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eleições

Filha de Cunha deve ser candidata a deputada federal

Fotos: Facebook/Agência Brasil

Jornal GGN - Com o pai preso em Curitiba, Danielle Cunha, filha de Eduardo Cunha, "está pronta" para "concorrer a uma vaga na Câmara em 2018". Segundo informações do Radar desta quarta (26), a jovem "sempre gostou de política e, segundo aliados do ex-deputado, tem aptidão para a coisa". Só não vai entrar no pleito se Cunha "der para trás".

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Doria manda espalhar bandeiras do Brasil pela capital após condenação de Lula

Foto: Prefeitura de São Paulo

Jornal GGN - O prefeito de São Paulo Joao Doria Junior (PSDB) orientou o time de prefeitos regionais a espalhar pela capital bandeiras do Brasil com a desculpa de que é preciso despertar o espírito cívico da população. Mas a medida, segundo o Estadão desta quarta (26), foi tomada após a condenação de Lula no caso triplex e ainda pode estar atrelada a um plano para projetar Doria no "tabuleiro nacional".

O tucano sonha com o Palácio do Planalto e tem se colocado como "oposto a Lula" em diversas agendas públicas, numa tentativa de capitalizar o voto do anti-petismo. Há duas semanas, em passagem por São Bernardo do Campo, Doria chegou a provocar Lula, dizendo-se duplamente feliz em pisar na cidade onde mora o ex-presidente sabendo que ele foi condenado por Sergio Moro.

"O tucano, que já costumava encerrar seus eventos políticos com o tema da vitória de Ayrton Senna e o mote de que a bandeira do País não é vermelha como a do PT, reforçou o tom nacionalista após o juiz Sérgio Moro condenar, no dia 12, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e 6 meses de prisão", disse o Estadão.

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As poucas chances de Lula na Justiça rumo a eleições 2018

 
Jornal GGN - A condenação de Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz de primeira instância da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, prevê que o ex-presidente não possa concorrer a eleições e cargos públicos por 7 anos. A sentença passaria a valer, contudo, somente se o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmá-la. Ainda assim, o cenário não está fechado: Lula pode recorrer até que sua ação seja analisada pela última instância e pedir uma espécie de "licença" para concorrer à Presidência em 2018.
 
Ainda assim, as chances são pequenas. Isso porque a jurisprudência traz exemplo de desfavor ao ex-presidente. Além do próprio histórico da 8ª turma do TRF-4, que julgará Lula, de não apenas confirmar as decisões de Moro, como também em alguns casos aumentar as penas impostas, o Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe outras jurisprudência para complicar ainda mais a situação do líder petista.
 
Conforme o GGN divulgou, o relator das revisões das sentenças de Moro, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, e os integrantes da 8ª Turma do TRF4 vêm adotando as mesmas metodologias e interpretações do juiz da Vara Federal da Curitiba, mas na segunda instância. Gebran, que já foi apontado por supostamente ter relações pessoais de amizade com Moro, também é caracterizado como juiz "linha-dura", concordando com os despachos do juiz do Paraná em grande parte das sentenças.
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Haddad nega candidatura a presidente: "PT não trabalha com essa possibilidade"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O ex-prefeito Fernando Haddad compartilhou em sua página pessoal no Facebook a entrevista cedida a Mário Sergio Conti, da GloboNews, na quinta (21), ocasião em que foi apresentado como potencial candidato a presidente da República em 2018. A projeção foi feita por Lula, numa entrevista em que o ex-presidente abordou a dificuldade do PT em criar novas lideranças.

"Sinceramente, o PT não trabalha com essa possibilidade [de Lula não ser o candidato]. O PT trabalha com a tese de que vai reverter a decisão de primeira instância, contrária ao ex-presidente, e ele vai ter condição de disputar, o que acho a estratégia correta. (...) O que vi depois da sentença foi verdadeira mobilização de dezenas de juristas que querem escrever uma opinião técnica, balizada, sobre a decisão tomada, dizendo que não havia base para a condenação [no caso triplex", comentou Haddad. 

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Marco Aurélio Garcia: o apoio silencioso a Lula, e um cenário possível para 2018

Por Rodrigo Vianna

Na Revista Forum

Dilma e Lula estavam lá.

Haddad, Suplicy e outras lideranças do PT também estavam.

Jovens acadêmicos, que Marco Aurélio Garcia ajudou a formar e hoje ocupam cátedras nas universidades Brasil afora, marcaram presença.

Militantes emocionados, professores, jornalistas…

Marco Aurélio era um bem-humorado professor e militante. Frasista brilhante. Culto, sem ser pernóstico.

O texto mais bonito sobre ele talvez tenha sido escrito por Gilberto Maringoni – hoje no PSOL (clique aqui para ler).

O discurso mais emocionante, claro, veio de Lula – clique aqui para ver:

Mas a imagem mais marcante do velório, em São Paulo, veio de um grupo que aos poucos se aglomerou numa escada, a poucos metros do caixão onde o corpo era velado.

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Guru de Marina defende chapa com Joaquim Barbosa e eleição sem Lula

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Jornal GGN - De olho no eleitorado de Lula, Marina Silva já começou a mexer os pauzinhos em torno da eleição de 2018 tão logo saiu a sentença do caso triplex e o País passou a se questionar se a candidatura do petista será viável.
 
Em entrevista à Folha, publicada no domingo (16), o economista Eduardo Gianetti, um dos gurus de Marina, defendeu um cenário sem Lula em 2018 como se fosse a melhor opção para o País sair da crise política.
 
"É muito mais arejada para o país [a disputa ocorrer sem Lula]. Neste caso, haverá uma grande pulverização de candidaturas. Isso seria bom para o eleitorado, nos daria oportunidade de fugir de uma discussão burra e debater temas importantes. E muita gente iria se animar a concorrer", disse.
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A Veja solta enquete, e Lula é aclamado

A votação na manhã desta sexta, dia 14

Jornal GGN – Nesta quinta-feira, dia 13, a Veja soltou uma enquete para sondar o público: Lula será preso ou voltará à presidência em 2018? As redes sociais se alvoroçaram, blogs e sites de esquerda deitaram e rolaram, e o motivo é hilário: a Veja comprovou a popularidade de Lula e a fragilidade da Lava Jato.

No final da tarde e início da noite, Lula presidente liderava com 86%, enquanto Lula preso ficava na casa dos 14%. No início desta manhã de sexta, dia 14, o quadro mudara um pouco, mas não tanto que não pintasse o mesmo quadro. Lula presidente com 75% e Lula preso com 25%.

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Lula não é o primeiro, nem será o último, por Henrique Fontana

Foto Lula.com

Lula não é o primeiro, nem será o último

por Henrique Fontana

Lula não é o primeiro presidente condenado na história do Brasil, como quer fazer crer a grande mídia, antes dele João Goulart e Juscelino Kubitscheck já haviam sido condenados por “crimes políticos”, e da mesma forma tiveram seus direitos políticos cassados em um outro golpe, o de 1964. Dilma Rousseff também pagou por um crime que não cometeu, que sequer existiu. Isso sem falar em Getúlio Vargas. Os golpes de classe, militares ou não, invariavelmente, condenam presidentes dos períodos democráticos anteriores, e também, invariavelmente, buscam se manter no poder sem ter que se sujeitar ao incômodo das eleições e do voto popular. Mais de vinte anos de ditadura e um de Temer que o digam.

O juiz Sérgio Moro é peça de uma engrenagem complexa, e sua sentença sem provas contra Lula, parte de uma operação com evidente caráter político. Claro que desejamos que aqueles que cometeram crimes de corrupção sejam punidos, dentro do devido processo legal, nos marcos da Constituição Federal, sem exceções. Mas a inversão do ônus da prova, que na decisão de Moro cabe ao acusado e não aos acusadores, revela mais uma face do regime de exceção que se instala no país, e todo o risco que isto significa ao Estado Democrático de Direito.

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Moro deixou ao TRF-4 o fator eleições 2018 para condenar Lula

 
Jornal GGN - Condenado na primeira instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva só precisará cumprir a sentença do juiz da Lava Jato no Paraná, Sérgio Moro, se a segunda instância, neste caso o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), confirmar a decisão. Enquanto criminalistas analisam que o natural seria um prazo de, pelo menos, um ano para o veredito, o fator eleições 2018 deve antecipar o julgamento.
 
Reportagem divulgada nesta quinta-feira (13), pelo Uol, entrevistou diversos advogados criminalistas, que analisam, pelo histórico de recursos de apelação criminal de defesas, o tempo médio de um ano para a segunda instância decidir sobre uma sentença da primeira.
 
De acordo com o coordenador da pós-graduação em direito penal econômico do IDP-SP (Instituto de Direito Público), Fernando Castelo Branco, um processo adota um novo começo quando é transferido para uma instância superior. "É uma nova fase do processo. Há um nível de assoberbamento de processos no tribunal. E a estimativa com que se trabalha hoje é que não seja em menos de um ano para esse julgamento da apelação ser realizado", disse ao Uol.
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O cheiro de pizza se espalha pelo ar, por André Singer

Jornal GGN – André Singer, em sua coluna na Folha, evidencia a pizzada que está sendo servida no Congresso, com definição de sabores pela mídia. Articular para que Rodrigo Maia possa ocupar a Presidência até o final de 2018 pode ser um balão de ensaio, ou não, dependendo da reação.

Segundo ele, a pizza carrega dois sabores. O primeiro é o de agradar o capital, evidenciando neste quesito matéria veiculada no Valor, de que o Maia já se articula com mercado. A matéria não dá nome nem reações dos tais contatos do mercado financeiro, mas da força que Maia faz em provar que está apto a assumir a função, mantendo, é claro, a equipe econômica e as reformas.

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O que forja o atraso da queda de Michel Temer

 
Jornal GGN - O início da análise da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer na Câmara dos Deputados esbarra em um complexo jogo de alianças e interesses numa das maiores crises políticas do país. Enquanto deputados analisam até que ponto podem sacrificar imagens ao veredito público pelo simples apoio a Temer da grande base no Congresso, as ameaças constantes da Lava Jato a diversos políticos e as eleições de 2018 complicam ainda mais o cenário.
 
Por parte do comando da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) é um claro fiel aliado do mandatário peemedebista. Apesar de publicamente afirmar que os prazos para a denúncia de Temer na Casa serão respeitados, táticas vem sendo usadas para protelar ao máximo a conclusão da análise dos deputados sobre se o presidente será ou não julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Em outra frente, Maia também evita se expor ou tirar proveito como um possível herdeiro da cadeira do Planalto, caso Michel Temer seja afastado. O presidente da Câmara é o próximo da linha sucessória da Presidência da República. Em gesto de que não pretende, nem temporariamente, comandar o país, a ausência de Temer em agenda internacional fez o deputado também marcar viagem ao exterior para não estimular as hipóteses.
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Ministro de Temer foi "estrela" em convenção da Assembleia de Deus

Foto: Marcos Santos/Diário do Pará
 
 
Jornal GGN - O ministro da Fazenda Henrique Meirelles foi "estrela" da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil na última segunda-feira (3), segundo a colunista Mônica Bergamo. O evento, que reuniu 4 mil pastores, ressalta a aproximação de Meirelles com a igreja que tem 20 milhões de seguidores e nenhuma resistência às reformas de Michel Temer.
 
Segundo Bergamo, a aproximação de Meirelles e da igreja está sendo "monitorada por dirigentes partidários". Eles "desconfiam" que o ministro está de olho em uma candidatura ao Palácio do Planalto em 2018.
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A rejeição de Bolsonaro e de Doria cresce mais do que sua aceitação. Lula segue favorito, por Marina Lacerda

A rejeição de Bolsonaro e de Dória cresce mais do que sua aceitação. Lula segue favorito.

por Marina Lacerda

Temos discutido aqui os movimentos de opinião que as últimas pesquisas eleitorais indicam. Havíamos dito, em fevereiro, que Bolsonaro crescia estrondosamente, e que havia superado o máximo da extrema direita brasileira em eleições nacionais – o que segue sendo verdade. Segundo a última pesquisa Datafolha, hoje ele tem 16% das intenções de voto, 20% excluídos brancos e nulos -- mais que o dobro da votação do integralista Plínio Salgado em 1955, que obteve 8,3% dos válidos.

Já em abril dissemos que Bolsonaro provavelmente havia alcançado seu limite máximo. Se Bolsonaro bateu no teto ou não a última pesquisa Datafolha não ajuda a elucidar totalmente, mas é provável que sim. Bolsonaro cresceu um ponto percentual desde abril, dentro da margem de erro. Lula também se mantém estável nessa perspectiva (30%), considerando o Cenário A.

O que chama atenção, porém, é que a rejeição de Bolsonaro cresceu muito. Consideremos os candidatos mais viáveis nesse momento.  De abril para cá, de acordo com o mesmo instituto, a rejeição a Lula cresceu 2% (de 45 para 46%), a de Marina 19% (de 21 para 25%) a de Alkmin 21% (de 28 para 34%), a de Dória 25% (de 16 para 20%) e a de Bolsonaro 30% (de 23 para 30%). Aécio e Temer nem foram considerados pelo instituto de pesquisa, e são realmente carta fora do baralho eleitoral.

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De Roosevelt a Trump: entenda decadência de lideranças no mundo

E ainda, crise política brasileira está inserida em um quadro maior, que abala democracias em todo mundo   
 

Crise política brasileira está inserida em um quadro maior, que abala democracias em todo mundo

Jornal GGN – Já está claro entre os estudiosos de que a crise política e econômica enfrentada hoje no Brasil não é isolada e está dentro de uma crise mais ampla. Agora, o que colocou o mundo dentro desse contexto, que vem se arrastando de forma mais acelerada desde 2008? Os fundamentos estão no fim da Ordem Bipolar em que o mundo foi submetido de 1945, logo após a Segunda Guerra Mundial, até 1989 com a derrubada do Muro de Berlim, símbolo da divisão geopolítica entre dois blocos na Guerra Fria.

Segundo Pedro Costa Júnior, mestre em ciências sociais e políticas pela PUC-SP e professor das Faculdades Integradas Rio Branco, junto com a queda do Muro de Berlim ocorreu a redução gradativa de lideranças políticas.

O pesquisador explica que, durante a Guerra Fria (1947 – 1991), o mundo seguia uma trajetória previsível e isso fica claro nas rodadas de acordos de paz de Potsdam, Yalta e São Francisco, que ajudaram a definir os rumos da geopolítica. Na conferência mais importante, de Yalta (1945), balneário localizado às margens do Mar Negro na península da Criméia, reuniram-se os três maiores líderes da época: Franklin Roosevelt, Josef Stalin e Winston Churchill, dos Estados Unidos, União Soviética e Inglaterra, respectivamente.

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A saída do Congresso para financiar eleições, por Janio de Freitas

Sem passar pelo plenário, lideranças partidárias aprovam orçamento público de R$ 3,5 bilhões para campanhas eleitorais 
 
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Plenário do Senado Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Aproveitando a crise do governo Temer, lideranças do Congresso Nacional se reuniram na semana que passou para decidir como será o financiamento das campanhas eleitorais, discussão que vinha sendo arrastada desde 2016, após a decisão do STF proibindo o financiamento de empresas privadas às campanhas eleitorais. A saída encontrada pelos parlamentares, sem passar para o plenário, foi a aprovação de um financiamento com verbas públicas, orçando em R$ 3,5 bilhões. Dessa forma, como pondera Janio de Freitas na sua coluna deste domingo, na Folha de S.Paulo, "vamos todos pagar as campanhas dos políticos. Inclusive daqueles a quem repudiamos". 
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