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Serra

Justiça nega pedido para suspender investigação sobre cartel dos trens

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 3ª Região negou um pedido da CPTM para suspender um inquérito que apura se houve pagamento de propina e lavagem de dinheiro envolvendo empresas que formaram consórcios para executar as obras da Linha 5. 

Segundo o Estadão, o tribunal decidiu que Mário Bandeira, ex-presidente da CPTM, e José Luiz Lavorente, ex-diretor de operação e manutenção da empresa, devem continuar como investigados.

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Temer avança na articulação para mudar sistema de governo no país

 
Jornal GGN - Desgastado pelo seu governo e com o histórico enraizado na atividade legislativa, Michel Temer é o mandatário ideal para tomar frente à ideia de mudança para um sistema parlamentarista no Brasil. Conforme adiantou o GGN, Temer foi a oportunidade encontrada por parlamentares como José Serra (PSDB-SP) para comandar a articulação como saída para a permanência no poder dos que hoje dominam o Congresso Nacional.
 
Após os movimentos do senador tucano José Serra com Temer, na última quinta-feira (03), e do mandatário peemedebista com o ministro Gilmar Mendes, no domingo (06), angariando em dois encontros o apoio de caciques dos Três Poderes da República, expostos em reportagem do GGN, o presidente assumiu a estratégia.
 
Durante evento de abertura do 27º Congresso & Expo Fenabrave, em São Paulo, nesta terça-feira (08), Michel Temer defendeu o parlamentarismo como mudança de governo no país. "Em várias oportunidades, o Legislativo era tido como um apêndice do Executivo. No meu governo, não. O Legislativo é parceiro do Executivo. Temos trabalhado juntos", confirmou, continuando: "de alguma maneira, estamos fazendo quase um pré-exercício do parlamentarismo".
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Serra, Temer e Gilmar articulam o parlamentarismo

 
Jornal GGN - A defesa do parlamentarismo já conta com o apoio de líderes dos três Poderes da República. O senador José Serra (PSDB-SP) visitou o presidente Michel Temer na última quinta-feira (03), para convencê-lo da ideia. O encontro do mandatário com o ministro Gilmar Mendes, neste domingo (06), provou que Temer já articula em favor da mudança no sistema de governo brasileiro.
 
De acordo com o blog de Andréia Sadi, do G1, Temer conseguiu o apoio de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), para a instalação do parlamentarismo no país. À jornalista, o ministro contou que o assunto do encontro extraoficial foi a reforma política. Entretanto, sabe-se que o tema era mais específico: 
 
"Eu acho que é a chance de promovermos uma mudança profunda no sistema político. Talvez, pensar um semipresidencialismo, uma mistura de presidencialismo com parlamentarismo. Precisamos também ver como vai ser a distribuição pelos partidos do dinheiro público do fundo novo a ser criado", disse Gilmar ao jornal.
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FHC e Serra são golpistas, e Moro e o STF são cúmplices, diz ex-premiê de Portugal

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - O ex-primeiro ministro de Portugal José Sócrates (2005-2011) soltou o verbo contra a oposição ao PT e a Lava Jato, durante uma entrevista que concedeu à imprensa estrangeira em Lisboa, na quarta (26). 
 
A Folha, que estava presente, relatou que FHC e Serra foram chamados de golpistas sem nenhuma cerimônia, e Sergio Moro, de "cúmplice do golpe". 
 
"Os golpistas Fernando Henrique Cardoso e José Serra vieram a uma conferência aqui em Portugal para falar para os professores de direito portugueses e explicar o golpe. Como se nós não estivéssemos a ver o que se estava a passar", afirmou.
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A blindagem dos MPs a José Serra, por Luis Nassif

 

Quando vazaram os dados da agenda de Marcelo Odebrecht no seu celular, os policiais da Lava Jato trataram de colocar uma tarja sobre o nome de José Serra. Quando os arquivos se tornaram públicos, pelo vazamento, não foi difícil eliminar a tarja. O encontro se daria n escritório de Verônica Serra, filha de Serra.

Há mais de vinte anos se conhecem os modus operandi de Serra:

1. Através de contas no exterior, operadas por Ronaldo César Coelho e Márcio Forte.
2. Através dos fundos de investimento de sua filha.

Se se avançar até seu início de carreira no serviço público se encontrará sinais exteriores de riqueza no imóvel que adquiriu, logo que se tornou Secretário do Planejamento de Franco Montoro e, como tal, o homem que controlava a fila dos precatórios e as aprovações para importações de equipamentos médicos.

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Lava Jato cria força-tarefa em SP para investigar Lula, Haddad e Genoíno

Grupo formado por 4 procuradores da República lidará com 14 inquéritos a reboque da delação da Odebrecht. Thaméa Danelon já é conhecida por sua campanha pelas 10 medidas anticorrupção e admiração à Lava Jato de Curitiba
 
 
Jornal GGN - A Procuradoria da República em São Paulo conseguiu autorização de Rodrigo Janot, chefe do Ministério Público Federal, para criar uma força-tarefa com o objetivo de investigar supostos crimes relatados na delação da Odebrecht. Quatro procuradores - entre eles, Thaméa Danelon (foto) - serão responsáveis por 14 inquéritos, sendo que 2 são contra Lula, 1 contra Fernando Haddad, 1 contra José Genoíno e mais 1 contra Alexandre Padilha.
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Serra, Gilmar e aliados querem parlamentarismo em 2022

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Se Michel Temer conseguir se segurar no cargo, aliados prometem debater ainda neste ano a adoção do sistema parlamentarista em detrimento do presidencialismo. Patrocinam a ideia figuras como José Serra, Gilmar Mendes, Mendonça Filho, Eunício Oliveira e outros que compõem a base. A informação é da Folha desta terça (18).

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As empresas que José Serra usou para receber caixa 2 da JBS

Atualizada às 20h para inserir informações de citados na matéria


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - A LRC Eventos e Participações, uma das empresas da tradicional família Coutinho Nogueira, foi usada por José Serra (PSDB) para receber R$ 6 milhões da JBS via caixa 2, na disputa eleitoral de 2010, aponta o Ministério Público Federal.
 
Segundo a delação da JBS, Serra pediu "pessoalmente" a Joesley Batista uma contribuição para sua campanha a presidente, em 2010. Do total de R$ 20 milhões, R$ 13 milhões foram repassados regularmente ao candidato, com registro na Justiça Eleitoral; R$ 6 milhões foram pagos por meio da LRC e outros R$ 420 mil, transferidos à APPM Análises e Pesquisas.
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Léo Pinheiro entrega provas de propina durante governo Serra

Geraldo Magela/Agência Senado
 
Jornal GGN - A defesa de Léo Pinheiro entregou à Lava Jato provas documentais de pagamento de propina por obras do Rodoanel, no período em que José Serra (PSDB) era o governador de São Paulo. Entre as provas estão contratos fictícios e notas frias.
 
Segundo reportagem de O Globo, desta quinta (27), só entre 2007 e 2008, a OAS pagou R$ 17 milhões em propina a uma empresa de locação de equipamentos, que teria servido de intermediária. Os investigadores identificaram o pagamento de R$ 4,6 milhões do Consórcio à empresa Legend Engenheiros, de Adir Assad, que está preso na Lava Jato. Segundo o jornal, ele está em tratativa de acordo de colaboração com a Lava Jato.
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PSDB paulista teria recebido R$ 28 milhões de propina da Odebrecht


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A Odebrecht pagou entre R$ 1,240 milhão a R$ 1,272 milhão de propina todos os meses, de janeiro de 2009 a novembro de 2010, ao PSDB. A delação de que o partido foi beneficiado durante a gestão do ex-governador de São Paulo, José Serra (2007-2010), é do ex-superintendente da Odebrecht no estado, Carlos Armando Paschoal. Os cálculos são do GGN, com base no processo judicial obtido pelo jornal.
 
Em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), Paschoal relatou que uma empresa do grupo, denominada CBPO Engenharia, estava prestes a vencer mais uma ação, após duas vitórias na Justiça de primeira instância, contra a estatal rodoviária do governo paulista, Dersa, já em outras investigações acusada de ser uma das principais intermediárias de repasses de propinas a governos tucanos em São Paulo.
 
A ação da empresa do grupo Odebrecht cobrava uma multa de R$ 220 milhões da Dersa, por faltas de pagamentos relacionados às obras da Rodovia Carvalho Pinto, ainda no fim da década de 1990. O ex-executivo narrou que foi acertado um "acordo judicial", em que a Dersa pagaria R$ 191,6 milhões à Odebrecht, em troca de uma propina mensal em 15% de cada uma das 23 parcelas ao partido político no período em que o então governador, José Serra, se preparava para disputar a Presidência da República, em 2010. 
 
Carlos Armando Paschoal estimou R$ 24,6 milhões os repasses ilícitos ao PSDB. Documentos disponíveis no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário de Justiça do Estado e aqui apresentados pelo GGN revelam, contudo, que o acordo não era de apenas R$ 191,6 milhões. Como todo financiamento, as parcelas contavam com juros, que ficaram estabelecidos em 0,5% a cada mês durante os 23 pagamentos, além da correção monetária, com base no IGP-M, calculados mês a mês [Tabela ao final].

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Como Serra usava o governo de SP para cobrar milhões em propina da Odebrecht

Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - A divulgação estrondosa da lista de Fachin, jogando no mesmo balaio todos os políticos citados em delações da Odebrecht que serão investigados com autorização do Supremo Tribunal Federal, misturou tubarão com peixe de aquário e tirou a devida atenção de casos como o de José Serra.
 
Sete delatores disseram à Lava Jato que o tucano negociou, ao longo dos últimos anos, mais de R$ 30 milhões em propina para abastecer, principalmente, suas campanhas eleitorais. Mas há casos de repasses a afilhados políticos do PSDB. 
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Nassif: Lista de Janot não tem isenção só porque citou Aécio e Serra

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Jornal GGN - Algumas pessoas podem considerar que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chefe do Ministério Público Federal, finalmente alcançou a "era da isenção" com a inclusão de Aécio Neves, José Serra e Aloysio Nunes, entre outros nomes, nos pedidos de inquérito entregue ao Supremo Tribunal Federal nesta terça (14). Pura ilusão.

Há três etapas até esses políticos se transforarem em réus e, até lá, as chances de o MP fazer corpo mole ou sequer chegar a denunciar Aécio e companhia são grandes. É o que avalia Luis Nassif no hangout da lista de Janot.

Em posse dos pedidos de inquérito, o relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin deverá avaliar os requerimentos nos próximos dias. Se for aceita a instauração de inquérito, o MP precisará trabalhar até descobrir se há algo a ser denunciado ou não. Se houver, ainda será preciso, numa terceira fase, obter o aval do Supremo.

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Paulo Preto quer delatar sobre esquemas tucanos, diz jornal

Foto montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - Deve ceder à delação o engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Diretor da Dersa, estatal responsável por investimentos rodoviários de São Paulo, durante governos tucanos, é apontado como o principal elo entre a Odebrecht e os repasses feitos a políticos do PSDB. 
 
Se aceitar falar ao Ministério Público Federal (MPF), em acordo de colaboração premiada, como indica o Painel da Folha desta quinta-feira (09), o engenheiro deve entregar revelações de esquema de corrupção e repasses a políticos durante os anos de 2005 a 2010, quando Geraldo Alckmin e José Serra governavam São Paulo.
 
De acordo com o jornal, Paulo passou mais de duas horas com um grupo de criminalistas estudando as opções diante dos avanços da Operação Lava Jato, com a colaboração da Odebrecht, em políticos do PSDB.
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Alckmin falou em ser candidato a presidente para marcar território, por Helena Chagas

Jornal GGN - O "sempre ponderado" Geraldo Alckmin não deu ponto sem nó. Falou, pela primeira vez, em ser candidato a presidente em 2018 porque está marcando território quando setores da direita - e do próprio PSDB - que estão alimentando a possibilidade de lançar João Doria numa eventual disputa contra Lula. 

Segundo a colunista Helena Chagas, os políticos desesperados com a arrancada de Lula nas pesquisas de opinião, apesar das investidas da Lava Jato, não hesitariam em colocar Doria no páreo, passando por cima da tríade Alckmin, Serra e Aécio, para garantir uma vitória.

Na segunda (6), o GGN publicou artigo sobre a candidatura virtual de Doria ter emergido da prévia da lista da Odebrecht. Leia mais aqui.

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Enredo macabro da Escola de Samba Unidos do Serra-Obama, por Armando Coelho Neto

Enredo macabro da Escola de Samba Unidos do Serra-Obama

por Armando Rodrigues Coelho Neto

O  ódio a Lula e ao Partido dos Trabalhadores tinha como característica principal ser inconfessável. Padecia da falta de uma explicação sensata e ou politicamente correta, se é que o ódio comporta esse tipo de explicação. Desse modo, a corrupção institucionalizada, que sempre foi privilégio das classes dominantes, passou a servir de fundamento para que aquilo que não tinha explicação começasse a ter. Aquele sentimento invisível, tão irracional quanto o pretenso asco do Pastor Feliciano contra relação aos homossexuais, encontrou razão de ser.

Os donos do Brasil S/A sempre conviveram de forma cínica com a corrupção, repetindo a bocas miúdas que o país é assim mesmo, que vinha desde os tempos de Pedro Álvares Cabral. Houve até quem tentasse explicar com os relatos sobre a trupe do bispo Dom Pedro Fernandes Sardinha. Dados históricos dão conta de que escandalizado com a corrupção então vigente, aquele religioso reuniu homens de bem para pedir providências ao rei de Portugal. Quando navegava pelas costas do estado das Alagoas, ocorreu um naufrágio. Os honestos que não morreram afogados teriam sido devorados por índios antropófagos que viviam naquela região.

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