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Xadrez do assassinato político e o papel do MPF

“O diabo é sábio por ser velho”

Peça 1 – as peças iniciais do jogo

É curioso a rapidez do tempo histórico nesses tempos de Internet e redes sociais. Há o lado da desestruturação das informações, pela quantidade e rapidez com que se sucedem os eventos. Mas há o lado da enorme rapidez dos diagnósticos em cima de eventos históricos ainda em andamento.

É o caso da nova estratégia da geopolítica norte-americana, montada a partir do advento da Internet e das redes sociais.

Ao longo dos últimos anos, foi possível acompanhar passo a passo esse jogo. No início, dada a aparente volatilidade dos fatos, íamos registrando o passo-a-passo, mas ainda mantendo dúvidas sobre as formas de organização: havia uma lógica, algum conhecimento sistematizado, ou apenas um ou dois eventos planejados e o resto se sucedendo de forma aleatória?

Afinal, a cooperação internacional – a troca de informações entre os órgãos de segurança de vários países -  é praticada há anos em várias instâncias, desde a cobrança de pensão alimentícia até extradição de criminosos. Era de conhecimento público a cooperação entre FBI e a Polícia Federal. E, desde a constituição da Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) a prática da integração dos diversos órgãos de fiscalização em forças tarefas.

A maneira como a Lava Jato investiu contra a Petrobras e as empreiteiras, como destruiu sistematicamente a cadeia do petróleo e gás e a indústria naval, parecia, no início, apenas esbirros de um país atrasado, de instituições frágeis, de uma mídia subdesenvolvida, que não conseguiram avaliar a relevância das empresas para a geração de impostos, emprego, tecnologia.

Jogava-se já no golpe do impeachment e todos os prejuízos ao país eram lançados na conta do golpe.

Com o tempo, percebeu-se que havia método no trabalho.

Peça 2 – os primeiros indícios do jogo antinacional             

A ida do Procurador Geral da República Rodrigo Janot aos Estados Unidos, no início de fevereiro de 2015, chefiando uma equipe de procuradores, levando informações contra a Petrobras, despertou o primeiro alerta: a cooperação internacional se dava de forma estranha, não seguindo as formalidades.

No dia 2 de fevereiro de 2015, nosso colunista André Araújo, do alto de sua experiência, antecipava os pontos centrais de questionamento (https://goo.gl/V2Wrhv):

1.     Como um agente do Estado brasileiro vai aos EUA levando informações contra uma empresa controlada pelo Estado brasileiro? Quem deveria ter ido era a AGU (Advocacia Geral da União).

2.     Nenhum país minimamente consciente de sua soberania permite que suas empresas e cidadãos sejam processados no exterior. No caso brasileiro, não apenas se permitia como se alimentava a Justiça norte-americana.

3.     Cooperação internacional só pode se dar através do Ministério da Justiça. A tropa de procuradores, comandada por Janot, não apenas atropelava o Ministério da Justiça como o próprio Ministério das Relações Exteriores, assumindo o controle completo da cooperação.

André estranhava, principalmente, a visita de Janot ao Departamento de Justiça: “A única coisa sobre Petrobras que existe no Departamento de Justiça é uma investigação criminal contra a empresa Petrobras, os procuradores vão lá reforçar a acusação? É a única coisa que podem fazer, defesa não é com eles, é com a AGU”.

No dia 9 de fevereiro, a Procuradoria respondeu às indagações formuladas (https://goo.gl/Vs6lqz). Foi a única vez que se dignou a dar informações para uma cobertura que não fosse chapa branca.

Na nota, duas informações significativas.

A primeira, a relação de instituições públicas que acompanharam o PGR: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e CGU (Controladoria Geral da União), apenas instituições públicas fiscalizadoras, e não a AGU (Advocacia Geral da União) a quem caberia defender a Petrobrás. Não foi um pecado solitário da PGR, mas a prova mais evidente da forma totalmente despreparada com que o governo Dilma Rousseff encarou a Lava Jato.

Não faltaram alertas para que ela entrasse em contato direto com Barack Obama, visando impedir ações contra a Petrobras – vítima da corrupção, e não autora.

A segunda, a informação de que o Ministério da Justiça não era a autoridade central exclusiva nos acordos de cooperação. Dizia a nota:

“A obtenção de provas por meio de auxílio direto ou rogatórias e a transmissão de documentos entre os Estados é feita pela autoridade central, papel que, no Brasil, é desempenhado pelo Ministério da Justiça OU pela PGR”.

De nada adiantaram os alertas de que seria suicídio o Ministério da Justiça deixar o controle total da cooperação nas mãos da PGR, que era peça da conspiração. O Ministro José Eduardo Cardozo jamais quis correr o menor risco em defesa da legalidade e do seu governo.

Em 2 de abril de 2015, dois meses após a visita de Janot aos EUA, saiu a denúncia contra o almirante Othon Luiz Pereira da Silva, figura chave no desenvolvimento nuclear brasileiro (https://goo.gl/AVPiw8).

A maneira como chegaram em Othon foi apertar o presidente da Camargo Correa Dalton Avancini, que já havia feito uma delação. Providenciaram uma segunda delação onde o induziram a denunciar a Eletronuclear, com base nas informações conseguidas junto às autoridades norte-americanas.

A partir da reformulação de sua delação, deflagrou-se a Operação Radioatividade, para investigar suspeitas na área nuclear.

Indagamos da PGR se trouxera da visita as informações contra a Eletronuclear. A resposta, dúbia, foi de que “nós não saímos do Brasil com essa intenção”, uma maneira de dizer que voltaram com a informação. O indiciamento do Almirante se deu em tempo recorde.

No dia 2 de agosto de 2015, quando já estavam mais nítidos os sinais da articulação entre a PGR e as autoridades norte-americanas, o GGN resolveu investigar a trajetória do PGR Janot nos Estados Unidos. E descobriu que ele se encontrou com Leslie Caldwell, procuradora-adjunta encarregada da Divisão Criminal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (http://migre.me/qZSvO) e, até um ano antes, advogada de um grande escritório de advocacia que atendia à indústria eletronuclear norte-americana.

A partir desse episódio, ficou nítido que havia uma estreita cooperação entre autoridades de ambos os países e o que parecia uma aparente ignorância do PGR e do Ministério Público em relação aos interesses nacionais em jogo, era uma articulação pensada e antinacional.

Peça 3 – o confronto com o que ocorreu em outros países

Gradativamente, começaram a aparecer detalhes de casos envolvendo líderes socialdemocratas em outros países do mundo, sempre tendo o Ministério Público e a Justiça como elementos centrais de desestabilização.

Em Portugal e Argentina ocorreu o mesmo processo (https://goo.gl/dJZHHZ). Em Portugal, uma campanha sistemática contra o ex-primeiro ministro socialista José Sócrates, um  ano de campanha, 9 meses de prisão preventiva. No final, nenhum elemento capaz de condená-lo, mas Sócrates estava politicamente destruído.

Na Argentina, o mesmo procedimento do MPF brasileiro. Pega-se uma decisão de política econômica, identificam-se ganhadores genéricos e amarra-se com algum financiamento de campanha para criminalizar Cristina Kirchner que foi indiciada e precisou depor perante um juiz (https://goo.gl/no1iaC).

No dia 20 de fevereiro de 2016, uma entrevista extremamente elucidativa de Jamil Chade   (https://goo.gl/Bk2qJq), correspondente do Estadão em Genebra. Autor de um livro sobre o escândalo da FIFA, com fontes no FBI, Chade contava que foram as manifestações de junho de 2013 que convenceram o FBI que o Brasil estaria preparado para enfrentar dois mega-escândalos. Um, foi a Lava Jato, com foco na Petrobras. O segundo, a FIFA, visando romper os acordos esportivos que asseguram às empresas nacionais blindagens de audiência contra a entrada de competidores estrangeiros.

Ora, FIFA é um escândalo brasileiro, que tem na Globo seu principal formulador. Os agentes do FBI diziam que o MPF brasileiro era o menos colaborativo no caso FIFA, ao contrário da Lava Jato, onde as informações fluíam torrencialmente.

Justamente nas manifestações de junho de 2013 houve o pacto entre a Globo e o MPF no combate à PEC 37, que restringiria a capacidade de investigação do MPF.

No dia 10 de março de 2016, GGN entrevistou o cientista político Moniz Bandeira, que explicou de forma detalhada a nova estratégia norte-americana, abdicando das parcerias militares em benefício dos pactos com o Judiciário e o Ministério Público. Sob o título “Da Primavera Árabe ao Brasil, como os EUA atuam na geopolítica” (https://goo.gl/u1ISQ8) Moniz disseca o novo modo operacional da geopolítica norte-americana.

No dia 20 de maio de 2016 participei de um debate na Fundação Escola de Sociologia e Política com o acadêmico alemão Thomas Meyer, autor do livro “Democracia midiática: como a mídia coloniza a política”.  Meyer é intelectual de peso, membro do Grupo Consultivo da União Europeia para a área de Ciências Sociais e Humanas e vice-presidente do Comitê de Princípios Fundamentais do Partido Socialdemocrata da Alemanha

No debate, contou em detalhes como se deu a campanha que levou à renúncia do presidente socialdemocrata Christian Wullf. Durante quatro anos, houve uma campanha de mídia na Alemanha que utilizava informações inventadas, absurdas, segundo ele. Todos os veículos montaram um fluxo único de informações, massacrando o presidente até renunciar.

Peça 4 – a explicitação da metodologia do “lawfare”

Nos embates contra a Lava Jato, os advogados de Lula decidiram levar a perseguição ao Acnudh (Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos). No levantamento das práticas de abusos, houve uma discussão com especialistas na Universidade de Harvard, que detalharam a tática conhecida como “lawfare”, ou guerra jurídica (https://goo.gl/28knxn).

Ali se percebeu que o fenômeno, global, já havia sido detectado pela academia dos países centrais, que conseguiram sistematizar seu modo de operação.

Consiste em uma parceria entre Ministério Público e mídia visando gerar uma enorme quantidade de notícias e denúncias, mesmo sem maiores fundamentos. O objetivo é sufocar a defesa, destruir a imagem do réu perante à opinião pública, atingindo seus objetivos de anulá-lo para a política – seja pela destruição da imagem ou pelo comprometimento de grande parte do tempo com a defesa.

Trata-se, portanto, de um recurso utilizado em várias partes com propósitos eminentemente políticos. A mesma coisa que ocorreu em Portugal, Alemanha, na Espanha, com o primeiro-ministro Felipe Gonzáles.

E, aí, se junta a última peça para a explicitação da metodologia de atuação: quem comanda o circo

No começo de tudo estão os interesses geopolíticos norte-americanos, fundados em alguns objetivos:

1.     Impedir o desenvolvimento autônomo de potências regionais e de modelos de socialdemocracia. Não é coincidência, a crise atual da Coréia do Sul, os ataques aos líderes socialdemocratas em vários países.

2.     Atuar firmemente contra os BRICs. Brasil já é fato consumado. Tenta-se, agora, a Índia.

3.     Consolidar o livre fluxo de capitais já que, hoje em dia, a hegemonia norte-americana se dá fundamentalmente no campo financeiro.

O governo dispõe basicamente de três estruturas.

Em azul escuro, no topo, o Departamento de Estado (na época dirigido por Hillary Clinton, estreitamente ligada ao establishment norte-americano), em cooperação com o Departamento de Justiça. Como braços operacionais, o FBI – e suas parcerias com as polícias federais – e a NSA – a organização que se especializou em espionagem eletrônica, responsável pelos grampos nos telefones de Dilma Rousseff e Ângela Merkel.

O Departamento de Estado dispõe de três ambientes de disseminação da estratégia: as redes sociais, a cooperação internacional e o mercado.

Há anos, o Departamento de Estado atua nas redes sociais de vários países. Recentemente, a Wikileaks revelou a atuação do homem de Hillary nas redes sociais atuando junto a comunicadores brasileiros.

A cooperação internacional é uma estrutura antiga, de troca de informações entre Ministérios Públicos e Policias Federais de vários países. Após o atentado às Torres Gêmeas, tornou-se peça central de colaboração contra o crime organizado. Nela, o FBI desempenha papel central, por ser o órgão mais bem aparelhado para o rastreamento de dinheiro em paraísos fiscais – onde se misturam dinheiro do narcotráfico, caixa dois, dinheiro de corrupção política. Com o controle das informações, disponibiliza aquelas que são de interesse direto da geopolítica norte-americana.

Finalmente, o mercado, com sua extensa rede de entrelaçamento com instituições financeiras, empresas e mídia nacionais, é o terceiro canal de influência.

Nos círculos vermelhos, os três fenômenos que chacoalham as democracias modernas.

O primeiro, a informação caótica, fato que aumenta com as redes sociais e, especialmente, com os grupos de mídia praticando a chamada pós-verdade – a invenção de notícias com propósitos políticos.

O desalento com a economia – após a crise de 2008 – gerou dois novos sentimentos de massa: o desânimo com a democracia e a busca de saídas autoritárias; e a exploração do mito do inimigo externo, que pode ser um membro do Islã, um imigrante indefeso ou um perigoso agente da socialdemocracia.

A falência do estado de bem-estar social, a falta de alternativas, promoveu um quarto sentimento, que é o do desmonte do Estado através do enfraquecimento da política em favor do mercado.

Em verde, finalmente, os agentes nacionais desse golpe: a Lava Jato e a PGR, firmemente empenhados na destruição da estrutura atual de grandes empresas brasileiras; a mídia e o mercado.

Com essas ferramentas à mão, monta-se o “lawfare”, visando exclusivamente os adversários do sistema. E, no bojo das operações, o conjunto de ideias econômicas que, no caso brasileiro, foi batizado de “Ponte para o Futuro”: desmonte do Estado social, livre fluxo de capitais, privatização selvagem.

No futuro, assim que se sair do estado de exceção atual, não haverá como não denunciar o Procurador Geral Janot, o juiz Moro e os procuradores da Lava Jato por crime contra o país. E, aí, haverá ampla documentação devidamente registrada e que possivelmente será requisitada pelo primeiro governo democrático brasileiro, pós-golpe, junto à cooperação internacional.

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138 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

imagem de Ciro Medeiros
Ciro Medeiros

Ótimo acréscimo

Mais um, pra (talvez) fechar o quadro: a competção pelo mercado Africano ao longo do boom populacional pelo qual a África vai passar nesse século.

O que a África precisa:

- tecnologia de agronomia (um milagre no cerrado africano para torna-lo produtivo e suportar o crescimento populacional)

- Agroindústria (processar os alimentos produzidos)

- Construção Civil (construir novas habitações, prédios empresariais e sistemas de saneamento para a população cresecente)

- Energia (alguma mega-empresa capaz de produzir tecnologia de ponta, e disposta a fazer a transição do petróleo para fontes renováveis)

 

O que África impõe:

- capacidade de lidar com a infraestrutura de baixíssima qualidade

- capacidade de lidar com a mão de obra de baixíssima qualidade

- capacidade de lidar com sistemas políticos corruptos 

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Hydra

Os bárbaros estão chegando...

Vamos juntar mais alguns elementos a teoria do Nassif:

01- Redução dos juros em 2010/2011 a taxas nominais de 2%;

02- Aviso do plano decenal de investimentos da Petrobras, na ordem de U$ 120 bi, com ampla aceitação do mercado para capitar recursos e ratificação do modelo de exploração contrário aos interesses das 4 irmãs;

03- Reunião dos BRICS para estudar uma cesta de moeda para transição do abandono do dólar como padrão internacional;

04- Criação do Fundo Mútuo dos BRICS, com aporte simbólico de U$ 200 bi;

05- Acordo nuclear no Irã (mesmo sabotado pelos EUA), executado pela diplomacia do Brasil;

06- A reação do Brasil e do mundo no caso NSA-Snowden  e espionagem de Dilma e outros (lembrem que Dilma recusou-se a ir a visita marcada aos EUA, uma afronta inimaginável);

07- Construção do submarino nuclear, compra de aviões na Suécia com transferência de tecnologia, fabricação pela Embraer do avião de carga considerado substituto do Hércules C-130, etc;

08- Crescimento da indústria naval e de empresas como Odebrecht, que começavam a disputar espaço com o complexo militar bélico dos EUA;

09- O caso dos fundos abutres e a administração Kirchner;

Todos esses fatos, e mais alguns, como a posição do Brasil em relação ao Oriente Médio e a histeria do War on Terrorism, constituem um mosaico de causas para uma ação mais hostil dos EUA, porque, de fato, poderiam concretizar aquilo que eles têm horror (justificado) de considerar: um mundo multipolar e com eixo de poder diverso das bases binárias, EUA-Europa.

Por motivos fáceis de entender, e que talvez só a História nos conte, é possível que haja segredos militares e/ou outros de natureza estratégica do Brasil descobertos pelos EUA (e não divulgados) que possam também concorrer como causa desse recente ataque golpista.

Não é preciso ser especialista para entender que a revitalização da indústria naval (e nosso petróleo está quase todo no mar), aliada ao crescimento de empresas capazes de operar inovações tecnológicas, como a Embraer e a própria Odebrecht (que já operava no campo militar) é sinal de alerta no tabuleiro geopolítico, porque tais indústrias migram rapidamente para um esforço bélico, caso necessário ou se estiver previamente planejado. 

É claro que não ousaríamos dizer que as movimentações do Brasil poderiam "ameaçar" de imediato o poder imperial estadunidense, mas é a mensagem, a simbologia dos atos que atinge a noção de hegemonia tão cara aos povos acima do Rio Bravo.

Em outras palavras, era preciso parar a ousadia e dizer quem é que (ainda) manda.

E tais premissas não estão desgrudadas das demandas econômicas, óbvio, uma vez que o novo ciclo de expansão exige um mundo colocado de quatro, a espera do estupro de bilhões de dólares retidos e repatriados aos EUA durante a crise (2008).

Há muito "tesão" rentista esperando apenas o "bic stick" do Departamento de Estado endurecer.

O apetite rentista requer economias prontas para remunerar a moeda dos EUA, e para tanto, era preciso frear qualquer "distração" redistributivista dos cucarachos, enxugando Estados e suas (frágeis e incipientes) redes de proteção social para saldar as dívidas públicas alimentadas pelas taxas de juros extorsivas.

É mais ou menos por aí.

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Parabéns pelo post Nassif.

No Brasil os efeitos deletérios de uma imprensa comprometida com interesses contrários aos do país, minimizou, desde do caso Snowden, a interferência conspiratória de outras nações. Isto não é de hoje, pois sabemos que o golpe de  64 bebeu desta mesma interferência. Jamais esqueçam que tinhamos um senado , que documentalmente esta provado, foi comprado com o fito de destituir João Goulart.  Como antes os mesmo tentaram contra Getúlio e contra Juscelino. Curiosamente sempre existem os que vão criticar as teorias da conspiração.  Mas devemos ter clareza que a força do golpe esta na presença de uma imensa e poderosa quinta coluna. E não devemos esquecer que esta quinta coluna vem tentando o mesmo golpe desde o mensalão. Isto é desde que Lula se tornou presidente. E se  a conjuntura os ajudou  não esqueçam que quem deu o golpe não foi eleito,não ganhou no voto, não representam o povo brasileiro.

Quem quiser saber um pouco mais sobre porque o Almirante Othon tem sido alvo prioritário neste golpe vejam um velho post aqui do GGN

http://jornalggn.com.br/blog/frederico-firmo/as-inspecoes-nucleares-no-b...

E apenas para relembrar um ooutro velho post datado de janeiro deste ano sobre Janot

http://jornalggn.com.br/blog/frederico-firmo/globalizacao-cooperacao-int...

 

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J. Sculder

Criminosos.

Esplêndida dissecagem. Fazendo uma retrospectiva, vamos compreendendo como tudo se encaixa. Essa raça toda, Procurador Geral Janot, o juiz Moro e os procuradores da Lava Jato, tem que ir para a cadeia. Traidores do país.

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Será?

"No futuro, assim que se sair do estado de exceção atual, não haverá como não denunciar o Procurador Geral Janot, o juiz Moro e os procuradores da Lava Jato por crime contra o país. E, aí, haverá ampla documentação devidamente registrada e que possivelmente será requisitada pelo primeiro governo democrático brasileiro, pós-golpe, junto à cooperação internacional."

 

Há alguma esperança que isso ocorra...?

  

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Kanfried

Christian Wullf

O presidente alemâo Christian Wulff não era socialdemocrata! É membro do partido conservador da Sra. Merkel.

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sabra

Porque os trolls tem aparecido tanto?

É curioso como a atividade troll  aumentou  nos últimos dias aqui no blog. A quantidade de gente pedindo autocrítica, ou dizendo que tudo foi culpa da Dilma e do PT, aumentou sensivelmente. Mudanças ou as velhas apelações , para aventar que tudo não passa de  teorias da conspiração, também estão aparecendo num número impressionante. Quanto mais dados se apresenta e quanto mais evidências vão se colhendo, aqueles que sempre falaram ou condenaram por convicção  e que sempre acreditaram na teoria da conspiração do Power point de Dallagnol, agora estão contra a teoria da conspiração.

Isto merece uma análise mais acurada., mas também me parece que este ressurgimento dos trolls pode significar que do outro lado as coisas estão feias e os exercitos de troll vão entrar em atividade novamente. Se alguém tiver meios seriam interessante investigar esta atividade... ( Cuidado pois podem chamar isto de teoria da conspiração)

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bonobo de oliveira, severino

TROLL - O retorno.

Tem toda a razão. Em vários espaços há fortes evidências de que um novo surto de ataques dos DRONES da trolagem foi acionados em apoio à tática de saturação de ataques em cusro no Brasil, comandada pelas tropas da coalizão Judiciário / Globo-Mossack&Fonseca. Aparentemente o alvo mais atacado e contaminado é o Tijolaço do Fernando Brito que, à semelhança do republicanismo do José Cardozo, permite a presença de um bando de mercenários infernizando a vida de quem aprecia os textos daquele espaço. São caras que estão claramente mobilizados para zoar e repetem sempre a mesma coisa diante de seja lá o que for que venha a ser publicado.

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Parabéns Turco,diante da

Parabéns Turco,diante da demência tiro minha boina pra você e fernando Brito.

Eita Turco valente!

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Hydra

Coisinhas que esqueci para somar a receita "do bolo"...

Houve outros episódios, também no âmbito internacional e na América Latina:

01- A tentativa de golpe contra Chavez (talvez o último do tipo) e a posterior radicalização na Venezuela, que culmina com a sabotagem perrmanente daquele país, já que a tática de estimular um suposto confronto de egos entre ele e Lula não deu o menor resultado, onde cada um parecia ter a exata noção de seu papel na renovação das relações entre países irmãos na América Latina, assim como naufragou a tentativa de "invasão" da Bolívia pelo caso do gás extraído pela Petrobrás e a revisão do preço;

02- O ataque a Rússia por suas intervenções no jogo Ucrânica e sul dos Balcãs, com a questão do gasoduto da Ossétia e os separatistas da Chechênia...coloque-se aqui nesse ponto a dependência europeia do gás russo e da tentativa da Europa e dos EUA em dar a volta nesse estrangulamento através do controle do litoral do Yemen e vizinhos, prinicpal razão para a presença ocidental naquele local;

03- A construção da imagem internacional de que o governo Putin é um antro de mafiosos (o que é verdade, mas não difere muito das máfias ocidentais e dos EUA, com Dick Cheney & Cia, Halliburtton e etc), que teve seu ápice na pré-Olimpíada, que atingiu inclusive a marca da superioridade esportiva russa com a questão da conspiração do dopping, que seletivamente só atinge em escala institucional a Rússia, enquanto reserva uma punição individual a atletas de outros países amigos;

04- O asilo a Snowden pela Rússia;

05- O asilo a Assange pelo Equador;

06- A prisão da militante brasileira dos fascistas-verdes do Greenpeace pela Rússia;

07- A lei de meios na Argentina, e a leve e fraquíssima tentativa de colocar esse assunto na pauta aqui no Brasil;

08- O inquérito Levenson (Inglaterra) que atingiu o Império Murdoch e reforçou a pauta do controle social da mídia;

09- O controle de parte da dívida estadunidense pelos chineses;

10- A rejeição de uma considerável parcela do mundo em dar carta branca aos governos ocidentais após cada evento traumático e violento que atingiu países ocidentais (Charles Hebdo, ataques a Paris, etc), resistindo a cair na mesma esparrela do pós-11 de setembro...

 

E são muitos outros eventos que devem ser olhados dentro de um contexto amplo, sem que necessariamente consigamos estabelecer uma relação direta de causa e efeito, parecendo às vezes que são fatos aleatórios.

Mas a questão central (pelo menos não por enquanto) não é saber, por exemplo, se o ataque a revista francesa parece muito mais com um não-evento, ou um teatro do absurdo praticado pelas forças francesas ou de algum aliado, ou se foi mesmo um ataque genoíno, mas sim entender o que acontece depois de cada evento, e como eles são apropriados e disseminados dentro de uma lógica discursiva que já estava pronta e esperando qualquer coisa acontecer.

São gatilhos, ou melhor, cordeis detonadores que interligam as chamadas bombas semióticas que assolarão a audiência.

Não é coincidência, portanto, que Rupert Murdoch tenha quase saído de cena, logo após ter sido quase preso na terra da Rainha.

Porém, tornou-se muito mais eficiente e discreto, e pavimentou o caminho de trump...

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Como incendiar partes específicas do mundo?

Um amigo físico, me disse certa vez: imagine que instalem um laser infra-vermelho (um Nd:YAG ou de CO2) de alta potência na estação espacial! Pode fazer aparecer fogo em favelas, ou um avião ou uma plataforma de petróleo parecer ser atingido por um raio (qual raio?).

Também pode fazer parecer uma determinada estação espacial explodir, é só instalar o sensor de posição na referida, em tempos que os chips enviam informações de posicionamento, dispensa-se o sensor, o resto é cálculo e diferencial, derivadas e métodos numéricos. Infra-vermelho sofre mais desvios na atmosfera (1/comprimento de onda).

A ciência e a consciência devem andar junto coma transparência e a ética. Qual ética? Aquela que a maioria escolher, com esclarecimento máximo e vigilante.

 

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Índio Cayapó

Parabéns pelo post Nassif.

No Brasil os efeitos deletérios de uma imprensa comprometida com interesses contrários aos do país, minimizou, desde do caso Snowden, a interferência conspiratória de outras nações. Isto não é de hoje, pois sabemos que o golpe de  64 bebeu desta mesma interferência. Jamais esqueçam que tinhamos um senado , que documentalmente esta provado, foi comprado com o fito de destituir João Goulart.  Como antes os mesmo tentaram contra Getúlio e contra Juscelino. Curiosamente sempre existem os que vão criticar as teorias da conspiração.  Mas devemos ter clareza que a força do golpe esta na presença de uma imensa e poderosa quinta coluna. E não devemos esquecer que esta quinta coluna vem tentando o mesmo golpe desde o mensalão. Isto é desde que Lula se tornou presidente. E se  a conjuntura os ajudou  não esqueçam que quem deu o golpe não foi eleito,não ganhou no voto, não representam o povo brasileiro.

Quem quiser saber um pouco mais sobre porque o Almirante Othon tem sido alvo prioritário neste golpe vejam um velho post aqui do GGN

http://jornalggn.com.br/blog/frederico-firmo/as-inspecoes-nucleares-no-b...

E apenas para relembrar um ooutro velho post datado de janeiro deste ano sobre Janot

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Jerzy Filizola Papandreu

Cegueira

O Melhor Cego é aquele que não quer ver.

Esse é Legítimo.

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Que tal essa?

“Por que foi que cegámos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem”

 

José Saramago

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Nilma Andrade

Xadrez do assassinato político e o papel do MPF

Por favor, ampliem o quadro: A estrutura da conspiração e os homens do Brasil.  A análise é perfeita e assustadora,

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Hydra

Os bárbaros estão chegando...

Vamos juntar mais alguns elementos a teoria do Nassif:

01- Redução dos juros em 2010/2011 a taxas nominais de 2%;

02- Aviso do plano decenal de investimentos da Petrobras, na ordem de U$ 120 bi, com ampla aceitação do mercado para capitar recursos e ratificação do modelo de exploração contrário aos interesses das 4 irmãs;

03- Reunião dos BRICS para estudar uma cesta de moeda para transição do abandono do dólar como padrão internacional;

04- Criação do Fundo Mútuo dos BRICS, com aporte simbólico de U$ 200 bi;

05- Acordo nuclear no Irã (mesmo sabotado pelos EUA), executado pela diplomacia do Brasil;

06- A reação do Brasil e do mundo no caso NSA-Snowden  e espionagem de Dilma e outros (lembrem que Dilma recusou-se a ir a visita marcada aos EUA, uma afronta inimaginável);

07- Construção do submarino nuclear, compra de aviões na Suécia com transferência de tecnologia, fabricação pela Embraer do avião de carga considerado substituto do Hércules C-130, etc;

08- Crescimento da indústria naval e de empresas como Odebrecht, que começavam a disputar espaço com o complexo militar bélico dos EUA;

09- O caso dos fundos abutres e a administração Kirchner;

Todos esses fatos, e mais alguns, como a posição do Brasil em relação ao Oriente Médio e a histeria do War on Terrorism, constituem um mosaico de causas para uma ação mais hostil dos EUA, porque, de fato, poderiam concretizar aquilo que eles têm horror (justificado) de considerar: um mundo multipolar e com eixo de poder diverso das bases binárias, EUA-Europa.

Por motivos fáceis de entender, e que talvez só a História nos conte, é possível que haja segredos militares e/ou outros de natureza estratégica do Brasil descobertos pelos EUA (e não divulgados) que possam também concorrer como causa desse recente ataque golpista.

Não é preciso ser especialista para entender que a revitalização da indústria naval (e nosso petróleo está quase todo no mar), aliada ao crescimento de empresas capazes de operar inovações tecnológicas, como a Embraer e a própria Odebrecht (que já operava no campo militar) é sinal de alerta no tabuleiro geopolítico, porque tais indústrias migram rapidamente para um esforço bélico, caso necessário ou se estiver previamente planejado. 

É claro que não ousaríamos dizer que as movimentações do Brasil poderiam "ameaçar" de imediato o poder imperial estadunidense, mas é a mensagem, a simbologia dos atos que atinge a noção de hegemonia tão cara aos povos acima do Rio Bravo.

Em outras palavras, era preciso parar a ousadia e dizer quem é que (ainda) manda.

E tais premissas não estão desgrudadas das demandas econômicas, óbvio, uma vez que o novo ciclo de expansão exige um mundo colocado de quatro, a espera do estupro de bilhões de dólares retidos e repatriados aos EUA durante a crise (2008).

Há muito "tesão" rentista esperando apenas o "bic stick" do Departamento de Estado endurecer.

O apetite rentista requer economias prontas para remunerar a moeda dos EUA, e para tanto, era preciso frear qualquer "distração" redistributivista dos cucarachos, enxugando Estados e suas (frágeis e incipientes) redes de proteção social para saldar as dívidas públicas alimentadas pelas taxas de juros extorsivas.

É mais ou menos por aí.

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WELINTON NAVEIRA E SILVA

Caro Hydra

 

Excelente análise. Resumida e fundamentada.

É por aí mesmo!

Tragicamente, com os traidores da Pátria que temos, em todas as instutuições, tudo é possível.

 

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Ciro Medeiros

Ótimo acréscimo

Mais um, pra (talvez) fechar o quadro: a competção pelo mercado Africano ao longo do boom populacional pelo qual a África vai passar nesse século.

O que a África precisa:

- tecnologia de agronomia (um milagre no cerrado africano para torna-lo produtivo e suportar o crescimento populacional)

- Agroindústria (processar os alimentos produzidos)

- Construção Civil (construir novas habitações, prédios empresariais e sistemas de saneamento para a população cresecente)

- Energia (alguma mega-empresa capaz de produzir tecnologia de ponta, e disposta a fazer a transição do petróleo para fontes renováveis)

 

O que África impõe:

- capacidade de lidar com a infraestrutura de baixíssima qualidade

- capacidade de lidar com a mão de obra de baixíssima qualidade

- capacidade de lidar com sistemas políticos corruptos 

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Romanelli

sem a cooperação dos

sem a cooperação dos MILITARES o país é presa fácil  ..resta saber se eles estão conosco  ..ou com eles ?! com os americanos

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Rui Ribeiro

As FFAA não defendem a soberania nacional

De acordo com George Orwell, 'a guerra é travada, pelos grupos dominantes, contra seus próprios súditos, e o seu objetivo não é conquistar territórios nem impedir que outros o façam, porém manter intacta a estrutura da sociedade'.

E mesmo que as Forças Armadas tivessem a intenção de defender o território brasileiro, e não entregá-lo aos Norte-Americanos, eles não teriam qualquer força de reagir ao poder de guerra estrangeiro, pois militar só serve pra sugar dinheiro público e promover golpezinhos de merda, por falta do que fazer. Vida na caserna deve ser mesmo uma coisa enriquecedora: lustrar botina, fazer ordem unida, hastear bandeira, fazer exercício, limpar alojamento, desmontar e montar armas, correr, pular, sentinela, meia volta volver, aula de educação física, aula de "planejamento tático" para uma guerra nuclear e outras piadas; puxar o saco do sargento; aulas sobre intimidação dos paisanos; como dirigir um brucutu e simulação de guerras que jamais existirão (já imaginaram as forças armadas tupiniquins enfrentando uma invasão de mísseis americanos ou tropas chinesas? Ia ser uma rendição incondicional antes de iniciada a guerra).

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Francisco Nabucofrancisco nabuco

xadrez

em entrevista dada ao caro Nassif em seu excelente Na Sala de Visitas (https://www.youtube.com/watch?v=u169KMv7p-I), Jessé Souza colocou a importância histórica das Forças Armadas sobretudo no pós 64 do II PND. tenentes viraram generais e fizeram uma obra fenomenal na construção da modernidade no Brasil. eram positivistas nacionalistas. sou professor de história econômica do dpto de economia da UFRN e não aceito o discurso falseador sobre 64, engolido pela esquerda de maneira absolutamente acrítica e que, por coincidência, a Globo é seu maior patrocinador. as Forças Armadas foram vilipendiadas durante décadas. a troco de que? esses homens exerceram o poder com o pensamento na construção de uma potencia produtiva, rica e independente.Jessé Souza vai além ao afirmar que as Diretas Já, na forma com que ocorreu,  fez parte do início da desconstrução do pensamento nacionalista das Forças Armadas. acredito que dada a completa falência do judiciário e do parlamento diante de um executivo posto a serviço de interesses internacionais, impera que as  Forças Armadas exerça o papel  de guardião da constituição e do povo do Brasil..

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Com a mão que garante o alimento

Assim como todos os poderes meritocráticos, mal acostumados com benesses e privilégios, acham o Tio Sam mais confiável para garantir a bolada de final de mês. A esquerda não poderia garantir isso, não é?

Assim como cachorro, eles proprios escolhem o seu amo.

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Serjão

O povo brasileiro não pode ser tão passivo. Deus...

A terceirização da fabricação da Moeda Brasileira:

https://www.youtube.com/watch?v=YA259BxE1f8

https://www.youtube.com/watch?v=YA259BxE1f8

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Virgulino Ferreira da Silva

Últimos acontecimentos

Breve comentário político sobre a quadrilha golpista brasileira. Como afirmou Ciro Gomes, o país está sob o governo de uma quadrilha.

Transformaram o país inteiro num puteiro, pois assim eles ganham mais dinheiro.

Dica sobre arte e cultura, para entender a influência do merengue na música paraense.

http://paulofontelesfilho.blogspot.com.br/2016/12/les-aiglons-cuisse-la-...



http://www.revistaforum.com.br/

http://www.cartamaior.com.br/

http://jornalggn.com.br/luisnassif

http://www.brasil247.com/

http://www.redebrasilatual.com.br/

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Maria Rita

Apesar de Trump ter declarado

Apesar de Trump ter declarado que acabou a era de desestabilizar nações em nome dos interesses americanos, que tal a escolha do seu futuro secretário de Estado, o CEO da EXX Mobil? Será que a Petrobras vira Petrobraxx?

P.s,: Porque o Moro viaja tanto para palestras, eventos e premiações? Ele tem tão pouco a dizer... Fala mal portugues, não fala inglês fluente. E ainda tem pouca expressividade.  Parece um agente 86 despistando em suas 'missões' no exterior, igualzinho ao JB quando ia a estranhas palestras fechadas em universidades americanas.

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Priorizar os aliados

Enviar hornalistas para treinar, conceder uma radio aos Band em Orlando, abrir caminhos para cientistas chilenos e brasileiros para Harvard, North Caroloina, Cornell, são prioridades que se dão aos aliados e futuros reitores da USP. É o jogo da estratégia. Temos que produzir algo melhor, mais claro e justo que isso. Este é nosso ddesafio. A termodinâmica e a psicologia a serviço da maioria da humanidade e com igualdade de acesso à propriedade e liberdade de ação. Isso não combina com os modelos atuais.

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Índio Cayapó

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FERNANDO DA COSTA

Chemtrails vs Efeito estufa

Chemtrails vs Efeito estufa causados por empresas do planeta que poderiam ser concorrentes de multinacionais que querem dominar o mercado global.

http://www.theeventchronicle.com/study/switzerland-bombed-chemtrails-ama...

Como podem ver... Esta conspiração da poluição global é fabricada por aqueles que querem frerar o desenvolvimento industrial global e tomar conta dos mercados locais pelo mundo.

Isso se contar que agora estão utilizando de gigantes navios para jogar estes poluentes na atmosfera. Antes era só por aviões. Agora estão utilizando de navios no oceano, que despejam os mesmo poluentes diariamente. Os denominados Aquatrails.

 

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FERNANDO DA COSTA

Como dizia o Eneias... Era

Como dizia o Eneias... Era bobagem chamar o real de moeda brasileira... Ja que nada mais é que um dólar travestido... A criação do Brics... Mercosul... Tudo visava a indpendência das moedas locais do dólar... Mas os americanos não deixarão isso barato... Com apoio corrupto nestes países, eles conseguem manipular a política e a mente da população local com jogos midiáticos... Facilitando a destruição das politicas desenvolvimentistas... Elegendo herós que supostamente estariam lutando contra a corrupção e o pelo desenvolvimento do país. O que prova-se justamente o contrário, estão lutando pela corrupção e a destruição do desenvolvimento economico e social do país. Com o apoio midiático a estas ações, a eleição e premiação de supostos heróis... Fica difícil para o cidadão comum identificar a barbárie que será submetido... Mesmo ela ja dando caras com um projeto chamado Ponte para o Futuro, que corta todos os investimentos no povo e destroi o futuro do país para beneficiar o mercado de capitais, a moeda norte-americana e as multinacionais americanas e europeias pelo mundo. Ou seja, é uma política de um monte de velho caquético com ambição de controlar o mundo financiando politicos corruptos nos países em desenvolvimentos que queira ter um lugar de honra na destruição do bem estar social da nossa humanidade. Eu tenho serias desconfianças que as políticas ambientais forum maquinadas para dificultar o desenvolvimento industrial de outras nações e beneficiar as multinacionais já estabelecidas que tomariam os mercados locais pelo mundo. Pois, se verificarmos os chemtrails que não param de enviar rejeitos pelo ar... E agora pelo mar... Para quem não sabem, agora estes rejeitos despejados na atmosfera por aviões.. Estão sendo despejados por grandes navios no oceano... As nuvens deixaram de serem nunvens normais para se tornarem grandes massas de poluição. E hoje em dia não precisa ser um observador atento para observar isso. Há um grande maquineismo por trás destes problemas socias que enfrentamos hoje.

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CEduardo

Nassif, Dalton Avancini  e da

Nassif,

Dalton Avancini  e da Camargo Correa

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Inpantes avançados

Avancini era uma repórter da Veja. Implantes de políticos de direita no PSB e até no PT são apenas a ponta de iceberg nas instituições. Agentes infiltrados são úteis. Tem agentes de esquerda infiltrados na igreja, também revelam como as instituições funcionam por dentro e suas ideologias de negócios através dos milênios...

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Índio Cayapó

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Ciro Medeiros

Derretimento de Temer e

Derretimento de Temer e tucanos pode suspender eleição de 2018

 

...

"O mundo está boquiaberto com o que está acontecendo no Brasil, país que, com anuência de grande parcela do seu povo, tirou um governo voltado para a dramática questão social do país para colocar, no lugar, fanáticos de ultradireita que se mostram dispostos a promover um genocídio social.

Em resumo, o que ocorreu no Brasil é que tiraram a parte boa do governo Dilma (ou seja, ela própria e o PT) e deixaram a parte ruim, que logo se aliou ao PSDB, outra excrescência ultraconservadora conhecida pela insensibilidade social.

É por essas e por outras que a comunidade internacional já vê o processo político no Brasil como uma ameaça. Um sólido indício desse fenômeno foi justamente um órgão de imprensa internacional famoso pelo seu conservadorismo decidir premiar duas mulheres derrotadas pela ultradireita em seus respectivos países.

A escolha de Dilma Rousseff e Hillary Clinton como “mulheres do ano” pelo jornal britânico Financial Times sinaliza preocupação da comunidade internacional com os governos que estão ascendendo em dois dos maiores países do mundo, Brasil e Estados Unidos."

...

"Prevendo o que vem por aí, Globos, Folhas, Vejas e Estadões já se preparam para descartar Temer, o PMDB e até o PSDB, como forma de “salvar a cara” diante da comunidade internacional, para a qual já não há mais dúvida de que o Brasil sofreu um golpe de Estado."

...

"poucos analistas bem informados acreditam (1) que Temer chegue a 2018 e (2) que haja eleição presidencial em 2018.

Nos últimos dias, este blogueiro conversou com grande parte dos blogueiros e jornalistas de esquerda mais influentes e uma infinidade de outros analistas políticos. Praticamente ninguém acredita que, com a desmoralização da direita que vem por aí, esta vai se arriscar a disputar a eleição daqui a quase dois anos.

As reformas da Previdência e trabalhista e o teto de gastos do governo farão cair a ficha dos brasileiros. Até na classe média alta haverá uma grande parcela de frustrados pelo golpe. Sim, os paneleiros não vão gostar do que vem por aí.

2018, portanto, encerra duas possibilidades preocupantes para a direita golpista-midiática.

A principal preocupação da direita é a eleição de um político de esquerda, porque um governo de esquerda, após tudo que ocorreu no Brasil, não iria ser “paz e amor” como os governos Lula e Dilma. Iria para as cabeças já desde o início, para cima dos golpistas.

Uma preocupação menor, mas ainda assim uma preocupação, seria a eleição de um psicopata como Jair Bolsonaro, que poderia jogar um Brasil em uma rota imprevisível e até em uma nova ditadura militar.

Aliás, o teto de gastos do governo e as reformas trabalhista e da Previdência também podem fazer os militares saírem da toca. É grande a possibilidade de essas medidas, aliadas à queda livre da economia – que não vai parar enquanto prosseguir a crise política –, acarretarem uma convulsão social de proporções inéditas e assustadoras."   texto do blog da cidadania 

http://www.blogdacidadania.com.br/2016/12/derretimento-de-temer-e-tucanos-pode-suspender-eleicao-de-2018/

as convulsões sociais devem começar entre março e junho de 2018 - seria o timing ideal para impedir as eleições - haverá também fuga de capitais; bolsa conhecendo novos andares subterrâneos abaixo do alçapão e isto vai enlouquecer parte da classe média que apoiou o golpe - como se eles já não fossem insanos e reckless o suficiente. Ou a esquerda começa a criar mecanismos de articulação do povo da periferia pra que eles assumam o protagonismo, transformando as convulsões sociais em revolução, ou eles vão virar blood sacrifice pra essa classe média e essa psy op maldita vai reduzir o país a escombros como tem feito nos países árabes que passaram por "primaveras".

 

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Meire

Porque foi removido o post

Porque foi removido o post abaixo?

O clima tenso da palestra de Moro em Heidelberg, por Adriana Maximino

    

 

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Acho importante que as razões

Acho importante que as razões que ensejaram a retirada do post sejam explicitadas aos que aqui frequentam e postam comentários.

Caso tenha havido pressões – legítimas ou não – que de alguma forma alertam para prejuízos aos objetivos do GGN, todos precisam saber. Até mesmo para que reflitamos sobre eventuais excessos em nossos argumentos e posicionamentos.

Portanto, os esclarecimentos devem servir para o aprimoramento desse espaço que, afinal, é do interesse de todos.

 

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Segue parte do discurso, em "ingrés"

Good night,. I am the man of the lavajato and Aecim's friend. I'm the Quick Ass of the judiciary. I left my superhero uniform in Brazil, but I brought my grey shirt, inspired by German. The purpose of the lavajato is to attach that 9-toed mollusk. Did the dishwashing operation find many criminals on the câmara, or cámera? I do not know how to say.

Jorge Benjor give to me a music: “Moro, de um país tropical, abençoado por Deus…”

Because of my poor English, you will see that I have not had any direct pact with the USA, so I have a team of toucan bird’s interpreters. I'm going to spend a year in the states, paid by the Brazilian people, to improve my “ingrés". I will cite a phrase from Roosevelt, though in Latin, which says something about how the glories of the world pass: "Dick Tracy, Mapa Mundi" 

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Picareta de mão cheia esse

Picareta de mão cheia esse Moro...,,.destruiu a imagem de Lula para substitui-lo como simbolo nacional para em seguida substitui-lo nas palestras internacionais não poderia se nos apresentar como uma bizarrice total....como assim:  um lider que tirou este pais da miseria e serviu de exemplo para o mundo, e mudou a imagem dos brasileiros para algo melhor, por onde passávamos.,..a marca Brasil, de algo positivo, é o que mesmo hoje perante o mundo...essa desgraça nacional é fruto dessa elite bizarra e corrupta tipo Serra23 milhões, Aécio 15 milhões (clique aqui) et caterva que tem essa caricatura de juiz como testa de ferro.,...mas não passará....imagina só termos como símbolo um dandi sem noção,  que nada fez na vida a não ser servir ao PSDB, partido do qual é um dos mais ativos militantes.

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...spin

 

 

Também não entendi

Apenas lá descrevia-se o clima é continha a informação relevante que o inglês do juiz é péssimo, deixando alguns presentes sem entender muita coisa. O que é curioso para alguém que tanto viaja aos  EUA. 

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teoria da conspiração

Não acredito em nada disto.  Tudo teoria da conspiração delirante.

Vivemos no melhor dos mundos possíveis, as nações vivem a paz

perpétua anunciada por Kant. Os políticos são todos repúblicos e

as empresas mais do que dinheiro visam o bem estar social e ecológico. 

 

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PO NASSIF, venho descrevendo esta trama há mais de dois anos!

PO NASSIF, venho descrevendo esta trama a mais de dois anos, podia ao menos levar um pouco mais a sério minhas análises, pois explico claramente o POR QUE da necessidade do Imperialismo de destruir os Estados Nacionais.

Podia ter um pouco mais de respeito.

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Antonio Uchoa Neto

Esse tipo de análise, a que o

Esse tipo de análise, a que o Nassif finalmente parece ter se rendido, é facilmente caracterizado como "teoria da conspiração", e por isso jornalistas relutam muito em assumi-las.

Para um comentarista de blog, não há essa pressão.

Começam a chover os velhos clichês, Bohemian Grove, Bilderberg, Skull and Bones...

Ninguém quer ter essa pecha sobre si.

Sem querer provocar: dêem uma olhada com atenção nas imagens do avião atingindo a 2ª torre, no 11/09.

Não parece a revogação da 3ª lei de Newton?

Isso para não falar da torre 7...

Afinal, ninguém fala disso, mesmo...

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Capa Preta.

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anarquista sério

  Quando Chico  Anísio era

 

Quando Chico  Anísio era casado com Zelia ( ministra da economia no governo COLLOR)  foi perguntado sobre suspeitas que pairavam sobre ela ;Chico respondeu: ''Só tomo conhecimento se sair no Jornal Nacional.''

Pois bem. 

Domingo passado, AGAIN, no M C , Lucas perguntou pra Mainardi o que mais causava impacto pro público e deu 3 opções;

Claro, que Diogo respondeu a internet.

ERROU.

Segundo pesquisas, o Jornal Nacional tem o poder de arrasar uma pessoa 100 vezes mais do que a internet.

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luiz fazza antonio

Poder do Sistema Globo como um todo, do qual o JN é parte...

Tendo a concordar, porém entendo que os demais integrantes do Sistema Globo de mídia, JN à frente, também tem suas participações importantes, evidentemente que cada um "no seu quadrado!"

Difícil que não nos recordemos da participação da GloboNews no julgamento da AP470 (Mensalão petista), de todo o sistema global na negação das Diretas Já e na ascensão e queda de Fernando Collor, ou ainda nesta semana, quando no JN, entrega-se Temer e a cúpula peemedebista no Petrolão, enquanto vergonhosamente poupam os tucanos e neste caso, fingindo inexistir todo o material divulgado por Veja, FSP, Estadão, etc...etc...que destroça o PSDB.

A começar pelo Caso Banestado, onde já pontificava a trinca Moro/Youssef/Carlos Henrique Lima, tivemos Satiagraha, Castelo de Areia, Ambulâncias superfaturadas de FHC/Serra, Trensalão paulista da Alstom/Siemens/PSDB, Roubanel do Paulo Preto, Mensalão Mineiro do PSDB/Marcos Valério, Merendão do Alckmin/Capez....e tudo engavetado pelo Brindeiro em tempos de Brindeiro/Gilmar Mendes.....e mais, Operação Zelotes/CARF sem incluir RBS-Globo, Gerdau, etc...etc...

Pratica-se, corroborando com as palavras de Chico Anísio, a máxima um dia atribuída a ACM: "o que o JN não noticia, muitos juram que não aconteceu!"

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Xadrez do assassinato político e o papel do MPF

->No futuro, assim que se sair do estado de exceção atual, não haverá como não denunciar o Procurador Geral Janot, o juiz Moro e os procuradores da Lava Jato por crime contra o país.

no futuro, assim que se sair do estado de exceção atual, não haverá como não reconhecer a decisiva importância deste artigo: simplesmente antológico e definidor de rumos.

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Ale Nogueira

Talvez esse futuro pós estado

Talvez esse futuro pós estado de exceção só se concretize após uma guerra civil.

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João de Paiva

A crônica definitiva da série "O Xadrez..."

Prezado Luís Nassif, prezados leitores.

Com a crônica de hoje pode-se encerrar o primeiro volume do livro do livro que deve reuni-las - senão todas, pelo menos as melhores e mais reveladoras e impactantes. Nesta crônica, sim, Luís Nassif decifra as técnicas, táticas, peças e estratégias desse "Xadrez do golpe". Nassif também acerta os ponteiros com a linha do tempo e coloca as manifestações de 2013 no devido lugar, como eu e outros já havíamos mostrado e sugerido. Nassif deixou de lado a ingênua ilusão e o auto-engano em relação às chamadas 'jornadas de junho'. Isso é muito interessante, mostrando que existe uma relação cooperativa entre leitores do blog e o jornalista que o dirige.

Embora com a prudência e bom senso que caracterizam a atuação de Luís Nassif como jornalista e analista econômico e político, fica claro no final da crônica que a Fraude a Jato é uma ORCRIM institucional. Nassif cita diretamente a PGR, o juiz sérgio moro e os procuradores da força-tarefa da Fraude a Jato. Mas a esses agentes e instituições da burocracia estatal deve-se acrecentar a PF e o grande parte do poder judiciário - como oTRF4 e o STF, além de muitas outras Varas de Justiça, tanto federais como estaduais. 

Mesmo vitoriosos no curto prazo, os golpistas sabem que terão vida curta no poder, pois nestes tempos de internet, o diagnóstico e a percepção da trama golpista ocorreram no transcurso do processo. E nos veículos de mídia que têm credibilidade internacional a narrativa do golpe já está consolidada, mostrando que o que ocorreu no Brasil foi um golpe de Estado, com a participação direta da burocracia estatal (PF, MP e PJ), a serviço dos interesses econômicos e geopolíticos dos EUA, em submisão ao DOJ, ao FBI, NSA e outros departamentos e intituições de espionagem dos EUA. Nassif também colocou o PIG/PPV no seu devido lugar, como ator do golpe, defendendo e se submetendo aos interesses econômicos e geopolíticos dos EUA, como os demais agentes da trama golpista.

 

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Não está escrito o fim.

O Xadrez definitivo for quando entenderam da necessidade da destruição do Estado Nacional que o Imperialismo com violência está promovendo numa série de países.

Dentro da ideologia Imperialista de 40 anos atrás, simplesmente transferir as indústrias poluidoras de alto impacto ambiental, necessidade de energia abundante e de bens de produção seria suficiente desde que houvesse a exportação de capitais da colônia ao Império, a pergunta a ser feita é uma só. Por que não continuar este esquema até a exaustão?

Aí vem a grande diferença, o Império a partir do Clube de Roma se deu conta que isto seria insustentável em termos ambientais e mesmo de custos de produção, primeiro pelo próprio consumo das pessoas do Império a pior, os quadros privilegiados nos países que compõe a colônia.

Esqueceram os tecnocratas que na colonia para produzir é necessário pessoas com treinamento suficiente para mover a máquina, e estas pessoas não podem ser feitores como anterior ao século XX, é necessário pessoas com nível intelectual e tecnológico com determinado grau de treinamento. Porém estas pessoas tem um problema, elas consomem, e consomem tanto quanto seus pares no primeiro mundo.

Desta forma a pressão do consumo pode levar a custos crescentes que induzirão não só a pobreza nos países dependentes como na sede do Império. Quais são as soluções. Desorganizar o máximo possível os países, principalmente fragmentando-os e induzindo verdadeiras "lutas tribais", ou outro grupo como o de Trump, repatriar parte da produção a capital e retirar a capacidade produtiva da colônia.

Olhando por este lado é compreensível que diferentemente das guerras coloniais do passado, onde o Império construía nas colônias arremedos das capitais das metrópoles, nas guerras coloniais do presente se tenta reduzir tudo a miséria.

Parece, e muitos vão dizer que isto é uma teoria da conspiração, mas como já formulei a mesma há quase cinco anos e vejo cada vez mais a realidade se aproximar da teoria, ela perde cada vez mais o seu aspecto de teoria e começa ser uma realidade.

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C.Poivre

Graduado aonde afinal?

Algo me intriga a respeito do "juiz" que está à frente da Farsa a Jato: em todos os veículos da mídia sempre foi divulgado que ele se graduou em Direito na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Entretanto no relatório em que a própria UEM lhe nega o título de doutor "honoris causa" está dito que sua graduação é "desconhecida". Será que a UEM (uma instituição de mais de 50 anos) não tem sequer um arquivo com o nome de seus graduados? E na única página do Currículo Lattes do "juiz" também não consta o nome da faculdade onde teria se diplomado em Direito. Sem falar de seu "doutorado-relâmpago" que durou apenas dois anos. Seria um gênio ainda não reconhecido?

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-moro-nao-obteve-titulo-h...

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Maria Silva

Por que o titulo não bate com o conteúdo do post?

Por que  titulo do post  não bate com o conteudo? É um disfarce. Não  seria melhor, "a parceria entre os estados unidos e o MPF para destruir a economia, as empresas e as lideranças latino americanas"?? 

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receita

Essa receita é antiga, começou a ser testada com o Eltsin, na Rússia:

 

http://thesaker.is/chubais-the-next-neoliberal-head-to-roll-in-russia/

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franciscopereira neto

Intuição

Li o artigo José Carlos.

Simplesmente magnífico.

Alguma semelhança com o que sempre ocorreu no Brasil?

A diferença é que os EUA aproveitaram a oporunidade de ouro para desestabilizar a Rússia.

A Perestroyka de Gorbachev, embora com boas intenções, foram usados pelos poderosos corruptos russos dos quais Yeltsin foi o principal facilatador, manipulado pela CIA.

No meu comentário, quando disse, discordando do parágrafo final do Nassif, intuitivamente acertei.

Não haverá culpabilidade pelos traidores da Pátria com a retomada da "democracia" no Brasil, que na minha opinião nunca houve.

Com a ascenção de Putin no comando do governo Russo, as coisam começaram a entra nos eixos, porque Putin governa com mão de ferro.

Algo diferente do que propus?

Se eles conseguiram fazer isso com a Rússia não conseguirão fazer com o Brasil?

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fernandomillerff

algumas dúvidas sinceras

acredito que tudo se deu por aí mesmo, não tenho qualquer dúvida com relação a existência de um golpe (muito maior que pmdb),  mas tem algumas questões que pra mim deveriam ser melhor clareadas.

 

a primeira é sobre a motivação de Janot, Moro, curitiba boys, etc. Eles embarcaram nessa somente baseados no ego, na ideia sde que estão saneando o país? Não me parece convincente o bastante. A orientação política pro-PSDB é óbvia entre eles, ok, mas será que os golpistas (os verdadeiros, que mexem as cordas, não essa curriola que está no "governo"), será que os golpistas se baseariam tão firmemente apensa no messianismo dessa gente e nas suas preferências políticas, para deflagrar o golpe? Que "garantias" eles teriam de que esses caras continuariam a seguir na direção desejada? Eles são controlados por "troca de informações", mas o que os impediria de , em um lampejo de real patriotismo, virar o jogo e revelar o que de fato está acontecendo? Mas, se não é somente por isso, eles então estariam "levando um por fora", seja por favorecimento ou mesmo por grana?

 

a segunda é sobre o tal "motivo do golpe" que muita gente da esquerda declara nas redes sociais, dizendo que os políticos que derrubaram o governo, o fizeram para estancar a lava-jato. Mas, se a lava-jato faz parte do golpe tanto quanto eles (ou até mais, já que de lá é que partiu o "comando") porque ela iria querer atacar os políticos que fizeram o trabalho sujo que ela QUERIA que fizessem? Tirando um ou dois bois de piranha pra dar um ar de imparcialidade, porque ela iria realmente virar suas baterias na direção do PMDB, por exemplo?

 

outra questão para mim, um tanto estranha é: se os golpistas dependiam não da existência de pedidos de impechment no congresso, mas da ACEITAÇÃO desses pedidos, a figura que controlava o congresso era fundamental para que o golpe funcionasse. Isso significa que o Cunha estaria de alguma forma diretamente ligado à cabeça do golpe? Ele saberia de tudo? Foram os golpistas reais que o colocaram na presidência da câmara? Trabalharam para isso de alguma forma? Isso não seria rastreável (ainda que algum dia no futuro)?

 

Também a participação do Renam como presidente do senado era fundamental. Seria preciso que se controlasse a presidência do Senado também. Mas, se foi assim, porque logo depois resolveram derrubar os dois, Renam e Cunha? Eles não seriam gente "de dentro"? Até entendo que eles possam ser controlados através da lava-jato com a constante ameaça de denuncia-los ou não. Mas para isso era necessário, de novo, que ambos estivessem com o rabo preso. Tudo bem, Renam e Cunha já nasceram com o rabo preso, mas a questão não é se eles dois tem o rabo preso, mas que os presidentes da câmara e do senado fossem pessoas com o rabo preso, especialmente de alguma maneira identificável via lava jato.

 

quem propôs a "ponte para o futuro" não foi o próprio Renam? De quem veio a ideia de propor esse plano? Essa pessoa tem que estar ciente do todo do processo do golpe, não? Mas então não faria sentido começar a persegui-la logo depois do plano realizado, já que ela poderia facilmente abrir a boca e estragar tudo.

 

a participação da mídia é óbvia, mas eu fico pensando se não haveria alguma forma de expor essa ligação direta entre eles e os gringos. Porque não foi a lava jato, nem o janot, que os procuraram buscando apoio, me parece óbvio. Eles já estavam envolvidos desde o começo, totalmente conscientes do plano. Mas então esse contato poderia ser encontrado, não? (tudo bem que essa gente deve se telefonar direto, sem passar por agendas públicas nem fotos, um deve ter o e-mail do outro e coisa e tal).

 

o que me causa mais estranheza é que por um lado parece gente demais, dispersa demais, para se conseguir uma ação organizada, em bloco. Ainda que as coisas possam ir se acertando ao longo do percurso, mesmo assim me parece uma temeridade (desculpem) correr o risco de se dar um golpe assim sem um mínimo de controle geral. As chances de que se dê tudo errado é muito grande.

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Marcelo M Sena

Prezado Fernando,    As tuas

Prezado Fernando,

   As tuas perguntas são muito interessantes. Mas, para conciliá-las com o discurso aqui reinante só existe uma resposta: É preciso acreditar em teorias da conspição! Naturalmente, considero que várias partes desse discurso são verdadeiras, mas para tentar amarrar tudo desse jeito, com simplificações tão absurdas, é preciso acreditar em teorias da conspiração.

  Aliás, muitas outras perguntas poderiam ser colocadas:

- Dilma indicou Janont para a PGR. Já que Janot também faz parte da conspiração, Dilma foi conivente?

- Setores do PT incentivaram Kassab a criar o PSD para rachar os DEMos. Na última hora, Kassab revelou-se um conspirador?

etc., etc.

  Sinceramente, acho que sem autocrítica, fica difícil enfrentar o estúpido Governo Temer. Esse discurso equivale a colocar um tapa-olho e só enxergar os defeitos de um dos lados. Do outro lado, foram apenas falhas estratégicas! Enquanto não tirarem o tapa-olho, fica difíci apresentar alternativas a um governo tão decrépito quanto o do Temer. Como que alguém que acredita que o Dirceu não deveria estar preso, pode querer ver o Aécio preso? Aí, fica parecendo o MBL com o sinal trocado!

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Quem tem ma mão a espionagem universal sabe onde mover as peças

Caro Fernando Miller F.F.,

 

Todas as suas 7 duvidas se dissiparão quando você entender 4 peças fundamentais no atual jogo mundial do poder:

 

Peça 1: A Espionagem Global: quem tem na mão a espionagem universal(indexação de dados de qualquer computador/celular e comunicações) sabe onde mover as milhares(até bilhões) de peças/variáveis no tabuleiro mundial de xadrez do poder,

 

Peça 2: A Corruptocracia: A Regra básica da "democracia" representativa: Quem fizer mais Toma-lá-dá-cá terá como pagar mais publicidade ou "expontâneo" apoio midiático e quem for mais bem visto será mais eleito.

 

Peça 3: As fogueiras das vaidades humanas: aqueles atores(Juizes, promotores, jornalistas, etc...) menos cientes da peça 1 e que não forem seduzidos por vantagens transnacionais podem ser recrutados pela sedução de terem informações poderosas nas mãos para se passarem como sapientes justiceiros do combate à corrupção.

 

Peça 4: A preguiça de pensar das massas e consequente tendência a decidir mais pelas emoções(ódio) que pela razão. Alvos fáceis dos algoritimos de Zukemberg já testados com sucesso em Operações psicologicas em grandes populações simplesmente permitindo ou restringindo mais ou menos compartilhamentos de emoções, de ódio ou de serenidade e razão.

 

As peças 1 e 2 permitem que o Poder Global(Peça 1), ciente de que quem estiver no poder eletivo certamente o conquistou por meios corruptos(Peça 2), então simplesmente escolhe, conforme lucre mais, sobre quais políticos deverá revelar as corrupções às autoridades persecutórias locais(Peça 3) e quais politicos deverá poupar com informações obtidas ilegalmente pela espionagem global. Conjuntamente atuam sobre veículos de imprensa e sobre regras de disseminação de postagens em redes sociais e alimentam as emoções preguiçosas das massas(Peça 4) que fazem o resto do trabalho de tornar legítima a estratégia de derrubada de governo que favoreça as massas e fazer chegar no poder os politicos que privilegiem as grandes jogadas financeiras.

 

Pretendo detalhar exatamente como este pequeno xadrez se articula para tornar bem explicável suas 7 questões, uma a uma.

 

 

Corruptocracia é todo um xadrez à parte e fiz um esboço do mesmo neste pequeno artigo:

http://denismouradelima.jusbrasil.com.br/artigos/156797790/corruptocracia

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