
poema mesoclítico para marcela e michel, por romério rômulo
os dardos que me chegam deste golpe
fá-los-ei todos mesóclises das tardes
que corroem um peito no planalto
no risco de cair pela cidade
quantas manhãs irei rugir, marcela
para entregá-las, vis e vãs, douradas
às mãos do mesoclítico amado?
quantos petardos duros, eu, michel
dir-te-ei podres da razão da vida
para salvar-te dos dentes da história?
a ironia nunca será tanta
o escracho todo não terá tamanho
para elevar-te, em gáudio, nestas praças
à tua espera, tão solenemente.”
RR
José Luis Pereiraj
8 de junho de 2016 2:04 pmGenial.
Genial.
resistente
8 de junho de 2016 5:16 pmpoesia genial!
aos
poesia genial!
aos golpistas:
as palavras brochar-te-ão!!!!