No apogeu das manifestações de rua e da queda de popularidade da governo, fui a um evento e me encontrei com uma liderança tradicional do agronegócio. Ele foi incisivo: “O mercado pode não gostar de Dilma, mas no agronegócio ela é unanimidade.
Um dos fatores centrais foi a parceria Dilma-Katia Abreu, a presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura). Uma das estratégias de Dilma foi montar parcerias com entidades empresariais, valendo-se de sua capilaridade para programas de políticas públicas. Sempre considerou a CNA a melhor parceira, especialmente pelo papel desempenhado por Katia Abreu.
Embora em campos políticos opostos, ambas têm muitos pontos em comum. Incisivas, sem muito jogo de cintura, pragmáticas para obter resultados e desajeitadas no jogo político.
Por essas características, Katia saiu do DEM para o PSD de Gilberto Kassab, formado para aderir à base governista. Agora, por divergências locais, em Tocantins – segundo a Folha – passou para o PMDB. No PSD poderia não conseguir o lugar para disputar as eleições para senador.
As negociações foram conduzidas diretamente pelo presidente do PMDB, vice-presidente Michel Temer.
taturana
4 de outubro de 2013 10:10 amunanimidade entre os ruralistas…
não pode ser coisa boa…. olha lá hein presidenta…
Ledour
4 de outubro de 2013 10:21 amDepois de ver os Bornhausen
Depois de ver os Bornhausen virarem socialistas, depois de ver Demostenes Torres afundar nas cachoeiras goianas, ACM Neto implantar cotas racialistas na prefeitura de Salvador e agora a cereja do bolo Katita Abreu indo para o PMDB e aderindo ao governo dilmopetistense, fica-me evidente que ser um liberal economico, o popular direitista, no Brasil e’ antes de tudo um pesadelo. Mas, como os nordestinos, somos uns bravos e acreditamos nas nossas ideias. hehehe
Assis Ribeiro
4 de outubro de 2013 10:46 amComo poderemos criticar, por
Como poderemos criticar, por exemplo, o PSOL apoiando um candidato do PSDB?
Não, não podemos demonstrar surpresa pois outras situações tão esdrúxulas já ocorreram.
Mas, podemos nos perguntar:
– Que mal há em se apoiar a candidatura de uma produtora de alimentos, que ajuda a “acabar com a forme “, que ajuda no “crescimento” do país?
Para uns nenhum mal, pelo contrário.
Outros, relacionarão o latifúndio, monocultura, agrotóxicos, perseguição aos pequenos produtores e comunidades quilombolas e indígenas.
Mas, todos deveriam se preocupar com a coerência da nossa política
Ela já foi filiada ao PFL, que depois se transformou no DEM, partido que fez a mais contundente oposição ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2011, foi para o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, então aliado do ex-governador paulista, José Serra, do PSDB, opositor da presidente e Dilma. Com a ida para o PMDB, a senadora vai para o lado do governo.
Para muitos esta situação é ótima pois justifica a falta de avanços do governo nas reformas. Dizem:
– “O governo não avançou porque lhe falta maioria”.
Que maioria?
Nenhum governo anterior ao atual teve uma base de apoio tão grande.
Ivan de Union
4 de outubro de 2013 10:42 am“Com a ida para o PMDB, a
“Com a ida para o PMDB, a senadora vai para o lado do governo”:
Todo cavalo de troia vai.
edisilva
4 de outubro de 2013 12:38 pmA Qualidade da “maioria”
Acho que o problema reside na qualidade desta maioria. O PMDB ajuda a dar a maioria, mas em todas as questões importantes para o desenvolvimento do país eles estão contra. Ou, pelo menos, fazem uma chantagem antes, por mais uma fatia do governo.
Logo, esta maioria só serve para mamar e para freiar o governo.
A dificuldade está em como viver sem a “maioria” em situações de crise institucional. Mas, caso surja um grande problema para o governo, ele pode confiar na fidelidade do PMDB?
Aqui no DF, com a mesma aliança, o Agnelo não sabe, em três anos e meio, de que lado está o vice dele, que até já foi acusado pela imprensa local de tentar o afastamento do governador para herdar o lugar. É assim o PMDB.
Só lembrando que o vice do Agnelo é cria do ex-governador Roriz e foi braço direito do Arruda, outra costela de Roriz.
Gunter Zibell - SP
4 de outubro de 2013 4:13 pmUai
É uma base de apoio tão grande para garantir que tudo fique como está.
O que mudou no Brasil que não foi em linha com movimentos verificados, no mesmo período, em outros países da mesma faixa de renda, foi pouco.
Piki
4 de outubro de 2013 11:20 amSó gostaria de entender essa
Só gostaria de entender essa unanimidade da Dilma. Na minha região, Sul de GO, dentro doagronegocio, a unanimidade existe e é totalmente contraria.
JB Costa
4 de outubro de 2013 11:23 amNada demais: faz parte da
Nada demais: faz parte da natureza da Política brasileira as coligações esdrúxulas com vistas ao principal, qual seja, a conquista e posse do Poder.
O que já se deslumbra para o não tão longínguo são alianças das mais heterodoxos. Vejam o PSB-Partido SOCIALISTA Brasileiro aos beijos e abraços com próceres do DEM, a exemplo do clã Borhnhausen. Uma mistura, em termos ideológicos, de churrasco com doce de leite.
A senadora não pode ser demonizada, como quer a esquerda, só porque tem um lado, no caso, a defesa do agronegócio, e sim, pelos seus atos políticos.
Há espaços para a defesa do meio ambiente, de uma agropecuária menos agressiva, mas sem “xiitismos”. Afinal, ele, agronegócio é imprescindível para a economia do país. Sem falar no seu papel estratégico de fornecedor de alimentos para a população.
Malu Lima
4 de outubro de 2013 11:56 amO PMDB já desembarcou do governo na prática
Todos os posicionamentos do PMDB nas questões mais sensíveis ao governo são contrários a ele:
– Reforma Política – defendida por Dilma no auge das manifestações
– Pec 215 – Demarcação das Terras Indígenas, contra a qual Dilma já se posicionou
– Pec 4330 – Terceirização – que dizem os parlamentares do PT que votarão contra.
– Mais Médicos, que vinculam a aprovação à aceitação da ridícula Mini- Reforma.
Além do estapafurdio tratamento dado aos professores do Rio, governado por eles, que coloca todo esse edifício político em xeque, uma enorme saia justa para o PT. E não só no Rio, porque afinal nenhum professor brasileiro e o que eles significam para a sociedade pode concordar com os acontecimentos.
O melhor que o PT poderia fazer para preservar o que resta de seu significado seria formalizar esse rompimento, com o devido esclarecimento à sociedade.
Eu sei que é um sonho, mas sonhar não custa nada. Ou custa muito.
Ivan de Union
4 de outubro de 2013 12:02 pmDERRUBEM A BASE ALIADA DE
DERRUBEM A BASE ALIADA DE TRAIRAS.
Malu Lima
4 de outubro de 2013 2:42 pmBase aliada “naquela base”…
O custo da manutenção dessa aliança com o PMDB tem sido muito maior que os benefícios para o PT, ao menos de quem olha do “chão da fábrica”.
Fica muito difícil, no dia a dia defender essa governabilidade que, na prática, se tornou governabilidade do PMDB, não do PT.
Pessoas não iniciadas em política, mal informadas pela mídia, e até, muitas vezes, com pensamentos essencialmente saudáveis, não conseguem assimilar esse estado de coisas. (Se até mesmo para quem é, fica indigesto…)
Daí os “sem partido”, “sem bandeiras”, “contra tudo isso que está aí”…
Um enorme potencial de mudanças que o próprio PT sempre defendeu acaba se perdendo e muitas vezes sendo direcionado indevidamente.
Óbvio que os anti-petistas, anti-esquerdistas, das mais variadas naturezas tiram proveito.
ArthurTaguti
4 de outubro de 2013 3:31 pmMalu,
O PMDB é o maior
Malu,
O PMDB é o maior partido de oposição.
Sempre que o governo (aparentemente) vem com uma proposta um pouco mais progressista, são os próceres do partido que o dinamitam. E mesmo assim fica tudo bem, ninguém fica horrorizado, vida que segue..
Esta proeminência toda pro PMDB levou o PSB a pular fora do governo e lançar candidato próprio.
Tudo bem que Campos e seu partido não são grande coisa, mas para um segundo mandato Dilma, aumentará ao máximo o grau de influência (e chantagem) do PMDB.
Um segundo mandato, sem o PSB na base e com o PMDB mais forte, corre o risco de ter até Kátia Abreu (que aliás, quase virou Ministra) e Eduardo Cunha no primeiro escalão do Ministério.
Uma coalizão mais programática, mesmo que isto custe ofertar a cabeça de chapa pro PSB mais a frente, seria muito melhor do que este governo cada vez mais endireitado, sitiado pelos fisiológicos da vida.
Gunter Zibell - SP
4 de outubro de 2013 4:08 pmPara o que eu defendo e acredito
O PT até 2008 era bem melhor. O atual parece ser contra tudo o que eu acho importante mudar no país.
Fica-se apenas fazendo propaganda dos bons momentos da inclusão social, nunca se conta que a carga tributária aumentou foi mesmo no governo anterior, que todas as reformas relevantes em legislação foram até 2002, que as commodities triplicaram de preço de 2004 a 2011 e que isso se transmitiu pela economia por vários mecanismos.
Não se conta que não há nenhum projeto para resolver a perda de dinamismo da economia.
Nem há um projeto para sair desse conservadorismo moral. Só vão parar quando transformarem o Brasil no Texas ou na Rússia.
Eu não apoio um trem desses. Apenas me conformarei se 2015-2018 não for significativamente pior que 2011-2014 (com raízes em 2008-2009.)
Por ora estou apoiando Eduardo Campos, é a única esperança de mudança, se bem que frágil e também criticável.
ArthurTaguti
4 de outubro de 2013 4:43 pmGunter,
Mas em que medida
Gunter,
Mas em que medida poderia haver esta mudança em relação ao PT?
Digo isto porque não vejo, em Eduardo Campos, ou no PSB, nada que diferencie muito do que o PT está fazendo, ou seja, se enfurnar em alianças conservadoras até o pescoço, pra depois fazer um governo endireitado sob a desculpa que esta é a “correlação de forças”.
Levantar Bornausen quando se tem Kátia Abreu e Sarney do lado parece meio hipócrita (até porque, ao contrário de Marina, não vi nunca Eduardo Campos dizendo-se purista), mas é preciso, para se acreditar na campanha do PSB, haver algum traço distintivo para identificar alguma guinada mais progressista.
Gunter Zibell - SP
4 de outubro de 2013 11:00 pmPara onde vai o ônibus?
“mas é preciso, para se acreditar na campanha do PSB, haver algum traço distintivo para identificar alguma guinada mais progressista.”
Bom, se alguém quiser defender PSB por esse lado, que tente. Eu não o farei. Tem 11 mil comentários meus em quatro anos neste blog e eu nunca usei as frases ‘eu sou progressista’ ou ‘eu sou de esquerda’. Acho isso propaganda oca.
Eu defendo o secularismo e a redução do Estado Penal. Acho que são questões muito mal-atendidas no Brasil e que precedem ideologias. Nesse sentido o governo atual patrocina retrocessos, não posso endossar isso.
E também tenho razoáveis conhecimentos de história, de comunicações, de economia, etc pra me preocupar com algumas coisas e ser desencanado em relação a outras.
Quando tivermos Executivo e Legislativo simultaneamente dispostos a modernizar o país, aí veremos o que significa ‘progressista’.
Caso E. Campos não fale besteiras até 05-10-2014 votarei nele só para estimular que haja algum debate nas três semanas seguintes.
Já sei que tanto faz o vencedor, pois a composição do Congresso será muito parecida e tirando PT/PCdB de um lado e PSDB/PPS/DEM de outro, todos coligam com todos.
A esperança é tênue, quase irrelevante, de que um eventual executivo PSB dê mais corda a partidos com quadros (o PMDB ainda, por ora, sendo um deles) e menos espaço para fisiológicos. Diferença, se vier a haver, é esta.
Mas, quando amigos petistas me dizem disso do Bornhausen tendo a dar a mesma importância que quando amigos tucanos falam de Sarney, Maluf e Renan. E agora falarão de Kátia Abreu (metade do PSDB votou com o PT no Código florestal, coisa que o PMDB não fez, não esqueçamos disso.)
E que PP/PSC/PSD/PTB/PROS/PR/PRB são governo. Beleza, o PT é o motorista do ônibus. Para onde irá o ônibus?
Ex-Arena estão por todo lugar mesmo. As pessoas saem de partidos mas os ideários não saem delas.
Se a esperança, como disse, é frágil, também não dou importância aos elaborados ‘discursos do medo’ que circulam.
Partidos falam que são de direita pra agradar empresários e revistas, mas não revogam políticas sociais necessárias para estabilidade social e econômica. Fazem isso em crises econômicas, mas aí os ‘social-democratas’ também. A história da Europa Ocidental de pós-guerra é exemplar a respeito de como ‘welfare state’ e ‘liberalizações’ se dão em ondas, independentes do nome dos partidos.
Quem aumentou a carga tributária de 25% para 33% foi o governo FHC. Quem inventou esse ‘golpe’ de privatização de serviços públicos e popularização de escolas e saúde privadas, para tirar renda (que devia ser tributo) da classe média e diminuir encargos do governo, idem. Belo golpe de marketing e ainda se passam por neoliberais. Reformas mais conservadoras, como a da Previdência, e que eu apoio, nunca foram revertidas.
Partidos falam que são de esquerda, mas como os estamentos são em geral conservadores e patrimonialistas, sabemos que não proporão mudanças em legislação, apenas darão um tom mais social na administração do orçamento. Alegando falta de ‘governabilidade’ pra não fazer reformas. Beleza, mas nem discursos? Discursos são feitos quando se está na oposição, nessas horas o PT fala coisas que eu gosto.
E o país é semiparlamentarista, então o que vale a pena fazer? Tentar mudar o Congresso aos poucos. Eu tentarei achar um partido (que provavelmente será o PSoL) que seja firme em comissões de Câmara e em entrevistas à Mídia nas coisas que eu acredito precisam mudar. Não posso esperar mais que isso, que alguns temas não sejam censurados.
E, repetindo, eu sou a favor de direitos difusos que são desconsiderados, de redução de Estado Penal e várias coisas assim. Não gosto de política no estilo do Texas ou da Rússia, só lamento eu ser tão minoria.
Para o meu modo de pensar, ficar jogando água em moinhos conservadores não interessa. Mas quem quiser que o faça, claro.
http://advivo.com.br/blog/luisnassif/congresso-mudou-pouco-nos-ultimos-30-anos
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-ligacao-entre-esquerda-e-politicos-evangelicos
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-economia-vai-bem-a-sociedade-nem-tanto
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-secularismo-como-causa-politica
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-governo-dilma-nao-e-de-continuidade
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/ordem-e-progresso
http://advivo.com.br/blog/luisnassif/limites-das-decisoes-politicas-no-desenvolvimento-economico
http://advivo.com.br/blog/luisnassif/a-questao-da-desvalorizacao-cambial-controlada
http://advivo.com.br/blog/gunter-zibell-sp/o-conservadorismo-moral-que-nao-convence-no-pt
https://jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/se-ha-conservadores-progressistas-ha-progressistas-conservadores
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/acorda-alice
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/resistire-por-duo-dinamico
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Filipe Rodrigues
4 de outubro de 2013 4:40 pmPetistas chamam Eduardo de
Petistas chamam Eduardo de traíra, mas o PT com Sarney no Maranhão, Collor/Renan Calheiros em Alagoas também não é traíra???
Além de não terem moral para reclamar, os petistas não percebem que a candidatura Eduardo Campos pode por um um fim na polarização PT X PSDB (que beneficia muito mais os tucanos do que atrapalha).
Campos tira mais votos de Aécio do que Dilma.
Tomara que PT e PSB aumentem bastante suas bancadas no 2º mandato para dependerem menos do PMDB (que mesmo assim é menos pior que PSD, PP, PTB, etc e ainda tem alguns poucos integrantes que preservam as ideias do velho MDB).
Malu Lima
4 de outubro de 2013 5:14 pmO motivo do PSB lançar candidato próprio
a meu ver, não é motivado pela proeminencia do PMDB.
Em SP, na base do governo PSDB, eles aceitam isso de boa…rs…não sei, mas creio que em outros governos estaduais isso tb deve ocorrer.
Eduardo Campos, como já disseram, pretende é, oportunisticamente, ser o herdeiro de Lula. E, certamente, se vitorioso se aliaria tranquilamente ao PMDB.
Está aproveitando as dificuldades advindas da crise economica que limita o nosso – do Brasil – espaço de manobra, algo que atingiria um governo seu da mesma forma que está atingindo o atual governo.
Concordo que o PT deveria em um primeiro turno ser mais programático, riscar o chão, além de deixar bem claro para a sociedade os motivos pelos quais seu programas não são aprovados.
Nada impede que na ocorrência de um segundo turno sejam feitas alianças, mas já aí com uma certa vantagem política.
Até mesmo Marina poderia ser aliada, uma vez que muitos de seus posicionamentos permanecem válidos, como eram no tempo em que militava no PT. Aliás, ela não ter conseguido registrar seu partido em tempo hábil favorece mais o PSDB e PSB que ao PT.
O que parece é que se pretende liquidar a fatura no primeiro turno a qualquer preço, mesmo que seja continuar o PMDB sendo efetivamente a governar. Ainda não entendi o porquê? Ou, talvez, tenha entendido muito bem…sei lá…
Não é por menos que não querem – o PMDB, PSDB, PSB, parte do PT, e partidecos de aluguel – reforma política efetiva, de jeito algum.
Gunter Zibell - SP
4 de outubro de 2013 3:58 pmPara mim é um alívio saber disto:
“Pec 215 – Demarcação das Terras Indígenas, contra a qual Dilma já se posicionou”
Filipe Rodrigues
4 de outubro de 2013 4:18 pmAlém destes posicionamentos,
Além destes posicionamentos, tem o fato de gente do PMDB ter votado contra a CPI do Cachoeira.
Em relação as reservas indígenas defendo um meio-termo: a posição dos ruralistas representa o atraso, mas há organismos internacionais incentivando a revolta indígena.
Larga de ser burro PT, em vez de 90 deputados o partido pode ter 120 se:
– Aumentar expressivamente o número de candidaturas próprias (governador, senador);
– Fazer coligação proporcional somente com o PC do B;
ArthurTaguti
4 de outubro de 2013 6:55 pmO PT não parece nem um pouco
O PT não parece nem um pouco preocupado com quantos parlamentares ou governadores elegerá em 2014, nem com a linha programática, e nem com o PMDB.
Se estivesse preocupado, já estaria discutindo seriamente a revisão ou o rompimento desta aliança que vai de lugar nenhum pra nenhum lugar.
O que interessa é ganhar, continuar no poder, mesmo que tenha que endireitar mais ainda em um eventual segundo mandato, fato que parece inevitável caso o PMDB (e aspirantes a PMDB como PSD, PROS, e por aí vai) ganharem mais espaço.
Gunter Zibell - SP
4 de outubro de 2013 9:41 pmO código Florestal é importante
Todo o PMDB, inclusive Chalita, votou contra a modernização do Código Florestal.
Maior partido a fazê-lo.
Acho coerente Kátia Abreu fazer parte.
henry H
4 de outubro de 2013 12:36 pmComo dizia Ulysses, o MDB é o
Como dizia Ulysses, o MDB é o Partido-Onibus mesmo… Hehehehe… todos podem entrar.
Dani
4 de outubro de 2013 12:41 pmThis comment has been deleted.
helbert
4 de outubro de 2013 1:22 pmKátia x Dilma
Sinceramente,
Dilma nao fala uma frase sem gaguejar, nao passa firmeza em seus discursos e passa muito mais teimosia e intrasigencia do que conviccão. Katia fala fácil, todo mundo sabe o que ela pensa “Para o Bem ou para o Mal”, conforme a ideologia do leitor.
biblu
4 de outubro de 2013 6:02 pmlatia abreu para a casa civil
Beleza, que a presidente convoque a sen. para a casa civil. A Sra., Paulo Bernado, irá sair, nada melhor que a KA em seu lugar. Teria culhões para tanto a presidente?
Malú
4 de outubro de 2013 9:40 pmNão me importo se a Dilma
Não me importo se a Dilma gagueje para falar, importa, sim, que ela não gagueja para agir, suas ações são limpas, claras e não deixam dúvidas. O que para você parece intransigência e teimosia, para mim é convicção. Não quero uma presidente de prateleira, a Kátia fala fácil, mas nem todo mundo sabe o que ela pensa. Nunca vou me esquecer daquele dia que o Agripino atacou a Dilma e ela, sem gaguejar, borrou o infeliz de cima embaixo. Aquilo acabou com aquela sessão que era para massacrar a Dilma. A próxima a fazer perguntas era a Kátia Abreu, que não tinha se dado donta do clima, toda espevitada com um rabo de cavalo na cabeça parecia uma colegial a fazer diabruras, começou a atacar a Dilma que deu uma encarada na sujeita e depois simplesmente ignorou seus ataques. A Kátia foi murchando, murchando, foi ficando pequenininha e simplesmente sumiu na cadeira. Desde esse dia ela virou fã da Dilma, apesar de estar no lugar que está e deste ela nunca vai sair: ruralista, que até hoje não explicou o desvio de dinheiro para campanha de quando foi presidente do agronegócio ou dos ruralistas, sei lá. Falar fácil não faz minha cabeça. Falar fácil até o Bolsonaro fala.
Doney
4 de outubro de 2013 1:02 pmE a Dilma por um acaso é de
E a Dilma por um acaso é de esquerda? Leiloando libra? Com sua base de apoio tentando aprovar o PL 4330. Me dá um tempo.
Maria Luisa
4 de outubro de 2013 1:14 pmVou repetir o bordão: toda
Vou repetir o bordão: toda unanimidade é burra. E ainda ser unânime entre os ruralistas!!! Haja pragmatismo no PT!
Ana Iag
4 de outubro de 2013 2:08 pmUai Nassif, não existe nenhum
Uai Nassif, não existe nenhum post a respeito do imbróglio do partido da Marina? Estranho. Só não posto porque não consigo. Cadê as análises tão embasadas do dono do blog e de seus participantes? Muito estranho.
biblu
4 de outubro de 2013 5:52 pmÉ, esse blogue colocou um X
É, esse blogue colocou um X depois de LN. Já era, uma pena!
Calvin
4 de outubro de 2013 3:18 pm“…ambas têm muitos pontos
“…ambas têm muitos pontos em comum: incisivas, sem muito jogo de cintura, pragmáticas … e desajeitadas “]
Traduzindo: dois elefantes em loja de cristais…
Fabio NS
4 de outubro de 2013 3:21 pmFutura Vice-Presidenta?
Dizem que se falarmos muito sobre projetos em andamento eles podem agourar e morrer. Por isso, pergunto em alto e bom som: KATIA ABREU SERÁ VICE-PRESIDENTA da Dilma? (e que, ao levantar a bola, essa idéia vá para a lata do lixo).
ArthurTaguti
4 de outubro de 2013 3:22 pmCopo meio cheio ou meio vazio?
Citação do dia
(Insuspeita) liderança do setor: “A Dilma é uma unanimidade no agronegócio”
Bem, como a interpretação é livre, está aberta a temporada de leituras heterodoxas desta frase a fim de preservar a imagem do governo atual (e do PT) como popular de esquerda.
Alda Maris
4 de outubro de 2013 3:41 pmAssista ao documentário
Assista ao documentário “Sementes Amargas” e veja o que os interesses do agronegócio estão produzindo no mundo.