que está escondido por trás dessas ações.

Não se trata de querer “de verdade” moralizar nada, é só pretexto para incidir, avançar, no propósito real que se deseja atingir.

No caso do Brasil o alvo é a modificação do sistema de partilha das reservas do pré-sal. Quase tão ricas quanto as reservas de poços de petróleo do Iraque e que motivou uma guerra. Hoje, o Petróleo do Iraque está sob custódia de empresas norte-americanas, pagando mensalmente os “prejuízos” da guerra.

As guerras de uma forma ou de outra, sempre são muito lucrativas. Por isso nunca param. Lucra-se ao vender armas, às vezes ao próprio inimigo, ao se apossar de reservas dos poços de petróleo (como espólios de guerra, sempre o petróleo está por junto) e, lucra-se, com a reconstrução das edificações danificadas (não falta dinheiro para financia-las).

No caso do Iraque as nações que não apoiaram a guerra, não puderam participar das licitações de reconstrução daquele país. As centrais de energia elétrica, os sistemas de abastecimento d´água, os prédios públicos institucionais incluindo escolas, etc. Esses são os primeiros a serem destruídos para serem depois reconstruídos, com o dinheiro que já se encontra reservado para o pós-guerra, antes mesmo dela iniciar. E depois, o país tem que ressarcir o dinheiro da reconstrução que lhe é emprestado, ficando irremediavelmente endividado. Mas, havendo Petróleo, tudo se resolve. As dívidas são folgadamente pagas.

No caso do Brasil atualmente, o interesse, como já dito, está nas reservas do pré-sal. A estratégia para chegar a esse objetivo são duas: Primeiro; criminalizar o Partido dos Trabalhadores se possível judicialmente (que fica uma coisa inquestionável) que é para liquidar com o único obstáculo que existe no pais (uma pedra no caminho) para a mudança do sistema de partilha atual das reservas do pré-sal que é favorável ao pais, e substitui-lo pelo sistema de concessões. Ou seja, a entrega, sem regras, de parcelas importantes das jazidas de petróleo de forma definitiva, aos interesses de grupo estrangeiros do setor de óleo e gás.

Uma espécie de capitanias hereditárias como na primeira partilha do Brasil. Isso, apoiados internamente pelo partido representante dos interesses neoliberais internacionais no país (o PSDB) e da mídia corporativa nacional que sempre esteve alinhada com essas forças.

A 2ª tática é a tentativa desesperada de implicar o Presidente Lula com os acontecimentos que, como todo mundo sabe, já grassam no país desde há muitos anos, sem que ninguém tivesse tido a decência de esboçar o menor interesse em seriamente, investiga-las.

Somente agora e de maneira restrita no tempo, de sorte a implicar apenas os governos do Presidente Lula e o da presidenta Dilma isso está ocorrendo.

Por que é importante implicar o presidente Lula? Por que ele é o virtual candidato com enormes chances de vencer as eleições em 2018. E desta feita, a “pedra no caminho” da modificação do sistema de partilha (conhecida como privatização da Petrobrás, na verdade, das reservas do pré-sal) teria que ser postergada. E os egoístas acham que já perderam, chances, e tempo demais. Querem tudo AGORA!

Essa a principal explicação para as denúncias de corrução que ocorrem no país presentemente.

Fazendo agora uma reflexão teórica, um quadro conceitual como o que acaba de ser traçado, tem o valor de explicar o que ocorre no presente e apontar para o que vai ocorrer em um futuro próximo. Quem estiver disposto de olhar os acontecimentos de hoje com base no quadro conceitual aqui traçado, verá as peças se encaixarem perfeitamente no “quebra-cabeças” exposto, que está sendo montado pela oposição ao governo Dilma, no Congresso, com o auxílio da mídia corporativa, e até, não se podia deixar de dizer, de setores específicos do judiciário (mas não de todos, graças a Deus, senão estaríamos todos irremediavelmente perdidos, e há de se confiar na decência, seriedade e nos valores republicanos e democráticos dos homens de bem que existem nos três poderes nesse país).

Fiquemos alertas e atentos para ver até onde vão intentar chegar em seus objetivos ocultos. E obtusos! 

 

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Independetemente de quem

Independetemente de quem [não] está governando temos uma grave crise...econômica, moral e em breve social

Desculpas sobre os problemas da Petrobrás não vão resolver a situação

Ao contrário do que muitos pensam não é apenas a Petrobrás que faz a exploração do Pré-sal. Sem operadores e empresas estrangeiras de serviços dificilmente sairia óleo dos nossos campos....ainda bem, pois se vamos tentar construir uma empresa vertical que tem todos os serviços necessários para a Exploração até o refino demoraremos uns mil anos. Mas isto não é um problema, é necessário para aumentar a velocidade de desenvolvimento da empresa, não é entreguismo também...Não temos todos os engenheiros nem os técnicos necessários para fazer tudo isto apesar de estarmos na Pátria educadora

Penso alto:

O plano do Levy foi criado por que as contas estão indo bem ? 

As leis trabalhistas foram alteradas à pedido da oposição ?

A gasolina foi aumentada  como forma de penalizar a classe A ?

A balança econômica  está negativa devido à excelente administração ?

As montadores estão com 25% menos pedidos que em 2014 e isso é normal?

O PT tendo que vender a alma ao PMDB para escapar de CPIs e aprovar medidas  impopulares é culpa do FHC ?

Podemos até culpar o jornal pelo exagero , pela forma ... mas daí a dizer que tudo o que está aí é normal, que ninguém "pecou" e que as pessoas jurídicas (safadas) não devem ser penalizadas (pois empregam milhares).digo: milhares e mais alguns 

PS:  se tiver um escandalo na Eletrobrás vamos fazer uma campanha: "Os elétrons são nossos"

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Não é isso que está em jogo

Não é isso que está em jogo Altamirano. É o sistema de partilha da exploração das reservas de petróleo no país.

Uma coisa é você não ter os técnicos necessários para explorar, na velocidade adequada, as reservas petrolíferas (no caso em questão, o pré-sal) e contratar empresas que o faça (como sempre ocorreu no setor).

Outra coisa é você abrir mão da partilha atualmente definida para exploração dos campos petrólíferos no país como está hoje, que você tem o controle sobre a produção de petróleo que sai desses campos, mesmo sendo explorado por empresas outras, eventualmente contratadas.

Outra coisa, é você aceitar sair de um regime de partilha para um regime de "concessão" que é o que essas forças estão pleiteando, onde a empresa exploradora em geral estrangeira (Chevron - a maior antiga TEXACO) fica dona dessas reservas e explora suas riquesas pagando ao governo apenas o imposto pela exploração da lavra.

É o mesmo caso da partilha que foi feita no Brasil no tempo do império, quando a então jovem nação foi repartida administrativamente, em capitanias hereditárias.

Eu não acredito que um brasileiro bem intencionado aceite isso, de bom grado, como bom para seu país.

A menos que seja uma pessoa que enxergue apenas as disputas político-eleitorais e que esteja querendo utilizar isso como "pano de fundo" para pressionar o governo com vistas a sua desestabilização (que pode muito bem nem acontecer). Mas, uma vez alterado o regime de partilha nesse sentido, nunca mais se poderá reverter o prejuízo.

Apelo para o sentimento patriótico de quem quer que seja (independentemente de partido político) para olhar com "esses olhos" a grave situação que está se desenhando no país para o setor de óleo e gás.

Mas não tenho ilusão de que esse apelo cale fundo dentro das pessoas que apenas enxergam a situação como oportunidade para fazer política partidaria da situação (PSDB x PT).

A Petrobrás está acima e tudo isso! Deveríamos todos, independentemente de credo, dar as mãos para defender para o país, esse patrimônio nacional.

Os entreguistas já se manifestaram (parcelas significativas da imprensa corporativa nacional que já estão trabalhando para a sua privatizaçao, e o PSDB, que é o partido representante no Brasil dos intereses das forças neoliberais internacional. Todos não escondem mais que estão a serviço dessas forças externas. É o neoliberalismo em ação em sua mais perversa fase. A entrega do país aos interesses de grupos estrangeiros.

Se você é uma pessoa descompromentida das questões político-partidárias e consegue ficar isento, analisar, refletir e tomar uma posição de defesa do país, ótimo, vou ficar muito feliz.

Como disse recentemente um Ministro do atual Governo (Aldo Rebelo), o enfraquecimento da Petrobrás só interessa à concorrência, "a qual está fora do país" (grifos nossos).

Agora, se você for uma dessas pessoas alinhadas com esses interesses, contrários aos do povo brasileiro, estou convicto, vou ficar triste. Mas vou defender até a morte o direito que você tem de defender suas posições.

Só que não vou concordar com elas. O que também é um direito democrático!

E na medida que me for possível irei lutar por esse ideário. 

 

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Caro Engenheiro, agradeço a

Caro Engenheiro, agradeço a discussão em alto nível e concordo que a questão modificar  o tipo de exploração das reservas do Pré-sal deve ser mantida..

O que eu não aceito é ouvir de alguns que tudo o que está aí é fruto da ambição de empresas estrangeiras sobre as nossas reservas.... Duque, Paulo, Cerveró, Barusco, ,... não chegaram lá por méritos e sim por indicações políticas. Estes homens não são homens da "empresa" são ligados a grupos entidades, líderes que os colocaram lá e, por isto, deviam alguns favores (e retribuíram)

Não vamos dizer agora que os custos triplicados de Abreu e Lima e da Comperj não podiam ser previstos, que Pasadena não podia ser avaliada, que as refinarias Premium não podiam ter o seu retorno avaliado antes de consumirem 2 Bilhões de R$ , (não me parece  coisa de Engenheiros...).... estes caras estão metendo a mão nos cofres da empresa e ninguém viu. Nem a Alta direção da empresa, nem o TCU , nem a ministra e Presidente do conselho Dilma, nem o ministro Lobão, ...não acredito na incapacidade administrativa ou incompetência de tanta gente...nem nas teorias conspiratórias. Esta gestão elevou a dívida da Petrobras

Outro ponto é a volumetria da "corrupção": Tenta-se comparar o valor roubado entre esse e aquele governo como se roubar pouco fosse sinônimo de honestidade, não é ...Quando se falou em impairement de 88 BR$ se cometeu  um erro de atribuir 100% à corrupção, porém quando dizemos que "só" roubaram 4 significa que os ativos perderam 84B de valor...mais uma vez, esta não é a melhor administração do mundo. Considerando que estão analisando apenas investimentos recentes é um sobre-preço muito alto pago por estas obras(talvez seja o preço para desenvolver uma empresa/empreiteira sem domínio da tecnologia, ou não) . Alguns falaram que os investimentos tem essa desvalorização devido à mudança do preço do Barril...não estamos falando de estoques estamos falando em prédios, barcos , sondas, ...bens duráveis

Temos que preservar a Petrobras. Temos que "arrasar" os culpados pela situação em que ela se encontra( e não acredito que sejam só os 4 caras lá de cima).

Hoje acho que a situação da Petrobras não deve piorar muito mais, mas me preocupa a situação do país pois as medidas tomadas nos últimos dias vão nos fazer passar um bom aperto por longo período. Torço muito que o ministro não erre a dose

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Então, não existe corrupção, né?

Então é isso: nunca existiu corrupção no Brasil. Era tudo farsa para se derrubar governos.

A teoria agora é que querem o pré-sal. Esse pré-sal foi maior factóide já surgido em nossa história. Ninguém sabe direito o que é, mas todos juram que é a nossa redenção, e que em breve seremos um país desenvolvido graças a ele. Mesmo que a exploração do pré-sal seja tecnicamente viável (é o que dizem) ela só será economicamente viável se o preço do barril for o triplo do que está agora.

Será que daqui a 100 anos, quando o petróleo nem for mais  a principal fonte de energia, o pessoal ainda vai estar falando de pré-sal?

 

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Jane Silva

Comentário

Curioso é a dimensão da desfaçatez que cabe num texto apelidado de "manifesto" em defesa da "legalidade" (???)

Está claro que, mais uma vez, os responsáveis por toda esta absoluta ILEGALIDADE,  esta grave desestrutura da sociedade e desorganização das instituições deste país tentam se eximir de suas responsabilidades. Rotineiramente tentam tirar da reta as suas cabeças e, naturalmente, colocar as de outrem para críticas e julgamentos. Afinal, a desmoralização já é irremediável mesmo... Não custa nada rastejar só mais um pouquinho.Triste é entrar para a história nesta condição indigna e deprimente diante do mundo.

 

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Everton de Almeida Rufião

Ridículos! Os Militares vão

Ridículos! Os Militares vão voltar e tomar o poder de forma legal e constitucional! Vocês, comunistas, socialistas e outros istas, vão todos queimarem no inferno!

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Álvaro Noites

Troll Identified

Credo.

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Ivan Sarmento

Concordo com esse manifesto,

Concordo com esse manifesto, até porque as pessoas que irão pra essa manifestação será somente da classe média e alta, não vai se ver nenhum movimentos sociais, sindicatos e outros grupos. E outra, essas pessoas são alienadas por uma mídia podre (GLOBosta e Veja) que estão fazendo de tudo pra desestabilizar o governo da Presidente Dilma e suja a imagem da maior empresa do Brasil (Petrobras) e essa mesma mídia apoia e esconde (ou escondeu) os maiores escândalos de corrupção do nosso país nos anos de 1994 a 2002, onde o Brasil era governado pelo PSDB.
Que moral tem essa oposição hipócrita junto com essa mídia fajuto do Brasil de falar em corrupção?

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Eda Ferreira de Lima

Manisfesto a favor da legalidade

Lamentável o seu comentário, percebe-se que você está a favor dessa imoralidade chamada corrupção. Aliás, no seu comentário está claro o preconceito contra a classe menos favorecida: "o manifesto será somente da classe média e alta, não vai ver nenhum movimentos sociais, sindicatos e outros grupos. E outra, essas pessoas são alienada por uma mídia podre...".

Queremos sim desestabilizar um governo corrupto e corruptor que pertence a uma Organização Criminosa chamada PT. Quanto a imagem da maior empresa do Brasil, ela foi maculada por essa corja petista.

Para encerrar, quero dizer que pelo seu comentário está claro que você sim é um alienado por acredita num partido constituído por pessoas corruptas. O problema é seu!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se for para desestabilizar esse governo corrupto e corruptor estarei pron

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Kis

com esse manifestoo

Ótimo que a classe média participe da maifestação, alias deve-se a ela muita coisa e que seja apartidária, sem Sindicatos (que nojo), Globo (de bobo) e Veja (de cego), A verdade é uma só: este governo é amoral, participou de roubalheiras e desmanttelou a economia . Portanto, nada mais justo que seja expulso, quando se está errado, se reinicia 

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Sandra Cristina

Manifesto

Já assinei o manifesto da Federação Única dos Petroleiros:  http://www.fup.org.br/2012/assinatura-de-manifesto

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Nélson Carlin

Manifesto em defesa da legalidade..

Em apoio aos que vêm lutando pela democracia e por um mundo melhor desde 1930  e, também, em respeito e reverência aos que já tombaram nesse afã, assino esse manifesto com a maior convicção pessoal e com o que diz  o filósofo e educador Mário Sérgio Cortella: "não podemos perder o foco do que vivemos hoje no Brasil, que não é o auge da sujeira, mas o começo da limpeza".  E os incomodados com isso, como sabemos de sobejo, são os de sempre: uma minoria que sempre se locupletou às custas da miséria do povo e depredação do Meio Ambiente, na ganância do  lucro fácil.

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JD Ramos

Interesses

Lendo os nomes dos signatários fica difícil acreditar que trata-se de um manifesto acima de interesses partidários e ideológicos.

O fato é só um: existe corrupção e deve ser apurada. Os culpados devem ser punidos, independente se são do PT, PSDB ou qualquer partido.

Quanto ao impeachment, se formos exigir a saída de todo incompetente que senta em alguma cadeira do executivo não teremos tempo pra mais nada. Que a Dilma, eleita pela maioria, termine o mandato. A não ser que provem que ela foi conivente com a roubalheira - neste caso, sobrará motivo para a população exigir sua saída.

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Rosa Maria Vieira

FHC sempre foi conivente com

FHC sempre foi conivente com a roubalheira, fez várias privatizações, deu a Vale a preço de banana, teve durante seu mandato uma conta milionária nas Ilhas Caimãs que nuca foi investigada, mais uma fez jogaram pra debaixo do tapete e o engavetador geral da República deu um jeito de dar um "abafa ocaso" e vcs nunca pediram o impeachment dele.  Isso sem falar da Petrobrás que ele criou a PetroBrax para poder vendê-la.   ISSO NÃO É SER CONIVENTE COM A ROUBALHEIRA?   BRASILEIRO TEM MEMÓRIA CURTA OU A ELITE SÓ ESQUECE AQUILO QUE LHE INTERESSA?

 

 

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Armin

manifesto

Se este manifesto fosse em papel higienico talvez tivesse alguma utilidade.

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Maria Cristina Ferreira Gomes

Apoio ao Manifesto

Considerem a minha assinatura no manifesto.Temos que agir para impedir que entreguem nosso país.

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Dagoberto Saraiva

Faltam assinaturas

Faltam assinaturas importantes : Ciro Gomes e governadores eleitos de MG, CE, BA e PI. 

Só esse pessoal de sempre não adianta. 

 

abs, 

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Carlos Lasaro Carneiro

Alucinações esquerdistas.

Um apelo rançoso, morfético, desesperado, que se estivessem sob autoridade de um médico psiquiatra, com toda certeza seriam medicados com ante-alucinógenos que são prescritos para os cavalos. Isso demonstra o que vem pela frente!

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Francisco Reis Bastos

Manifesto pro Legalidade

Concordo com o Manifesto,
Reage DILMA !
Viva o Brasil! Viva a Petrobras!
Francisco Reis Bastos

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Vitor Sorenzi

E a economia?

Alguém se preocupando com ela? A macro, que afeta a vida de todos nós?

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Kleber Dias

Tô de saco cheio de toda essa m**da...

...do silêncio de Dilma e da falta de reação das esquerdas, principalmente dos sindicatos e movimentos sociais;

...de mídia golpista, de juiz falastrão (um comprou imóvel em Miami e o ex agora é colunista do Estadão);

...da Globo;

E daí? penso eu. Sou um brasileiro que se informa, que quer o bem para os seus semelhantes.

Mas o que posso eu fazer? Chorar e desesperar-me? Enlouquecer?

A Dilma é inteligente (espero) e está bem assessorada pelo Lula. MEXAM-SE!

 

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Minha ignorância...

Nassif, concordo com você em tudo (G.N.G.), mas a pergunta que eu faço é só uma: Como ou o que ela pode fazer, dentro da legalidade, para desmontar esse golpismo sórdido de terra arrasada?

Sabendo que: a esquerda não quer e não pode usar a força e não pode contar com o respaldo das força armadas, nem para garantir a legalidade do processo democrático.

Aonde está a saída?

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A saída está nas eleições...

Por enquanto...

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joao batista de melo

pela legalidade

Todo apoio as instituicoes democraticas.

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Ludwig Von drake

Manifesto em defesa da legalidade

Defender a legalidade é não roubar nem deixar roubarem.

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AlvaroTadeu

Um imbecil incomoda muita gente, dois imbecis...

von Besta, onde estáveis quando a Privataria Tucana deixou a terra arrasada?

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Maria Paula Leal

manifesto em defesa da legalidade

Eu apoio.

 

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Fabrício Salomão

Quero assinar!

Como faço para assinar esse manifesto também?

Obrigado!

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Carlos rodrigues

Entra na fila dos idiotas e

Entra na fila dos idiotas e dos otários

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mucio linhares da rocha

Floriano Peixoto, Floriano

Floriano Peixoto, Floriano Peixoto. Que falta vc nos faz em um momento como este. Fosso vc o governante e este paranaense entreguista Juiz Moro, tenho certeza já teria recebido de vc o mesmo tratamento que vc deu a outro ilustre paranaense o Barão de Serro Azul. Dilma ouça do além a voz de Floriano Peixoto este grande brasileiro que foi o único presidente do Brasil que não contemporizou com nossas elites entreguistas, enfrentando a a bala quando preciso e colando muitos de seus expoentes na frente do pelotão de fuzilamento.

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Antonio Teixeira

Total apoio

Considerem minha assinatura efetivada nesse manifesto pela legalidade.

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Franbeze

Não vai adiantar

pois esse governo não se defende.

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Paulo Souza

Legalidade pra mim é não

Legalidade pra mim é não roubar nem deixar roubarem...

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altamirano

"doa a quem doer"    

"doa a quem doer"

 

 

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anac

Que o diga o FHsbC, CORRUPÇÃO

Que o diga o FHsbC, CORRUPÇÃO DE DEPUTADOS PARA A APROVAÇÃO DA EMENDA DA REELEIÇÃO, PROER, BANESTADO, SIVAM, PAGÃO DA ENERGIA ELTRICA, MENSALÃO MINEIRO, etc. 

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Miguel Freire

Manifesto em Defesa da Legalidade

Manifesto perfeito, eu assino!

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Pedro Penido dos Anjos

Brasil 247 PML: Lava Jato

Brasil 247

PML: Lava Jato parte para o terrorismo econômico

 

 

21 de Fevereiro de 2015 às 12:30

 

Por Paulo Moreira Leite

Determinados acontecimentos históricos tem uma reconhecida capacidade de iludir seus contemporâneos.

O mais recente envolve a multa de R$ 4,47 bilhões que o Ministério Público pretende aplicar contra seis empresas envolvidas na Operação Lava Jato. O MP também pretende impedir que participem de licitações, que recebam benefícios fiscais e juros subsidiados em seus investimentos.

Diante da estatura dessas empresas, entre as maiores do país, estamos falando de propostas que extrapolam o universo jurídico.

São medidas que, se forem aceitas pela Justiça, envolvem um caso de terrorismo, que consiste em manipular fatos econômicos para se obter objetivos políticos, gerando efeitos que vão muito além dos cidadãos acusados, prejudicando os trabalhadores e suas famílias, afetando ainda o nível de emprego e o desenvolvimento do país.

O absurdo reside aqui. Não bastassem as delações premiadas, as prisões prolongadas para forçar confissões, o cerco criminal ao ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, agora se tenta atingir o pão e a tranquilidade dos brasileiros.

Surpresa? Nem tanto.

Quem não esqueceu que a operação Mãos Limpas italiana é o roteiro de trabalho da Lava Jato, como o juiz Sérgio Moro admitiu em artigo escrito em 2004, só precisa ter clareza sobre um aspecto. Além de procurar, assumidamente, a “deslegitimação” do sistema político — o que também se busca no Brasil — a Mãos Limpas inaugurou um período de empobrecimento e recessão na economia.

Foi assim que destruiu um sistema que garantiu o mais prolongado regime democrático da Italia ao longo de sua história republicana, colocando em seu lugar um condomínio de partidos e lideranças frágeis e dóceis, ideais para serem alvo das maiores economias da União Européia e dos Estados Unidos.

O saldo econômico da Mãos Limpas é uma tragédia. Como informa a Economist na edição de 31 de janeiro de 2015, o desempenho da Italia nos anos posteriores à Mãos Limpas foi pior até que o da Grécia, aquela que enfrentou uma recessão de 25% em cinco anos, no mesmo período: “em valores constantes, a economia italiana afundou nos primeiros 14 anos do século (mesmo o PIB da Grécia é maior hoje do que era em 1999). ”

No Brasil de 2015, a multa de R$ 4,47 bilhões pode abrir processo destrutivo de longa duração e consequências nocivas para o conjunto do país.

Parece difícil enxergar isso agora mas esse tipo de adormecimento das consciências é mais frequente do que se imagina.

Deposto em 1 de abril de 1964, João Goulart deixou o país convencido de que logo voltaria à presidência. Já uma parcela respeitável de seus adversários, na base social do golpe militar, tinha certeza de que a ditadura estava programada para durar um ano. Foram vinte anos.

A leitura de outros relatos históricos mostra que esta dificuldade está longe de ser uma peculiaridade brasileira.

Na maior parte da Segunda Guerra Mundial, o Partido Comunista Frances desempenhou um papel reconhecido na resistência ao nazismo. Nem sempre foi assim, porém.

Lembrando os primeiros anos de ocupação da França pelas tropas nazistas, quando Stalin e Hitler tinham assinado um pacto de não agressão, o dirigente comunista Adam Rayski registra uma constrangedora convivência do PCF com os nazistas.

Em “Nos ilusions perdues”, Rayski recorda documentos que pregavam: “Abaixo o capitalismo ariano e judeu”. No jornal do partido, então publicado com outro nome, também se pedia pela expropriação “de grandes capitalistas judeus”, num comportamento que leva Rayksi a se perguntar se essa visão era simples expressão da visão de mundo de determinados jornalistas do partido ou se traduzia um esforço “de acomodação entre comunistas e nazistas.”

Você já sabe que nas ultimas semanas, no Rio Grande do Sul, 7 000 empregos ligados a Petrobras já foram eliminados, em empresas que acusam um rombo de R$ 5 bilhões nos pagamentos a receber. Este é o sinal de alerta para a judicialização da economia.

Do total cobrado pelo Ministério Público, a maior parcela — R$ 3,1 bilhões — encontra-se na categoria sempre subjetiva dos “danos morais,” envolvendo dez vezes o valor estimado das propinas, o que não é comum.

Repetindo um mantra que os brasileiros ouviram até enjoar durante a AP 470, os procuradores da Lava Jato falam em “punição exemplar”. Exemplo de que mesmo?

Pedindo auxílio a metáforas da medicina, que envolvem uma realidade que nada tem a ver com o funcionamento da Justiça e muito menos com a política, fala-se ainda em “câncer”, em “metástase.”

O que se busca é esconder medidas jurídicas que colocam em risco o emprego dos brasileiros, seu salário, o futuro de suas famílias.

Para começar, falta provar que todas as denúncias contra essas empresas são verdadeiras e podem ser demonstradas a partir de provas robustas. Quem sabe? Na página 36 da denuncia contra a OAS, por exemplo, chamada a pagar uma multa de R$ 988 milhões pelo pagamento de propinas, admite-se singelamente que “as transações bancárias até o momento não identificaram o montante de 1% nos contratos firmados entre a construtora e a Petrobras.” Na página 8, cita-se uma delação premiada, produto das circunstâncias que todos conhecemos, que afirma que “todos sabiam” do pagamento de um “porcentual” ao Partido dos Trabalhadores. Em outro cúmulo se precisão, se diz: “o que se rezava dentro da companhia é que esse valor seria integral para o PT.”

A questão política e jurídica, na verdade, é outra. Consiste em perguntar quem deve pagar a conta.

Teve razão a presidente Dilma Rousseff ao lembrar, ontem, que o país estaria muito melhor se as denuncias que envolvem a Petrobras tivessem sido investigadas há quase 20 anos, quando o gerente Pedro Barusco começou a montar um esquema na empresa.

Errou Fernando Henrique Cardoso, quando, horas depois, deu uma resposta torta: “como alguém serio pode responsabilizar meu governo pela conduta imprópria individual de um funcionário se nenhuma denúncia foi feita na época?”

Há exatamente 18 anos, durante o primeiro mandato de FHC, o Brasil inteiro tomou conhecimento de uma denúncia do jornalista Paulo Francis de que havia um esquema de propina na Petrobras, pela qual diversos diretores mantinham contas de 50 e 60 milhões de dólares em contas secretas na Suíça. Francis repetiu a denúncia mais de uma vez, pela TV.

Inconformada, a diretoria da Petrobras decidiu acionar Francis na Justiça, numa ação por danos morais no valor de US$ 100 milhões. Estimulado por José Serra, o presidente tentou convencer os executivos da empresa a desistir da ação. Protegeu um amigo do governo mas não demonstrou a mesma atenção pela Petrobras.

Se tivesse mandado investigar o caso, como era dever de um presidente, poderia — eu disse poderia — ter descoberto um universo paralelo que seria denunciado quase duas décadas depois.

Meu palpite — mas é só um palpite — é que não se pretendia fazer nenhum movimento que gerasse ruído em torno de um projeto maior, de privatizar a maior empresa brasileira. Um ano depois da denuncia de Francis, FHC assinou decreto que permitia que a Petrobras fosse dispensada de licitações para definir seus investimentos. Curioso, não?

Em 1996, quando Paulo Francis fez a denuncia, Ministério Público já havia conquistado a autonomia de investigação garantida pela Constituição de 1988. Fez alguma coisa? E a Polícia Federal?

Aprende-se, mais uma vez, uma boa e velha lição: a primeira medida para se impor medidas que prejudicam o conjunto da população e comprometem o destino do país é apagar sua memória. Deu para entender, certo?

 

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