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Delação de Palocci, que pode envolver Globo, será aceita, diz jornal

 
Jornal GGN - A Folha de S. Paulo diz ter entrevistado investigadores da Lava Jato que sinalizaram que a delação de Antonio Palocci será aceita pela Procuradoria Geral da República. Palocci, em audiência com Sergio Moro, insinuou que pode entregar negociações que favoreceram grupos de mídia como a Globo, além de nomes do mercado financeiro.
 
Segundo a reportagem veiculada nesta quarta (26), "o procurador-geral [Rodrigo Janot] e sua equipe pretendem concluir as tratativas com a empreiteira OAS, o ex-ministro Antonio Palocci, o empresário Henrique Constantino, sócio da Gol, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o doleiro Lúcio Bolonha Funaro" antes de deixar o cargo, em setembro.
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Janot corre para fechar delações de Eike, Léo Pinheiro, Cunha e Palocci antes de deixar cargo

 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot está com pressa para fechar delações premiadas de peso para a Lava Jato, como as de Eike Batista, Antonio Palocci, Léo Pinheiro, Eduardo Cunha ou Lúcio Funaro, entre outras. Segundo informações de Mônica Bergamo, a pressa está vinculada à proximidade do fim de mandato de Janot.
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O que Palocci tem a dizer sobre a Globo na delação premiada?

Jornal GGN - Há alguns dias, a revista Veja divulgou uma nota informando que a delação premiada de Antonio Palocci tem um "anexo que entra e sai" exclusivamente dedicado à Rede Globo. O que o ex-ministro da Fazenda tem a dizer sobre o império erguido pela família Marinho, que esteve bem perto de quebrar no início dos anos 2000?

Diante de Sergio Moro, em abril passado, Palocci deu uma dica: poderia colaborar com a Lava Jato entregando negociações que ocorreram nos bastidores de Brasília para "salvar" empresas de comunicação que, sem a ajuda do governo, corriam sério risco de quebrar. 

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Procuradores de Curitiba criticam Moro por atuação "além dos limites"

 
Jornal GGN - Depois de desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidirem notificar Sergio Moro por sua atuação reprovável (o juiz de Curitiba vem manobrando para amarrar a segunda instância a suas decisões), é a vez dos procuradores liderados por Deltan Dallagnol dizerem que o magistrado está atuando "além dos limites".
 
Na segunda (10), os procuradores apresentaram um recurso contra a decisão que Moro tomou em favor de Renato Duque, no mesmo processo em que foi condenado o ex-ministro Antonio Palocci.
 
Após Duque decidir admitir o recebimento de propina no exterior, abrir mão de conta secreta e citar Lula em depoimentos que rendem novo inquérito contra o ex-presidente, Moro decidiu não "impor ao condenado, como condição para progressão do regime, a completa devolução do produto do crime, mas apenas daqueles valores em sua posse." Com isso, Duque ficará 5 anos em regime fechado e depois terá a progressão da pena.
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Contra Palocci, Gebran valida tese do domínio do fato de Moro que deve condenar Lula

 
Jornal GGN - Ele já foi apontado como um amigo pessoal do juiz da Lava Jato no Paraná, Sérgio Moro, e hoje é responsável por revisar os possíveis erros do magistrado de Curitiba. Mas vem confirmando a estratégia desenhada pelo juiz de primeira instância para chegar à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 
 
Em sua última decisão, o desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF), João Pedro Gebran Neto, negou um recurso feito pela defesa do ex-ministro do PT, Antonio Palocci, contra a prisão preventiva, desde setembro de 2016, quando foi alvo da 35ª fase da Lava Jato, a Operação Omertà.
 
Palocci foi condenado há uma semana por 12 anos de prisão e multa com o pagamento de mais de R$ 1 milhão por supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro relacionados a Odebrecht. Já na própria sentença, que tem como quase única base os depoimentos de mais de 10 delatores, Moro sustentou que Palocci deve ficar preso, enquanto aguarda o julgamento de seu processo em outras instâncias.
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Fachin envia pedido de liberdade de Palocci para o plenário do STF

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Edson Fachin enviou o pedido de liberdade de Antonio Palocci, preso em Curitiba sob acusação de receber propina da Odebrecht, para o plenário da Corte. A decisão foi tomada na segunda (3).

Segundo informações do Poder 360, a "defesa de Palocci pede a suspensão da ação penal e liberdade. Argumenta que houve cerceamento de defesa por não ter tido acesso aos depoimentos de executivos da Odebrecht. O político está preso desde setembro de 2016 em Curitiba."

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Os benefícios recebidos pelos delatores de Palocci e de Lula

Inquérito contra Palocci, ainda em outubro do último ano, indicava a estratégia desenhada para se chegar ao ex-presidente, que agora se concretiza na condenação do ex-ministro
 
 
Jornal GGN - O juiz da Lava Jato do Paraná, Sérgio Moro, mostrou as recompensas de se delatar contra o ex-ministro petista Antonio Palocci, no mesmo despacho que o condenou a mais de 12 anos de prisão. 
 
Enquanto a possível delação do ex-ministro foi analisada pelo magistrado de Curitiba como "ameaça", podendo desbancar a ponte criada pela força-tarefa da Operação para se chegar à mira final, no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aqueles que tornaram possível o encarceramento de Palocci e a tese que atinge Lula obtiveram benefícios.
 
Desde outubro de 2016, quando o ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-ministro da Casa Civil no governo Dilma foi preso, o GGN revela a estratégia dos investigadores, que agora se concretiza. 
 
 
Somente o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, obteve uma redução de mais de 55 anos de prisão fechada. Isso porque o ex-diretor responde a 13 processos na Justiça Federal do Paraná, que significariam 61 anos e 7 meses totais de encarceramento.
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Moro vê "ameaça" em delação de Palocci e o condena a 12 anos de prisão

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Ao condenar Antonio Palocci a poucos mais de 12 anos de prisão por corrupção envolvendo a Odebrecht, o juiz Sergio Moro apontou que a proposta de delação do ex-ministro parece muito mais com uma "ameaça" do que com uma "declaração sincera de que pretendia colaborar". Como fez com Eduardo Cunha, Moro tentou esvaziar o protagonismo das delações.

No episódio com Cunha, Moro impediu que Michel Temer recebesse as perguntas enviadas pela defesa do ex-deputado, que foram interpretadas, por grande parte da imprensa, como um roteiro de delação. À época, Moro também encarou as questões como uma "ameaça" por parte de Cunha. Com Palocci, a situação se repete, a despeito do aparente interesse do Ministério Público Federal em fazer a negociação com o ex-ministro petista avançar.

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Lauro Jardim: Delação de Palocci só sai se tiver Lula e BTG Pactual

 
Jornal GGN - O jornalista Lauro Jardim publicou, neste domingo (4), que na negociação de delação de Antonio Palocci com a Lava Jato, a força-tarefa fez uma exigência: é preciso citar Lula e o BTG Pactual, de Andre Esteves.
 
"O MPF [Ministério Público Federal] fez um pedido explícito: que o ex-ministro fale sobre o BTG Pactual e Lula. Na delação, há anexos sobre a Caoa, Cosan, BVA e o Carf", afirmou. Palocci teria prometido contar esquemas de compra de Medidas Provisórias envolvendo Esteves.
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Palocci promete implicar Lula, André Esteves e Abílio Diniz para obter delação

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Antonio Palocci já iniciou as tratativas por um acordo de delação premiada na Lava Jato com a Procuradoria Geral da República e com a força-tarefa de Curitiba, informou a Folha desta quarta (31).
 
De acordo com o jornal, os procuradores só aceitaram começar a negociação quando Palocci sinalizou "positivamente" para a possibilidade de confirmar a delação de Marcelo Odebrecht contra Lula.
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Novo advogado de Palocci nega que Lava Jato pediu renúncia de recursos


Ex-advogado de Palocci, Batochio, e o juiz Sergio Moro - Montagem: Blog do Esmael
 
Jornal GGN - Após deixar a defesa do criminalista José Roberto Batochio, de São Paulo, que também advoga para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que sofreu críticas por ser contrário ao instituto da delação premiada, o ex-ministro Antonio Palocci trocou o quadro de defesa. Em nota após a repercussão, os novos advogados afirmaram que a Operação Lava Jato não fez "qualquer exigência" para a delação de Palocci e que a decisão foi do ex-ministro.
 
Desde o início das investigações da Operação que miraram contra o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos governos de Lula e de Dilma Rousseff, Palocci era representado por Batochio. O reconhecido criminalista também já atuava na defesa do ex-presidente Lula e do ex-ministro Guido Mantega.
 
Mas passou a enfrentar um dilema e ser alvo de duras críticas desde que Palocci mostrou interesse em fechar acordo de delação premiada com os investigadores da Lava Jato, que em troca traz ao réu a possibilidade de reduzir a pena em condenação e ver-se livre da prisão temporária. O custo é que automaticamente o delator admite o cometimento dos crimes.
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Lava Jato não tem noção de limite quando quer delação, apontou advogado de Palocci

 
Jornal GGN - A colunista Mônica Bergamo publicou, na Folha desta sábado (13), que o "ex-ministro Antonio Palocci recebeu conselhos e recados de que, para efetivar acordo de delação premiada, seria melhor desacelerar em relação ao habeas corpus em que pede ao STF (Supremo Tribunal Federal) para ser libertado".
 
Segundo Bergamo, "réus que fazem acordo de delação concordam em desistir de seguir disputando contra investigadores na Justiça, já que concordam em confessar seus crimes. Antes de fechar negociação, no entanto, dificilmente abrem mão desses instrumentos de defesa."
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Moro insinua que se Palocci for solto, próximas eleições podem ser fraudadas

Foto: EBC

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro enviou ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, um ofício declarando que se Antonio Palocci for solto a partir da concessão de um habeas corpus, ele poderá usar a suposta propina que recebeu da Odebrecht para fraudas as próximas eleições.

O juiz argumentou que Palocci vinha praticando crimes "subrepticiamente, no caso, inclusive com utilização de contas secretas no exterior ou com transações vultosas em espécie no Brasil", e só foi freado pela prisão na Lava Jato. "(...) não há como controlar as atividades do paciente através de medidas cautelares substitutivas", disse Moro.
 
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Fachin, o Ministro que tinha lado, por Luis Nassif

Parceria Mídia-Lava Jato alimenta opinião pública que, pressionando o Supremo, estaria levando os magistrados a negarem compromisso com os valores constitucionais 


 
Jornal GGN – Após perder por três vezes na segunda turma do Supremo Tribunal Federal, na mais recente com a liberação de José Dirceu, o relator da Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin, decidiu levar a decisão sobre o habeas corpus solicitado pelos advogados de defesa do ex-ministro petista, Antônio Palocci, para o plenário da casa.
 
Luis Nassif alerta que a manobra de Fachin é antirregimental e pode representar mais uma peça na tese que aponta para o aumento da fragilidade dos ministros do Supremo frente à opinião pública e, quanto ao relator, uma certa preocupação em meio ao tiroteio que se avoluma de todos os lados. 
 
Recentemente, por exemplo, a Folha de S.Paulo fez uma reportagem levantando uma série de erros cometidos pela Procuradoria Geral da República, no âmbito da Lava Jato, aumentando assim os fatores que colocam em xeque a credibilidade dos agentes que atuam na operação, lembrando que o ministro Teori Zavaski, ex-relator da Lava Jato no Supremo, morto em um acidente no início do ano, já criticava a lentidão dos trabalhos da equipe liderada por Rodrigo Janot. 
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Clamor da Constituição salva, o das ruas passa, diz jurista sobre caso Fachin-Palocci

Foto: Rosineu Coutinho/STF

Jornal GGN - O jurista Lenio Streck avalia, em artigo publicado no Conjur, nesta terça (9), que a decisão de Edson Fachin em atender o clamor das ruas e retirar da 2ª Turma do Supremo o julgamento de recurso de Antonio Palocci foi um erro.

Para Streck, "Só o clamor da Constituição salva. O das ruas é passageiro. Clamor das ruas não tem cláusula pétrea. É volátil. Os mesmos que hoje amaldiçoam ministros que concedem habeas corpus são os mesmos que ontem os incensavam, porque era contra seus inimigos. E, sabemos, incenso queima logo. Ficam as cinzas."

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