
No período julho de 1994 – mês de lançamento do Plano Real – a 2001, a dívida líquida do setor público brasileiro saltou de 29,29% para 51,57% do PIB. Além da remonetização da economia – que permitiria ao governo zerar sua dívida – houve a privatização de mais de 80 empresas, permitindo ao Estado arrecadar US$ 60,1 bilhões e transferir US$ 13,3 bilhões em dívidas.
Foi o maior desastre fiscal da história do país.
A culpa foi das teorias liberais, da desregulamentação da economia, do primado do mercado?
É evidente que não. O que ocorreu foi uma distorção deliberada das taxas pagas pelos títulos públicos, um assalto recorrente aos cofres públicos que nada teve a ver com os princípios liberais.
***
Nos últimos dois anos, o país foi submetido a uma onda inédita de isenções fiscais, interferências indevidas em vários temas econômicos, achatamento de tarifas casado com aumento das responsabilidades da Petrobras, que lançaram o país em uma nova crise fiscal.
Culpa do neodesenvolvimentismo, neokeynesianismo, nova matriz econômica ou o nome que se dê a esse conjunto de medidas? Evidente que não. Foram erros individuais que não podem ser debitados a nenhuma escola econômica.
Quando bravos economistas como Marcos Lisboa e Samuel Pessoa atribuem os desastres à suposta “nova matriz econômica”, eles tiram casquinha da crise, como seus colegas desenvolvimentistas analisando os desastres do governo FHC.
***
Podem alegar que foram esses princípios de ativismo ideológico que permitiram ao governo Dilma exercitar o voluntarismo. Mas seus adversários desenvolvimentistas podem alegar que foi a desregulamentação selvagem que permitiu ao Banco Central praticar as mais irresponsáveis taxas de juros, no período FHC.
***
O que esses dois exemplos comprovam é que desenvolvimento não se faz com mera ideologia: ou a desregulação total ou o intervencionismo selvagem. Ambos servem apenas como tacape intelectual, na disputa entre tribos de economistas.
A política econômica, como um todo, é algo muito mais pragmática, um conjunto de medidas visando atender a projetos de país ou de setores, sendo construída no dia a dia, assim como a jurisprudência em cima dos postulados constitucionais. O importante é que haja ideias centrais, princípios fundadores, objetivos comuns. A construção restante se dá no dia a dia das disputas políticas – no Congresso, junto à opinião pública e nos ministérios.
***
Por tudo isso, é hora de cada setor começar a pensar claramente no seu próprio projeto de país, para uma grande discussão que se iniciará em breve, no rastro do fim de ciclo político que está posto na mesa.
Quem será o mediador? Quem acredita que com 7% de aprovação a presidente perdeu as condições, que preste atenção na última pesquisa do IBOPE divulgada por José Roberto Toledo, do Estadão: apenas 11% aprovam Michel Temer, 11% Eduardo Cunha e 8% Renan Calheiros.
No domingo saiu importante entrevista de Delfim Netto ao Estadão. Nela, diz ter votado em Dilma Rousseff, mas, devido às suas trapalhadas, acredita que Aécio Neves teria se saído melhor.
Exagerou. O único consolo dos que votaram em Dilma é a certeza, pelo que mostrou nesses meses todos como líder dos Revoltados Online, que Aécio Neves conseguiria ser pior.
José Carlos Lima Spin
22 de setembro de 2015 5:09 amE por falar em revoltados online…
…mais uma ovo da serpente eclodiu…
http://www.viomundo.com.br/denuncias/cartazes-de-grupo-inspirado-na-ku-klux-klan-ameacam-homossexuais-e-muculmanos-em-niteroi.html
…os tucanos tem sim programa mas para liquidar o país
http://www.vermelho.org.br/noticia/270475-1
Severino Januário
22 de setembro de 2015 12:29 pmTodo tipo de grupo político
Todo tipo de grupo político de direita, incluindo estes ultra-radicais, estão encontrando estímulo e financiamento para plantar suas sementes no país. E nós sem instrumentos de inteligência para acompanhar e anular estes criminosos que, não tenham dúvida alguma, são de fora do país. Por enquanto tudo pode parecer brincadeira, mas por trás disso há muitas forças externas que voltaram sua mirada para o Brasil e vão tentar destruí-lo. O objetivo é transformar o Brasil num Oriente Médio, despedaçá-lo e jogá-lo no permanente caos, entre cinco e dez anos no máximo. Não podemos ser ingênuos e pagar com o desaparecimento de nosso país.
Monier.,.,.,.,
22 de setembro de 2015 5:26 amAécio com absoluta certeza
Aécio com absoluta certeza seria pior. Mas com Aécio haveria esperança de que as forças políticas da esquerda saíssem do coma induzido. A essa altura, até uma presidência do Calheiros vira esperança.
Cassio Tonsig
22 de setembro de 2015 5:47 amde 1995 a 2001, ou seja
Governo FHC, do PSDB, né…?!
Nassif, sua sentença “Foi o maior desastre fiscal da história do país”, poderia, em português claro, ser traduzida do tucanês para: “o maior roubo da história do país” !?
Alexandre Weber - Santos -SP
22 de setembro de 2015 5:55 amSó casquinhas
O Nassif têm razão, o ajuste será necessariamnete nas oito direções.
Sem mais e nem menos.
Acorda, Dilma!
Alexandre Weber - Santos -SP
22 de setembro de 2015 6:31 pmDilma se quer tirar o mel, não enfureça as abelhas
Começa pelo fácil, reforma ministerial com 14 ministros + 72 secretários executivos = 86 cargos de amplo destaque social e reconhecimento público. Moeda de troca real com o congresso.
Agora, é dando que se recebe, assim eles ganham o cargo, mas têm de entregar serviço e resultados para o povo e a nação.
Aí, nada melho, na minha opinião, do que a estrutura de Diamante para estabelecer correlações unívocas entre os diversos vetores de ação ministeriais.
Não se preocupe com o tempo, mas não perca tempo. Ainda dá para fazer dos limões uma limonada.
Boa sorte, Dilma!
Gabriel Moreno
22 de setembro de 2015 5:59 amNão sei quanto aos demais,
Não sei quanto aos demais, mas não me arrependo um milímetro de ter votado em Dilma Rousseff. E quer saber? Vai é terminar o mandato tendo feito um ótimo governo. Quem viver, verá.
Juliano Santos
22 de setembro de 2015 1:44 pmNão é questão de
Não é questão de arrependimento, que não meu caso também não tenho, apesar de achar que a Dilma involuiu politicamente, quando esperava que evoluisse. É questão de legitimidade
A legitimidade para quem vai conduzir o país nessa crise não pode ser dado pelo Datafolha. Não vou ficar nessa de que fulana tem 7% e outros 11 e sei lá quanto. Dilma tem 52%, dos votos na eleição, isso é o que conta segundo a constituição. Não há nada que sustente que se um presidente tem tanto porcento no Datafolha perde a legitimidade.
nilo
22 de setembro de 2015 6:08 amCrise – estado terminal ou
Crise – estado terminal ou coragem de mudança
DADOS E SAÍDA
Ou Dilma dá uma grinada – e já – de 360 gráus ou naufraga de vez e, quiçá, arrastando com ela o sonho de esperança do “sem medo de ser feliz”. O governo está se tornando indefensável e popularmente insustentável. Case-se esta (1) previsão do DIEESE com as observaçõe (2) de Renato Meirelles do DataPopular (Instituto de Pesquisa das Classe C,D e E):
1) DIEESE PREVÊ DESEMPREGO PRÓXIMO DE 14% NA GRANDE SP ATÉ FINAL DO ANO
São Paulo – A trajetória do mercado de trabalho neste ano indica que o Brasil chegará ao fim de 2015 em uma situação ruim. Com a recessão, o corte de postos de trabalho deverá ficar em torno de 1 milhão de vagas formais, refletindo que neste ano a queda de braço entre capital e trabalho termina com o pior saldo para os trabalhadores. Esse resultado reverteria, em parte, uma tendência positiva dos dois mandatos do governo Lula e da primeira gestão Dilma, que juntos criaram mais de 20 milhões de postos de trabalho formais.
Na região metropolitana de São Paulo, um dos principais termômetros do mercado de trabalho no país, o contingente de desempregados, que segundo dados do Dieese e da Fundação Seade era de 1,169 milhão de pessoas em setembro de 2014 – quando a crise começou a se agravar –, em julho deste ano subiu para 1,514 milhão, um incremento de 29,5%.
Não fosse a histórica tendência do desemprego de crescer no primeiro semestre e cair no segundo, graças a eventos que injetam recursos na economia e aquecem o consumo, como 13º salário, festas de fim de ano e as contratações temporárias, a região metropolitana poderia chegar ao fim de 2015 com 15% de desempregados. “Eu preferiria projetar entre 13% e 14%, que já é um resultado ruim”, pondera o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, prevendo que os eventos do semestre ainda vão injetar ânimo na economia e atenuar o crescimento do desemprego, que conforme a última taxa do Dieese, de julho deste ano, está em 13,7%.
http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2015/09/dieese-preve-que-taxa-de-desemprego-na-grande-sp-chegara-ao-fim-de-2015-proxima-de-14-1394.html/
2) RENATO MEIRELLES: PT TEM QUE FALAR DO FUTURO
(…)
O fato de os jovens não conhecerem o Brasil pré-PT criará um abismo geracional entre a classe baixa mais velha e a classe baixa mais nova?
Renato Meirelles –
Sim, isso já acontece. Por que não faz sentido para a população brasileira a comparação entre a gestão de Fernando Henrique Cardoso e a de Dilma? Porque metade dos eleitores da última eleição não viveram os quatro anos do último mandato de FHC.
Os eleitores mais novos da classe C nunca passaram fome na vida. Esta foi e eleição em que a classe C mais se dividiu, com os mais velhos votando na Dilma e os mais novos se dividindo entre Aécio, anulação e abstenção.
Se o PT quiser se reeleger, o desafio é como falar do futuro. O partido hoje fala que está erradicando a pobreza e ajudando os mais pobres, mas 81% dos brasileiros se identificam como classe média. Não estou falando que eles são, mas que eles se veem assim. Esse cara fala “pobre não sou eu, então não estão resolvendo a minha vida”.
A esquerda acha que todo mundo associa redução da miséria com igualdade de oportunidades. Mas redução da miséria fala para o passado e igualdade de oportunidades fala para o futuro.
Para a dona Maria isso não é automático. Ao mesmo tempo, o brasileiro não vê mérito em ganhar uma corrida de 100m saindo 50m na frente. O discurso da igualdade de oportunidades será a plataforma do próximo presidente da República, não tenho dúvida nenhuma disso. Se ele vai vir do PSDB, do PT ou de outro partido é uma história diferente
Os políticos se comunicam com o jovem brasileiro?
Renato Meirelles –
Os políticos brasileiros são analógicos e o novo eleitor é digital. O político brasileiro está acostumado a falar, não a ouvir.
A lógica digital é a lógica de querer ser protagonista, de quem tira selfie na manifestação. Eu quero ouvir, mas eu também quero ser ouvido.
Os políticos são da época da televisão. A TV era uma janela para o mundo, a única forma de as pessoas saberem o que está acontecendo lá fora.
A internet é uma vitrine para o mundo. Os políticos não entendem isso.
Como unir o Brasil?
Renato Meirelles –
A mudança do discurso é fundamental. Parte considerável dos brasileiros acha que o Bolsa Família não ensina a pescar. E por outro lado os governistas gritam que quem diz isso é coxinha. Esse lado é o do dissenso.
Mas e o lado do consenso? Um dos poucos itens que tem quase a unanimidade da opinião pública brasileira é a defesa da educação como a única forma de o Brasil melhorar.
(…)
http://www.conversaafiada.com.br/politica/renato-meirelles-pt-tem-que-falar-do-futuro/
SAÍDA:
Dilma voltar-se às bases progressista que a elegeram e, mesmo, às que estiveram às margens; voltar-se aos movimentos sociais, voltar-se às micros e pequenas empresas, à agricultura e negócios familiares e de vizinhança; voltar-se às políticas sociais, à educação, saúde e segurança publica; às reformas políticas e tributária; e abandonar o sistema de metas inflacionárias, o câmbio flutuante e a necessidade de gerar o superávit primário “que amarra toda e qualquer busca de caminhos para a superação da crise de uma perspectiva desenvolvimentista” (Paulo Kliass)
Sergio Luis Br
22 de setembro de 2015 9:28 amQue frase sensacional: “Ambos
Que frase sensacional: “Ambos servem apenas como tacape intelectual na disputa entre tribos de economistas”.
Jesuis
22 de setembro de 2015 9:35 amInfelizmente o Nassif resiste
Infelizmente o Nassif resiste em construir pontes.
Coloca toda a culpa em FHC pelos erros que ocorreram no período que foi presidente porque ele, afinal, queria destruir o Brasil com a política neoliberal, mas exime a Dilma de todos os erros da sua Nova Matriz Econômica que jogou o Brasil no abismo.
Tenha Sana paciência!
FHC poderia ter sido melhor? Claro que sim!
Dilma poderia ser menos catastrófica? Claro que sim!
Os dois estavam embuídos de um sentimento de maldade em querer destruir o Brasil ou simplesmente erraram e/ou descobriram tarde demais que estavam errados?
Mas o interessante da história é que o modelo da Dilma se esgotou logo no seu primeiro mandato.
E não satisfeita em errar feio no seu primeiro mandato, agora quer cometer no seu segundo mandato os erros de FHC no seu segundo!
A Dilma está tão desorientada como uma barata voando. O BRASIL NÃO MERECE ISSO.
Perdeu totalmente o respeito do povo brasileiro. Coloque-a sozinha, em qualquer rua, estádio, evento, trem, onibus, praça, e terá a população gritando VTNC contra ela.
Será que já não passou da hora dela pensar no Brasil, com humildade e grandeza e renunciar convocando o segundo colocado para assumir, já que ele, afinal, teve quase metade dos votos, e torcer para que dê certo?
joel lima
22 de setembro de 2015 10:05 amDelfim vem mostrando a sua
Delfim vem mostrando a sua outra face ( a outra é de um economista que sabe escrever em linguagem de gente, o que é raro entre economistas ): a face amoral. Delfim vai conforme o vento sopra. Mas não é de se estranhar: quando perguntado sobre a questão da tortura no brasil na época em que ele era o civil mais forte num país mandado por ditadores, Delfim disse que perguntou ao Costa e Silva se havia tortura e a resposta dele foi que não e aí o Delfim acreditou e ponto final. Ah, e também Delfim estava no comando do navio quando ele afundou na crise de 82.
Prosa mineira de Dilma, estadista e bom gestor Aécio, o caráter de Delfim – enfim, alguns equívocos de Nassif.
Juliano Santos
22 de setembro de 2015 1:27 pmTenho certeza que o Delfim
Tenho certeza que o Delfim não acha que o Aécio se sairia melhor. E se tivesse que escolher de novo entre o playboy e a Dilma, escolheria esta, mesmo que tampando a nariz.
Acho que ele “está de mal” com a Dilma. Isso porque segundo o Nassif ela o colocou em maus lençóis com os empresários ao mudar de opinião em relação ao CPMF e depois mudar de novo.
O Delfim com essa mania de “despertar o espírito animal” do empresariado muitas vezes enche o saco. Eu ainda acho que a despeito dos erros da Dilma, o empresariado resolveu boicotar o governo e não investiu.
Demanda tinha, benefícios para minorar os custos da produção também. Diminuição do preço da energia, desnoreções e etc. Mesmo com a falta de critério do governo dava para ter havido mais investimento privado. Não se explica só por aí. Mas o Nassif não gosta de botar ideologia na história. Eu ponho
MILTON MURILO 43
22 de setembro de 2015 11:11 amOs ecos de um fim político
É hora sim de uma grande discussão sobre os rumos do país e conduzida por Dilma. Foi eleita pela maioria do povo exatamente para conduzir o país.
O resto é choro de perdedor.
De outro lado, Dilma tem que se dar conta da enorme responsabilidade. Ouvir, ouvir e ouvir. Coisa que, parece, não lhe é fácil. Após horas de contrita audição reunida com seus conselheiros mais próximos, Mercadante e Cardozo fora, reposicionar suas ações econômicas e políticas.
Na economia não há prato feito, mais do que nunca necessitamos de BOM SENSO, COERÊNCIA E PERSISTÊNCIA.. Objetivos claros e conhecidos levados à nação.
GEORGE Vidipo
22 de setembro de 2015 11:12 amReflexão
Nassif,
Desde 2013 você vem desenvolvendo uma ideia que no Brasil o novo está a surgir e o velho está caminhando para o cadafalso. Desta forma o novo está no seio da população que os políticos e lideres da sociedade não perceberam. Dilma e seu governo representariam o velho que finda. No entanto como explicar a construção de um Congresso extremamente conservador e irresponsável. Se havia uma novidade sócio-politica no ar, esta deveria surgir de alguma forma e os representantes do Congresso seriam os primeiros a manifestarem essa novidade. Isso não aconteceu. Na verdade visualizamos um problema maior, quase uma obsessão para destruir o país e o governo. Não há preocupação com os pobres e anseios de melhoras sociais, mas sim o busca para caos.
Foi a sociedade, que clama por novidade, que criou esse Congresso. Foi os grandes empresários que financiaram esse Congresso. Logo de onde vem essa novidade, esse novo?
Marcelo33
22 de setembro de 2015 12:32 pmO novo que eu vejo surgindo é
O novo que eu vejo surgindo é o velhíssimo… Aqui no Rio o facismo está explodindo, com a elite agredindo quem vem de ônibus da Zona Norte para invadir as suas praias…
Me tornei um conservador de repente… esse novo aí facista, racista, higienista, neoliberal eu rejeito. É o único novo que está surgindo….
arkx
22 de setembro de 2015 1:33 pmolhe de novo!
-> “O novo que eu vejo surgindo é o velhíssimo… Aqui no Rio o facismo está explodindo”
vc não vê porque está só está olhando para o velho que está morrendo. ~
ALERTA ANTIFASCISTA!!!
Emitido na internet o alerta de que um grupo fascista fazia divulgação de material racista pelo centro de Niterói RJ, imediatamente foi dada uma reação de militantes antifascistas que foram até o local.
Inbox:
“Aqui fascismo não se cria, não se propaga e não tem diálogo. E já sabemos onde esse discurso de ódio termina.
Por isso deve se cortar pela raiz, faremos do RJ uma das covas do fascismo.”
Via:Frente Antifascista Carioca – FACA
https://www.facebook.com/Coletivo-Antifascista-RJ-1467214963593593/timeline/
arkx
22 de setembro de 2015 1:20 pmnão nos representa!
-> “Desta forma o novo está no seio da população que os políticos e lideres da sociedade não perceberam.”
quem quiser de verdade ver o novo vai ter que olhar de novo para as manifestações de Junho de 2013 e, ainda mais, os protestos do NãoVaiTerCopa. foi então que o novo ocupou as ruas. quem olhar de novo vai constatar que aquela irrupção de jovens, mas não apenas eles pois foi inter-geracional, e de moradores da periferia, e não apenas dela como também do centro do sistema, protagonizaram o sentimento de nossa época: a completa falência do atual modelo de representação política.
mas o que fizeram Dilma, Lula e o PT? expulsaram o movimento das ruas na base da porrada! e preferiram se aliar com Blatter e CBF. com as ruas interditadas ao novo movimento social nascente, a Direita e o proto-fascismo ocuparam o vácuo formado.
a base social para o nascimento do novo já existe. os votos nulos, brancos e abstenções foram superiores a votação recebida por Aécio no 1º turno. nas eleições de 2014. no Rio, o total de nulos, brancos e abstenções superou a votação de Pezão no 1º turno. o candidato do PSOL empatou tecnicamente com o Lindinho no município do Rio de Janeiro. em Niterói ficou em 2º lugar.
o surgimento do novo está asfixiado pela longa tradição brasileira de conciliações pelo alto, de transições tuteladas, de modernizações conservadoras, de reformismo sem reformas. o parto do novo é o parto de cada um de nós que desejamos nos reinventar.
..
mcn
22 de setembro de 2015 11:21 amMedidas impopulares
“No domingo saiu importante entrevista de Delfim Netto ao Estadão. Nela, diz ter votado em Dilma Rousseff, mas, devido às suas trapalhadas, acredita que Aécio Neves teria se saído melhor.”
Aécio prometeu ao povo medidas “impopulares”, se eleito.
Não foi, mas foi bom: o Brasil descobriu que especie de canalha misógino e mau perdedor ele é.
Jose de Almeida Bispo
22 de setembro de 2015 11:33 amOs aquários…
“Exagerou. O único consolo dos que votaram em Dilma é a certeza, pelo que mostrou nesses meses todos como líder dos Revoltados Online, que Aécio Neves conseguiria ser pior.”
A política não pode… jamais deve ser decidida nos aquários. Que é o que tem acontecido. Atabalhoadamente, mas a Dilma ainda consegue ensaiar sair dessa sinuca de bico, enquanto que Aécio, Alckmin, Serra, FHC… é só isso!
O problema da Dilma e do PT é a falta de um projeto político. Lula tinha um projeto: por a locomotiva pra andar. E andou. Só que mui limitadamente como é próprio de decisões pessoais. Já o petismo, punga no sucesso de Lula e nada constrói pra manter a locomotiva andando. Dá dó a aridez de novas lideranças do partido que consiga ser promessa de continuidade da arrancada lulista: todos presos aos aquários. De olho apenas na coluna do jornal. Imobilizados.
Joel dos Santos Fonseca
22 de setembro de 2015 2:01 pmPior, jamais! A Dilma é imbatível!!!
O Aécio ser pior de que a Dilma é uma suposição, nós não devos agir neste âmbito, precisamos sermos realistas. A relidade é essa: a Dilma é a Presidente do Brasi, sendo sucessora de seu padrinho político, o Lula . O País está numa condição de doente que necessita de um leito de UTI. O governo do PT e a Dilma sempre têm responsabilizado seus antecessores e a opsição pelos desmandos da economia e pela gestão pública, mas quem tem a resposabilida de governar e manter o Brasil economicamente estável é a atual presiente e não FHC e/ou a oposição. Os acertos sempre são suas virtudes e, frutos das boas sementes semeadas pelo Lula. Para se conhecer a qualidade das sementes, colhe-se os ffrutos, mas estes estão bichados. De quem é a responsabilidade? Lula semeou, irrigou; a Dilma deu continuidade ao cultivo (conforme palavras dela e do Lula, que esta seia sua continuidade!) na terra Chamada Brasi e, agora quer que os brasileiros se alimentem de frutos PODRES, como se fossem bons! Acorda Brasileiros! Independentemente de filiação partidária, a melhor saída seria o a fastamento da presidente. Afinal de contas ela é a gestora de nosso país e, quando um gestor está levando uma empresa à falência, deverá ser subistituido a fim de preservar esta e seus ativos.
Joel dos Santos Fonseca
22 de setembro de 2015 2:35 pmPior, jamais! A Dilma é imbatível!!!
O Aécio ser pior de que a Dilma é uma suposição, nós não devos agir neste âmbito, precisamos sermos realistas. A relidade é essa: a Dilma é a Presidente do Brasi, sendo sucessora de seu padrinho político, o Lula . O País está numa condição de doente que necessita de um leito de UTI. O governo do PT e a Dilma sempre têm responsabilizado seus antecessores e a opsição pelos desmandos da economia e pela gestão pública, mas quem tem a resposabilida de governar e manter o Brasil economicamente estável é a atual presiente e não FHC e/ou a oposição.
Os acertos sempre são suas virtudes e, frutos das boas sementes semeadas pelo Lula. Para se conhecer a qualidade das sementes, colhe-se os ffrutos, mas estes estão bichados. De quem é a responsabilidade? Lula semeou, irrigou; a Dilma deu continuidade ao cultivo (conforme papavras dela e do Lula, que esta seia sua continuidade!) na terra Chamada Brasi e, agora quer que os brasileiros se alimentem de frutos PODRES, como se fossem bons!
Acorda Brasileiros! Independentemente de filiação partidária, a melhor saída seria o a fastamento da presidente. Afinal de contas ela é a gestora de nosso país e, quando um gestor está levando uma empresa à falência, deverá ser subistituido a fim de preservar esta e seus ativos.
arkx
22 de setembro de 2015 12:09 pmpor que lutamos?
em meio a maior crise do capitalismo, conjugada a uma inédita crise climática, lutamos por um outro jeito de viver: a única saída possível esta crise em que tudo que parecia tão sólido rapidamente esteja se desmanchando no ar.
no cenário político atual há um novo e imprevisto agente: a crise climática.
embora esteja cada vez mais flagrante, a maioria ainda insiste em negar sua presença, mesmo que a estejam experimentando sob várias sintomatologias em seus próprios corpos. a crise climática recobrirá e agravará todas as demais crises em curso (não apenas no Brasil): econômica, social, política e cultural.
é da perspectiva da crise climática que devemos analisar, formular e propor as saídas em busca de algum futuro para nós e nossa sociedade.
nos vemos separados do meio-ambiente, não nos consideramos uma biosfera conectada a todas as demais. por isto a quase totalidade dos estudos da mudança ambiental abordam apenas seus impactos externos: estiagem em alguns lugares com chuva torrencial em outros; frio glacial em alguns lugares e calor mortal em outros; furacões e tornados, terremotos e atividade vulcânica; aumento do nível do mar com desaparecimento de nascentes e rios morrendo.
mas o maior impacto da mudança climática será interno. será no funcionamento de nossos corpos que sentiremos com maior intensidade as mudanças globais no clima. isto já está acontecendo e sendo diagnosticado como “doença”:
pressão e dor na cabeça e na nuca; zumbidos e pressão no ouvido; nariz entupido e dores no septo e na testa; náuseas e diarréias; tonteiras e fadiga súbita; suores noturnos; todo tipo de distúrbio do sono: sono picado, acordar de madrugada, por volta das 3:00 h e perder completamente o sono, deitar cansado e pegar rápido no sono, mas pouco tempo depois despertar sem nenhuma vontade de dormir; uréia e glicose ligeiramente acima do limite; problemas renais e no ciático; dores nos ossos longos e chatos.
um hemograma mais simples ou uma dosagem hormonal complexa se baseiam em faixas obtidas por estatística. o resultado fora destas faixas indica uma tendência a se desenvolver processos patológicos. entretanto, assim como a água ferve a 100º C apenas nas CNTP, as faixas estatísticas utilizadas nos exames não são válidas sob novas condições ambientais. assim, como distinguir uma tendência à patologia, sob os parâmetros anteriores, do que já pode ser um processo de adaptação as novas condições climáticas? quais seriam as faixas de “normalidade” para as novas condições climáticas?
a mudança não será nos Parlamentos, nos Governos e nos Tribunais de Justiça; a mudança não será detectada pelas pesquisas de popularidade; não será na macroeconomia, tampouco nos partidos políticos tradicionais; a mudança não será divulgada pela mídia convencional; também os grupos de discussão na web nada terão a dizer sobre ela.
a mudança já está acontecendo. e a estamos sentindo como sintomas em nossos corpos. a mudança será um novo jeito de viver. porque do jeito que temos vivido será impossível sobreviver.
energia, água e comida são os três grandes eixos estratégicos em torno dos quais se entrelaçam todas as questões cruciais da sociedade contemporânea.
sem produção sustentável de energia, de água e de comida não há qualquer possibilidade de sobrevivência não apenas de nossa civilização como de nós mesmos enquanto espécie.
a sustentabilidade só será alcançada pela superação da atual matriz de produção: hipertrofiada, concentrada, vertical e centralizada.
uma sociedade justa e equilibrada ecologicamente se concretiza pela disseminação e enraizamento de uma rede de produção local de energia, água e comida, não mais reduzidas à condição de commodities para gerar o lucro de uma minoria da humanidade e sim tratadas plenamente como patrimônio espiritual do planeta Terra.
.
gabi_lisboa
22 de setembro de 2015 12:10 pmAcho que a discussão nunca deveria ser se
o Aécio seria melhor ou pior. O Aécio não é. Ponto. A discussão tem que ser se a Dilma pode ser melhor. E pode, mas parece que ela resolveu insistir em ser ruim.
alext4e
22 de setembro de 2015 12:15 pmTraição
Se a Dilma, durante a eleição, dissesse que enfrentaríamos um ano difícil, que poderia aumentar imostos e tarifas e etc, tudo bem, o povo entenderia. O que o povo não entende e não perdoa é a traição. Ela está fazendo tudo aquilo que acusou que seus adversários políticos iria fazer. Essa é a grande questão. Porém, se ela dissesse isso, poderia não ganhar a eleição, mas manteria a dignidade e honra. Se as eleições fossem esse ano Qual seria o discurso do PT? O candidato do PT iria querer o apoio da Dilma? O cenário que estamos vivendo hoje, é o mesmo de 2001/2002, crise energética, ajuste fiscal, falta de crédito e etc e o que fez o Jose Serra, candidato do PSDB, tentou ao máximo descolar sua candidatura da figura do presidente FHC. Se a economia reagir bem em 2017 e 2018, pode ser que todos esqueçam e o PT dê a volta por cima (o que acho pouco provável). Até porque acho que com uma taxa de juros acima de 8% o Brasil não se recupera. O melhor de tudo isso, é que a opoição consegue ser pior do que o governo, então, as chances de outro partido ganhar as eleições em 2018 sem ser o PSDB é altíssima.
D_P
22 de setembro de 2015 12:52 pmNão delira.
Se ela houvesse
Não delira.
Se ela houvesse dito algo próximo disso ela teria perdido as eleições.
Ela ganhou por pouco, não se iluda.
Político que fala a verdade não vence eleição.
alext4e
22 de setembro de 2015 1:04 pmeu não delirei, por favor,
eu não delirei, por favor, leia o que escrevi: “Porém, se ela dissesse isso, poderia não ganhar a eleição, mas manteria a dignidade e honra.”
Acontece, que o outro candidato já tinha dito que iria fazer ajuste, aumentar impostos e etc. Ela pelo menos poderia dizer que existia essa possibilidade. Não precisava tão somente dizer, vou aumentar impostos e tarifas. O povo não perdoa traição. Ela foi explícita em dizer qua não faria isso e ainda usou isso para atacar o adversário: eles vão fazer isso. Só para se ter idéia, minha energia foi de 80,00 para 170,00, numa casa em que só moram duas pessoas. Votei na Dilma, e se a eleição fosse hoje, mesmo ela traindo tudo aquilo que disse em campanha, se o candidato fosse o do psdb, votaria nela de novo (nada de voto nulo ou branco). Agora, o povão não entende isso, mas sabe muito bem quando é traído e quanto custam as coisas.
Severino Januário
22 de setembro de 2015 12:15 pmTem uma turminha aí que nunca
Tem uma turminha aí que nunca vacilou em seu grande projeto de país: Destruir o país.
Otaviani
22 de setembro de 2015 12:18 pmQue fim ?
Que partido politico ou movimento no Brasil tem propostas,ou minimamente um programa alem do PT ?
Tire o PT do Cenario e o que temos,PSDB,PMDB,PSB,PDT,PPS,DEM e partidos de aluguelRenam,Temer,Aecio,Serra Alkimim.Propostas , idéias,porojetos para todo o conjunto desta nova sociedade brasileira ?
O comunismo se esgotou com a queda do muro,e o capitalismo que mostra que tambem não é solução,e que muitos falam que é um doente terminal,so agora se lançou uma alternativa,real,forte,o Brics.
No Brasil,não vejo nem a médio ou longo prazo nada que que possa ser uma alternativa as novas necessidades da complexa sociedade brasileira.
Concordo com Nassif,de fim de um ciclo,mas este fim so esta no campo da hipotese,pois na pratica,como so agora acontece com o capitalismo,não temos nada novo,mesmo dentro do convencionalismo politico partidario,em que alem das criticas,tenha contraponto,ideias,projetos e que temha bases reais na sociedade.Alias com todo este odio,este facismo que emergiu se tornou um forte obstáculo para o progresso de alternativas.
“Era uma vez o o Brasil……….estamos no meio,enfrentando os vilões,as sombras,o “felizes para sempre” ainda tem muita página até o “final”.
Manuel Duarte
22 de setembro de 2015 1:35 pmO que fazer ?
A sociedade teria que exigir imediatamente reformas estruturais profundas e implantação do parlamentarismo, em substituição do atual e nefasto presidencialismo de coalisão. Sem tais providencias, a situação do Brasil só tende a piorar.
JB Costa
22 de setembro de 2015 9:41 pmIsso: um governo para cada
Isso: um governo para cada mes do ano. Muito “auspicioso”, não?
Erik Alves
22 de setembro de 2015 12:33 pmO Achismo.
Não sou a favor de nenhum político que se apresenta nos tempos atuais. Mas dizer que Aécio seria pior, seja por “revoltados online” ou mesmo “offline” é puro achismo. O caro, o qual respeito imensamente, jornalista disse meses atrás que havia uma espécie de trama ou plano (não lembro o termo original utilizado naquele momento) para reprovar as contas da atual presidente(ta), para que a mesma não assumisse o novo mandato. Nada disso ocorreu. Outro achismo?
Renato Ferreira Lima
22 de setembro de 2015 12:51 pmA questão é o papel do
A questão é o papel do Estado. No Brasil semi-analfabeto em matemática (como provam todos os testes internacionais) e com um Estado que Raymundo Faoro bem classificou como um estamento, o resultado do intervencionismo sempre será a quebra do ciclo de crescimento por endividamento sério.
Esse modelo está ultrapassado e não é sustentável – são os famosos vôos de galinha. O fina é sempre o mesmo, pouco importando as boas intenções de quem estava no banquinho. É uma conta que não favorece a ninguém, nem ao rentista no longo prazo.
Vamos para um modelo com maior responsabilidade e menos voluntarismo? Vamos abandonar esse centralismo econômico que só ajudou a fortalecer os coronéis e a jagunçada nos estados mais pobres?
Federalismo, voto distrital, responsabilidade fiscal. Fazendo o básico, saímos desse buraco para nunca mais entrar.
Austregésilo de Athaydde
22 de setembro de 2015 12:58 pmPra não dizer que não falei de flores….
As flores são bonitas e cheirosas, são um belo enfeite na sala, no quarto, no jardim….mas, o problema são os espinhos (ou o que parecem ser…).
No tempo em que se amarrava cachorro com linguiça, costumava-se dizer que ” OU O BRASIL ACABA COM AS SAÚVAS, OU AS SAÚVAS ACABARÃO COM O BRASIL!”.
As saúvas são um problema antigo no Brasil. São formigas vorazes que destroem árvores, matas e florestas. Quando o formigueiro é grande costumam destruir cidades e provocar o deslocamento de populações inteiras.
No passado elas ocupavam predominantemente os rincões do país: Região Amazônica, Nordeste…..
Atualmente as saúvas se alastraram por todo o Brasil, elas preferem principalmente as repartições públicas, empresas públicas….cofres públicos…, etc.
A nossa presidentA sabiamente chamou as saúvas de “VELHA SENHORA”. Já um ministro (que teve de deixar o cargo após a imposição “das saúvas”) preferiu chama-las de “ACHARCADORES”.
O Brasil aparentemente tem melhorado. Aprendemos a cultivar a chamada “democracia” e flores sem espinhos. Porém, aqueles pontinhos pretos sobre os caules das flores que parecem espinhos, não são espinhos e sim coisas piores.
São as famigeradas FORMIGAS SAÚVAS, que aprenderam a se camuflar de “salvadoras da ética, da moral, da família e dos bons costumes”.
A formiga rainha, que atende pela alcunha de FHC, devorou a CSN, a VALE e desta vez finalmente está conseguindo empurrar a PETROBRAS para dentro do formigueiro, logo logo a ELETROBRAS também irá pelo mesmo caminho.
Para não deixar morrer o sonho de um Brasil soberano e respeitado, devemos lutar até “o último jardineiro” por uma democracia legitima em que o resultado das urnas seja respeitado caso contrário os que hoje querem ganhar no grito não esperem que sejam aceitos no futuro (e nem achem que irão permanecer por muito tempo no cargo), pois está sendo inaugurada “a democracia do gosto pessoal”, ou seja: ganhou mas não vai levar…..
Só nos restará rezar para que quando “o Tamanduá chegar” não confunda as flores com as formigas saúvas, e as primeiras tenham que pagar pelos pecados das últimas.
edna baker
22 de setembro de 2015 3:14 pmBom comentário. Eles não
Bom comentário. Eles não querem tirar a Dilma coisa nenhuma, querem só sangrá-la o que não é pouca coisa. Tirar a Dilma no tapa vai gerar uma repercussão internacional que só vai ser resolvida no século 22, se for resolvida. Ninguém vai ficar de pé, principalmente a oposição.
CBarros
22 de setembro de 2015 1:18 pm177 deputados e senadores com processos no STF
Como um país pode fazer reformas se tem 177 senhores congressistas com processos nas costas no STF? O que se vê é que esses caras, tentam a todo custo tumultuar o ambiente, desestabilizando ainda mais a economia e a presidenta, com o único fim de ganharem tempo e se manterem nos seus cargos. Como aprovar reformas?
José Carlos de Paula Pereira
22 de setembro de 2015 1:21 pmO Brasil e seus mestres
É engraçado como as pessoas tratam questões que além de importantes para a Nação como um todo é tão quão importante para quem dela faz comentários.
Até 1994 viviamos num cenário totalmente sem esperança, vários planos economicos que não haviam dado certo, país sem dinheiro para pagar suas contas, estados quebrados, bancos públicos falidos pois os governadores faziam uso desses bancos, com mais vigor em seu último ano de mandato, para eleger seus canditados ou perpertuar no poder.
Gastança generalizada, descontrole total das contas públicas…..chega o plano real e algumas reformas são aprovadas para tentar frear tantas farras, verdadeiras festas de arromba…..
A duras penas conseguimos estabilizar a economia, e para os economistas que não sabem, a maior distribuição de renda que se possa fazer…..é verdade que permaneceram muitos problemas e precisavam ser tratados com responsabilidade, entretanto passamos a ter um governo que só pensou em fazer uso de um cenário econômico mundial promissor para se perpertuar no poder, praticamente nada foi feito para fortalecer nossa economia, somente incentivar o consumo aliado a uma distribuição de renda através de um populismo irresponsável.
Além desses erros capitais em uma economia, o pior de tudo foi o crescimento estratosférico da corrupção.
Acredito que já passou da hora em começarmos a punir a corrupção de forma severa e responsável e ao mesmo tempo tratar a economia como ela deve ser tratada, com responsabilidade.
Se queremos um povo, uma nação próspera precisamos dar a esse povo Segurança, Saúde, Educação e Moradia e tudo isso começa por exemplos que devem vir de cima, a começar punindo os corruptos, assim o povo começará a entender o recado e começaram a correr atrás dos seus sonhos.
jc.pompeu
22 de setembro de 2015 1:26 pm“Os ecos desencontrados de um
“Os ecos desencontrados de um fim de ciclo político“
Os pesadelos desencontrados de um fim de festa, e que festança corporativa!, do lulopetismo no poder pelo poder deslumbrado & aloprado crime e castigo pelo pecado político mortal de gerir e atuar com total desmazelo, a falta de zelo bíblico, nos sagrados negócios públicos do Estado e com os sagrados recursos contribuintes do sofrido povo brasileiro-galileu.
deu no que deu…
agora moema é morta!
João Paiva
22 de setembro de 2015 1:28 pmSuposição
Luís Nassif, dizer que o Aécio teria sido pior é mera suposição da sua parte.
Mero achismo.
A crise não é apenas econômica. É política também.
A Dilma é um desastre nesses dois quesitos.
O erro foi achar que o PMDB era igual ao PSDB.
Comprar briga com o PMDB foi fatal para ela.
E para nós todos por tabela.
Joaquim51
22 de setembro de 2015 2:51 pmOutra comparação no minimo
Outra comparação no minimo equivocada é sobre o crescimento da no governo FHC, para se fazer uma analise correta é preciso verificar quantos “esqueletos” foram tirados do armário e incorporados a divida a união, como exemplo colocamos: – Divida dos estados e municípios.
– Reestruturação do setor elétrico.
“Sustenta-se que, no período entre janeiro de 1996 e junho de 2003, ocorreu expressivo crescimento da dívida pública, do qual boa parte (50,8%) é explicada pelo reconhecimento de passivos contingentes e pelos juros decorrentes desse ajuste patrimonial.”
Enquanto no governo Dilma o que vemos é barbeiragem total e o que pior a criação de esqueletos para serem pagos por outros governos, inclusive o Dilma 2. A pergunta que fica: É por que foi feita estas barbeiragens???? E a única resposta que não cabe é por incompetência.
Juliano Santos
22 de setembro de 2015 1:40 pmOk, tem um ponto aí bastante
Ok, tem um ponto aí bastante válido. Nem sempre uma política econômica dar errado significa que a teoria por detrás está totalmente equivocada.
Isso vale para um lado e para outro, conforme os exemplos do Nassif. Mas apesar disso eu tenho a certeza absoluta que país algum se desenvolve, principalmente com justiça social, sem que seja uma política de estado. Mercado por si só, cria concentração de renda, com ou sem crescimento
Felipe Lopes
22 de setembro de 2015 1:52 pmExcelente post do Nassif
Os seguinte trechos, então, merecem ser destacados: “desenvolvimento não se faz com mera ideologia: ou a desregulação total ou o intervencionismo selvagem (…) A política econômica, como um todo, é algo muito mais pragmática (…)”. Só discordo quando diz que o Aécio seria pior. Qualquer um seria melhor que a Dilma. O principal papel de um presidente é articular politicamente e delegar responsabilidades a quem tem conhecimento. Dilma não sabe negociar politicamente, o que já faz dela a pessoa errada no lugar errado (acuse-se o Aécio do que for, mas em MG ele conseguiu se aproximar até mesmo do PT estadual para governar). E sobre delegar… dispensa comentários… Por essas razões repito: ninguém seria pior que a Dilma. Colocaram um poste na presidência, queriam o que?
Lucinei
22 de setembro de 2015 2:10 pmO “objetivo”, o “projeto” de
O “objetivo”, o “projeto” de cada setor, Nassif, é o orçamento, or-ça-men-to.
Se continuar nessa de apostar fichas em “lideranças” setoriais, “alto clero” do parlamento, etc., vai ficar esse ruído louco que estamos vendo: cada um querendo passar a mão onde alcança.
Em outras palavras: é o “suguem, suguem o que puderem depois venham para o nosso lado” que vai prevalecer; mesmo que seja pra cair logo ali adiante.
… Ou então, pior, a predatória e até fratricida caça de inimigos públicos e bodes expiatórios (que no cenário atual parece ser a aposta do “valente” tea party tupiniquim…) será a tônica por muitos mais anos a fio.
A única, única alternativa viável é aprofundar a democratização com a qualificação do debate público e maior participação social (não á toa chamada pelos reacionários e pelos boçais de “bolivarianismo”).
E aí, Nassif, com esses meios de comunicação com esse enorme poder de gerar crises contra qualquer governo que antipatizem, lamento, mas nada feito. Esqueça até mesmo as ideologias fora do lugar das tais “tribos” de economistas sem nenhuma formação humanista como “pauta organizadora” (mas por outro motivo): o que prevalecerá será sempre o velho e conhecido favor, cada vez mais fragmentado e complexo conforme a sociedade cada vez mais é.
E aí vê-se uma esperança. A “dificuldade” é que pode nos “salvar”. É exatamente essa complexidade e diversificação que pode impedir os reacionários boçais de nos conduzir a um cenário de antagonismo semelhante à Venezuela, um país que é basicamente um monocultura de petróleo.
Portanto, é necessário identificar o “adversário” certo. Ou o poder político toma vergonha e para de andar a reboque da comunicaçao (coisa que fingem que não enxergam) ou nada feito, a antipolítica e outras ideologias antissociais vão triunfar.
Tulio
22 de setembro de 2015 2:11 pmNassif,
O problema é serio.
Nassif,
O problema é serio. Temos que olhar sem tanta ideologia e mais praticidade. Por isso que peço ajuda a você em algo fundamental para o Brasil:
Em 2014 o governo instituiu um recurso para fechar as contas, transformando os gastos do PAC em investimento e não custeio, podendo assim ser abatidos do superávit primário. Como a maioria realmente é investimento e o superávit primário só serve para justificar o pagamento da dívida pública cada vez maior com o elevado nível da taxa SELIC, pode-se considerar a medida apropriada.
Ao analisar a proposta orçamentária de 2015, que já não fecha mesmo e por alguns milhões a mais não deixaria de continuar impraticável, pensei:
“Uma vez que as pesquisas de caráter censitário do IBGE como Censo Demográfico, Contagem Populacional, Censo Agropecuário, Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF – pesquisa que dá os pesos do IPCA) entre outras, são tão importantes para conhecer a realidade do Brasil, por qual motivo não classificá-las como gasto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), os quais pelo último regime do PIB brasileiro é considerado como investimento? Dessa forma, estariam fora do superávit primário. Com rombo de aproximadamente 30 bilhões, não seriam alguns milhões que prejudicariam a LDO.”
Hoje para ter uma ideia, pagamos cerca de 300 bilhões de juros anualmente, quase 1 bilhão por dia. A nossa taxa de inflação medida pelo próprio IBGE deve terminar o ano em cerca de 9%, como já é de conhecimento público. Entretanto, é importante ressaltar que a estrutura de ponderação do IPCA é proveniente da última POF realizada nos anos de 2008 e 2009. Pela recomendação técnica da ONU, essa revisão de pesos deve ocorrer no máximo de 5 em 5 anos. Vários países, contudo, já utilizam pesquisas contínuas para reponderar seus índices de inflação de 2 em 2 anos ou como nos USA, anualmente. No Brasil não há verba para garantir uma POF 2016-2017; e mesmo se houvesse, uma vez coletados os dados demoraria pelo menos 1 ou 2 anos pra implementação. Em suma, provavelmente chegaremos em 2019 com estrutura de pesos de 2009 se nada for feito. Aí, a excelentíssimo parlamentar pode pensar:
“Afinal, como impacta essa estrutura? A inflação seria maior ou menor se essa estrutura estivesse atualizada?”
Infelizmente não tenho a resposta, contudo posso afirmar sem culpa que poderia ser diferente caso a ponderação estivesse atualizada para 2014. Há indícios de que as vendas pela Internet não são bem captadas no IPCA atualmente. Porém necessitaria de maior base de dados para fazer essa afirmação, embora certamente saiba que o peso das vendas através da Internet em 2009 é muito menor do que as vendas em 2015; e provavelmente será muito menor do que em 2019 com o avanço da tecnologia. Sabe-se também que a venda pela rede “barateia” os preços pois permite que se compare diversos locais onde o produto é vendido, além de promoções especiais para quem compra através de sites.
Uma POF custaria menos de 200 milhões de Reais e poderia evitar alguns bilhões de juros e amortizações anuais. O Brasil vai rolar quase 1 trilhão de amortizações em novos títulos em 2015.
Houve uma reportagem da Globo New recentemente sobre o assunto:
http://globotv.globo.com/globonews/jornal-globonews/v/pesquisa-que-influencia-no-calculo-da-inflacao-foi-feita-pela-ultima-vez-ha-sete-anos/4474981/
Por isso, peço encarecidamente para que avalie a proposta de inclusão de uma emenda na LDO que permita que projetos estratégicos para o conhecimento do país como as pesquisas censitárias do IBGE (citadas acima) não sejam abortados por algo que eu chamaria de “mesquinharia orçamentária”.
Essa msg foi enviada pra alguns deputados da base aliada e do PSOL. Por favor apoie a ideia.
Alexandre Tambelli
22 de setembro de 2015 2:25 pmAlgumas perguntas.
Como se constrói no Brasil índices de popularidade?
Creio ser este um ponto central.
A concentração absurda da mídia não nos leva a uma situação, onde, o índice de popularidade de um Político e de um Governo pode ser falseado através do noticiário diário?
Através de pesquisas que não sabemos direito onde foram feitas e o que foi perguntado?
Claro que um Governo que não se comunica, como é o da Presidenta Dilma, ajuda a ter um índice baixo, afinal ele é massacrado 24 horas por dia nos meios de comunicação oligopólicos da velha mídia e não liga para o fato.
Uma questão.
Nós sabemos que quando a economia estava gerando riquezas no bolso do trabalhador e de todos, inclusive da classe média tradicional, havia uma popularidade significativa de Dilma e um apoio maior ao seu Governo e aprovação. Como li num texto de ontem: a percepção da corrupção cresce à medida que o bolso se esvazia, ai ela torna-se central, porque a falta de mais dinheiro no bolso é associada à corrupção.
Outra questão.
Aécio Neves com mídia favorável aos montes, não teria, certamente, executando um pacote fiscal ainda mais radical que Dilma aprovação maior? Só pelo fato de ser colocado o pacote fiscal como necessário e introduzida a ideia de que o sacrifício é para um bem-maior, uma melhoria das condições de vida dos brasileiros e do País num futuro próximo?
Certamente, que o voluntarismo não é a medida correta para a Economia de um País andar nos trilhos.
Porém, em 2008, a Política anticíclica do ex-presidente Lula não foi voluntarista e deu certo?
É difícil o trabalho para a Presidenta Dilma com este oposicionismo doentio de boa parte do Congresso e de parcelas inteiras da população e com a velha mídia a postos para criticar tudo o que o Governo propõe e estando sempre do lado oposto.
E é difícil trabalhar num País, onde a mesma oposição que cria o Fator Previdenciário, a emenda da reeleição e a CPMF muda de opinião do nada só para prejudicar o Governo Federal, Lula, Dilma e o PT e que ver um rombo nas contas públicas só para destruir o Governo, vide o aumento “bomba” que desejam dar para o Judiciário brasileiro.
Vivemos ainda a situação de se querer imputar toda a corrupção justamente para quem gerou mecanismos inéditos de combatê-la, e com significativa eficiência e coragem: a Presidenta Dilma. Imaginar a população dizendo que ela é corrupta é demais, porém, compreensível. Afinal, quem não se comunica não tem como se defender. E quem não é ensinado a pensar não tem como raciocinar diferente.
Um novo ciclo político virá?
Se existirem políticos que trombam de frente com a informação da velha mídia? Talvez, seja preciso radicalizar. Ir sem medo para frente. Ser um brizolista.
Todos os governantes (aqueles que têm cargos no Executivo e Legislativo e Judiciário) andam temendo a velha mídia? Parece que sim!
Uma coisa é certa. O controle remoto, as verbas publicitárias e o paz e amor definitivamente não resolvem.
Agora, sejamos sinceros, com uma oposição (maioria no Legislativo) que não tem Projeto de País, tem sim! Privatizar tudo o que restou de empresas públicas! E que nem uma ideia de desenvolvimento do Brasil sequer apresenta ao povo brasileiro, a não ser “Impitman” é complicado de se deslanchar.
Será que conseguiríamos com este Congresso Nacional e a velha mídia e com um Ministro da Fazenda de esquerda colocando em prática uma política econômica progressista: êxito? Ou seria idêntico ao Pacote Levy? Ninguém aceita o pacote e não consegue aprovação no Legislativo.
Uma última pergunta.
Será que um pacote não recessivo teria condições de ser aprovado com o respaldo dos movimentos sociais nas ruas? Pressão popular no Brasil é capaz de mudar o voto dos congressistas e barrar o anti-petismo da velha mídia?
ANDERSON VICTOR
22 de setembro de 2015 2:26 pmA resposta é sim!!
Eu fico observando e até mesmo me dando ao trabalho de ler o que alguns mediadores do governo escrevem em vários sites de informação.
Ainda não consegui crer que ainda existam pessoas que por qualquer que sejam os seus motivos conseguem defender ingerências públicas como a que estamos vivendo.
O país não está uma caos devido à políticas, mas devido às pessoas!!
São as decisões que mudam um processo e não uma política instalada.
A resposta à todas as suas perguntas remontam numa só resposta:
“QUALQUER INDIVÍDUO QUE NÃO PREZE AO COLETIVO DEVERIA SER DESPREZADO COM GOVERNANTE! “
Eu sou um metalúrgico, com 23 anos de experiência, e desempregado, não devido às “MÍDIAS”, ou às políticas, mas devido à má gestão de pessoas oportunistas e sem qualquer apreço pela vida coletiva.
Se querem defender seus “partidozinhos”, suas “escolhas”, que o fçam sem prejudicar a soberania da nação brasileira.
CASO CONTRÁRIO: RUA!!!!
arkx
22 de setembro de 2015 2:39 pmo novo ronda o Brasil
quem quiser se encontrar com o novo, que se organize na ação!
organizem-se e ajam!
que a ação física tem o poder criativo de uma poesia, num mundo onde a palavra já não surte mais efeito algum.
propaganda pelo ato.
ação direta. vamo agir!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=r_E762JO4mg%5D
.
Augusto Marques
22 de setembro de 2015 3:03 pmVejamos fatos reais :
1) Nosso PIB real hoje entre o G 20 só perde para o da Rússia. Obs. A Rússia tem uma Guerra com a Croácia, o Brasil tem uma guerra de credibilidade, confiança e capacidade de governar.
2) Nossa inflação hoje só é menor que a da Rússia e Argentina. Coincidência ou não, estes dois países possuem regimes aos quais o governo do PT é simpatizante e companheiro.
3) Nossa economia vai encolher 3% neste ano, sem perspectiva alguma de recuperação em 2016/2017.
4) Nas ultimas 6 eleições presidenciais no Brasil, o maior oponente do PT o PSDB concorreu com 5 diferentes candidatos. o PT sempre concorreu somente com o Lula. ( A Dilma nunca ganhou eleição, todos sabem que foi no Lula a votação de 2010 e 2014).
Num quadro desse, onde o País tem seus fundamentos econômicos e em consequência os sociais deteriorados, onde a única liderança do maior partido já se encontra com prazo de validade vencido, cujo discurso não move ou toca mais que 7% da população, eu diria sem influência politica desejada. O PT vai morrer abraçado com seu único Líder que surgiu e pouco mais de 20 anos!
Caramba Nassif,
a) O PT não formou ninguém a altura de Líder nacional por falta de opção ou porque o Lula não permitiu concorrência?
b) Eu conheço pelo menos umas 10 pessoas do PT, infinitamente melhores que a Dilma em qualquer qualidade que ela possa ter, a propósito eu desconheço alguma capacitação nela.
c) As vezes uma excelente opção de liderança esta no partido do lado ou na oposição! Basta conquista-los ou roubá-los! É assim que o mundo corporativo age para se manter na ponta e não perder mercado.
d) Questão de família: Minha mãe sempre me educou pregando que minhas companhias deveriam sempre ser iguais ou melhores que eu ( em carácter, honra, idoneidade e princípios) – Incrivelmente o PT fez tudo ao contrário quando chegou ao poder. Se aliou ao que tem de pior na nossa old política brasileira.
Enfim,
A culpa não é realmente do FHC caro Nassif, e você sabe disso. Aliás nós crescemos nos dois governos do Lula, em função deste ter mantido a disciplina herdada pelo antecessor, e somente qdo. resolveram passar uma Mantega nas nossas contas, que o buraco surgiu e só tem crescido.
Nem vou falar na moeda de troca parlamentar, exageradamente utilizada pelo partido para conseguir Governar!
Hermes Renato
22 de setembro de 2015 4:04 pmProfetas do acontecido
Caro Augusto e colegas leitores, muitos esquecem que os números atuais de inflação e da recessão ( tendo os impasse político com grande peso), refletem principalmente um ajuste que o Brasil adiou: o fator cambio.
Alguém com honestidade intelectual acredita realmente que um país em desenvolvimento, com industria fraca poderia desenvolver-se e competir com uma moeda super valorizada? Qual o doido que iria comprar produtos manufaturados do Brasil 2, 3 vezes mais caro em função de um cambio distorcido?
Hoje até tecido, items de manufatura básica estão sendo importados. O cambio foi o grande responsável pelo redução da industria. Nos ultimos anos o governo Lula se beneficiou do cambio para segurar a inflação, mas não teve a grandeza de iniciar uma correção, mantendo os juros altos e cambio valorizado, segurando a farra rentista.
A Dilma tentou iniciar a correção no seu primeiro governo, mas recuou para garantir a reeleição, incluindo o grande erro de incentivos pontuais a industria gerando o defict atual e principalmente, incentivos sem estratégia.
Por que não aplicou esse 50 a 80 bilhões de incentivos como colchão para a correção do cambio? por que não aplicou esse dinheiro para bancar a criação de industrias estratégicas como empresas nacionais de metros, VLTs, nanotecnologia, eneriga solar, carros elétricos?
Se gosta de rasgar dinheiro, por que não rasgaram com o fomento de industrias novas nacionais?
Em resumo, o Nassif mais um vez acerta na lata. Não se trata de modelo, mas da burrice politica de garantir velhos privelégios economicos, falta de pensamento estratégico e do verdadeiro nacionalismo que é promover desenvolvimento efetivo, com industria e inovação.
Não adiata criar ministerio de inovação, não adianta fazer N projetos de powerpoint, se na prática o dinheiro saiu para velha industria, saiu para garantir cambio e juros retrógados.
Dilma decepcionou nessa área, mas ainda sim é melhor opção que tucano, que adora entregar o ouro, vide projeto do Senador Serra de revisão do modelo de partilha. A velha solução tucano de curar o carrapto matando a vaca. O compromisso dos Tucanos é a entrega das riquezas e empresas nacionais para o captial internacional, gerando futuros deficti na balança de pagamento.
Assis
22 de setembro de 2015 4:16 pmdivida x 3
A dívida cresceu 3 x no governo FHC e vc vem falar que o crescimento da economia no Governo Lula foi obra de FHC… Vc tem algo muito parecido com a Dilma… Alienação.
O Pais só mudou pôs Palocci …. Quando da crise de 2008…se não fosse as medidas de Lula/Mantega tínhamos quebrado… Além de não quebrarmos a economia voltou a crescer com força total … As escorregadas no primeiro ano de Dilma 1 e depois o monte de retalhos que ela fez, que colocaram a gente na situação atual … Que é agravada pela crise política…
Dilma puxou o freio da economia no seu primeiro ano de governo, aumentou taxas de importação, juros, depois, que viu que Exagerou …. Começou a implantar diversas medidas sem planejamento… Retalhos que de nada funcionavam, além de criar outros problemas sistêmicos.
Cristiano Peixoto
22 de setembro de 2015 5:26 pm“A culpa não é realmente do
“A culpa não é realmente do FHC caro Nassif, e você sabe disso. Aliás nós crescemos nos dois governos do Lula, em função deste ter mantido a disciplina herdada pelo antecessor, e somente qdo. resolveram passar uma Mantega nas nossas contas, que o buraco surgiu e só tem crescido.
Nem vou falar na moeda de troca parlamentar, exageradamente utilizada pelo partido para conseguir Governar!”
Exatamente caro Augusto, mas isso a turma daqui, Nassif incluso, não vai admitir nunca, então esquece…
Ferruccio Gobbo
22 de setembro de 2015 4:08 pmSobre o Aécio, vale a pena
Sobre o Aécio, vale a pena ler o comentário do Marcos Nobre, no Valor.
“Qualquer que seja o desfecho dessa agonia, não pode passar sem registro a irresponsabilidade de quem insuflou mobilizações de rua contra o legítimo resultado das eleições do ano passado e depois se mostrou incapaz de explicar para a população como e porque, afinal, pretendia retirar do poder uma presidente que não violou qualquer dispositivo legal que justifique um impeachment. Figuras como o candidato Aécio Neves mostraram desprezo inaceitável pela instituição eleitoral e assumira com isso o risco de provocar confrontos sociais de consequências imprevisíveis. A vantagem da democracia é permitir que ataques feitos contra ela encontrem nas urnas uma resposta. A vantagem da História quando chega a devida hora de suas batalhas, é poder preservar para esse tipo de figura um lugar de destaque no salão da pequenez política”.
Adriana Valente
22 de setembro de 2015 4:33 pmA maior balela…
http://mundovelhomundonovo.blogspot.com.br/2015/09/satisfacao-garantida-ou-seu-dinheiro-de.html
João de Paiva
22 de setembro de 2015 4:58 pmLá vem o Nassif, de novo, com
Lá vem o Nassif, de novo, com essa história de “Fim de ciclo político”. Pelo jeito tem garantido a audiência; no momento em que escrevo este, às 13p8min da terça-feira, 22 de setembro de 2015, já haviam sido postados 49 comentários sobre o artigo. Entretanto essa música monotonal já ficou chatíssima; troca o disco, a faixa; muda o repertório, a ladainha. Desde 2005 ‘colonistas’ agourentos sentenciam o fim desse ciclo político e do PT. Pelo proceso democrático, com eleições e voto popular, o PT consegui 4 mandatos presidenciais. Incapazes de conquistar o poder central pelo voto, a oposição, a mídia comercial, o MP, grande parcela da PF e do PJ se aliaram, para entregar o poder a quem sempre o ocupou, antes de 2003. Esse governo e a presidente erraram e erram muito; merecem críticas; o PT merece muitas críticas. Mas o bom jornalista e o leitor atento e preocupado com o futuro do País não podem ir na onda golpista, apocalíptica e pessimista. Como disse um parlamentar tucano em ato falho: “há 12 anos não temos a chave do cofre nem o controle da máquina”. Para tomar o poder, oposição, mídia, PFs aecistas, procuradores fanfarrões e juízes midiáticos são capazes de manobras sórdidas. É bom ficarmos atentos e vigilantes aos golpes diários que essas figuras públicas e instituições tentam aplicar à nossa frágil democracia.
Mario Sergio Brum
22 de setembro de 2015 6:59 pmAcho q o Nassif tem razão.
Acho q o Nassif tem razão. Não significa o fim de uma plataforma de defesa dos direitos sociais, das conquistas, da distrbiuição de renda, de soberania nacional e de um posicionamento adequado do Brasil no mundo, de direitos humanos, etc… enfim, uma plataforma de esquerda.
É que o PT dificilmente vai conseguir levar essas bandeiras adiante. Ser ele o representante dessa plataforma.
Ainda que Lula venha candidato em 2018, será em novos moldes. Até hoje ele levou o PT a reboque. E a Dilma, nesse autismo e nessa teimosia de ficar refém do projeto pessoal de Mercadante não consegue recompor a base social que a apoiou em oubro de 2014. Se Lula vier, terá que ser em outros moldes.
Podemos até pensar em um lulismo sem Lula, que outro encarne o legado de conquistas do que foi o período.
Mas que esse período de falta de debate político, que custou o apoio da classe média emergente, que grande parte acredita que nunca esteve tão ruim e de confiar que nas eleições a polarização levará os movimentos organizados a optar pelo voto útil… isso acabou.
João de Paiva
22 de setembro de 2015 8:28 pmMario,
O problema das
Mario,
O problema das esquerdas é exatamente este: os ‘muito puros’, os ‘muito autênticos’, que deixaram o PT chegaram a fundar partidos; o PSTU e PSOL são ‘crias’ desses ‘dissidentes’. Você e o Nassif acreditam que partidos como esses têm capacidade de chegar ao poder e fazer melhor que o PT? Falem sério! A direita, nas estratégias de tomar e manter o poder, se mostra mais inteligente. A direita não se engalfinha ou se divide, mas se une para tomar e dividir parcelas do poder.
A menos que surja um partido de esquerda bem estruturado, com base social forte, com milhões de filiados e simpatizantes, capaz de eleger bancadas significativas nas ALs e no CN, capazes de eleger prefeitos e governadores de cidades e estados importantes, o PT continuará sendo a única esquerda estruturada e capaz de conquistar o poder e governar. Imagine se Dilma não tivesse atrás de si um partido estruturado, de origem operária e com forte enraizamento social!? Imagine se Dilma tivesse sido eleita por algo como aquela invencionice pela qual a grande mídia enfiou goela abaixo dos brasileiros Fernado Collor (PRN era a sigla)!
Todo o aparato da mídia comercial, instituições como o MP, a PF e o PJ e o poder econômico que sempre esteve no poder até 2002 estão empenhados em aniquilar o PT. Será que vocês não percebem que o aniquilamneto do PT significa o esfacelamento da esquerda brasileira e a tranqülidade para a direita dilapidar o Estado brasileiro e colocá-lo a serviço da plutocracia por mais meio século?
Se não estamos satisfeitos com o PT, é preciso que criemos algo melhor e mais viável do que ele, que represente os interesses populares. Até agora não existe nenhum partido com estrutura que possa substituí-lo. E os esquerdistas que se aproveitam da fraqueza do governo e se juntam à malta que pretende aniquilar o PT, esses se arrependerão amargamente no futuro. Anote isso e guarde este comentário, para consultas futuras.
Alexandre Weber - Santos -SP
22 de setembro de 2015 6:33 pmDilma se quer tirar o mel, não enfureça as abelhas
Começa pelo fácil, reforma ministerial com 14 ministros + 72 secretários executivos = 86 cargos de amplo destaque social e reconhecimento público. Moeda de troca real com o congresso.
Agora, é dando que se recebe, assim eles ganham o cargo, mas têm de entregar serviço e resultados para o povo e a nação.
Aí, nada melho, na minha opinião, do que a estrutura de Diamante para estabelecer correlações unívocas entre os diversos vetores de ação ministeriais.
Não se preocupe com o tempo, mas não perca tempo. Ainda dá para fazer dos limões uma limonada.
Boa sorte, Dilma!
Felipe Lopes
22 de setembro de 2015 7:06 pmO problema não é o desenvolvimentismo, mas o Brasil
Uma taça de vinho todos os dias faz bem, mas não para um alcoólatra. O Brasil tem um histórico de intervencionismo e de contas públicas estouradas que me faz ter várias restrições à aplicação do receituário desenvolvimentista aqui. Quando o Guido Mantega assumiu, pensei: “daqui a alguns anos isso vai virar uma farra com dinheiro público e uma bomba a longo prazo”. Dito e feito.
Felipe Lopes
22 de setembro de 2015 7:07 pmO problema não é o desenvolvimentismo, mas o Brasil
Uma taça de vinho todos os dias faz bem, mas não para um alcoólatra. O Brasil tem um histórico de intervencionismo e de contas públicas estouradas que me faz ter várias restrições à aplicação do receituário desenvolvimentista aqui. Quando o Guido Mantega assumiu, pensei: “daqui a alguns anos isso vai virar uma farra com dinheiro público e uma bomba a longo prazo”. Dito e feito.
MARPA
22 de setembro de 2015 7:55 pmCOMENTÁRIO SOBRE ENTREVISTA DELFIM NETO
NASSIF,
SINTO MUITO,IMPOSSÍVEL SER AINDA PIOR Q DILMA NA CONDUÇÃO DA POLÍTICA ECONOMICA DO BRASIL.
DELFIM NETO DESCREVEU A BEM:TRAPALHONA!!
Free Walker
22 de setembro de 2015 8:57 pmNassif, se formos tomar
Nassif, se formos tomar ciência do caos, a verdade purgante é que Dilma é o desencontro de todos os ecos da arte de fazer política.
NICKNAME
22 de setembro de 2015 9:19 pmDelfim Neto não exagerou,não:
há cultérrima militante da luta clandestina, amiga de Dilma, que fez aberta campanha por Aécio. Amiga de Unger. Foi minha psiquiatra terapeuta – Porto Alegre – por umas 5 sessões e que brilhantismo, que intuição, que percepção rara! E foi convidada para a festa de posse, mesmo assim, grandeza de ambas. Há , suponho, coisas que nem o blog sabe (ou não pode dizer) que leva a fundadores, militantes trocar de partido, ou de apoiar o que chamam de direita em bloco coo se existissem blocos petrificados, sem brechas, absolutos. Absoluto só Deus.
NICKNAME
22 de setembro de 2015 9:20 pmMas o texto tá de bom tamanho
Mas o texto tá em bom tamanho. Seguem-se comentários pros quais não se precisa de bola de cristal. Um arejamento urgente (entre algumas sugestões, burras ou nem tanto) já foram apresentadas, mas… cada veículo com seu público fiel.
E fiel só… ah, deixa pra lá.
NICKNAME
22 de setembro de 2015 9:28 pmeu votaria nela novamente no 2º turno, como antes fiz
no 1º Luciana, não pelo partido atual dela. Marina tem aspectos muito interessantes , creio que logo renunciaria, não aguentaria o tranco. Coronéis e neo-coronéis de uns lados e de outros, a parada foi … federal…
Mas a militância e militância no blog caía e cai nos bobos dualismos, alguns furiosos, dispensáveis lê-los (também devem achar isso deste nickname). Ah! o espaço ao contraditório é pros masoquistas, de tão ínfimo – mas um dia eu me curo disso, aceito uma vquinha, porque um bom terapeuta, mas bom mesmo, é raro e caro pra k-
Deus os tenha.
AR
22 de setembro de 2015 9:33 pmProblema da formatação “casa
Problema da formatação “casa grande e senzala” que nem governos eleitos com propostas de esquerda conseguiram quebrar.
Imperdível:
http://m.correio24horas.com.br/noticias/single/noticia/malu-fontes-o-brasil-mostra-a-cara-e-ela-e-medonha/?cHash=76bed9d7cb3f9af9ee9e0deaf58c0f12
NICKNAME
22 de setembro de 2015 9:49 pmótima colaboração AR
ótima!!
(mesmo se vc não apreciar minhas eventualíssimas postagens – mas eu tento separar esses desencontros)
NICKNAME
22 de setembro de 2015 9:43 pmNassif GGN:onde tá o Fora de Pauta ??
Onde? Minha burrice não encontra igual.
Permissão pra postar de um blog :
” Para os que lembram-se não é fácil “
” Ver o brasil metido em mais um turbilhão complicado na sua economia
Entre 1980 e 1993 , o brasil teve quatro tipos de moeda ; cinco congelamentos de preços ; nove planos de estabilização econômica e onze índices diferentes para medir a inflação.
Afora os últimos cinco anos de ditadura – uma carta-bomba na oab e uma bomba no rio centro,as duas com mortes – que acaba em 1985 com a eleição indireta de tancredo neves que adoece mortalmente na véspera de sua posse na presidência. Parecia uma anátema , uma maldição aquela coincidência da doença extamente naquela data.
Perplexidade , susto , confusão na mente de todos. Medo , receios , cautelas.
Brasil estressa , sabem ? E muito. ” http://bobmartins.blogspot.com.br/2015/09/para-os-que-lembram-se-nao-e-facil.html
Ricardo S
22 de setembro de 2015 10:24 pmA análise exclui o
A análise exclui o prolongamento da crise econômica internacional, a sabotagem e o terrorismo econômico diuturno da grande imprensa e o prolongamento da seca, a maior de décadas, que, somados e potencializados pelas sabotagens do uso político partidário de investigações da lava jato contra o PT, o governo e contra a própria economia brasileira, interferiram muito negativamente no crescimento do país e em toda a economia.
Há muita coisa positiva ocorrendo no Brasil, mas que a mídia ignora, não mostra.
A produção de energia elétrica, a produção crescente do pré-sal, o fortalecimento da agricultura familiar, as grandes reservas internacionais que o Brasil acumulou, as grandes obras de infraestrutura que estão sendo construídas, o fortalecimento do mercado interno que houve nesse período, a melhoria de vida dos mais pobres, os recordes de produtividade da agropecuária. A situação atual do Brasil não tem comparação com a do tempo do FHC: apagão, racionamento de energia, governo vendendo tudo, e as dívidas só aumentando, governo pedindo socorro de joelhos ao FMI, filas de desempregados, saques nos supermercados durante a seca, aumentos sucessivos das tarifas e combustíveis acima da inflação, sucateamento das estatais e do serviços públicos. Hoje, o Brasil real, não o da Globo, comparado ao do tempo do FHC, é um paraíso.
Fabiana C.
22 de setembro de 2015 10:26 pmO Sr. Crise, o grande
O Sr. Crise, o grande Estadista brasileiro das últimas décadas resolve agir no país novamente. Com o câmbio bastante competitivo, devido a crise política e econômica, o buraco das contas externas está sendo reduzido rapidamente, os superávits da balança comercial são frequentes há semanas, a inflação está comportada com tendência de queda para os próximos meses, a safra agrícola é recorde, nossas reservas cambiais estão entre as maiores do mundo. Se a presidente Dilma der uma mãozinha e trocar o ministro da fazenda e o presidente do Banco Central e determinar uma rápida queda da taxa de juros da selic, é bem provável que a economia brasileira reaja rapidamente.
aliancaliberal
22 de setembro de 2015 10:31 pmNassif, nada sobre o dólar a
Nassif, nada sobre o dólar a 4 reais?
Ze guimarães
22 de setembro de 2015 10:36 pmQuem é pior
Dilma seria pior que Aécio?
Vejamos. No quesito incompetêcia, parece que sim. Aliás, Dilma parece não ter a menor noção do que está fazendo. Parece não ler jornais, não ver internet, não ouvir, ninguém. Desconfio que ela seja a presidente mais incompetente e trapalhona dos ultimos 500 anos.
Mas e Aécio? Sem dúvida, que teria “peritos” em seu governo, e Armínio Fraga seria um exemplo. Mas perderia em outro ponto para Dilma: Seus “peritos” quebrariam o Brasil conscientemente, na mais pura malícia. Como na era FHC, não podemos admitir que ele quebrou o país “sem saber”. Sabiam muitíssimo bem o que faziam, só que a prioridade deles era atender os interesses dos EUA, assim como o fazem Serra e Aécio.
Então eu daria empate técnico para Dilma e Aécio, ambos seriam igualmente horríveis no governo. Dilma por suas trapalhadas e Aécio por seus interesses alheios ao bem estar do país.
Só que Aécio com certeza tentaria solapar as conquistas sociais, dos 40 milhões de pesoas que foram retiradas da miséria e as faria retornar de onde vieram. Para os mais pobres foi vantagem Aécio perder. A prioridade de Aécio seriam os indicadores econômicos, nos entregaria um PIB sempre positivo, ainda que fracamente positivo, mas os indicadores sociais, cairiam a níveis baixíssimos.
Sinceramente, que votei em Dilma, mas se fosse de novo votar na mesma eleição com os mesmos candidatos ( o que não é possível, como disse Delfim), eu votaria em branco.
Entre Aécio e Dilma eu preferia devolver o Brasil para os Índios, e pedir desculpas pelos transtornos dos últimos 500 anos.
JoaoMineirim
22 de setembro de 2015 10:42 pmDilma afinou quando deveria
Dilma afinou quando deveria ter falado grosso com a autoridade de quem foi eleita Presidente da República. Não deveria ter aceitado essa política liberal e ter chamado o Aécio, em pronunciamento nacional, com ou sem panelaço, de perdedor inconformado e irresponsável. Mas preferiu abaixar a cabeça, tá apanhando até hoje. Já desisti, cada dia escuto mais e mais pessoas repetindo os mesmos xingos contra ela e Lula. Os inconformados não estão mais apenas nas varandas gourmet, eles já estão nas portarias dos prédios.
Ainda dá tempo, mas precisa ser enérgica, causar impacto e deixar de ser medrosa. Dilma coração valente, ficou covarde ! Desculpem, mas eu já não aguento mais esse governo agonizante e não suporto mais tanta gente pobre e ignorante que não faz idéia de política. Minha única esperança é que sofram e aprendam de uma vez por todas.
Andre B
22 de setembro de 2015 11:10 pmEnquanto isso no Chile..
Na onda do que seria se não fosse o que é: mesmo não sendo uma maravilha Bachelet é melhor que Dilma..
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/41729/chile+anuncia+congelamento+de+salario+de+bachelet+e+de+altos+funcionarios+do+governo+.shtml
Clever Mendes de Oliveira
22 de setembro de 2015 11:14 pmErros são sem objetivos. E a distorção deliberada tinha causa?
Luis Nassif,
Você diz, referindo ao período de 1995 e 2001:
“O que ocorreu foi uma distorção deliberada das taxas pagas pelos títulos públicos”
E depois, referindo ao período de 2013 a 2014, você diz:
“Foram erros individuais que não podem ser debitados a nenhuma escola econômica”
O que você quer dizer com as duas afirmações? Você faz distinção entre elas ou você as faz iguais?
Se são iguais significa que você poderia dizer em relação ao período de 2013 a 2014:
“O que ocorreu foi uma distorção deliberada de medidas “de isenções fiscais”, de “interferências indevidas em vários temas econômicos”, de “achatamento de tarifas” tudo isso “casado com aumento das responsabilidades da Petrobras””
Não entendi bem o que você quis dizer por “casado com aumento das responsabilidades da Petrobras”, mas isso não importa. O que eu queria completar supondo que você queira dizer que as duas afirmações são iguais é que também se poderia dizer em relação a 1995 e 2001 que :
“O que ocorreu “foram erros individuais” na definição das “taxas pagas pelos títulos públicos””
Chamo atenção para o período de 1995 a 1998 para salientar que os erros individuais tiveram uma única autoria: G. Henrique de Barroso F. E os erros individuais de autoria de G. Henrique de Barroso F. tinham uma causa: assegurar que o governo de Fernando Henrique Cardoso não fosse derrubado pela direita com o auxílio da esquerda e depois que fosse aprovada a Emenda da Reeleição. E conseguiu. Só precisou para conseguir este efeito evitar que o real se desvalorizasse no período. A distorção deliberada das taxas pags pelos títulos públicos tinha autoria e tinah causa.
Se não fossem os erros individuais no período de 1995 a 1997, quando foi aprovada a Emenda da Reeleição, a só teria como alternativa Paulo Maluf e assim ela não teria deixado Celso Pitta destruir Paulo Maluf e Paulo Maluf seria considerado como o melhor prefeito que São Paulo já teve e, portanto, com as melhores condições em 1998 de vencer Lula que sofria como ainda sofre hoje uma rejeição elevada de grande parte dos brasileiros.
Quanto à distorção deliberada de medidas “de isenções fiscais”, de “interferências indevidas em vários temas econômicos”, de “achatamento de tarifas” ocorrida no período de 2013 e 2014, é necessário saber qual foi a influência da distorção deliberada nas taxas de crescimento econômico e nas taxas de Formação Bruta de Capital Fixo – FBKF no terceiro trimestre de 2013.
O período de 2013 a 2014, só pode ser analisado como você analisou se se ficar claro que a reversão que ocorreu no terceiro trimestre de 2013, com o PIB apresentando queda no trimestre comparado com o mesmo semestre anterior quando se vinha de três trimestres de taxas crescentes e com o mesmo ocorrendo com FBKF, foi decorrente de uma distorção deliberada de medidas “de isenções fiscais”, de “interferências indevidas em vários temas econômicos”, de “achatamento de tarifas”.
Quanto ao Aécio Neves como uma alternativa pior do que a presidenta Dilma Rousseff é preciso primeiro definir para quem ele seria pior. Há alguns aspectos importantes no perfil político de Aécio Neves que o analista deveria sempre ter em conta. Primeiro, Aécio Neves é um pouco ao estilo que muitos gostam de ser: pessoas sem ideologia. Eu acho que pessoas sem ideologia é um cabeça oca. Na verdade, a gente carrega a ideologia da nossa criação. E essa é a ideologia de Aécio Neves. Outro traço de Aécio Neves é que ele quer ser presidente não para governar o país com as idéias que ele tem, mas ele quer ser presidente para ser presidente. Isso significa que ele vai delegar as atribuições de governo para pessoas com mais capacidade do que ele. Considerando isso, Aécio Neves teria junto ao nosso Congresso Nacional muito mais capacidade de agregação do que a presidenta Dilma Rousseff.
Aliás, junto ao post “Carta aberta ao antropólogo Roberto da Matta, por Márcio Valley” de quinta-feira, 09/10/2014 às 22:24, aqui no seu blog e com texto de autoria de Márcio Valley, em que Márcio Valley discordava de Roberto de Matta que considerava que Aécio Neves unia mais do que Dilma Rousseff, eu aleguei no final do comentário enviado quinta-feira, 16/10/2014 às 14:30, o seguinte:
“Bem e lembro aqui da questão da soma. Este tem sido um problema. Mais podem fazer muito mais. Agora não se pode esquecer que a soma de todos os infinitesimais é a integral, o símbolo do Integralismo brasileiro o que muito o aproxima do fascismo intelectual italiano, a soma de todos os feixes”.
Queria com isso dizer que eu tenho muito temor do discurso de união nacional porque vejo nesse discurso fragmentos do fascismo. É um pouco do temor que eu tenho por Aécio, além do defeito de ele ser do PSDB que é um partido que não diz o que o partido pensa, mas sim o que o eleitor quer ouvir.
E o endereço do post “Carta aberta ao antropólogo Roberto da Matta, por Márcio Valley” é:
https://jornalggn.com.br/blog/marcio-valley/carta-aberta-ao-antropologo-roberto-da-matta-por-marcio-valley
Há outra referência que já fiz a Aécio Neves e que não consegui encontrar. Em algum momento durante a campanha de 2014, eu fiz uma previsão de que Aécio Neves teria muito mais facilidade de criar uma alíquota de 40% no Imposto de Renda do que a presidenta Dilma Rousseff. Até pensei ter escrito isso no meu comentário para Márcio Valley no post “Carta aberta ao antropólogo Roberto da Matta, por Márcio Valley”, mas ao conferir vi que não foi lá. De todo modo a ideia não é tanto de demonstrar capacidade de união, mas de enfatizar que a direita que se elege muitas vezes em maioria não aceita de modo algum entregar o ouro para a esquerda, mas o entrega entre os seus.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 21/09/2015
arkx
23 de setembro de 2015 11:32 amreinventar o debate político
Clever,
na web deveria ocorrer a reinvenção do debate político. ao contrário, tornou-se o território da alienação, reforçando os mesmos e velhos vícios que sempre engessam o diálogo e a construção de consensos.
neste post estão todos os pontos chaves para se analisar o atual cenário político e sua superação.
-> desenvolvimento não se faz com mera ideologia: ou a desregulação total ou o intervencionismo selvagem.
-> O importante é que haja ideias centrais, princípios fundadores, objetivos comuns.
-> Quem será o mediador?
qual o projeto de país de FHC e do Lulismo? quais seus princípios fundadores? houve de fato algum?
-> No período julho de 1994 – mês de lançamento do Plano Real – a 2001, a dívida líquida do setor público brasileiro saltou de 29,29% para 51,57% do PIB. […]houve a privatização de mais de 80 empresas, permitindo ao Estado arrecadar US$ 60,1 bilhões e transferir US$ 13,3 bilhões em dívidas.
FHC serviu inescrupulosamente ao setor financeiro e rentista, sob a também inescrupulosa alegação que seria o investimento externo e a mão invisível do mercado os motores do desenvolvimento brasileiro. os trabalhadores arcaram com os custos deste desenvolvimento às avessas.
-> Nos últimos dois anos, o país foi submetido a uma onda inédita de isenções fiscais, interferências indevidas em vários temas econômicos, achatamento de tarifas casado com aumento das responsabilidades da Petrobras, que lançaram o país em uma nova crise fiscal.
o Lulismo se executa como uma conciliação permanente atendendo a quase todos os interesses dos oligopólios mas tentando se legitimar com alguns poucos benéficos para o sub-proletariado (vide André Singer). o Lulismo jamais teve qualquer escrúpulo em seu inescrupulosa alegação de que inclusão social se faz através do consumo Made in China. os trabalhadores agora arcam com os custos dessa hegemonia às avessas.
não é preciso concordar com as posições do Nassif ou com as suas. basta haver consenso em relação as premissas para se desenvolver um debate produtivo e avançar não apenas na construção de consensos como na própria compreensão das diferentes análises, inclusive a nossa própria.
-> E os erros individuais de autoria de G. Henrique de Barroso F. tinham uma causa: assegurar que o governo de Fernando Henrique Cardoso não fosse derrubado pela direita com o auxílio da esquerda e depois que fosse aprovada a Emenda da Reeleição. E conseguiu.
está justamente no “conseguiu” o x do problema. conseguiu a reeleição porque este sempre foi o projeto. tanto de FHC quanto do Lulismo. Dilma conseguiu a reeleição, mas para quê? para manter o BC privatizado, entregar a Fazenda a Levy e implementar o “ajuste fiscal”.
o problema é sempre o mesmo. não se ter de fato um projeto de desenvolvimento fundado e movido pela inclusão social. esta deve ser a idéia clara, o objetivo comum e o princípio fundador: o trabalho e os trabalhadores como o motor do desenvolvimento brasileiro.
abraços
.
p.s.: a VW que parecia tão solida, também se desmancha no ar…
http://www.theguardian.com/business/live/2015/sep/23/markets-chinese-economy-fears-vw-crisis-live-updates
.
JB Costa
22 de setembro de 2015 11:26 pmJá fui mais otimista. Para
Já fui mais otimista. Para bem dizer, saí do ciclo otimista-pessimista-otimista…………O viés agora é de pleno pessimismo.
O desânimo é porque observo a cada dia que passa desmoronar um projeto que apoiei, torci, defendi, implantado após a desesperança deixada pelos governos FHC. Daí, não ter como discordar: caminhamos, sim, para o fim de um ciclo.
Até aí nada demais. Afinal, eterna só as mudanças. O triste é o vislumbre que tenho acerca desse ocaso em termos políticos, econômicos, sociais e institucionais. A tendência, dado o quadro atual, é que os atores e forças que emergirão para implantação de um novo ciclo o farão sobre terra arrasada.
Li hoje apreensivo que o PSB vai sair da neutralidade para fazer oposição e que avalia como plenamente aceitável a tese do impeachment da presidente. E é um partido é de esquerda. Pelo menos teoricamente.
A base de apoio político ao governo virou uma ficção. Fala-se que até parlamentares do PT estão “costeando o alambrado”, conforme diria o inesquecível Brizola. Aliás, o nome correto dessa estrutura não seria mais “base”, mas “torre de babel”. Simplesmente ninguém se entende mais, Não há um “bicho” no Planeta com tanto instinto de conservação como o “animal” político. Peça-lhe tudo: menos o “suicídio” enquanto tal.
A derrubada dos vetos à pauta “bomba” é quase uma certeza. Se isto ocorrer, será uma prévia amarga dos que ocorrerá com as medidas preconizadas para o ajuste fiscal.
Se a política e a economia se entrelaçam as variáveis desta última só tendem a piorar. Exceção apenas para a balança de pagamentos em função de depreciação cambial. Em compensação haverá as pressões nos preços de produtos importados.
Apesar de tudo isso, ainda avalio que a tão alardeada CRISE não tem a dimensão que estão dando ou projetando. Todos os percalços econômicos, apesar de sérios e preocupantes, poderiam ser administrados e sanados que não existisse uma ambiência política e social que inclui num menor ou maior grau um governo desnorteado e totalmente refém de uma única “saída”; um imprensa engajada politicamente e martelando diuturnamente na mentes das pessoas que estamos perto do apocalipse; uma classe política, como já escrito, mais preocupada em si mesma, na sua salvação, de que com os destinos da nação; o ódio permeando e direcionando o debate político; agentes públicos posando de “salvadores da pátria” à revelia dos direitos fundamentais arrolados na Constituição; e por aí segue.
Só sairemos desse impasse com um Novo Pacto Político e Social. Sem ele, só interrogações.
Marcos Antônio
23 de setembro de 2015 12:00 amO Brasil antes do PT, do
O Brasil antes do PT, do pós-ditadura até FHC!
E querem que o dinheiro do pré-sal não vá todo para saúde e educação dos mais POBRES!
Sem BRT!
Documento Especial – Os Pobres Vão à Praia
[video: https://www.youtube.com/watch?v=kOzGFJZZVe8%5D
Alex Sotto
23 de setembro de 2015 12:21 amJá era previsível
Quem conhece a história já deveria ter previsto que o fim desse projeto de poder tresloucado do lulopetismo acabaria por entregar o país desta maneira.
A tentativa de destruição de toda a oposição política pela via do acolhimento, da entrega de um naco do poder sem se importar com ideologias, com passado, com história só podia dar nisso.
O modelo do “todos juntos se lambuzando no banquete do poder” não era sustentável. Estava na cara.
O projeto de 20, 30, 40 anos de poder, da construção de um PRI tupiniquim nunca foi viável. Foi uma loucura de um lider que se acha e sempre se achou o único manejado por um outro louco demente que desde a juventude sonhou com o poder supremo.
Agora é o que temos.
Esperemos que o PMDB segure a onda, mais uma vez, ou senão será o caos.
Free Walker
23 de setembro de 2015 1:11 amMuito bom teus comentários
Muito bom teus comentários Sotto…
JoaoMineirim
23 de setembro de 2015 12:18 pmQuem conhece a história sabe
Quem conhece a história sabe que o projeto do Brasil colônia, exportador de banana, sempre foi o único projeto viável na visão da nossa elite. Fique claro que estou falando da elite financeira, a elite permanente, não estou me referindo a quem ocupa temporáriamente o poder.
O modelo dos “20% mamando nas tetas do estado e 80% de excluídos” é o único sustentável. Esta na cara.
JoaoMineirim
23 de setembro de 2015 1:00 amSomente o discurso de um
Somente o discurso de um grande líder para reverter essa crise política e de caráter que estamos atravessando. Mas a Dilma que já enfrentou a morte lutando pela democracia quando era jovem, por rebeldia, e , hoje tem medo do barulho de panelas, por vaidade.
Ela tem condições de fazer esse discurso sim. Basta refletir sobre sua vida que ficará inflamada pela eloquência da alma. Ela tem uma história e experiência de vida que a deixa em condições de liderar o Brasil. Mas pra isso vai ter que voltar a ter o coração valente. Deveria fazer um discurso em rede nacional, ao vivo, sem gravação. Mas não só mais um discurso vazio que seria abafado pelo barulho das panelas. Deveria fazer um discurso para ser o seu último como Chefe de Estado usando sua prerrogativa para convocar cadeia de rádio e tv, enquanto ainda pode, ou então o primeiro discurso como líder nacional a partir deste dia.
Poderia começar um discurso em alto nível. No campo das ideias. Falar sobre seus ideiais na juventude e sua vida dedicada a lutar pelo Brasil.Do seu desejo de ver o progresso do país e por ai vai. Usar argumentos racionais e também os emocionais. Discurso leve, inspirado na Justiça.
Em seguida, narrar fatos de sua vida e do Brasil, dos feitos do governo PT, sem desmerecer os governos anteriores. Falar sobre os fatos que fará em seguida. Anunciar que não aceitará a política de juros altos e que a inflação de 7% com juros baixos e menos prejudicial ao país do que taxa selic de 14,5%. Anunciar envio de vários projetos de lei à Camara, todos em regime de urgência para o Congresso. Leis que reformem alguns privilégios da previdência, como acabar com a bolsa dondoca das maitês, das madames que acumulam pensões vitalícias, dos herdeiros de sinecuras e prebendas. Nova projeto de lei, em regime de urgência, substituindo o anterior e pedindo a repatriação dos patrimônios ocultos na Suiça. Falar sobre o fato, os valores envolvido e quanto pode ser recuperado. Se ainda não revogou, que revogue o Decreto FHC que permitiu a Petrobrás comprar sem licitações, explique porque. Anunciar projeto de lei com imposto sobre grandes fortunas. Anunciar projeto de lei com o fim da isenções sobre lucros e dividendos, citar valores, explicar quanto recuperará e porque isso deve ser feito.
Por fim,chute o pau da barraca, desça ao mais baixo nível da dialética, e comece a falar sobre pessoas. A discussão hoje está nesse nível, as pessoas só entendem o que for dito nesse nível. Menos racionalidade e mais visceralidade. O debate sobre ideias foi interditado pela mídia nos últimos anos e não conseguirá destravá-lo se não resgatá-lo no limbo da emoções mais baixas.
Nesse ponto em diante, não se defenda e nem peça desculpas. Ataque! Acuse! Diga quem são as pessoas que estão agravando a crise. Apontar o papel da mídia, citar nomes de pessoas, dos donos do cartel da mídia. Tem muita coisa sincera a ser dita sobre a mídia desregulada que não funciona com controle remoto. Depois cite o nome do candidato derrotado, chamá-lo de irresponsável e pueril. Cite todos quantos puderem ser nominadas, sem esquecer do gilmar Mendes, claro. Fale de seu comportamento, relembre fatos específicos desta pessoa, do seu discurso contra o financiamento da campanha privada e o discurso de ódio contra o PT. Não se tratará de desrepeito aos demais, se tratará da defesa do Poder que você representa. Fale do Eduardo Cunha, chame-o de bandido, diga quantos processos com provas documentadas contra ele estão no STF. Esclareça que esses processos não são baseados em indícios, em declaraçoes testemunhais ou delações, trata-se de processos com provas documentadas. Exija da população que se manifeste a favor ou contra nas ruas sobre qual opção ela deseja: manter o cunha no congresso ou a sua renúncia. Instigue os que hoje são jovens como você já foi um dia e peça que se manifestem, não se escondam na história para não perderem seus direitos de ser cidadãos livres e viver numa sociedade justa, livre e igualitária. Faça com poncio pilatos, se o povo tirar sangue de barata, deixe-os com Aécio e Cunha, renuncie.
Calvin
23 de setembro de 2015 11:18 amNinguém consegue ser pior
Nem Tiririca