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Xadrez do esperto e do sabido na cooperação internacional

Os mineiros velhos costumam dividir os especialistas em dois tipos: os sabidos e os espertos. Vale para a atual fase do país e do Ministério Público Federal com a cooperação com autoridades de outros países, visando coibir as organizações criminosas internacionais.

Vamos ver como se comportam os dois personagens do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

Antes da análise, algumas obviedades para desbastar a teoria da conspiração e nos fixarmos nos aspectos concretos do mundo da geopolítica.

Constatação 1 - Sérgio Moro não é agente da CIA.

A ideia de que Moro fez um curso nos Estados Unidos e voltou cumprindo ordens é bobagem. Na geopolítica, a cooptação é mais sutil.

Constatação 2 - os EUA tiveram papel secundário em 1964 e no golpe do impeachment

Em 1964, ajudaram na cooptação de jornais; em 2014 no apoio oficial à Lava Jato e no provável apoio de grupos privados aos MBLs da vida. Mas, em ambos os casos, a conspiração foi nacional, coisa nossa.

Constatação 3 - a geopolítica é mais sutil do que imaginam os adeptos da teoria da conspiração e os céticos da conspiração.

Constatação 4 – não se pode considerar os interesses americanos como homogêneos.

Há nuances variadas entre interesses e alianças do presidente da República, dos estamentos do Departamento de Estado, do FBI, CIA e NSA, e dos grandes grupos privados. Nem de longe o Brasil é visto como inimigo dos EUA. As intervenções foram focadas em pontos específicos, da lei do petróleo e dos avanços das multinacionais brasileiras no mundo.

E aí entra em cena o MPF sabido, mas que não é esperto.

Não estou me referindo a procuradores individualmente, mas à corporação como um todo.

Personagem 1 - o lado sabido do MPF

Sabidos são os procuradores e delegados que se especializaram na cooperação internacional. São funcionários de alto nível, que se embrenharam pela quebradas da lavagem de dinheiro e, através dela, do tráfico de drogas, de pessoas e armas, do terrorismo e dos crimes financeiros e políticos.

Acompanhei de perto essa evolução, em longas conversas com o desembargador Walter Maierovitch, ainda nos anos 90, quando começou a trabalhar o tema do crime organizado, e colaborei ajudando a entender as operações esquenta-esfria dos diversos mercados, desde a zé-com-Zé no mercado de ações às jogadas com títulos estaduais não Cetipados.

De lá para cá houve um avanço fantástico, em grande parte devido à cooperação internacional. Foi através do contato direto especialmente com o FBI, com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e com a NSA que a Polícia Federal e o MPF lograram uma competência inédita no combate ao crime organizado.

Ao mesmo tempo, a cooperação internacional tem permitido que procuradores brasileiros levem princípios básicos de direitos difusos aos MPs de países menores, já que a cooperação não é exclusivamente penal.

Eles são sabidos. Mas não é seu papel serem espertos - isto é, entender os desdobramentos mais amplos dessa parceria desequilibrada, com um parceiro muito mais forte, preparado e formado dentro de conceitos de interesse nacional que ainda não foram assimilados pelo MPF. Caberia à cúpula do MPF desenvolver esse entendimento.

Personagem 2 - o lado pouco esperto do MPF

Os negócios privados e públicos têm zonas cinzentas, algumas que arrostam os limites da legalidade, outras francamente ilegais. Todo regime democrático está sujeito à praga do financiamento de campanha, à troca de favores. E todo projeto de país necessita de políticas proativas de apoio a empresas e setores, muitas vezes com razoável grau de subjetividade.

Países mais desenvolvidos já sabem como tratar essas nuances. Há clareza sobre o papel legítimo do lobista - como prospectador de novos negócios, colocando investidores privados em contato com a área pública - e o papel deletério - de corruptor de agentes públicos.

Mesmo em decisões de políticas públicas que claramente beneficiam empresas aliadas de governos, há uma noção muito clara do que é interesse nacional, afim de preservar as medidas em que esses interesses são comtemplados.

Países mais liberais e mesmo os mais restritivos trabalham com alguns conceitos, que certamente não foram assimilados pelo MPF e que deveriam entrar em sua pauta interna de discussões

1. Toda empresa é um ativo nacional que deve ser preservada.

É na empresa que são geradas inovações, empregos, receita, investimentos. A preservação de empresas é questão nacional. Por isso mesmo, nos EUA, em casos de corrupção, age-se prontamente punindo gestores, acionistas ou impondo multas às empresas, mas preservando sua solidez, especialmente grandes empresas em setores estratégicos. Por aqui, punem-se empresas, lembranças da Inquisição, onde se queimavam livros.

Mesmo para garantia dos credores e dos débitos trabalhistas, uma empresa parada perde a maior parte do seu valor - representado pela marca, tecnologia, pontos de venda, redes de fornecedores.

Paralisada, é apenas um conjunto de balcões e armazéns. Essa mesma simplificação, de ataque às empresas envolvidas com corrupção, foi adotada por procuradores da Lava Jato, mesmo aqueles com doutorado nos Estados Unidos.

2. Nenhum país sério aceita que suas empresas (ou cidadãos) sejam submetidos à jurisdição estrangeira.

Por aqui, a visão penal tosca do MPF - e do país em geral - não internalizou esses conceitos.

3. É parte integrante das políticas públicas a promoção do desenvolvimento, o apoio às empresas - especialmente as que se aventuram na competição global -, o financiamento do investimento.

Exigir dos procuradores da Lava Jato, fundamentalmente penalistas, compreensão sobre os fenômenos econômicos e sociais, sobre disputas entre países, relações internacionais, construção de projetos nacionais, é muito.

Eles são especializados na arte de prender e condenar. O salvacionismo com que levantam essas bandeiras é tosco, mas é essa sua missão.

Caberia à cúpula do Ministério Público, junto com o STF e o Ministério da Justiça levantar essa discussão, sobre os limites do interesse nacional. Mas os sabidos ainda não entraram na era da esperteza.

Personagem 3 – as táticas da geopolítica

Desde os velhos tempos do imperialismo britânico, ainda no século 18, as nações praticam o chamado soft power - que consiste na cooptação das elites dos países com cursos, visitas, viagens. Montam-se políticas de boa vizinhança, apresenta-se o país moderno e conquistam-se corações e mentes.

Depois de conhecer o céu do desenvolvimento, de volta à terra subdesenvolvida, espíritos mais fracos se considerarão portadores das boas novas, com corações e mentes alinhados com o pensamento do país central.

A maneira como entram os interesses geopolíticos está na seleção dos malfeitos a serem investigados. Na era da telemática, do mapeamento das redes de offshores e paraísos fiscais, quem detém as informações – o FBI e o Departamento de Justiça norte-americano – detém o poder. Basta centrar as pesquisas no partido-alvo e poupar o partido aliado. É simples assim.

No caso da cooperação internacional, a análise de caso da Lava Jato permitiu mapear algumas das formas de impor os interesses geopolíticos norte-americanos:

Forma 1 – o combate à corrupção que interessa diretamente os EUA.

Três  casos saltam à vista. O primeiro, obviamente, as informações sobre a Petrobras e o pré-sal. Depois, as informações sobre a Eletronuclear, que o Procurador Geral da República trouxe de sua visita ao Departamento de Justiça norte-americano. O terceiro, e-mails de um executivo da Odebrecht a outro, solicitando que convencesse Lula a tratar de casos de interesse da Odebrecht em encontro com o presidente do México. Os hackers da NSA conseguiram entrar nos servidores da Odebrecht, retirar os e-mails e encaminhá-los a seus parceiros na Lava Jato.

Esses são os atos que puderam ser mapeados, provavelmente parcela mínima dos resultados da cooperação.

Forma 2 – a criminalização de atitudes proativas de políticas públicas.

Ficou nítida a exploração ampla da ignorância de delegados e procuradores, quando se tentou criminalizar ações diplomáticas na África e em países parceiros, os financiamentos à exportação, os próprios financiamentos do BNDES.

No trabalho que fez sobre a Lava Jato, o componente ideológico-primário estava nítido em Sérgio Moro: a corrupção existe em economias fechadas; basta abrir a economia para espantar os malfeitos.

Forma 3 – a deferência em relação às autoridades norte-americanas.

O episódio máximo foi a visita do PGR aos órgãos do governo norte-americano levando informações contra a Petrobras e outras empresas brasileiras, visando instruir processos contra elas.

Personagem 4 – os legionários da Lava Jato

Não se julgue, portanto, os legionários da Lava Jato como quintas colunas, espiões, agentes da CIA e quetais. O diagnóstico sobre eles é de outra natureza:

1.     São competentes.

Se se analisar a Lava Jato apenas pelos objetivos diretos pretendidos, incluindo a derrubada de umas presidente da República, a operação foi sucesso total, ainda que à custa de 5 pontos de queda do PIB.

2.     São idealistas.

São imbuídos da visão missionária de que a ação penal limpará o país. Não lhes peça estudos sobre o papel da transparência, da accountability, dos modelos de gestão. A única maneira de combater o mal é através da punição dos pecados. Junto com os pecadores, há que se dar o fim aos templos de perdição: as empresas que foram instrumento do pecado. Costumam dizer que se todo mal for erradicado, os pecadores presos e as empresas destruídas, desse caos nascerá um país mais forte e mais justo. As aulas na West Point da cooperação não incluíram conhecimentos mínimos sobe processos de desenvolvimento,

3.     São partidários.

O grupo de Curitiba tem lado: é ostensivamente tucano e atua com o objetivo claro de interferir nas disputas políticas.

4.     Tornaram-se prepotentes.

Esse é o ponto mais vulnerável, que ainda irá se refletir sobre o grupo. De delegados a procuradores de Curitiba, ao contrário da banda brasiliense da operação, todos eles se consideram dotados de poderes superiores, como se viu na tentativa de ficar com parte dos recursos recuperados, ou de afrontar os tribunais superiores. Deslumbramento com poder quase nunca termina bem.

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Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

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Godinho

Os sabichões e os sabidinhos

Faço concursos a décadas. Uma coisa que notei, desde o começo, é que os aprovados são, em sua grande maioria, pessoas com algumas características pessoais comuns. A maioria é daquilo que os americanos chamam de nerds. Pessoas inteligentes, muitas vezes gênios, mas via de regra incapazes sociais. Têem amigos e tudo mais, mas sua superioridade intelectual os condena a um isolamento quase natural. E pessoas isoladas costumam desenvolver fantasias próprias sobre o mundo, os erros humanos e sua correção. Quase todos são conduzidos a pensamentos salvacionistas, messiânicos. E quase todos, conscientemente ou não, se situam no centro da salvação, como seu agente único ou fundamental. É sua muleta para se relacionar com um mundo de pessoas comuns, incapazes de alcançar sua clareza mental.

Junte essas pessoas numa corporação (ou em algumas - MP, PF, Judiciário). Com o passar dos anos, se tornarão um corpo social orientado por uma visão de mundo e de missão dominados pelo salvacionismo e messiânismo.

Associe a isto uma pitada de política, e, ou emergem carbonários, ou, o mais comum, fascistas extasiados.

Os Americanos aprenderam dos ingleses e franceses o uso do soft power, e levaram isto ao último degrau da competência. Eles sabem que é a captura de corações e mentes dos estamentos burocráticos e militares que assegura o controle de um Estado por dentro, no boots on the ground. Todas as experiências invasivas foram negativas, custaram vidas e zilhões de dólares, e tinham que ser feitas diante dos olhos do mundo e dos próprios americanos. Éé muito mais barato e eficaz investir no soft power. E lá se vão nossos meninos concursados fazer cursos no FBI, no Dpto. de Justiça, nas universidades de lá. São um bando de jecas na cidade grande, babando diante das montanhas de recursos à disposição do aparato penal, da sofisticação dos métodos e equipamentos (e que não questionam jamais o porque de lá não terminar nunca o tráfico, a corrupção, a bandalheira). E voltam cheios da certeza de que algum deus supremo os escolheu para essa missão, salvar as almas desse povo corrupto, mulato, pobretão e fedido. Dessa gente que gosta mesmo é de cachaça e samba, sexo e pilantragem. A harpia - aquilo não é uma águia - ri por dentro, vendo os meninos fazerem crescer o delírio e o caos.

Duvido muito que sejam, de fato, agentes da CIA / NSA / Dpto. de Estado. Mas não tenho qualquer dúvida de que seus interlocutores lá sejam eles próprios agentes ou intruídos por.  Não são agentes, mas sua total incapacidade de pensar o interesse nacional, ou reduzi-lo a tão somente um penalismo primário e canhestro, associada a toda a história de vida e formação da maioria desses cidadãos, especialmente o deslumbre provocado pela metrópole, os levam a servir aos interesses de uma potência estrangeira, em detrimento dos nossos.

Ao final, chega-se à situação atual. O impasse é tal que ou vencem os corruptos e vendilhões descarados, ou vencem os messias de fundo de quintal, e em qualquer caso, perdem o Brasil e seu povo não-rico. Qualquer outra saída vai requerer muita energia política e provavelmente algum grave grau de ruptura institucional.

 

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O artigo esgota o tema. E

O artigo esgota o tema. E pratica dos EUA desde a Segunda Guerra uma pratica de doutrinação , na visão deles no bom sentido, para abraçar corações e mentes de estrangeiros em relação ao "American way of life" em todos os campos da cultura, da economia, da politica, das profissões. Há dois tipos de sensibilidade em relação a cursos e treinamentos nos EUA: pessoas de formação mais sofisticada, que já saem do Brasil com boa base cultural e visão de mundo com certo grau de informação ampla, são menos sensiveis a esses "cursos". O perigo está nas pessoas mais simples que tem uma visão de vida e de mundo limitada ou provinciana. Ai o efeito dessa dutrinação é devastador porque age como se o paraiso fosse revelado, uma uma lavagem cerebral evidente sobre mentes virgens de maiores conhecimentos.

Tive uma experinecia propria sobre esse tema, em 1974 a empresa de minha familia foi vendida a uma multinacional americana, das maiores naquele tempo e hoje, com sede em St.Louis, no Missouri. Depois da compra eu continuei como diretor presidente por contrato e no segundo mês começaram a levar gerentes para cursos nos EUA. Era uma empresa familiar e os gerentes eram pessoas simples do ABC paulista, voltaram completamente transformados, outros pessoas, falando exaustivamente sobre a viagem, sobre o que viram, pareciam convertidos em uma nova religião,

entusiasmados com tudo o que vivenciaram, não só nos cursos ma tambem na cidade, na organização da vida, ficaram "americanizados fanaticos" , deslumbrados porque o choque entre sua vivencia simples e uma civilização mais avançada foi muito grande e dado de uma só vez sem tempo para absorção e reflexão.

Essa "doutrinação" levada a cabo nos centros de ensino, governamentais ou privados, nas empresas, nos "think tanks"m

não se resume apenas à tecnicas mas inclue, de proposito, a transferencia de valores e posturas da civilização americana, sua ética que tem pontos positivos e negativos, como toda civilização tem, ao proporcionar cursos

eles fazem isso na melhor das intenções, não é algo maligno na visão deles, mandaram 400 mil jovens ao exterior nos PEACE CORPS, para regiões inospidas e perigosas, é uma visão de pregador que quer ganhar convertidos, se isso faz mais mal do que bem, na percepção dos americanos eles só estão promovendo o bem.

Essa leitura pode ser feita de varias formas, a mais simploria delas é manejar "teorias da conspiração" que são falsas.

O apoio tem sim valor geopolitico mas os EUA acham que estão ajudando e não atrapalhando os paises receptores. Foi assim no Plano Marshall, foi assim no Acordo do Trigo com o Brasil na decada de 40, desse acordo e da Missão Abbink e da Missão Cooke saiu a ideia e os recursos para criar o BNDE e o primeiro plano de desnvolvimento integrado.

Um caso famoso desse processo citado por George Kennan em seu primeiro livro A RUSSIA E O OCIDENTE, um classico, narra a ação da Comissão Hoover, no fim da Primeira Grande Guerra, que levou trigo à uma Europa devastada e faminta. Hoover, que depois seria Presidente dos EUA, ofereceu enviar grande volume de alimentos à Russia então recem convertida ao comunismo, Lenine agradeceu a generosidade mas não aceitou as condições da Comissão Hoover. Os americanos queriam controlar a distribuição da farinha dentro da Russia e Lenin não aceitou essa condição,

o povo continuou faminto mas Lenine tinha sua propria logica de poder, disse " se nós não podemos controlar a distribuição de que nos serve a farinha?".

Há sim uma logica de poder nesses cursos nos EUA, mesmo que na visão deles exista boa intenção. Esses cursos para procuradores e juizes nos EUA deveriam a meu ver ser totalmente vedados a nossos operadores do Direito porque se aproximam muito dos riscos geopoliticos de doutrinação real. Uma coisa é dar cursos para médicos, outra coisa muito mais perigosa e dar cursos para procuradores e juizes porque ai não se trata de técnica e sim de VALORES E PRINCIPIOS e isso diz respeito à politica, estamos submetendo funcionarios brasileiros à doutrinação politica e isso vai contra os fundamentos de grandes Estados nacionais que tem seus proprios objetivos geopoliticos, ai incluindo principios de aplicação do direito sobre a sua realidade nacional que não é a mesma dos Estados Unidos.

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Realmente Brasil tá ficando

Realmente Brasil tá ficando cada vez mais complicado.

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J

Lula e Bernie

Eu acho que o presidente Lula devia articular um encontro, ainda que apenas privado, com o  Bernie Sanders. Os assessores de Lula com os assessores de Sanders. Discutir a social democracia nas Américas. Traçar um caminho para que os social democratas se articulem e fortaleçam, e alcancem os governos, do Canadá ao Chile. Como promover a igualdade e a justiça social, o fortalecimento e ampliação da classe média, no Brasil e nos Estados Unidos. Penso que os dois se dariam muito bem, tem muito em comum.

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Cristiane N. Vieira

Onde estão minhas duas

Onde estão minhas duas respostas ao sr. Arkx?

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AIG e Itaú/Unibanco

O Meirelles abortou o fim-de-semana para correr para Washington e maquiar o enrosco.

Os USA são donos de muito mais coisas por aqui no Brasil do que a população sequer sonha.

Quem é o dono do Itaú?

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Follow the money, follow the power.

O Itau Unibanco e controlado

O Itau Unibanco e controlado por tres familias muito conhecidas, Vilella, Setubal e Moreira Salles.

Não há qualquer segredo ou duvida sobre o controle do grupo.

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Eliseu Leão

Moro é agente da UNCLE. Temer é um reles informante.

Nassif é categorico:  tudo bobagem.

Me impressiona constatar que o Nassif, olhando por baixo do seu obló privilegiado, contraria o mais importante analista politico brasileiro, Moniz Bandeira, que já escreveu o contrário, do alto da sua janela panorâmica, internacionalmente reconhecida. Na entrevista do Bandeira concedida ao Nassif com Patricia Faermann, isso ficou claro no terceiro paragrafo. Mas Nassif ''esqueceu''.

Samuel Pinheiro Guimarães, entrevistado pelo O Cafezinho, confirma o que disse Moniz naquela entrevista: ''segundo depoimento do Presidente das entidades da Polícia Federal na Câmara dos Deputados, a Polícia Federal recebe regularmente recursos da CIA, do FBI e da Drug Enforcement Administration - DEA, no montante de USD 10 milhões anuais, depositados diretamente em contas individuais de policiais federais.''  (25 agosto 2015, http://www.ocafezinho.com/2015/08/25/samuel-pinheiro-guimaraes-a-ofensiv...

Se não erro, Luis Nassif escreveu o prefácio do livro de um tal de Totta, sobre Nelson Rockefeller, atribuindo-lhe a modernidade de São Paulo!!! 

No livro lançado no Brasil em 1998, "Seja Feita a Vossa Vontade”, dos jornalistas Gerard Colby e Charlotte Dennett , foi revelado com detalhes os métodos e a intensidade das violações cometidas por Rockefeller, para avaliar e controlar recursos brasileiros.  Os autores mostram o entrelaçamento entre a cobiça privada de Nelson e os serviços de espionagem dos EUA na rapinagem das riquezas do Brasil. Os golpes, de 1954, contra Getúlio, frustrado pelo seu suicídio, e aquele contra Jango, dez anos mais tarde, tiveram os 10 dedos de Rockefeller diretamente.  --  Colby e Charlotte: ''Como presidente do Grupo Especial do Conselho Nacional de Segurança, (Nelson Rockefeller) conhecia todos os segredos da CIA e suas atividades, incluindo tentativas de assassinatos, experimentos de controle da mente, envolvimentos em golpes.''  –  ''Em cada país, incluindo o Brasil, Rockefeller instaurou um conselho local administrativo formado por empresários dos países latinos e empresários americanos que nesses países residiam. Eram essas pessoas que passavam a ele informações sobre como atuar no país e como implementar seus programas. Mas o mais importante era como ganhar suporte dos governos para seus projetos. Esses contatos que ele fazia se estenderam para a área militar, como com o general Eurico Gaspar, que foi operacional no golpe de 1945 contra Vargas.''
 
Colby cita um memorando do Rockefeller ao presidente Roosevelt: “Independente do resultado da guerra, com uma vitória alemã ou aliada, os EUA devem proteger sua posição internacional através do domínio do comércio mundial, da ocupação dos mercados e da posse das principais fontes de matéria-prima.''  Anos mais tarde o ex-secretário de imprensa do Congresso, Gerald Colby, sentenciava sobre Rockefeller: “no esforço para extrair os recursos mais estratégicos da América Latina com menores custos, ele não poupava meios.”

Comentando três dos quatro pontos do Nassif:

1. Os objetivos diretos (claramente) pretendidos é perseguir o PT e o Lula. A operação não foi um sucesso total. E não o será.
2. São párias. Se fossem imbuidos na limpeza, não teriam deixado os Marinho e a tucanalha fazer e acontecer.
3. Confirma o que foi escrito no ponto 2.

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Marcelo H Pinheiro

Agora sim!!!

Eliseu Leão, sua ponderação foi perfeita. Assino embaixo...

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Cristiane N. Vieira

Por que não?

Nassif, observo uma contradição entre suas primeiras definições, sobre as relações entrecruzadas do sr. Moro e os interesses americanos, e suas conclusões: você destaca que o interesse USeiro seria no petróleo e na competição com empresas brasileiras, com uso de ferramentas de espionagem, fala de táticas de convencimento que seUS órgãos de investigação e inteligência aplicam a estrangeiros despreparados e “idealistas”, como se tudo isso fosse aleatório e coincidente! Isso pra desbaratar uma pretensa teoria da conspiração… Se fosse mera teoria você não atribuiria o golpe contra a presidenta eleita à “competência” da lava jato, suponho, mesmo que nisso houvesse ironia. E acho que os USA não tem amigos ou inimigos, apenas parceiros ou adversários geopolíticos; nesse sentido, o Brasil e sua atuação político - econômica e diplomática se tornou, nos últimos 14 anos, uma pedra no sapato USeiro no seu quintal latinoamericano e nas potências emergentes que não conseguiram submeter à sua influência, hard ou soft: os Brics são, sim, uma potência multicontinental real e só no Brasil não se enxerga sua relevância e influência a médio e longo prazo.
Acho que seu xadrez pecou pela necessidade de rebater uma suposta teoria da conspiração, descartando peças que a tornam nitidamente “by USA” e altamente factível, se analisada com profundidade e abrangência sob a perspectiva das relações internacionais, e que já é uma evidência pra especialistas e jornalistas estrangeiros que acompanham o assunto.
A guerra contra o Iraque também fabricou armas de destruição em massa que até hoje ninguém encontrou, e os USA continuam querendo governar o mundo que acha que invasão por interesse USeiro só acontece no país dos outros. Como se ajudar a derrubar uma presidenta eleita pra tomar o pré-sal fosse coisa banal, corriqueira e sem maiores envolvimentos e desdobramentos.
Pergunto, seguindo seu raciocínio: acredita mesmo no idealismo dos frentistas desse lava jato, sedentos de holofotes e comissões em Delações, cujas técnicas foram aprendidas nos cursos que benevolentes e desinteressados USeiros lhes ministraram? Delações que têm sido utilizadas como arma na desestabilização política do país de modo a gerar incerteza e paralisia na sociedade perplexa, que não reage enquanto os saqueadores correm pra desmontar o Estado e permitir a devassa do patrimônio nacional. Hipocrisia e partidarismo que você também mencionou.
Quando há um crime, pergunta-se: quem seriam os maiores interessados ou beneficiários do ato? Faça-se o mesmo com a lava jato e sua maior conquista, segundo seus próprios argumentos, a retirada de uma presidenta eleita e honesta e se poderá aferir a precisão potencial da “teoria da conspiração”.
Os golpistas brasileiros sozinhos não teriam essa competência, basta ver como não conseguem esconder seu descompasso e despreparo pra executar o plano do qual são apenas os ventríloquos do interesse internacional, claro, garantida sua comissãozinha em dinheiro e status/poder, a cobiça e a vaidade que movem o mundo dos sem voto nem ideal.

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por que não!

1. ainda pior do que teorias da conspiração é a narrativa da vitimização. não somos objetos passivos do imperialismo Made in USA. sempre fomos sujeitos de nossa própria espoliação. desde nosso surgimento como uma empresa transcontinental da cana-de-açúcar até a SELIC como a mais valiosa de nossas commodities. a maior taxa de juros reais do mundo, cuidadosamente assim mantida pelo lulismo em 13 anos de servidão ao mercado financeiro global;

2. sem a participação ativa dos gestores locais, não se implementa a transnacional governança mundial. foi desde Washington, em 12/12/2002, após um calorosos aperto de mãos com Bush Filho, que Lula-Lá anunciou a Wall Street que seus interesses, seus juros, estavam garantidos pela indicação do insípido Meirelles para o BC petista. o mesmo Meirelles agora Ministro interino golpista de um vice também votado pelos 54 milhões de eleitores de Dilma;

3. quando em Junho de 2013, e não apenas um mera coincidência, Snowden vazou farto material revelando que a NSA espionava a Petrobrás e grampeara a própria Presidência da República, o lulismo pregava que seria pelos mega eventos que as cidades brasileiras alcançariam a pacificação do desenvolvimento e da inclusão social;

4. após ser reeleita por uma pequena margem, mas com poderoso apoio popular, Dilma nem ainda inicia o segundo mandato e trai seus eleitores. nomeia um preposto dos banqueiros para o Ministério da Fazenda, aplicando “medidas impopulares” derrotadas nas urnas. começa a erosão de sua base social e fica aberto o caminho para o golpeachment;

5. não é o “imperialismo ianque” não! é o Alzheimer político sim!

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Cristiane N. Vieira

Interessante que a base dos

Interessante que a base dos seus argumentos é que os governos progressistas não teriam rechaçado exatamente os interesses USeiros no nosso playground e permitido sua viabilização definitiva através do golpe. Pergunto: se foram apenas interesses e operadores nacionais, e os Yankees são inocentes passivos beneficiados pela nossa eterna incompetência, por que não antes, já que você disse, a presidenta implantou política econômica de mercado que agradaria a elite logo no início deste mandato enquanto a oposição de direita apenas recrudescia? Seu raciocínio não fecha com os fatos. A jóia da coroa é o pré sal e este não entrou na negociação do pacote de austeridade..., pra não falar das verbas de publicidade reduzidas drasticamente e da reorganização econômica sob o ministro Nelson Barbosa, que eliminaria o pretexto econômico pro convencimento sobre a necessidade do vergonhagate. Nunca disse que o golpe é exclusivamente americano, exatamente porque política é sempre algo multifatorial, mas que resulta da conveniência proativa e compartilhada de setores oligárquicos nacionais e internacionais, NSA mostrou mais do que espionagem ilegal...

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por que não! (2)

->”Seu raciocínio não fecha com os fatos.”

fecha sim, mas não vou, no momento, polemizar sobre isto.

-> “Nunca disse que o golpe é exclusivamente americano”

compreendi perfeitamente isto. assim como vc tb compreendeu perfeitamente que não nego uma importante participação dos EUA no golpe. veja bem, a discordância é não qto ao “imperialismo ianque”! ele existe! mas sim como ele se exerce hoje! como o poder global se exerce atualmente? com certeza não cfe um paradigma da Guerra Fria. e nem mesmo do período de ascensão do neoliberalismo nos anos Thatcher. naqueles idos tempos o padrão Dólar se consolidou e atingiu seu ápice. hj os EUA já não conseguem exercer hegemonia (entendida como a potência que governa a economia política mundial), principalmente pq o padrão Dólar faliu. a crise de 2008 tornou o duplo déficit norte-americano completamente disfuncional como mecanismo global de reciclagem do superávit comercial da China e da Alemanha. hj são o Google e o Facebook os principais instrumentos do “imperialismo ianque”. num contexto em que os EUA já não são exatamente um Estado-Nação, tornaram-se USA Incorporation, com a Europa como um modelo de pós Estado Nacional. claro que este tema ultrapassa em muito algumas poucas linhas de comentário.

abraços e Fora Temer! Fora Cunha! Fora Gilmar Mendes!

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Cristiane N. Vieira

À parte muitas diferenças de

À parte muitas diferenças de pontos de vista e algumas concordâncias, acho que o ponto da divergência está entre confundir desejo de fazer com poder de realizar. É óbvio que a direita nacional reacionária e as oligarquias sócio econômicas, partidárias ou não, queriam e realizaram o golpe contra o projeto de poder e de país representado pela esquerda pós redemocratização: a manipulação do debate em favor de Collor e a compra da reeleição de FHC são pontos altos mas estes foram minigolpes que respeitavam o voto e, por isso, tentavam coagi-lo, ou vice-versa. No caso de 1964 como no atual, querer apenas não bastava porque o poder, constitucionalmente popular, pelo voto, foi e tendia a continuar progressista, nos períodos mencionados. Daí a necessidade de um agente, externo, que viabilizasse estrutura suprainstitucional que rompesse, sob alegação paradoxal de defesa democrática, a consciência popular sobre a relevância de seu poder de escolha: “você votou mas nós dizemos - e dizemos que provamos mas no final isso, quando mentiroso, não importa… - que você foi traído, roubado e está sob ameaça; por isso, nós, apelando (e alimentando) pro falso moralismo e desinformação popular, vamos resolver por vocês”.
Interesses internacionais, principalmente USeiros, sobre o país sempre houve mas, quando as oligarquias nacionais que os representam, porque compartilham meios e fins, conseguem o poder de modo democrático, ainda que manipulado, pra que pedir auxílio ao Grande irmão? Quando o acesso, de modo popular ou populista, ao poder fica comprometido, por qualquer motivo, pede-se ou aceita-se a interferência de quem tem know-how e why-no? em realizar seu destino manifesto de liderar o mundo e, olha outra coincidência, em defesa da democracia e do combate à corrupção! Born in USA!
#Forausurpador
#VoltaQuerida
#Vivaasociedadeprogressista

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quebra de paradigmas

->” À parte muitas diferenças de pontos de vista e algumas concordâncias”

não é uma questão de concordâncias ou discordâncias. a Crise de 2008 marca uma ruptura mundial. Junho de 2013 marca o esgotamento de um modelo no Brasil. meu ponto de vista: é preciso pensar e agir de acordo com estes dois grandes marcos. e o atual golpe é a mais incisiva demonstração disto. não sairemos deste golpe repetindo os erros pelos quais chegamos a ele. não lutaremos contra este golpe sob o marco do mesmo arcabouço institucional e teórico.

é indiscutível que as mega corporações transnacionais (e não exatamente os EUA cfe. o paradigma da Guerra Fria) querem abocanhar o pré-sal, o nióbio, o coltan, o mapeamento genético da biodiversidade, os aquíferos...

por outro lado, a CNI quer a volta da escravidão. não é só com o Cunha que é impossível um acordo, como corretamente afirmou Dilma. não há acordo com a FIESP, tampouco com a fração hegemônica do setor dominante brasileiro: banqueiros, rentistas, exportadores de commodities, grande mídia. estas famiglias são a cosa nostra: os sócios internos do golpe, sem os quais ele jamais aconteceria.

abraços

.

Seu voto: Nenhum

Não subestime a capacidade da CIA e NSA

Entre 12 de setembro (dia seguinte ao golpe militar que derrocou Allende no Chile) a 9 de novembro de 1973, o Estádio Nacional do Chile foi usado como campo de prisioneiros do regime ditatorial de Augusto Pinochet.

Os prisioneiros eram separados por sexo e presos em seis camarotes. Os interrogatórios eram feitos no velódromo.

Por lá passaram certa de 40.000 prisioneiros, de onde foram mandados, a maioria, para o Campo de Prisioneiros de Chacabuco, a 110 km de Antofagasta. Muitos foram torturados e assassinados. Foi nesse campo de concentração, que o “Chanceler” José Serra foi recrutado pela CIA, e enviado para os EUA, com a família. Valeu a pena o investimento da Agência de Inteligência dos EUA: Vai receber todas nossas reservas de petróleo na “bacia das almas”. 

PS.: Se alguém duvida da impossibilidade do José Serra sair do Chile com a família pelo aeroporto assista o filme "Em teu nome"... O personagem principal é o estudante de engenharia João Carlos Bona Garcia, que estava exilado no Chile, e que quando houve o golpe do Pinochet, não consegui se refugiar numa embaixada como dezenas de refugiados fizeram. Como ele, o José Serra também não conseguiu refúgio, e pior que isso, foi preso e encaminhado para o estádio prisão. O João Bona Garcia, vive hoje no RGS aposentado como juiz do Tribunal de Justiça Militar.

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Somos mais céticos!

O GGN foi elegante! Não acreditamos em tamanha falta de "esperteza" de nossos juízes e procuradores...

Que outra explicação restaria?

 

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DEMOCRACIA DIRETA
Porque o Brasil é de todos os brasileiros.
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/
 

E  bota elegância nisso! Se o

E  bota elegância nisso!

Se o caso é de falta de esperteza, essa "ingenuidade" já entrou no terreno das patologias mentais. E por aí vem à tona os informes sobre o avanço dos gringos  nas "técnicas" de controle da mente. Imagino que em " pacotes de treinamento" esse "recurso" pode, dependendo da "missão", ser incluído no kit pedagógico. 

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Danilo Jorge Vieira

INGENUIDADE EM CAIXA ALTA.

Nassif agora se superou! Destaco apebas dois pontos:

1) O papel supostamente secundário dos EUA no golpe de 1964 e no de agora. Por favor, Leia os dois livros de Dreifuss "1964 - a conquista do Estado" e "A internacional capitalista". Sobre a cruzada antinacional, antipovo e antiesquerda liderada por obscuras figuras da PF, do MPF e por este juiz concurseiro moro, o grau das imbricações com os EUA será  revelado pelos historiadores no futuro. Agora, Nassif, não se pode dizer nada, embora os indícios da íntima interação sejam muito fortes.

 

2) competência dos integrantes da lava jato. NASSIF, ESSES DELEGADOS, PROCURADORES E O JUIZ COMEREM TODAS TODAS REPITO ILEGALIDADES E ARBITRARIEDADES POSSÍVEIS  E IMPOSSIVEIS. NÃO FOSSE UM EVIDENTE COMPLÔ, COM TOTAL E IMPRESCINDÍVEL INTERVENIÊNCIA DO STF, AMPLA DIVULGAÇÃO GLOBAL E INSTRUMENTALIZAÇÃO POR PARTE DOS PARTIDOS VENAIS PSDB-DEM-PMDB E AS LEGENDAS E LIDERANCAS EVANGÉLICAS VENAIS, NADA SEGUIRUA ADIANTE. IMAGINA VC ALGUM RESULTADO NA LAVA JATO SEM AS TAIS DELAÇÕES PREMIADAS CONSEGUIDAS POR MEIO DE PRISÕES LEGAIS, ESCUTAS PLANTADAS POR PROCURADORES E CHANTAGENS DE TODA ORDEM? ENFIM, COMPETÊNCIA ZERO.

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Pripyat

serão necessários 900 anos para a radiação se dissipar e a cidade de Pripyat voltar a ser habitável. onde antes do acidente de Chernobil viviam 50 mil pessoas restou o abandono e a mortal contaminação nuclear. após a catástrofe, Pripyat jamais será como era. nem mesmo Pripyat será...

após 13 anos de Alzheimer político, os afetados pela Síndrome do Crepúsculo anseiam voltar para um Brasil que já não existe. o lulismo expirou sua validade. e com ele o paralisante paradigma do pensamento binário. tudo que se apresentava como tão sólido, agora  desmanchou-se na fluidez de um caleidoscópio de multifacetadas forças políticas, lutando entre si para estabelecer uma nova hegemonia.

em 1964, Brother Sam articulou a logística do golpe de dentro da Embaixada dos EUA. mas foi o Gal. Mourão Filho quem iniciou de véspera o levante militar. chegou ao Rio de Janeiro sem encontrar qualquer resistência, para no 1º de Abril, o dia da mentira, entregar a “revolução” a Costa e Silva, que ainda estava dormindo, de cuecas (link 00:39:00)

hoje, são pegos de calça curta o príncipe da privataria, desmascarado na Al Jazeera por seu inglês disléxico, e a bruta flor do servil empresariado jeca paulistano (link).

é óbvio que os interesses geopolíticos dos EUA são parte importante do golpeachment. na cena do crime está presente DNA externo, não apenas a CIA e a NSA, também o  Mossad. além do histórico de atrito entre o governo Dilma e Israel, sublinhe-se a especial deferência com que o muy amigo Eduardo Cunha foi recebido no Knesset.

mas não nos enganemos, temos sido autônomos e competentes o suficiente para não improvisarmos nas diversas vezes que a Nação e o Povo foram golpeados. é cosa nostra: uma expetise Made in BraZil, desenvolvida ao longo de séculos por uma plutocracia colonial e escravagista.

Wall Street não é uma ave de rapina celestial dominando o mundo dos céus. não existe nenhum governo mundial, o que existe são dispositivos locais de governança. uma rede global de contra insurreição, sendo esta o atual princípio de governo. já não se pode falar de uma crise do capitalismo, e sim de um capitalismo de crise, sendo esta a atual forma de governo.

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Cristiane N. Vieira

À parte sua verborragia que

À parte sua verborragia que insinua teorias ainda mais conspiratórias do que a que tenta desqualificar, seu raciocínio fica precário quando critica grosseiramente a escolha política que transformou esse país nos últimos 14 anos - não apenas mérito do lulismo mas de vastas camadas da sociedade civil progressista e suprapartidária, em risco sob o golpe - e não junta as pontas com o argumento de que os golpes, de 1964 e 2016, são apenas obra da política interna. Ninguém que tem falado da interferência americana neste último seria ingênuo ou imbecil de descartar a não apenas inegável responsabilidade mas indispensável articulação da classe política e da oligarquia sócio econômica nacionais no cenário. O problema, que você não analisa, é que ambos aconteceram em momentos de amadurecimento político do país em direção contrária aos interesses geopolíticos e econômicos americanos, o que explica sua intervenção sem a qual os golpes não teriam sido viáveis. Se dependesse apenas dos interesses e força política da oposição interna, no golpe em curso, porque "deixaram" o povo escolher nas urnas seu modelo de governança se tinham condições de manipulá-lo antes, dentro da legalidade? Não poderiam, sozinhos, ter impedido a esquerdização da América Latina, como parece ser o interesse ("apenas"?) do interino no MRE? E tudo isso sem recorrer ao desgastante processo, até pros golpistas!, de tomada de poder inconstitucional? Faltam peças, muitas, no seu argumento, de resto, meramente antipetista.
Não misture sua antipatia com o lulismo ou com a política progressista nos últimos governos legítimos eleitos com interpretação “objetiva” de fatos ainda em desdobramento, como a aprovação do fim da partilha do pré sal e responsabilização de empresários brasileiros em cortes de justiça americanas: ainda acha que isso é só “coisa nossa”?
Preocupe-se menos com articulação de palavras e atente mais à conjugação de idéias baseadas em fatos, brincar de quebra cabeças pode lhe ajudar a compreender que o que faz sentido retoricamente pode ser apenas um sofisma e não montar uma imagem compatível com a realidade. No país do “pensamento seletivo”, pensar com abrangência pode ser uma ofensa mas sugiro acompanhar o noticiário e abandonar sua muleta intimidatória contra esquerdopetistas ou progressistas: lutar contra evidências com compulsiva enumeração de fatos desarticulados e teses discutíveis como se fossem consensos pacificados parece relutância de ignorantes. Respeite, se possível, problemas de saúde - ataques fáceis e duvidosos - pois você poderá a vir sofrer deles (quem sabe, voluntariamente, pra não lembrar de certos comentários seus).
Grata pela atenção.

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verborragia

->” Não misture sua antipatia com o lulismo ou com a política progressista nos últimos governos legítimos”

não é uma questão de “antipatia”. é uma profunda discordância política. e não foram exatamente “governos progressistas”, se o tivessem sido não estaríamos neste abismo em que agora afundamos. e muito menos sou anti-petista. ao contrário, participei ativamente, como militante de base do movimento sindical, do processo de fundação do PT. mas nunca abdiquei daquilo que é o motor da transformação social: o exercício da crítica, principalmente da auto-crítica. entre 2006 e 2009, e mais recentemente a partir de maio de 2015, em muitos comentários e postS aqui neste Blog do Nassif abordei os descaminhos da Esquerda brasileira. Lula traiu sim! Dilma traiu sim! pelo menos esta última parece ter recuperado a sensatez, como demonstram suas últimas entrevistas. e como fui um dos primeiros a frisar , a partir da participação de Dilma no ato da Praça XV, no Rio.

o seu problema, o problema do lulismo e o problema da quase totalidade da Esquerda é que vcs detestam auto-crítica. por isto chegamos ao desastre atual. mas com um pouco de boa vontade vc supera isto fácil.

mas em algo concordo 101% contigo. não devemos ser verborrágicos – aliás, algo que evito ser. imagens e atos sempre valem mais do que um milhão de palavras.

http://jornalggn.com.br/blog/arkx/resistencia-ao-golpe-sul-de-minas

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O governo do PT Lula/Dilma é um desastre mesmo

O Lula teve a chance de corrigir a rota do Brasil, tinha tempo e dinheiro para isto, cedeu a um populismo barato que está se mostrando insuficiente para mantê-lo como o "melhor presidente de todos os tempos do Brasil". A dona Dilma até tentou baixar a SELIC mas com um voluntarismo infantil, sem antecipar as reações que ocorreriam e de fato ocorreram.

Tivesse se preocupado com a reforma ministerial com 14 pastas, tendo por gabarito o uso da Astrologia, Tarot e Geometria e o Brasil teria conseguido um Rumo, um Norte e uma Estrela que o protegeriam desta barafunda de imperialistas e vigaristas que estão a nos assaltar agora.

São incompetentes com I maiúsculo sim.

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Follow the money, follow the power.

Sobre debates, Olavo de Carvalho e sua verve...

Devastação cultural encarnada

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 28 de junho de 2016

          


Nada pode estar tão distante de alguma outra coisa como o intercâmbio intelectual genuíno está do debate político-partidário e ideológico tal como se trava na nossa mídia e nas nossas instituições universitárias.
Não é exagero dizer que, fora de uns círculos privados muito pequenos, quase microscópicos, o intercâmbio intelectual desapareceu deste país. Desapareceu a tal ponto que o debate político tomou o seu lugar e acredita piamente ser ele.
Grosso modo, a diferença consiste no seguinte: o intercâmbio intelectual pressupõe a efetiva interpenetração das consciências, a participação comum dos interlocutores num mesmo conjunto de experiências cognitivas.
O debate político (no sentido acima) compõe-se apenas da adesão ou repulsa superficiais a “teses” ou “opiniões” estereotipadas, no mais das vezes apenas inventadas e projetivas, às  quais pareça bonito, no momento, lançar flores ou pedradas.
No intercâmbio intelectual, a compreensão e o enriquecimento mútuos são muito mais importantes do que a concordância ou discordância, que em geral acabam sendo quase sempre parciais e condicionais.
No debate político, concordar ou discordar é tudo, com o agravante de que a adesão ou repulsa não é nunca puramente intelectual, mas se multiplica pela exaltação ou condenação morais, que, dirigidas aos alvos convenientes, valem também, por extensão ou por inversão, como descarada "captatio benevolentiae" para fazer do opinador um modelo de virtudes, a personificação suprema da democracia, do patriotismo, do progresso, do socialismo, dos sentimentos cristãos ou de qualquer outro valor que se imagine compartilhado pela audiência.
Não é preciso dizer que, no debate político brasileiro, o compartilhamento de experiências cognitivas é não apenas desnecessário, mas inconveniente.
Compreender as idéias, as intenções profundas ou, mais ainda, a alma do interlocutor pode paralisar o impulso de deformar, caricaturar e falsificar, que, em tão nobre atividade humana, é a essência e a meta do que se pretende.
Numa sociedade normal, há os dois tipos de debates, mas permanecem em terrenos distintos, e a presença vizinha do intercâmbio intelectual, que é de conhecimento público tanto quanto o debate político, funciona como um freio aos arrebatamentos erísticos e demagógicos deste último.
Desaparecendo o intercâmbio intelectual, o debate político, sem parâmetros regulatórios exceto o Código Penal, os interesses empresariais e partidários em jogo e os padrões de gosto de uma platéia volúvel e ignorante, se encontra livre para impor-se como modelo de todas as discussões possíveis e até recobrir-se da aura de “atividade intelectual” aos olhos de quem nunca teve – nem viu -- atividade intelectual nenhuma.
Não deixa de ser sintomático que, nessa atmosfera, as regras de polidez mais vulgares, grosseiras e pueris – mesmo elas constantemente violadas pelos seus propugnadores – se transfigurem no símbolo convencional, no sucedâneo mais aceitável de elevação intelectual e moral.
Foi assim que tipos como os srs. Reinaldo Azevedo, Rodrigo Constantino, Marco Antonio Villa, Caio Blinder e outros tantos vieram a parecer intelectuais, quando até mesmo no exercício do mero jornalismo são tão claramente deficientes, sem comparação possível com os seus antecessores de três ou quatro décadas atrás.
Para quem cresceu lendo os artigos de Julio de Mesquita Filho, Nicolas Boer, Gustavo Corção, Paulo Francis, Otto Maria Carpeaux, Álvaro Lins, Arnaldo Pedroso d’Horta e muitos outros do mesmo calibre –todos eles intelectuais de pleno direito exercendo "ad hoc" as funções de jornalistas --, ler o que se publica hoje sob o nome de “comentário político” é ver diariamente a devastação cultural brasileira encarnada com plena fidelidade aos traços simiescos que a definem.

Ps. No elenco nomeado pelo Olavo faltou o nome atual do Luis Nassif junto aos de Julio de Mesquita Filho, Nicolas Boer, Gustavo Corção, Paulo Francis, Otto Maria Carpeaux, Álvaro Lins, Arnaldo Pedroso d’Horta , nós aqui no blog somos privilegiados por participar de um ambiênte onde o debate intelectual é a norma e não a exceção.

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Cristiane N. Vieira

Debate de ouriços

Verborragia se mede pela qualidade do que é dito, não necessariamente pela quantidade de palavras.
Ter sido petista não lhe dá atestado de superioridade moral pra criticar sem ser contestado.
Autocrítica também não parece uma qualidade que você pratique habitualmente, portanto, use do remédio que prescreve pra garantir sua eficácia.
Quem replicou com agressividade desnecessária e inexplicável foi você; meu primeiro comentário sobre o assunto foi combativo no argumento pois não gosto nem costumo debater na base da troca de farpas, menos ainda pessoais: se a troca de idéias não vale a pena, encerro a conversa, como faço agora, por absoluta desnecessidade de insistir no que não pode haver, compreensão mútua independente de consenso. Grata pelo tempo perdido.

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sem ouriços

->”Ter sido petista não lhe dá atestado de superioridade moral pra criticar sem ser contestado.”

calma. sem stress. não que é eu tenha sido petista, o PT é que deixou de ser petista, faz bastante tempo. se hoje somos espinho, é sempre bom não esquecer que espinho não machuca a flor. a troca de idéias sempre vale a pena. estou super acostumado a ser contestado. tenho um bom relacionamento com o pessoal do PT – que muitas vzs não gostam de minhas críticas e posições, embora cada vez mais concordem comigo.

ontem à noite estive na platéia de um debate, realizado no Rio de Janeiro, na Pça. São Salvador – onde tem um Coletivo muito legal denominado de “À Esquerda da Praça”. a exposição da Ivana Bentes foi reveladora. contou que em sua passagem pelo MinC esteve numa reunião no Ministério das Comunicações. aguardando na sala de espera, se deparou na mesinha com vários exemplares de edições diferentes da revista “Veja”. e este é apenas um diminuto exemplo dos erros cometidos pelos quais chegamos ao golpe.

abraços

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Victor Suarez

A geopolítica americana nunca

A geopolítica americana nunca foi sutil.  A primavera árabe não foi sutil, golpe em Honduras e no Paraguai não foram sutis.  Treinar juízes nacionais, premiar os mesmos e fornecer informação da NSA não é sutil.  Forçar compras gigantescas e contratos de segurança de bilhões para a Copa e Olimpíada também não é sutil. A intervenção americana no Brasil data do Império e a "cooperação" também, mas mais perdemos que ganhamos, basta ver a nossa falta de poder frente ao nosso principal ativo - nossas reservas minerais e nossa produção agrícola.  O que acontece no Brasil é muito maior que MPF, PF e Moro, é o desmonte completo, uma demolição sem aviso prévio, um apocalipse.  

Como falar que os EUA tiveram papel secundário se Petrobras, Eletrobras, submarino nuclear, etc estão em jogo?????  Como falar que os EUA tiveram papel secundário no Golpe de 64, se sem eles não teríamos nem pistolas para o exercito ??? Como os EUA tiveram papel secundário se parte da PF é financiada pelos EUA ????

Os interesses dos EUA (establishement) não são homogêneos com relação ao mundo, Ok.  Mas com relação ao Brasil, ainda não vi um único momento da história com dois grupos (do core esablishement, tipo CFR) americanos defendendo interesses divergentes no Brasil.  Gostaria que alguém citasse algum.

Muita gente séria e especialistas em suas áreas já mostraram e demonstraram que realmente não há uma teoria da conspiração, mas uma conspiração de fato contra todos os países ricos em recursos naturais.  Na Europa eles chamam isso de maldição dos recursos naturais.  O Brasil, e o seu jornalismo, insiste em se fingir de inocentes.

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Uma outra visão

O modelo científico, meritocrático e elitista engabela os nobres jovens que partem para a matriz, ops!, para o berço do conhecimento, acreditando que por lá avançarão em seus conhecimentos.

Como já estão treinados desde o berço para seguir em linha reta que é o trajeto mais rápido e prático para se alcançar os objetivos traçados pelo modelo, vestem a indumentária e se acomodam no papel de títeres.

Esse modelo, que não admite dissidência de pensamento, coopta facilmente os nossos "brilhantes" jovens e os torna, eficazmente mascarados pelo brilho, sabujos dos interesses dos refletores da madrasta hollywoodiana.

O que se pretende ensinar nessas extensões de aprendizado não são apenas técnicas científicas que poderiam vir em compêndios.

A função principal é a doutrinação.

Tal como feito na economia pela escola de Chicago, nas Forças Armadas pela Escola das Américas, os atuais "instruídos" estão na área de Direito. Trata-se do novo modelo de propaganda e dominância.

Portanto, é doutrinação, é ideológico, e por isso mesmo pode-se denominar parte da geopolítica soft de domínio de mente e submissão de ideias.

Estes cursos atuais não são atualizações meramente acadêmicas, orientados por universidades. São particionados pelo governo dos EUA e por corporações privadas com altos interesses nas riquezas dos países de origem dos aprendizes.

O objetivo é claro, mesmo que em segundo plano, que é a de exercer o comando direto com orientação "full time", ou indireto através da cooptação doutrinária e ideológica determinante de um modelo.

Não é à toa que as ações da Força Tarefa burlou a normatização pátria utilizada nas demandas judiciais. Também, misteriosamente, não encontrou um agente estrangeiro nas extensas investigações, enquanto todas as grandes empresas brasileiras caíram na malha. Não foi em vão a descoberta que o governo americano fazia escutas telefônicas ilegais ao governo brasileiro, à Dilma, e na Petrobrás.

Para que sejam alcançados objetivos de dominância, controle e exploração, derrubam-se Presidentes, se assim for necessário. É o que eu chamo de justiciamento da política em países rebeldes ao modelo traçado.

Por isso podem também ser entendidos como ações de conspiração no sentido de "Maquinação; ação de construir um plano que prejudica alguém, geralmente um governante ou uma pessoa poderosa: conspiração contra a presidente.
Conluio; ação de quem busca prejudicar alguém, com a ajuda de uma outra pessoa.", como definido pelo Dicionário Online de Português.

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máquina de propaganda

Os objetivos antinacionais são atingidos com o concurso do maior partido do Brasil, PIG Partido da Imprensa Golpista cujo presidente Globo dirige com mão de ferro.

Dioturnamente "Faz a cabeça" do povo brasileiro que vem saindo do analfabetismo. Qualquer coisa anunciada 24 horas por dia durante 40 / 50 anos vende!

Existe porém um outro partido tão deletério e obscuro quanto, que em breve alcançará a hegemonia. Trata-se do Partido Evangélico do Brasil,  PEB, cujos precursores Malacraias, Felicianus, etc ja fazem estragos pela módica taxa de 10%.

Quando chegará a vez do PPB  Partido Patriótico do Brasil? 

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jose carlos vieira filho

resumindo

Em resumo: ou são rematados canalhas, ou imbecís terminais.

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jose carlos vieira filho

completando

http://journal-neo.org/2016/07/08/a-primer-usaid-us-hegemony/

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O "roteiro"

     Após estes cursos e demais encontros - todos publicos - em 2010 foi publicado um "roteiro", tambem publico/ não reservado, pelas instituições multilaterais americanas ( de Norte a Sul ), as pouco conhecidas fora do meio do contra-terrorismo, a "GAFILAT/GAFISUD" e seus orgãos mãe, a FATF - GAFI

      Trata-se do relatório " Anti Lavado de Activos y Control el Financiamiento del Terrorismo " , cada País teve suas instituições escrutinadas, e ao final deste relatório existem "recomendações", que quado lidas qualquer um, nem precisa ser advogado ou de algum orgão de inteligência, percebe um roteiro primário da "Lava Jato".

      Quem tiver paciência deve le-lo na integra, são mais de 300 páginas, nas quais existe uma visão do exterior sobre nossas instituições, e ao final um "roteiro" ( recomendações ).

       O do Brasil está em : 

 www.gafilat.org/UserFiles/documentos/pt/evaluaciones_mutuas/Brasil_3era_Ronda_2010.pdf

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junior50

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José Eduardo de Camargo

Para resumir, que sejam todos

Para resumir, que sejam todos postos no olho da rua! O cara faz concurso público, passa mediante o infame QI - e não se trata de inteligência pois no judiciário essa prática é a regra! - e depois fica se achando deus? Ora façam-me o favor! Desfaçatez tem limites!

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O que Nassif fez aqui foi

O que Nassif fez aqui foi dissecar para os incrédulos não só como é a atuação do tal "softpower" que os americanos fazem há muito tmepo, vide escola das américas, mas como os tais "deslumbrados", e na nossa classe média o que não falta é gente desse tipo, são capturados nesse processo. Só faltou bater em um ponto: quem tem que ter a visão grande das coisas ? É óbvio que procuradores não vão a estes cursos pensando além de seus horizontes, assim como os militares não o fazem, estudantes universitários de pós-graduação idem, etc. Mas a cúpula do estado tem que ter essa visão estratégica de nação e essa é a razão última de todas estas categorias, que no caso do Brasil são amplamente corporativistas também, tem que esteram suborninadas ao comandante da nação, que é a pessoa responsável por ter esta visão. Daí que nunca se deve pensar em dar autonomia para o MPF, nem forças armadas ou outros órgãos estratégicos do estado. Só neófitos o fazem, como os nossos aqui fizeram.

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Maurici Aazevedo

Afinal, o que são???

Jecas ou sabujos? Sabido é o que se conhece como público, o contrário, no sentido figurativo, seria: velhaco, esperto, trapaceiro.  É o que eles são! Sabujos incontroláveis e vaidosos...Estão ainda com o espírito do homem que sabia javanês! De engano em engano, se vão...

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Em caso de corrupção há a

Em caso de corrupção há a responsabilidade do corrupto e há a responsabilidade do corruptor. nenhuma é menor do que a outra.

RELAÇÕES CARNAIS
Documentos mostram, e provam, como os EUA, muito além dos acordos, financiam a polícia brasileira.
Por Bob Fernandes, de Brasília

http://www.policiaeseguranca.com.br/contas.htm

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Viva Brasil!

Muito bom post e bons comentarios, parabéns a todos. Lembro apenas que o MPF é mais diversificado e plural do que temos tratado em nossa tendência de generalização. Eh claro que o viés extremamente politico-partidario da Lava Jato nos levou para esse caminho, mas acredito que para muto além dos pequenos nerds, que estudaram para "chegar la", ha muita gente com uma visão muito mais critica do papel que o procurador e promotor publico pode e deve ter. A esse proposito, esse é um debate para as escolas de Direito, que formam essa gente, o de acrescentar à grade curricular muito mais Historia, filosofia, sociologia... enfim, cursos que levem à reflexão, com base teorica nos grandes pensadores, para muito além de cartilhas e resumos.

Acho também que Rodrigo Janot é quem deu essa linha primaria pela qual o MPF tem seguido. Ao meu ver, o grande elo entre os Estados Unidos e essa nova forma de atuar do MPF, é ele. Parece-me que Janot também tem muita ambição em sua carreira, assim como o juiz Sérgio Moro (pelo que ja li, se for vero, os dois não se dão tão bem assim), portanto, além de chegarem ao MP e ao Judiciario, eles almejam mais e jogaram todas as fichas na derrubada de Dilma e na prisão de Lula, como uma catapulta para a fama no cenario politico nacional. Onde pretendem chegar? Como tratarão (ou trataram) as delações que alcançam em juizes do STJ e do STF? Até onde irão... O PSDB não foi e não parece que sera incomodado em momento algum pela Lava Jato, Aécio foi um acidente (muito provavelmente provocado por aqueles que discordam do ultra-partidarismo da força-tarefa da LV). Temer poderia ter sido derrubado com um simples vazamento de suas conversas, no entanto...

De toda forma, esta tudo muito polarizado. Penso que precisamos um pouco de recuo para conseguirmos enxergar para onde estamos sendo levados. Acho muito importante o momento que estamos vivenciando e espero que esses ventos nos leve enfim a um novo ciclo e que todo esse bolor que chegou com o governo interino ao centro do poder e que se mantém nas mais diversas instituições, seja varrido do mapa do Brasil.

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Como assim?

"Constatação 2 - os EUA tiveram papel secundário em 1964 e no golpe do impeachment

Em 1964, ajudaram na cooptação de jornais; em 2014 no apoio oficial à Lava Jato e no provável apoio de grupos privados aos MBLs da vida. Mas, em ambos os casos, a conspiração foi nacional, coisa nossa."

Rubens Paiva, IPES e IBAD...

A responsabilidade pelo uso nefasto da máquina pública estadunidense pela iniciativa privada daquele país não pode ser negada, nem em '64 nem agora, nem no nosso país nem no estabelecimento de rebeldes ou do Estado Islâmico na Síria e adjascências.

Se há "espíritos fracos" nativos, locais, isso não diminui em nada a responsabilidade dos EUA. Nem o apoio dos EUA diminuem a responsabilidade dos locais "espíritos fracos". Cada um tem suas responsabilidades.

Mas de que EUA estamos falando? Daquele que abriga cientistas e artistas do mundo todo e lhes alicia para que abram mão de seus patriotismos? Da iniciativa privada de rapina que tem sua matriz lá? Do estado nacional dos EUA?

O poder do capital estadunidense se confunde com o poder político desse país de propósito, um se esconde atrás do outro a depender do momento e ambos se escondem através da produção artística e científica. Que cidadão estadunidense, por mais bacana que seja, está disposto a abrir mão das relativas facilidades que esse país lhe proporciona para, em troca, impedir que seus governos avancem sobre outros países? Assim todos os cidadãos, cientistas e artistas baseados nos EUA são cúmplices das barbaridades que esse país provoca e causa, impõe aos outros paises do mundo.

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Carmelina

Americanos

Acho que a análise é correta em relação aos procuradores, mas não em relação ao papel do governo americano. Em entrevista dada ao jornal La Stampa, o embaixador americano na Itália entre 1993 e 1997 critica a Operação Mãos Limpas por violar o direito de defesa dos acusados, mas admite o envolvimento do seu predecessor. Só que, de acordo com ele, sua orientação seria outra:

"Se fino a quel momento il predecessore Peter Secchia aveva consentito al Consolato di Milano di gestire un legame diretto con il pool di Mani Pulite, «d’ora in avanti tutto ciò con me cessò», riportando le decisioni in Via Veneto. Fra le iniziative che Bartholomew prese ci fu «quella di far venire a Villa Taverna il giudice della Corte Suprema Antonino Scalia, sfruttando una sua visita in Italia, per fargli incontrare sette importanti giudici italiani e spingerli a confrontarsi con la violazione dei diritti di difesa da parte di Mani Pulite». Bartholomew non fa i nomi dei giudici italiani presenti a quell’incontro nella residenza romana, ma ricorda bene che «nessuno obiettò quando Scalia disse che il comportamento di Mani Pulite con la detenzione preventiva violava i diritti basilari degli imputati», andando contro «i principi cardine del diritto anglosassone»."

A troca de embaixadores no Brasil já aconteceu. Acho que o fim da Lava Jato já estava em curso, mas foi suspenso até o final definitivo do impeachment, "just in case".

http://www.lastampa.it/2012/08/29/italia/cronache/cosi-intervenni-per-sp...

 

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Carmelina

Acho que a análise é correta

Acho que a análise é correta em relação aos procuradores, mas não em relação ao papel do governo americano. Em entrevista dada ao jornal La Stampa, o embaixador americano na Itália entre 1993 e 1997 critica a Operação Mãos Limpas por violar o direito de defesa dos acusados, mas admite o envolvimento do seu predecessor. Só que, de acordo com ele, sua orientação seria outra:

"Se fino a quel momento il predecessore Peter Secchia aveva consentito al Consolato di Milano di gestire un legame diretto con il pool di Mani Pulite, «d’ora in avanti tutto ciò con me cessò», riportando le decisioni in Via Veneto. Fra le iniziative che Bartholomew prese ci fu «quella di far venire a Villa Taverna il giudice della Corte Suprema Antonino Scalia, sfruttando una sua visita in Italia, per fargli incontrare sette importanti giudici italiani e spingerli a confrontarsi con la violazione dei diritti di difesa da parte di Mani Pulite». Bartholomew non fa i nomi dei giudici italiani presenti a quell’incontro nella residenza romana, ma ricorda bene che «nessuno obiettò quando Scalia disse che il comportamento di Mani Pulite con la detenzione preventiva violava i diritti basilari degli imputati», andando contro «i principi cardine del diritto anglosassone»."

A troca de embaixadores no Brasil já aconteceu. Acho que o fim da Lava Jato já estava em curso, mas foi suspenso até o final definitivo do impeachment, "just in case".

http://www.lastampa.it/2012/08/29/italia/cronache/cosi-intervenni-per-sp...

 

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Lucas Mourão

Em 1964, depois da

Em 1964, depois da quartelada, o embaixador americano avisou a Jango que se ele não saísse do governo, Washington reconheceria o. governo paralelo formado pelos militares. Não sei como isso pode ser definido como participação secundária.

Também não vejo como secundária a atuação da Escola das Américas na conspiração que resultou no golpe de 1964.

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rogério Lopes Pinheiro de Carvalho

imperialismo e teorias da conspiração

Admiro os texto do Nassif. Um oásis em meio aos dejetos produzidos pela grande imprensa burguesa de nosso pobre país.

Mas algumas mediações e esclarecimentos tem de ser feitos no que diz respeito ao imperialismo.

O imperialismo existe, não vê quem não quer ou olha o real com as lentes ideológicas da direita. Só que deve haver uma qualificação importante: o imperialismo não se propaga no váculo, trata-se sempre de uma articulação entre as elites subservientes de países atrasados - do ponto de vista do capital- como o Brasil e setores do capital internacional. Isso ocorre pois há uma tendências estrutural do capital na busca de novos mercados e aplicação de capitais na sua ânsia por valorização. Lênin e Rosa de Luxemburgo são leituras essenciais nesse aspecto.

Isso posto: 1964 teve participação direta e ativa sim do Império. Já ouviu falar da Operação Brother Sam? Isso não é teoria da conspiiração, está provado documentalmente. Se precisasse os EUA iriam intervir sim no Brasil. Claro, com todo o apoio da nossa burguesia e seus estafetas de sempre. (por exemplo, pulhas como Carlos Lacerda, Magahaẽs Pinto e Adhemar de Barros, só para citar alguns nomes....)

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Brother Sam, Condor... onde

Brother Sam, Condor... onde já se viu bombardear uma sede de governo como fizeram no Chile?!

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Americanos

Salvo engano, estavam bombardeando compatriotas.

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Follow the money, follow the power.

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José B

Aqui, o mote é "corrupção".

A Halliburton de Dick Cheney, CEO da empresa e ex vice presidente na administração Bush, está faturando bilhões no Iraque. O discurso de combate ao terrorismo e a busca de armas de destruição em massa foram os pretextos usados pelos americanos para justificar a invasão. 

Tudo mentira. Em jogo, simplesmente, os interesses das corporações do setor de construção e petróleo. 

Haverá algum juiz, delegado ou procurador para investigá-los com a mesma régua utilizada pela lava jato contra o Lula? 

 

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Tamosai no GGN

Foram competentes?

Precisamos relativizar o conceito de competência. O estrago feito na justiça com a banalização dos vazamentos, das prisões preventivas injustificadas e longas, o desrespeito à presunção de inocência, a seletividade das investigações vão ter efeitos ruins e longos. A queda do PIB, como Romulus salientou, não é só momentânea. Pode durar mais de uma década, já que essa tecnologia pode ser perdida. Tenho colegas engenheiros que depois de um ano de desemprego, desistiram da carreira de projetos e vão viver de bicos sabe-se lá onde. Tudo isso para quê? O governo interino de usurpação está cheio de corruptos de carteirinha. Se o MP tentar mexer com eles, vão cortar logo as asinhas dos arrogantes procuradores e juízes. 

Nassif, seu artigo foi bom, mas o elogio à competência deles precisa ser relativizado. Se não, fica parecendo um artigo do Eugênio Bucci.

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Godinho

Os sabichões e os sabidinhos

Faço concursos a décadas. Uma coisa que notei, desde o começo, é que os aprovados são, em sua grande maioria, pessoas com algumas características pessoais comuns. A maioria é daquilo que os americanos chamam de nerds. Pessoas inteligentes, muitas vezes gênios, mas via de regra incapazes sociais. Têem amigos e tudo mais, mas sua superioridade intelectual os condena a um isolamento quase natural. E pessoas isoladas costumam desenvolver fantasias próprias sobre o mundo, os erros humanos e sua correção. Quase todos são conduzidos a pensamentos salvacionistas, messiânicos. E quase todos, conscientemente ou não, se situam no centro da salvação, como seu agente único ou fundamental. É sua muleta para se relacionar com um mundo de pessoas comuns, incapazes de alcançar sua clareza mental.

Junte essas pessoas numa corporação (ou em algumas - MP, PF, Judiciário). Com o passar dos anos, se tornarão um corpo social orientado por uma visão de mundo e de missão dominados pelo salvacionismo e messiânismo.

Associe a isto uma pitada de política, e, ou emergem carbonários, ou, o mais comum, fascistas extasiados.

Os Americanos aprenderam dos ingleses e franceses o uso do soft power, e levaram isto ao último degrau da competência. Eles sabem que é a captura de corações e mentes dos estamentos burocráticos e militares que assegura o controle de um Estado por dentro, no boots on the ground. Todas as experiências invasivas foram negativas, custaram vidas e zilhões de dólares, e tinham que ser feitas diante dos olhos do mundo e dos próprios americanos. Éé muito mais barato e eficaz investir no soft power. E lá se vão nossos meninos concursados fazer cursos no FBI, no Dpto. de Justiça, nas universidades de lá. São um bando de jecas na cidade grande, babando diante das montanhas de recursos à disposição do aparato penal, da sofisticação dos métodos e equipamentos (e que não questionam jamais o porque de lá não terminar nunca o tráfico, a corrupção, a bandalheira). E voltam cheios da certeza de que algum deus supremo os escolheu para essa missão, salvar as almas desse povo corrupto, mulato, pobretão e fedido. Dessa gente que gosta mesmo é de cachaça e samba, sexo e pilantragem. A harpia - aquilo não é uma águia - ri por dentro, vendo os meninos fazerem crescer o delírio e o caos.

Duvido muito que sejam, de fato, agentes da CIA / NSA / Dpto. de Estado. Mas não tenho qualquer dúvida de que seus interlocutores lá sejam eles próprios agentes ou intruídos por.  Não são agentes, mas sua total incapacidade de pensar o interesse nacional, ou reduzi-lo a tão somente um penalismo primário e canhestro, associada a toda a história de vida e formação da maioria desses cidadãos, especialmente o deslumbre provocado pela metrópole, os levam a servir aos interesses de uma potência estrangeira, em detrimento dos nossos.

Ao final, chega-se à situação atual. O impasse é tal que ou vencem os corruptos e vendilhões descarados, ou vencem os messias de fundo de quintal, e em qualquer caso, perdem o Brasil e seu povo não-rico. Qualquer outra saída vai requerer muita energia política e provavelmente algum grave grau de ruptura institucional.

 

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cvilela

Os sabichões e os sabidinhos

Análise perfeita!!! Disse tudo sobre o que são estes "nerds'. Mas vou ser direto, faltou dizer que são FDPs que estudaram horas para acabar com o país.

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Rchiavennato

"Têem"

é dose...

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José Ricardo Pereira

O perfil

Godinho, no primeiro parágrafo vc descreve o perfil de Hitler.

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Curiosidade

Você afirma que faz concursos públicos há décadas, passou em algum?

Tenho também a curiosidade sobre uma lenda urbana, de que muitos dos aprovados não fizeram as provas, que foram efetuadas por um gênio que os substitui nos exames, existe isto mesmo?

Será que existe algum concursado destes de primeira linha, com salários nas casas dos 40.000 que entrou com outro fazendo a prova por eles?

No assunto da sua resposta, penso que a preparação para alguém que possa realmente pensar o futuro de um país é uma tarefa hercúlea que deve ser empreendida desde a mais tenra idade, no meu blog aqui no Nassif têm um documento sobre isto, A Tecnologia Oculta do Poder, se é verídico ou não é uma indagação comparável à feita aos Protocolos dos Sábios do Sião.

Vivemos em tempos interessantes.

http://jornalggn.com.br/blog/alexandre-weber-santos-sp/a-tecnologia-ocul...

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Follow the money, follow the power.

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