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PSDB

PT pensa em lançar Haddad ou Suplicy ao Senado, após delações da Odebrecht

Foto: Facebook/Eduardo Suplicy

Jornal GGN - O impacto da delação da Odebrecht sobre a classe política, principalmente sobre lideranças tucanas no Senado, faz o PT repensar a decisão de lançar Fernando Haddad e Eduardo Suplicy à Câmara apenas, abrindo mão de disputar uma cadeira no Senado com um dos dois nomes.

Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo (Folha), "a divulgação dos depoimentos dos delatores da Odebrecht reanimou o PT a estudar o lançamento de um candidato ao Senado em São Paulo em 2018. Os nomes mais fortes são o do ex-prefeito Fernando Haddad e o do vereador Eduardo Suplicy."

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PSDB paulista teria recebido R$ 28 milhões de propina da Odebrecht


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A Odebrecht pagou entre R$ 1,240 milhão a R$ 1,272 milhão de propina todos os meses, de janeiro de 2009 a novembro de 2010, ao PSDB. A delação de que o partido foi beneficiado durante a gestão do ex-governador de São Paulo, José Serra (2007-2010), é do ex-superintendente da Odebrecht no estado, Carlos Armando Paschoal. Os cálculos são do GGN, com base no processo judicial obtido pelo jornal.
 
Em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), Paschoal relatou que uma empresa do grupo, denominada CBPO Engenharia, estava prestes a vencer mais uma ação, após duas vitórias na Justiça de primeira instância, contra a estatal rodoviária do governo paulista, Dersa, já em outras investigações acusada de ser uma das principais intermediárias de repasses de propinas a governos tucanos em São Paulo.
 
A ação da empresa do grupo Odebrecht cobrava uma multa de R$ 220 milhões da Dersa, por faltas de pagamentos relacionados às obras da Rodovia Carvalho Pinto, ainda no fim da década de 1990. O ex-executivo narrou que foi acertado um "acordo judicial", em que a Dersa pagaria R$ 191,6 milhões à Odebrecht, em troca de uma propina mensal em 15% de cada uma das 23 parcelas ao partido político no período em que o então governador, José Serra, se preparava para disputar a Presidência da República, em 2010. 
 
Carlos Armando Paschoal estimou R$ 24,6 milhões os repasses ilícitos ao PSDB. Documentos disponíveis no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário de Justiça do Estado e aqui apresentados pelo GGN revelam, contudo, que o acordo não era de apenas R$ 191,6 milhões. Como todo financiamento, as parcelas contavam com juros, que ficaram estabelecidos em 0,5% a cada mês durante os 23 pagamentos, além da correção monetária, com base no IGP-M, calculados mês a mês [Tabela ao final].

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Relação de Dória com empresários rendeu R$ 286 milhões: veja o que ele ganhou

Foto: Mauricio Lima/Getty images
 
Jornal GGN - Em três meses e meio de comando da Prefeitura de São Paulo, João Dória (PSDB) recebeu R$ 286 milhões em doações, principalmente de empresas. O prefeito divulgou os dados em sua página pessoal do Facebook, após ser alvo de críticas de falta de transparência da gestão municipal, com apontamentos de que o tucano estaria sendo favorecido por empresários. 
 
Se a tentativa do prefeito foi de contra-atacar as críticas, por outro lado, obteve o efeito contrário. Enquanto que no texto, o político destaca que os dados já estavam disponíveis pelo sistema da Transparência, na realidade, o portal da Prefeitura trazia apenas 5,8% dos milhões de doações em dinheiro por pessoas e empresas ao gestor. 
 
"Existe um trâmite legal para a publicação no Portal da Transparência. Me antecipo aqui porque parece que algumas pessoas são um pouco ansiosas e não perdem a chance de, em vez de se informar, criticar", afirmou o prefeito, em sua página pessoal do Facebook, com as fotos das tabelas de doações.
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Aécio pulverizou pagamentos em contas no exterior, diz delator

do The Intercept

Aécio pulverizou pagamentos em contas no exterior, diz delator

por Breno Costa, Reinaldo Chaves e Rodrigo Menegat

O ENTÃO GOVERNADOR DE Minas Gerais Aécio Neves, o empresário Alexandre Accioly e o jornalista Diogo Mainardi (que nega este relato) jantavam no restaurante Gero, um dos mais conceituados do Rio de Janeiro, em algum momento entre o fim de 2007 e começo de 2008. No mesmo salão, mas em outra mesa, estava um velho conhecido de Aécio, Henrique Valadares, então diretor da área de energia da Odebrecht. Valadares achava normal encontrar o mineiro em Ipanema, onde o tucano se habituara a passar seus finais de semana quando era governador.

Isso já faz quase dez anos, mas o representante da Odebrecht diz não se esquecer desse dia até hoje. É que, dias depois, o ex-diretor de Furnas e homem de extrema confiança de Aécio no setor elétrico Dimas Toledo procurou Valadares no escritório da Odebrecht na Avenida Pasteur, no Rio. Não era a primeira vez dele ali, nem seria a última. Dimas levava consigo um pedaço de papel com algumas informações sobre dados bancários. Era uma conta bancária em Cingapura, identificada como “Accioly”.

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Xadrez da política após o vendaval

Peça 1 – sobre o essencial e os detalhes

Para colocar um pouco de ordem nessa barafunda.

1.     No epicentro do terremoto relaxe e espere a terra assentar. A realidade nunca é tão ruim quanto parece no olho do furacão.

2.     Toda essa movimentação em torno da lista de Fachin tem dois objetivos claros. O atual, é o desmonte do sistema de seguridade social e outras reformas antissociais; o de 2018 obviamente são as eleições.

O que está em jogo é o desenho de país que se terá, o futuro dos avanços civilizatórios das últimas décadas, o destino de milhões de pessoas hoje em dia amparadas pelo sistema de seguridade social. 

Esse é o ponto central. O restante são os meios, as táticas políticas.

Peça 2 – sobre o jogo político

O segundo cuidado é entender de que lado estão os principais personagens da Lava Jato: Leia mais »

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Como a Odebrecht ajudou Serra a enviar misteriosos R$ 7 milhões ao exterior

Empresa recolheu o dinheiro em espécie com Paulo Preto e usou conta no exterior indicada por dono da Brasif, um amigo de Serra
 
 
Jornal GGN - A delação de Benedicto Junior, que tinha acesso ao chamado departamento de propinas da Odebrecht, revelou mais detalhes sobre como pessoas próximas a José Serra pediram ajuda ao grupo, então controlado por Marcelo Odebrecht, para remeter misteriosos 7 milhões de reais ao exterior.
 
BJ contou à Lava Jato que, em 2011, foi procurado por Paulo Preto, já ex-diretor da Dersa (ele foi exonerado quando José Serra deixou o governo paulista para disputar o Palácio do Planalto), que queria ajuda para remeter ao exterior os R$ 7 milhões.
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Liberalismo econômico é responsável por crise brasileira, afirma Bresser-Pereira

 
da Rede Brasil Atual
 
 
Para economista, "5% do PIB é roubado do patrimônio público e entregue a rentistas", mas governo Temer elegeu o povo e os trabalhadores como "privilegiados" e alvo das reformas
 
Por Eduardo Maretti, da RBA
 
São Paulo – “O Brasil não tem uma ideia de nação desde os anos 1990, desde o governo Collor o Brasil se entregou aos interesses, ideias e ao comando estrangeiro, ao liberalismo econômico, que é dominante no Brasil desde então”, diz o economista Luiz Carlos Bresser-Pereira.
 
Pensando nisso, ele está redigindo um manifesto intitulado Projeto Brasil Nação, que pretende divulgar no fim do mês.  Nele, “conclama-se os brasileiros a voltarem a se unir em torno da ideia de nação e em torno de um programa econômico viável, responsável, do ponto de vista fiscal e cambial”, afirma.
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Video mostra Moro incomodado com questões sobre Aécio, vazamentos e abusos

 
Jornal GGN - "Como a Lava Jato consegue descobrir o maior esquema de corrupção do Brasil, mas não consegue controlar os vazamentos?"
 
Não foi "um equívoco" quebrar o sigilo do blogueiro Eduardo Guimarães, com a desculpa de que ele não é jornalista?
 
O senhor não se arrepende de tirar foto sorrindo ao lado de Aécio Neves (PSDB), dando "munição" àqueles que alegam que a Lava Jato é parcial e usada como instrumento político? O senhor não vê conflito ético nesse episódio?
 
O que acha da proposta de Rodrigo Janot para criminalizar a famosa carteirada (uso de cargo público para obter vantagem pessoal) e abuso de imprensa (exploração de meios de comunicação, por autoridades que atuam em investigações e julgamentos, para divulgar casos e antecipar juízo de culpa sobre o acusado/investigado)?
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Eike, que já tentou delatar PSDB, agora busca acordo com Lava Jato citando Lula

Jornal GGN - O empresário Eike Batista, preso na Lava Jato, agora tenta negociar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e, no rascunho, teria colocado nomes como o ex-presidente Lula e Sergio Cabral. Segundo informações do Gabriel Mascarenhas, da coluna Radar desta segunda (10), Eike teria dificuldades com o MP por conta de algumas "exigências".

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Lula e Doria nas incertezas de 2018, por Aldo Fornazieri

Lula e Doria nas incertezas de 2018

por Aldo Fornazieri

Por mais que José Dirceu possa ter errado, não há como negar-lhe muitos méritos. Junto com Lula, foi o artífice do fortalecimento do PT e da construção das condições para que o partido chegasse ao governo. Na última semana, Dirceu emitiu um forte alerta: a possibilidade de Lula ser preso ou de ser inviabilizado juridicamente de concorrer às eleições de 2018. Até agora não surgiram elementos substantivos que possam justificar a sua prisão. Mas existe uma nova estrada de espinhos nas andanças do ex-presidente, apontada por Dirceu: a delação premiada de João Santana e Mônica Moura. Como a delação ainda não veio a público, fica na conta do imponderável.

O PT tem tratado a candidatura Lula como bala de prata que estará disponível em 2018. Dadas as incertezas dos cenários, o mais apropriado seria que o partido abrisse mais seu leque estratégico para não ser surpreendido se acontecimentos adversos se tornarem efetivos. Se o recuo no lançamento da candidatura Lula foi acertado, o que parece não existir é uma articulação necessária de forças para defender Lula e o direito dele concorrer  como uma questão central da restauração da ordem democrática.

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Governo Doria: 100 dias de cinzas, por vereador Reis


Foto: Leon Rodrigues / ASCOM- PMSP

Por Vereador Reis (PT/SP)

Após 100 dias, precisamos avaliar a gestão de um homem que se diz um gestor, mas que, na verdade, é um político ambicioso. Mal entrou no jogo político e já sonha com a presidência da República. Doria demonstra a convicção que trabalhar é uma atividade permanente de autopromoção.

Com um patrimônio estimado de mais de 180 milhões, durante 15 anos deu um calote de R$ 90 mil no IPTU, relativo à sua mansão dos Jardins. Apoia Temer e sua agenda econômica do desemprego, do fim dos direitos trabalhista e da aposentadoria. Atuando na mesma linha do governo federal, em São Paulo, Doria mudou o Leve Leite para pior. De 916,2 mil estudantes que recebiam esse benefício que, inclusive, tem efeitos na alimentação familiar, restaram no programa apenas 223 mil. Uma redução de custo de R$ 331 milhões para R$ 150 milhões, ação da cartilha neoliberal que recomenda cortar gastos com políticas sociais.  

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Gilmar faz seminário com patrocinadoras que têm ações no STF

Foto: Carlos Humberto - SCO/STF
 
Jornal GGN - Após  Gilmar Mendes afirmar que o seminário promovido por seu Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) não tem "coloração política", com Aécio Neves (PSDB), João Dória (PSDB) e Fernando Henrique Cardoso na lista de convidados, patrocinadores do evento ainda carregam histórico de interesses em processos no Supremo Tribunal Federal (STF).
 
O 5º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, intitulado este ano como "Constituição e Governança", será realizado entre os dias 18 a 20 de abril, em Portugal. O evento é promovido pelo ministro do Supremo Gilmar Mendes, por meio do IDP. 
 
Entre as empresas que financiam o evento, que contará com alto escalão de palestrantes, em sua maioria autoridades e representantes do Poder membros do PSDB, três delas estão sob a mira de investigações na Corte que leva o ministro entre os membros. A informação é de reportagem do Estado de S. Paulo.
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Alckmin está preocupado com possibilidade de PSDB apoiar "reeleição" de Temer

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O governador Geraldo Alckmin, que sonha em ser candidato do PSDB a presidente da República em 2018, está preocupado com a possibilidade de ver o partido ser conduzido por Aécio Neves a apoiar a "reeleição" de Michel Temer. 
 
Segundo informações de Mônica Bergamo, nesta sexta (7), a equipe de Alckmin esboçou vários cenários para 2018 e, em um deles, Aécio, comprometido pela Lava Jato, aceita dar apoio a Temer, que seria o candidato do PMDB. Em troca, Aécio teria amplo espaço no governo e ainda poderia indicar o candidato a vice-presidente da chapa.
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PSDB planeja usar encontro de maio para definir Alckmin em 2018


Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
 
Jornal GGN - Nos conflitos de qual nome levará a candidatura do PSDB à Presidência da República em 2018, o partido prepara o encontro da sigla, no dia 27 de maio, para findar os rumores sobre a então disputa entre o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Dória.
 
De acordo com o Painel da Folha, o evento marcado para o fim de maio tinha outro objetivo: o de discutir o modelo de gestão tucana, junto a prefeitos, secretários municipais e estaduais. Entretanto, os aliados de Alckmin defenderam usar o encontro para o lançar oficialmente ao pleito de 2018.
 
O jornal destaca que a definição ocorreu em reunião realizada nesta quarta-feira (05) entre os membros tucanos, incluindo o próprio prefeito de São Paulo, além do presidente do PSDB no Estado, Pedro Tobias, Julio Semeghini, secretário de Governo de Doria, e Cesar Gontijo, dirigente da sigla em São Paulo.
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Em movimento inédito, fundações ligadas ao PSDB e PT se reunirão em SP

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Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, convidou os  Institutos Fernando Henrique Cardoso (IFHC) e Teotônio Vilela, ligados ao PSDB, para participar de um debate sobre pesquisa com eleitores da periferia de São Paulo. 
 
“Essa aproximação entre PT e PSDB para um diagnóstico sobre as concepções da sociedade é muito positivo”, afirmou Edinho Silva, ex-ministro da Comunicação Social no governo Dilma. Para ele, pode ser construída uma agenda que leve à recuperação da política, mesmo com as divergências entre os dois grupos. 

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