A MUSA DA DIPLOMACIA AMERICANA – Um estrela em ascensão, detestada pelos Republicanos, SAMANTHA POWER

Embaixadora dos EUA nas Nações Unidas cometeu um pecado capital para a política doméstica americana: não joga com Israel . Fez isso de forma discreta mas bem clara e tem todo o apoio do Presidente Obama com quem tem sólido relacionamento político e sintonia completa em relações externas dos EUA. Samantha fez toda sua carreira no campo dos direitos humanos, sua tese de mestrado é sobre genocídio.
Nascida em Dublin, na Irlanda, os Republicanos chegaram a montar um comitê com o nome STOP SAMANTHA POWER para barrar sua carreira, tal a repulsa que ela lhes provoca.
Samantha Power foi uma das maiores amigas, na ONU, do brasileiro Servio Vieira de Mello e escreveu sua biografia CHASING THE FLAME, muito elogiada e que virou um best seller na área.
Charmosa, foi considerada pela revista TIME uma das dez mulheres mais poderosas do mundo e foi capa da revista VOGUE. Casada, com dois filhos, expressa um novo tipo de diplomacia americana, mais afinada com o mundo de hoje.
Maria Luisa
3 de abril de 2015 1:57 pmAvante
Acho que ficou faltando completar o perfil dela acima com mais informações sobre suas ações. Não sabia que era amiga de Sérgio Vieira de Mello, mas de toda forma, por onde Viera de Mello passou, deixou o rastro de uma pessoa de bem. Trago tradução do Google, de uma fala dela, sobre a Centro-Africa.
Missão dos Estados Unidos nas Nações UnidasEm 08 de abril de 2014 Fala para a imprensa feita pela Embaixadora Samantha Power, Representante Permanente dos Estados Unidos nas Nações Unidas em Bujumbura, 08 abril de 2014 Fomos recebidos com gentileza e extraordinária hospitalidade do povo de Burundi. Somos gratos por ter tido a oportunidade de se encontrar com o presidente Nkurunziza, representantes dos principais partidos políticos, jovem universidade de elite, e os suportes da sociedade civil. Eu vim para a área, por ocasião da comemoração do genocídio em Ruanda, que começou 20 anos atrás, esta semana. É toda a violência horrível que pode resultar do antagonismo entre os grupos étnicos nos lembra e nos lembra da necessidade de vigilância constante para assegurar que os líderes agir a tempo de evitar o tipo de desintegração política poderia levar as atrocidades de conflito e de massa. Aqui no Burundi, líderes sábios agiram com ousadia e eficiência ao longo da última década para reduzir o potencial de violência inter-étnica. A estabilidade foi restaurada, as instituições democráticas têm sido incentivados, e as forças armadas profissionais de Burundi fornecer um apoio significativo para as operações de manutenção da paz, por exemplo, na Somália e na República Centro Africano. Burundi tem oferecido ao mundo um modelo poderoso que mostra que os grupos étnicos podem, em conjunto, mesmo após coexistem violência em massa em paz. No entanto, o meu governo tem sido muito perturbada pelos acontecimentos de 8 de março, quando os confrontosocorreram em conexão com duas actividades distintas patrocinados por partidos políticos da oposição. Esses eventos parecem ser um indicativo de uma erosão mais ampla, a redução do espaço político para a oposição e independentes vozes em Burundi – inclusive como resultado da adoção de novas leis ea liberdade de imprensa restritivas reunião. Um clima de diálogo livre e aberto é essencial, especialmente agora que o governo está considerando mudanças na Constituição do Burundi, no período pós-guerra. Os esforços que visam minar o consenso de Arusha sobre a partilha de poder e inclusão política comprometer ganhou-paz. Enquanto os preparativos continuada para as eleições, a ser realizada em maio do próximo ano, os Estados Unidos esperam que um clima de estabilidade interna, liberdade e paz prevalecerá. Para este fim, os Estados Unidos vão fornecer US $ 7,5 milhões em relação a assistência para o processo eleitoral no Burundi, e tenho o prazer de anunciar hoje.Antes deste prazo eleição fundamental aproximando, instamos o governo a respeitar plenamente os direitos constitucionais de todos os cidadãos, incluindo o direito dos partidos da oposição de se expressar livremente e realizar reuniões pacíficas. Além disso, pedimos que o governo ea oposição a rejeitar a violência e participar no processo político com civilidade e sem confronto. A estabilidade continuada de Burundi depende da manutenção de um clima político em que todas as pessoas podem expressar livremente suas opiniões, a organizar-se de acordo com os seus interesses e ter uma palavra a dizer na forma como são governados. Os Estados Unidos estão cientes da importância aqui no Burundi sociedade civil e das instituições democráticas, tais como uma imprensa livre e acesso à justiça. Em nosso próprio país e em todos os continentes, vimos grupos de cidadãos tomar a iniciativa de melhorar a governança, promover a igualdade para as mulheres e as minorias, para proteger os direitos das crianças e para procurar tratamento justo para todos perante a lei. Jornalistas e vários grupos de causas têm um papel vital a desempenhar em termos de problemas revelando, aumentar a responsabilidade e sugerir idéias de reforma.Eu quero agradecer a todos por terem vindo e agora eu convido você para me fazer perguntas. Acreditamos que o Burundi é um modelo para grande parte do mundo, quando consideramos o caminho que ele percorreu. Acreditamos que o futuro está à frente é ainda melhor, mas como eu disse, nós estamos aqui, em parte, para expressar a nossa preocupação com o declínio do espaço político, o que poderia comprometer alguns dos ganhos duramente conquistados nesta bela países. Leia mais: http://iipdigital.usembassy.gov/st/french/texttrans/2014/04/20140409297658.html#ixzz3
evandro condé de lima
3 de abril de 2015 2:03 pmPoderia esclarecer
CAro André, aproveitando tua cultura e conhecimentos deste e de outros mundos, po rfavor esclareça: como o Obama vem e me considera a Venezuela uma ameaça à segurança dos EUA? Que ameaça ele enxerga?
Andre Araujo
4 de abril de 2015 11:27 pmNão sei que ameaça ele
Não sei que ameaça ele enxerga. Uma declaração tola e que só dá argumentos para Maduro.
Flics
3 de abril de 2015 2:48 pmO problema é que os EEUU
O problema é que os EEUU começam a “se virar” para o lado do que eles consideram o seu pátio… tomara que Israel faça alguma lambança por lá e eles nos esqueçam…vamos ficar com saudades do Bushinho (toc! toc! toc!).
Cesar Ferreira
4 de abril de 2015 12:37 pmAbominável seu raciocínio.
Qualquer “lambança” em matéria de Israel tem significado claro. Ou seja, está torcendo pela morte de pessoas para não sermos incomodados.
Anna Dutra
3 de abril de 2015 3:07 pmVamos aplaudir!
Senão vejamos: não importa mesmo que seja mulher, mas capacidades e atributos. De tudo posto, só boas notícias. Depois de Hillary e Condolezza, uma voz dissonante. Nada de louvores ou rapapés para Israel. Direitos humanos e posicionamento e especialização em genocídio – a praga que assola os quatro cantos do mundo e é aplaudida e alimentada por indústrias e operadores os mais variados e numerosos. Detestada pelos Republicanos. E irlandesa. Rest my case!
Astronauta
3 de abril de 2015 3:19 pmMudanças
Mutatis mutandi.
Mudar para poder continuar a mesma coisa.
Pelo menos com menor poder nocivo.
Rogerio Bezerra
4 de abril de 2015 2:31 amTrocaram o “o” por “a”! Tudo
Trocaram o “o” por “a”! Tudo na mesma! EEUU quer ter de volta os “seus” quintais!
Andre Araujo
4 de abril de 2015 11:10 pmNada é na mesma. O mundo mudo
Nada é na mesma. O mundo mudo a cada decada, muda a posição dos atores, o peso relativo deles, para saber e conhecer a realidade das relações internacionais é PRECISO ESTUDAR. Pense que hoje a CHINA é um ator importante
na cena internacional.