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Eike foi de empresário-modelo a batata quente de peruca, por Gregorio Duvivier

Jornal GGN - Em sua coluna na Folha de S. Paulo, o ator e escritor Gregorio Duvivier comenta o caso de Eike Batista, empresário antes incensado e que foi preso hoje (30) pela Polícia Federal em um desdobramento da Operação Lava Jato.

Quando se trata de descobrir que é o culpado por “essa monstruosidade”, esquerda e direita se dividem, e, para Duvivier, os dois lados estão corretos. “O filho foi gerado pelo país inteiro, numa espécie de suruba transpartidária e supraideológica”, argumenta, dizendo que o Brasil ama seus bilionários, e faz vista grossa para seus desvios.

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As dúvidas da semana resumidas em uma palavra, por Gregório Duvivier

 
Jornal GGN - Para resumir os últimos acontecimentos envolvendo a morte do ministro Teori Zavascki e os imbróglios nas decisões que paralisam o Supremo Tribunal Federal (STF), o universo político e os brasileiros com o futuro herdeiro da Operação Lava Jato, o colunista, ator e escritor Gregório Duvivier só encontrou uma palavra: "caralho".
 
E para o uso dela, pediu "desculpas" ao "leitor pudico", afinal, a palavra "caralho" é "platônica", "transcendente", "sempre metafórico" e "pertence ao campo das ideias". 
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Desculpe o transtorno, preciso falar da Clarice, por Gregório Duvivier

Catarina Bessell/Folhapress

Jornal GGN - Duvivier fala ao coração. Fala ao coração ao contar seu encontro com Clarice, seu casamento, as parcerias infinitas e, o que mais toca, o fim. Mas Clarice foi, antes de mais nada, a grande história dentro do coração de Duvivier, e o relato emociona. Sem delongas, vamos ao texto.

Desculpe o transtorno, preciso falar da Clarice

por Gregorio Duvivier

'Parece que, pra sempre, ela vai fazer falta'.

Conheci ela no jazz. Essa frase pode parecer romântica se você imaginar alguém tocando Cole Porter num subsolo esfumaçado de Nova York. Mas o jazz em questão era aquela aula de dança que todas as garotas faziam nos anos 1990 –onde ouvia-se tudo menos jazz. Ela fazia jazz. Minha irmã fazia jazz. Eu não fazia jazz mas ia buscar minha irmã no jazz. Ela estava lá. Dançando. Nunca vou me esquecer: a música era "You Oughta Know", da Alanis.

Quando as meninas se jogavam no chão, ela ficava no alto. Quando iam pra ponta dos pés, ela caía de joelhos. Quando se atiravam pro lado, trombavam com ela que se lançava pro lado oposto. Os olhos, sempre imensos e verdes, deixavam claro que ela não fazia ideia do que estava fazendo. Foi paixão à primeira vista. Só pra mim, acho.

Passamos algumas madrugadas conversando no ICQ ao som de Blink 182 e Goo Goo Dolls. De lá, migramos pro MSN. Do MSN pro Orkut, do Orkut pro inbox, do inbox pro SMS.

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Dona Folha, tá difícil te defender, por Gregorio Duvivier

Montagem realizada com imagem de Catarina Bessel/Folhapress

Jornal GGN - Gregorio Duvivier, em seu artigo na Folha, dá um puxão de orelha no jornalismo praticado pela empresa Folha da Manhã. Ele pede coerência com a população e a democracia, e lembra que o nazismo não começou diferente, teve também o apoio da mídia. Lembra à publicação que uma presidente democraticamente eleita foi cassada por crimes que no dia seguinte deixaram de ser e foi mantido seus direitos políticos por não ter cometido crimes, afinal de contas. Lembra mais, lembra que a baderna que a Folha reclama e os seus pedidos de massacrar os "fascistas" nada mais é que o aval para que a mente Alexandre Moraes se liberte, e mande reforços para acabar de vez com os descontentes. Ele diz: "Um jornal é do tamanho dos inimigos dele. Quando a senhora pede maior repressão a adolescentes desarmados, se alinha com o mais forte e faz vista grossa pra truculência. Jornalismo, pra mim, era o contrário". Acorda, Folha!

Leia o artigo a seguir.

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Palavras esquecidas e em desuso, por Gregório Duvivier

Jornal GGN – Em sua coluna na Folha de S. Paulo, Gregorio Duvivier fala sobre as palavras que, em desuso, acabarão esquecidas e por fim mortas. Cacarecos da língua portuguesa. “Há uma multidão de palavras pelas quais nada mais se pode fazer: já habitam o subterrâneo das palavras findas”.

“Algumas, para não morrer, reinventaram-se. Trocaram de sexo, de nome e de profissão. A palavra ‘zoeira’ já significou barulho: hoje significa troça. Não é o caso da palavra ‘troça’, tadinha, que tá nas últimas –apesar de tão gozada.

O verbo gozar, no entanto, se reinventou. Trabalhava no ramo do humor, hoje tá no ramo do prazer –taí um cara que sabe aproveitar a vida. A palavra ‘impagável’ não teve a mesma sabedoria. Perdeu a graça: antes designava o hilariante, hoje designa a dívida do Estado do Rio, tadinha, tão desenxabida –outra palavra moribunda”.

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Feliciano mentiu ao falar sobre 'doações para o Haiti'

Jornal GGN - Na semana passada, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) ligou para o programa Pânico, da Jovem Pan durante entrevista com o humorista Gregorio Duvivier, para rebater acusações e também criticar o ator.

Em determinado ponto da discussão, o deputado é questionado sobre um vídeo onde ele aparece pedindo doações dos fiéis e até a senha do cartão de crédito de uma dessas pessoas, em evento na Assembleia de Deus. Para se defender, Feliciano diz que o vídeo foi gravado há 22 anos e que ele tinha "um pensamento diferente".

Ele também diz que o vídeo é uma sátira, e que ele estava em um congresso arrecadando fundos para ajudar as vítimas de um terremoto no Haiti. Porém, à época da gravação do polêmico vídeo, em 1994 o país não sofreu nenhuma catástrofe natural,  e o terremoto mencionado pelo pastor só aconteceu 16 anos depois, em 12 de janeiro de 2010.

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Duvivier narra dia de artista e provoca Feliciano

Jornal GGN – Em artigo para a Folha de S. Paulo, Gregorio Duvivier propõe um dia de artista para todos que acreditam que “artista é vagabundo”. “Você vai acordar às cinco da manhã. ‘Ah, mas é domingo’. Esse conceito de domingo não existe pro vagabundo. ‘Ah, mas minha família almoça todo domingo’. Ih, filho, melhor esquecer também esse conceito de família. Vagabundo não tem família”.

Ao final do texto, uma provocação ao deputado pastor Marco Feliciano, com quem discutiu durante a gravação ao vivo do programa Pânico, na rádio Bandeirantes. “Às seis da tarde você está liberado –se você não for da equipe técnica. Nesse caso ainda vai ter que fazer a desmontagem. Mais uma hora e meia de trânsito pra casa, onde vai ter que decorar o texto do dia seguinte, e por aí vai, 12 horas por dia, seis dias por semana: a semana de trabalho do vagabundo tem 72 horas. Ah, mas o dinheiro é ótimo! Certamente menor que o seu, pastor-deputado”. 

Da Folha de S. Paulo

Um dia de vagabundo

Por Gregório Duvivier

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Duvivier discute com Feliciano em programa de rádio

Jornal GGN - Em participação no programa Pânico, da rádio Jovem Pan, o humorista Gregorio Duvivier discutiu com o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), que ligou para o programa para comentar a entrevista. O parlamentar questionou porque Duvivier não fazia piadas com o islamismo.  "O meu problema com Duvivier é que eu queria saber por que ele não faz uma charge, não faz humor com o Islã, com o Estado Islâmico, com Maomé. Por que faz só com o cristianismo?”, perguntou.

O ator respondeu dizendo que "não tem nenhum deputado islâmico que está roubando o meu dinheiro". Depois, Feliciano falou para Duvivier tomar cuidado porque a Lei Rouanet está sob investigação, em referência à Operação Boca Livre. Gregorio rebateu: "Esse filme não tem Lei Rouanet, tem Lei do audiovisual. Vamos estudar?”

Veja o vídeo abaixo: Leia mais »

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Em Portugal, Duvivier diz que Temer é "unanimamente odiado"

 
Do Expresso.pt
 
 

 

O humorista Gregório Duviver, membro da “Porta dos Fundos”,criticou o atual Presidente interino brasileiro, Michel Temer. Considerou “deprimente” ouvir Temer por “não ter nenhuma inteligência” e ser “unanimamente odiado pela população”

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Em emissora portuguesa, Duvivier critica Temer

Jornal GGN – O humorista Gregorio Duvivier concedeu entrevista a uma emissora portuguesa de televisão e criticou o agora presidente interino Michel Temer e o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. “Tira uma presidente democraticamente eleita, com 53 milhões de votos, para empossar um sujeito que não teria nem 1% de intenção de voto e que é réu. Uma presidente que não é ré, que não foi julgada, que nada foi provado contra ela”, disse Duvivier.

“Para mim, é muito deprimente isso. Ver um sujeito que teria 1% de intenção de voto hoje. É um sujeito odiado. Ele é unanimamente odiado pela população. Como vocês viram, não tem nenhuma legitimidade, tampouco tem algum tipo de inteligência. É réu da Lava Jato”.

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Leonardo Boff e Gregório Duvivier falam para manifestantes no RJ

do Bem Blogado

Leonardo Boff e Gregório Duvivier falam para manifestantes no RJ

Vejam vídeo gravado no último dia 14 de abril, na Praça São Salvador, no Rio de Janeiro, com as presenças do teólogo Leonardo Boff e do ator e roteirista Gregório Duvivier. O Ato lotou a praça e o grito ecoado pelas centenas de pessoas presentes era o de Não Vai Ter Golpe.

Vídeo de Américo Vermelho

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Porta dos Fundos ironiza críticas e diz que foram "desmascarados"

Do Tecmundo

Porta dos Fundos zoa críticos da internet em novo vídeo de política

Você se lembra da esquete "Delação", do grupo de humor Porta dos Fundos? Ele tira sarro das investigações seletivas e das delações premiadas da Polícia Federal e, por criticar a instituição, virou alvode uma grande campanha na internet. Ele se tornou um dos vídeos mais negativados do YouTube no Brasil, graças ao esforço de "descurtidas" de usuários de todo o Brasil.

E como foi a reação do Porta dos Fundos? Com um novo vídeo — agora satirizando os próprios comentaristas que sugeriam que o grupo possui ligações e até recebe dinheiro do governo do PT. Em "Reunião de Emergência 3, A Delação 2", Antonio Tabet, Fabio Porchat, João Vicente de Castro e Gregorio Duvivier atuam como eles mesmos em um cenário fictício: como se o Porta dos Fundos realmente fosse comunista, sustentado pelo governo com rios de dinheiro e só vestido com camisetas do PT, da Central Única dos Trabalhadores (CUT) ou do Movimento dos Sem-Terra (MST).

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Em tempos de cólera, humor deve cutucar as certezas, diz Gregório Duvivier

Duvivier: Outrofobia inclui o medo da diferença, da alteridade. Eu acho que a função da arte é promover esse encontro com a alteridade

PAULO PEPE/RBAGregorio 1.jpg

da Rede Brasil Atual

Em tempos de cólera, humor deve cutucar as certezas, diz Gregório Duvivier

Nunca foi tão urgente quanto agora fazer humor, afirma o ator, escritor e humorista, preocupado em firmar um diálogo com quem defende o impeachment da presidenta Dilma Rousseff

por Helder Lima, da RBA publicado 02/04/2016 11:03

São Paulo – “O humor nunca foi tão urgente quanto agora. Para mim, sua função principal talvez seja cutucar as certezas. E nós estamos em um tempo de certezas muito exacerbadas”, afirma o ator, escritor e humorista Gregório Duvivier, definitivamente engajado na defesa da democracia e preocupado em firmar um diálogo com quem defende o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Acima de tudo, com quem pensa diferente, o que ele chama de "outrofobia".

“O medo é filho da ignorância e da desinformação. Eu acho que a arte e a informação impressa, o humor, o principal alvo é esse medo, que é um medo do outro. Outrofobia inclui o medo da diferença, o medo da alteridade. Eu acho que a função da arte é promover esse encontro com a alteridade”, diz.

Isso acontece na política, observa Duvivier, que vê uma situação fomentada por meios de comunicação. Para ele, notícias e vazamentos seletivos da Operação Lava Jato têm construído convicções que alimentam o medo de perda de privilégios por parte das classes mais privilegiadas, que se sentem ameaçadas. Um medo que, no fundo, dá vazão ao ódio ao outro, ao semelhante, e dificulta ainda mais o diálogo, o respeito a quem pensa diferente.

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Quando as palavras são sequestradas, por Gregorio Duvivier

Jornal GGN - Em sua coluna na Folha de S. Paulo, o humorista Gregorio Duvivier fala sobre como as palavras são "contaminadas pelo mundo à sua volta", mndando de sentindo ou de utilização conforme os interesses do momento. Para ele, a palavra 'mudança' foi sequestrada por setores mais conservadores da sociedade, "que fingem querer mudar, quando o que querem é trocar (para que não se mude mais)". Já no caso da palavra impeachment, "emprestaram suas roupas à palavra golpe", e palavra 'jornalismo', para Duvivier, agoniza na UTI. Leia mais abaixo:

Enviado por Fernando J.

Da Folha

 
Gregório Duvivier
 
Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira. A palavra mudança, por exemplo, nasceu filha da transformação e da troca, e desde pequena servia para descrever o processo de mutação de uma coisa em outra coisa que não deixou de ser, na essência, a mesma coisa –quando a coisa é trocada por outra coisa, não é mudança, é substituição. A palavra justiça, por exemplo, brotou do casamento dos direitos com a igualdade (sim, foi um ménage): servia para tornar igual aquilo que tinha o direito de ser igual mas não estava sendo tratado como tal.

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Imagens

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Dietas do verão, por Gregorio Duvivier

Jornal GGN - Em sua coluna de hoje na Folha de S. Paulo, Gregorio Duvivier faz piada com as dietas da moda, passando pela dieta mesolítica, uma evolução da chamada dieta paleolítica, na qual a pessoa só pode comer os animais que caçou, passando pela dieta francesa, onde as refeições são substituídas por cigarro. Por último, ele cita a dieta da Gol, na qual a pessoa se muda para um avião da companhia aérea e vai emagrecer a não ser que queira "desembolsar R$ 12 por um pão dormido",

Da Folha

Dietas do verão

Gregorio Duvivier

Dieta francesa: "Troque sua refeição por um Marlborão", diz o poeta Jacques Prévert. Substitua a salada por um Free, o sushi por um cigarro mentolado, o queijo fedorento por um Derby com o mesmo odor e a carne vermelha pelo Marlboro da mesma cor. Quando sentir falta de um doce, você pode fumar um Gudang de canela.
 
Dieta espanhola: a base desse regime são os tapas. A cada guloseima que você comer, toma um tapão na fuça.
 
Dieta mesolítica. Evolução da dieta paleolítica: você só pode comer animais que você mesmo caçou, de preferência congelados. Nos grandes centros urbanos, você terá que se alimentar de pombos.

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