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FHC janta com diretor da Globo e projeta Alckmin em 2018

Foto: Edu Lopes/Divulgação
 
 
Jornal GGN - Fernando Henrique Cardoso e João Roberto Marinho, do Grupo Globo, almoçaram no restaurante Ca'd'Oro, na segunda (21), em meio a uma disputa entre Geraldo Alckmin e João Doria pela candidatura do PSDB a presidente da República em 2018. Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo, FHC "tem dito a interlocutores que o mais provável é que o PSDB lance Geraldo Alckmin a presidente, e não o prefeito de São Paulo".
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Bolívar Lamounier, e a miséria da intelectualidade tucana, por Luis Nassif

O cientista político Bolívar Lamounier permite uma boa análise de caso. Não apenas por sua história política, que se confunde com a do PSDB, mas por explicitar bem os grupos que compõem o partido.

No plano histórico, saiu da social-democracia da Constituinte para a visão simplista e preconceituosa do neoliberalismo tipo irmãos Kock, aquela que reduz o projeto de Nação a uma mera questão de corte de gastos sociais. A idade enrijeceu a alma e o espírito do sobrinho neto de Gastão Lamounier, o lírico compositor de almas.

Na quadra atual, ele expõe de maneira crua as divisões do partido. Ele e seu líder, Fernando Henrique Cardoso, historicamente alinhados com o Partido Democrata norte-americano, representam o elo com o pensamento dos EUA e de lideranças de mercado, como Jorge Paulo Lehman, Armínio Fraga, os herdeiros do Itaú entre outros grupos. Na mídia, os ideólogos mais ostensivos são os economistas Marcos Lisboa e Samuel Pessoa. São eles que fazem as ligações com a alta tecnocracia pública do Tribunal de Contas da União, Secretária Nacional do Tesouro, entre outros.

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Nassif: FHC, PSDB, PT e o combate ao centralismo brasiliense

No artigo “Convicção e Esperança” (https://goo.gl/sGRuQg), no Estadão e em O Globo, Fernando Henrique Cardoso demonstra uma insuspeitada saudade de um partido que ele ajudou a enterrar: o PSDB socialdemocrata, substituído por um PSDB radicalmente mercadista e, depois, radicalmente à direita.

Era o PSDB de Mário Covas que, embora não fosse um pensador, pela atuação de centro-esquerda no velho MDB e, especialmente, na Constituinte, inspirava ideias e projetos socialdemocratas.

No velho PSDB, quem melhor representava esse espírito eram os economistas da FGV-SP, Luiz Carlos Bresser Pereira e Yoshiaki Nakano, os irmãos Mendonça de Barros. E a grande cabeça política, o José Dirceu do PSDB, era Sérgio Motta, um furacão generoso e solidário, que ajudava a empurrar o lado inercial de Fernando Henrique e José Serra.

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Procurem o concorrente, por favor!, por Mauro Santayana

Procurem o concorrente, por favor!

por Mauro Santayana

Um amigo, recém-retornado ao Brasil depois de muitos anos  trabalhando no exterior, resolveu abrir, outro dia, com parte de suas economias, uma conta na agência Styllus do Banco do Brasil do Setor Sudoeste, em Brasília, e não conseguiu.

A justificativa, citada pela atendente - que não quis nem saber sequer quanto ele tinha para depositar e aplicar, foi "tout court", "superlotação", como se tratasse não de uma agência bancária top de linha, mas de uma vulgar - e desumana - cela de prisão.

A verdadeira razão da recusa?

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FHC e Serra são golpistas, e Moro e o STF são cúmplices, diz ex-premiê de Portugal

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - O ex-primeiro ministro de Portugal José Sócrates (2005-2011) soltou o verbo contra a oposição ao PT e a Lava Jato, durante uma entrevista que concedeu à imprensa estrangeira em Lisboa, na quarta (26). 
 
A Folha, que estava presente, relatou que FHC e Serra foram chamados de golpistas sem nenhuma cerimônia, e Sergio Moro, de "cúmplice do golpe". 
 
"Os golpistas Fernando Henrique Cardoso e José Serra vieram a uma conferência aqui em Portugal para falar para os professores de direito portugueses e explicar o golpe. Como se nós não estivéssemos a ver o que se estava a passar", afirmou.
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Marcos Valério revela esquemas desde governo FHC, por Janio de Freitas

Foto Lula Marques

Jornal GGN – Marcos Valério foi mais longe sem a força tarefa da Lava Jato. Com a delação premiada submetida ao Supremo, via Polícia Federal, ele discorre sobre os esquemas financiados por suas empresas, desvios e quetais, desde o governo de Fernando Henrique Cardoso. Quem aponta o fato é Janio de Freitas, em sua coluna na Folha.

Janio diz que ele vai mais longe, porém não com temas que incluam a Petrobras em compras e obras, o que não exime os negócios da estatal. Os ilícitos das empresas de Valério passeiam por partidos e políticos valendo-se de programas de publicidade e marketing. E isso a Petrobras tinha muita proeminência.

Leia o artigo a seguir.

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Aécio recebia 2% de propina em esquema no Banco do Brasil desde FHC, diz delator

Foto: George Gianni/PSDB
 
 
Jornal GGN - Condenado no Mensalão, Marcos Valério fez um acordo de delação com a Polícia Federal que expõe, mais uma vez, a seletividade e partidarismo da Lava Jato. Isso porque, segundo O Globo desta quinta (20), Valério entregou material que pode render investigações sobre corrupção no governo FHC, envolvendo contratos do Banco do Brasil, Fundacentro e Eletrobras. Além disso, desnudou os esquemas que financiaram ilegalmente a carreira política de Aécio Neves (PSDB).
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18 anos depois, o caso do Banco Marka

18 anos depois, o caso do Banco Marka

Caro Nassif,

Estava relendo seu artigo publicado no longínquo 06/05/1999, “O BC e o Banco Marka”, onde você analisou  as operações realizadas pelo Banco Central em 14/01/1999, época da rumorosa mudança da política cambial.

Ressalto a precisão da sua análise e conclusões, no que se refere ao Banco Fonte Cindam (não estou me ocupando aqui da outra instituição).

A propósito, decorridos  dezoito anos daquele marcante e indelével episódio, no último dia 21 de junho de corrente ano a 3a. Turma do Tribunal Regional Federal da 1a. Região reconheceu a legalidade das aludidas operações realizadas e deu provimento às apelações feitas por nós, pelo Banco Central do Brasil, pela BM&F e outros, nos termos do elucidativo voto do eminente Desembargador Ney Bello.

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PSDB agora diz que deixará Temer após sanção da reforma trabalhista

Foto: Beto Barata/PR
 
 
Jornal GGN - Há semanas em cima do muro, o PSDB agora diz que só está esperando a sanção presidencial da reforma trabalhista, aprovada na terça (12), para desembarcar de fez do governo Michel Temer. A informação consta no portal 360, em reportagem sobre o jantar que o governador Geraldo Alckmin ofereceu ao tucanato, com participação de figuras como Aécio Neves.
 
Segundo o portal, Alckmin teria pedido desculpa aos correligionários por ter afirmado publicamente que aguardaria as reformas impopulares para abandonar Temer.  “Fiz confusão. Era para falar da reforma trabalhista. Nem sei se Temer conseguirá aprovar a Previdência neste ano”, disse.
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Entre sair ou ficar do governo, PSDB escolhe o muro

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - É destaque no Painel da Folha desta terça (11) mais uma informação qu confirma que o tucanato decidiu subir no muro em relação ao governo Michel Temer. Enquanto uma ala ameaça com debandada há semanas e reforça esse discurso nos últimos dias, sinalizando apoio a Rodrigo Maia, Fernando Henrique Cardoso decidiu ligar para Temer e prometer que o PSDB não deixaria a base aliada. Pelo menos por enquanto.

Ontem, os tucanos se reuniram em Brasília, mas não selaram a saída do governo mesmo diante da derrota inicial de Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. "Fernando Henrique Cardoso garantiu a Temer, por telefone, que a reunião do PSDB desta segunda (10) não selaria o desembarque dos tucanos do governo", publicou o Painel.

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Suspeito de operar propina a Temer, Edgar vendeu imóvel "subfaturado" a FHC

Edgar Safdié, apontado pela PF como o homem que seria acionado por Rodrigo Rocha Loures para receber propina da JBS, foi sócio da empresa que vendeu apartamento a FHC por 43% de seu valor de mercado. Seu pai, Edmundo Safdié, foi réu por lavagem de dinheiro em favor de Celso Pitta e teve seu banco envolvido no trensalão tucano
 
 
Jornal GGN - O Edgar que a Polícia Federal apontou em relatório ao Supremo Tribunal Federal como principal suspeito de ter sido acionado por Rodrigo Rocha Loures (PMDB) para receber propina da JBS em esquema envolvendo Michel Temer foi sócio da empresa que vendeu, em 2005, um apartamento ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
 
Edgar Rafael Safdié e seu pai, Edmundo Safdié, falecido no ano passado, controlavam a empresa Bueninvest, criada em 1990. Segundo informações da junta comercial de São Paulo, Edgar só deixou a sociedade em 2010, cinco anos após a venda de um imóvel em Higienópolis para FHC.
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PSDB decide nesta segunda se desembarcará do governo

FHC tenta evitar racha na decisão do diretório nacional; partido tem quatro ministros com Temer 
 
Fernando Henrique Cardoso Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O diretório nacional do PSDB irá se reunir nesta segunda-feira (12) para decidir se a sigla irá manter ou não o apoio ao governo do presidente Michel Temer. O partido tem quatro ministros que se apoiam nas defesas das reformas propostas pelo peemedebista.
 
Segundo informações da Coluna Política do Estadão, até o momento o partido segue rachado. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso passou o final de semana buscando apoio para uma solução comum. A pressão pelo desembarque aumentou desde que estourou as gravações feitas pelo empresário da JBS, Joesley Batista, acertando a entrega de dinheiro para Temer. O grupo dentro do PSDB que defende abandonar o governo afirma que o partido poderá manter o apoio às reformas e ainda garantir um discurso político nas eleições. 
 
Neste domingo completam 24 dias que a irmã e o primo de Aécio Neves - Andrea Neves e Frederico Pacheco - foram presos acusados de receber propina do dono da JBS. O senador e presidente afastado do sigla não deverá comparecer na reunião. 
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Um dia ao estilo PSDB/PMDB: Violência, oportunismo e armas letais

do Psicanalistas pela Democracia

Um dia ao estilo PSDB/PMDB: Violência, oportunismo e armas letais. Então, imaginem vinte anos disso

“…o Estado proibiu ao indivíduo o uso da injustiça, não porque pretenda abolí-la, mas porque quer monopolizá-la, como o tabaco e o sal. O Estado combatente permite a si toda a injustiça e toda a violência que desonraria o indivíduo.”

Sigmund Freud-Considerações atuais sobre a guerra e a morte (1915)

Em meio a uma crise e a uma sucessão de violências inacreditáveis que supunhamos ter ultrapassado, vamos observando os movimentos pusilânimes que fazem os partidos hoje no poder. Mas relembremos o alerta de Freud no contexto da primeira grande guerra: “Na realidade, tais homens não caíram tão baixo como temíamos, porque também não tinham subido tão alto, como a seu respeito julgávamos.”

A total indiferença de supostos líderes cujos movimentos rasteiros tem um único objeto: manter-se na área de influência e mando. Membros do parlamento, representantes eleitos, ex-presidentes, ex-governadores testemunham todos os dias brasileiros sendo massacrados, assassinados, mal tratadas e humilhados mas não se importam, não empunham a palavra para interceder, não reinauguram e nem interpretam a bestialidade dos discursos que jogaram a nobreza da política para o esgoto do sem fundamento e do ganho pessoal. Ao contrário são hoje eles os grandes promotores das violências que explodem contra o corpo de brasileiros e brasileiras.

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A 'solução' dos empresários omitida pelos jornais, por Janio de Freitas

A reviravolta política obriga grupos que dirigem o país a encontrar uma saída rápida para seguir desmonte do estado 
Reviravolta política obriga grupos que dirigem o país a encontrar uma saída rápida para seguir desmonte do e
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A reviravolta política, induzida pelas delações da JBS e, mais recentemente, pelo tumulto em Brasília, obriga os grupos que dirigem o país a encontrar uma saída rápida para a crise. 
 
Nas últimas semanas alguns nomes têm sido aventados como alternativas à um pacto de novo governo capaz de sustar a crise política: Tasso Jereissati, Fernando Henrique Cardoso e até Nelson Jobim. A questão é que, por traz dessas opções que aparecem para a sociedade está à procura de um acordo para seguir as reformas de desmonte do estado, como a trabalhista e a da Previdência. 
 
Na coluna deste domingo, na Folha, Janio de Freitas alerta que os manifestos dos principais jornais do país omite essa "solução" calculada pelos empresários e, ainda, que setores desse grupo colocam até como prioridade manter Temer e Meirelles.
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PSDB só vai abandonar Temer quando escolher o substituto, por Kennedy Alencar

Jornal GGN - O PSDB só vai descer do muro em relação ao governo Temer quando um substituto for escolhido para competir em eventual eleição indireta, caso o presidente seja afastado do poder. Hoje, o partido antes presidido por Aécio Neves está dividido: os tucanos do Planalto resistem nos cargos, mas diretórios estaduais já manifestaram o desejo de rompimento. Para Kennedy Alencar, os tucanos querem acertar quem será o candidato da eleição indireta. FHC é um dos cotados.
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