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Petrobras

Lava Jato em Curitiba avança sobre empresas estrangeiras

Foto: Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba usou a delação premiada de Paulo Roberto Costa para chegar a empresas estrangeiras que teriam firmado contratos de afretamento com a Petrobras que somam quase 1 bilhão de dólares.
 
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, ajustou com o cônsul honorário da Grécia no Brasil, Konstantinos Kotronakis, um "esquema de facilitação de contratação de navios gregos, mediante o fornecimento de informações privilegiadas e o pagamento de propinas".
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Moro sugere que mudanças na PF de Curitiba foram um "vacilo"

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Durante o evento Fórum Mitos e Fatos, promovido pela Jovem Pan nesta terça (15), em São Paulo, o juiz federal Sergio Moro criticou as mudanças feitas pela Polícia Federal na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. O magistrado sugeriu que a saída de delegados que atuavam exclusivamente na investigação foi um "vacilo" e indicou que a operação precisa de investimentos para sobreviver até o final.
 
 
Segundo relatos do Estadão, as falas de Moro, embora críticas, foram no sentido de poupar o delegado-geral da PF, Leandro Daiello, pelas mudanças feitas na força-tarefa.
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Fachin autoriza análise de celular em investigação de Cunha na Petrobras

foto Lula Marques/Agência PT

Jornal GGN – O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Polícia Federal, autorizou análise de celular e tablet em investigação relacionada com desvios na Petrobras. Essas análises são um prolongamento da Ação Cautelar (AC) 4044, ajuizada pela PGR, que requereu a busca e apreensão de material na investigação do possível envolvimento de Eduardo Cunha nos desvios da Petrobras.

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Cunha tem delação premiada rejeitada pela PGR, diz revista

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) teve o acordo de delação premiada encerrado pela Procuradoria Geral da República. A turma de Rodrigo Janot disse que o deputado cassado é "incapaz" de reconhecer desvios na Petrobras, não entrega os companheiros políticos e tampouco tem provas de corrupção praticada por Michel Temer.

No mesmo dia em que a notícia é publicada pela revista Época, a Polícia Federal confirma que Lúcio Funaro voltou para o presídio onde estava detido. Ele havia sido transferido para a carceragem da PF em Brasília, para fechar um acordo de delação.

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O superávit da conta petróleo em 2017, o pré-sal e a indústria nacional, por Leonardo Guerra e Günther Borgh

O superávit da conta petróleo em 2017, o pré-sal e a indústrial nacional

por Leonardo Guerra e Günther Borgh

De janeiro a juho deste ano a conta petróleo registrou um superávit de US$ 3,8 bilhões. Sem dúvida, este é um fato digno de destaque, mas que, além da nota oficial do Departamento de Estatística do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, nada mais se falou a respeito. Este silêncio sepulcral é muito preocupante, pois um fato extremamente caro para a sociedade brasileira passa despercebido neste momento de crise nacional onde todos se veêm sem perspectivas para o futuro.

É digno de nota que as contas externas do país sempre delimitaram as perspectivas de desenvolvimento econômico da nação. Algumas vezes, a incapacidade de honrar compromissos internacionais levou o país a profundas crises. A nossa geração, por exemplo, se viu subtraída de duas décadas de crescimento econômico por uma “crise do petróleo”. Na sua essência, a ausência de produção interna e incapacidade de importar, fizeram definhar o último ciclo de desenvolvimento econômico do século XX.

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Juiz que liberou triplex para Moro ignorou provas a favor de Lula

Juiz de Falências que tem "estima e consideração" por Sergio Moro abraçou a sentença do triplex exatamente como foi dada pelo magistrado de Curitiba: descartando provas produzidas contra a tese dos procuradores
 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Ao comunicar que autorizou o sequestro do triplex da OAS como se fosse um bem de Lula, o juiz de Falências de São Paulo Daniel Carnio Costa fez uma análise da sentença de Sergio Moro contra o ex-presidente e cometeu deslizes em relação aos autos do processo.
 
Daniel Carnio Costa assinalou que o triplex, "muito embora esteja formalmente em nome da empresa em recuperação judicial [OAS]", "não pertence à recuperanda". A justificativa é que, "pelo que consta nos autos", o triplex nunca esteve disponível para venda ou incorporação no processo de falência.
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Petróleo continuará a ter papel central por muitos anos, diz Gabrielli

Foto Agência Senado

do Vermelho

Petróleo continuará a ter papel central por muitos anos, diz Gabrielli

O ex-presidente da Petrobrás e professor da Universidade Federal da Bahia, Sergio Gabrielli, realizou na manhã de hoje, no XVII Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros), exposição que demonstra como a política atual do governo federal parte de premissas equivocadas sobre o papel do petróleo na economia.

Para ele, o setor petróleo no Brasil está passando por mudanças em três grandes áreas: na exploração e produção, na política de gás natural e no refino e abastecimento. Em todos os casos há redução do controle do estado brasileiro e abertura para empresas estrangeiras.

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Botijões de gás terão reajuste de 6,9% em média

Jornal GGN – Desde zero hora de hoje o botijão de 13 kg (GLP P-13) para uso residencial terá reajuste de, em média, 6,9%. A informação foi dada pela Petrobras e foi feita com base na política de preços divulgada em 6 de junho.

Na nota, a Petrobras informa que, como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, o preço reajustado nas refinarias poderá ou não refletir no preço final ao consumidor. Joga a responsabilidade aos repasses que serão feitos por distribuidoras e revendedores.

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4 vezes em que Moro deu um tiro no pé após condenar Lula

 
Jornal GGN - Desde que condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e meio de prisão e pagamento de multa superior a R$ 13 milhões, Sergio Moro assinou alguns despachos que devem ser usados pela defesa do petista para anular a sentença do caso triplex. Foram, pelo menos, quatro vezes em que o magistrado deu azo às crenças de que o processo não sobrevive ao rigor da segunda instância.
 
Confira abaixo:
 
1- Denúncia inventada e sem conexão com a Petrobras
 
Na primeira manifestação polêmica após a sentença, Moro respondeu aos embargos de declaração da defesa de Lula admitindo que não há provas da conexão entre o triplex e os 3 contratos que a OAS firmou com a Petrobras e que foram indicados pelos procuradores como o motivo para Lula receber vantagens indevidas.
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Janot põe em prática estratégia para denunciar Temer de novo

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot já colocou em prática a estratégia para denunciar Michel Temer por obstrução de Justiça, pois o braço do inquérito em que o presidente é acusado de dar aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha está mais adiantado.
 
Ontem, enquanto a Câmara barrava a denúncia contra Temer por corrupção passiva, Janot encaminhava no Supremo Tribunal Federal a separação da investigação por obstrução de outro braço do inquérito, sobre organização criminosa (PMDB na Câmara).
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Moro coloca Bendine em prisão por tempo indeterminado

Colagem com foto de Valter Campanato-Ag Brasil

Jornal GGN – O juiz de primeira instância Sergio Moro definiu nesta segunda-feira, dia 31, que Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, fique preso por tempo indeterminado na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Foi um pedido atendido da força-tarefa da Operação Lava Jato, de que a prisão temporária se tornasse preventiva.

A prisão temporária de Bendine, por cinco dias, foi decretada na 42ª fase da Lava Jato, a Operação Cobra. Ele é acusado de receber, ao menos, R$ 3 milhões de propina em espécie da Odebrecht, como pagamento para não prejudicar a empresa em futuras contratações.

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Para economista, efeito da Lava Jato são piores que recessão

Desde seu início, operação comandada em Curitiba destruiu 3 milhões de empregos na cadeia de gás e petróleo
 
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Jornal GGN - A forma como a operação Lava Jato pune as empresas envolvidas em casos de corrupção e aplica os benefícios das delações premiadas está destruindo a cadeia produtiva nacional pois, ao invés de investigar, apurar e punir apenas os envolvidos nas ilegalidades, tem destruído a capacidade de investimento das empresas brasileiras. O apontamento é do economista e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcio Pochmann, em entrevista para a Rede Brasil Atual.
 
Um exemplo palpável dos efeitos nocivos da operação comandada em Curitiba é destaca pelo diretor de Relações Internacionais e de Movimentos Sociais da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antônio de Moraes. Segundo ele, desde o início da Lava Jato, a cadeia de gás e petróleo comandada pela Petrobras perdeu cerca de 3 milhões de empregos, um setor que, sozinho, representava 13% do Produto Interno Bruto do país.
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Bendine encontra Marcelo Odebrecht, seu delator, na sede da PF de Curitiba

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Preso na quinta (27) em nova fase da Lava Jato, ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine deu de cara com seu delator, Marcelo Odebrecht, quando chegou na sede da Polícia Federal em Curitiba (PR). Segundo relatos da colunista Mônica Bergamo, Marcelo "fazia reunião com seus advogados quando Cobra, apelido de Bendine nas planilhas da Odebrecht, chegou. O ex-presidente do BB olhou duro para o empreiteiro. E passou reto."
 
Bendine foi preso por ordem de Sergio Moro com base em uma delação que diz que o ex-presidente da Petrobras recebeu R$ 3 milhões em dinheiro vivo após "achaquar" Marcelo Odebrecht.
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Moro força elo com Dilma na ordem de prisão contra Bendine

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro usou um trecho da delação de Marcelo Odebrecht que faz menções indiretas à presidente deposta Dilma Rousseff para prender o ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine. À Lava Jato, Marcelo insinuou que Bendine foi "indicado" por Dilma para o comando da estatal, em meio à Lava Jato, para fazer a "interlocução" entre o governo e as empresas investigadas.
 
As insinuações aparecem em dois trechos do depoimento de Marcelo. Um deles relata suposto encontro entre Marcelo, Bendine, André Gustavo Vieira da Silva (acusado de operar o pagamento de propina) e Fernando Ayres da Cunha, ex-executivo da Odebrecht.
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Aldemir Bendine, ex-presidente do BB e Petrobras, é preso na Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine foi preso temporariamente na manhã desta quinta (27), em São Paulo, em uma nova fase da Lava Jato, batizada de Operação Cobra. Ele será levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba e permanecerão à disposição do juiz Sergio Moro.

Essa investida teve como base a delação da Odebrecht, que afirma que Bendine recebeu até R$ 3 milhões em propina para não prejudicar a empresa em contratos com a Petrobras. "Aparentemente estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão do então presidente do Grupo Odebrecht", diz a Polícia Federal.

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